Governo Bolsonaro se recusa a assinar compromisso mundial em defesa da saúde feminina

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não aderiu a uma declaração feita, nesta segunda-feira (8), no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) pela defesa das mulheres

Mais de 60 países marcaram o Dia Internacional da Mulher com o documento que assume compromissos em relação à saúde feminina. O Brasil decidiu não assinar, assim como governos liderados por líderes ultraconservadores como Polônia, Hungria, Arábia Saudita e China.

Em uma nota, o Itamaraty explicou que “o governo brasileiro reconhece a importância de pautas salutares em defesa da mulher, porém, não apoia referências a termos e expressões ambíguas, tais como direitos sexuais e reprodutivos”.

O número de nações que firmaram o compromisso representa praticamente todas as principais democracias do mundo. Entre elas, estão os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Austrália, Israel ou Japão, além dos países escandinavos.

Na América Latina, aderiram à declaração conjunta os governos da Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru, Panamá e Uruguai.

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