A estudante Matheus Passareli Simões Vieira, foi morta no Rio de Janeiro após passar por um “tribunal do tráfico”. O assassinato aconteceu na noite do dia 29 de abril, logo após sair de uma festa na casa de amigos.

Conhecida como Matheusa, a vítima era ativista LGBT, negro, não-binário, estudante de artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e o primeiro de sua família a entrar numa universidade.

De acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB), os assassinatos de LGBTs no Brasil, em 2017, bateu recorde e aumentou 30% em relação ao ano anterior.


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