Raposa é escolhida para fazer teste de satélite da UFMA, que vai localizar embarcações em possíveis naufrágios

O coordenador de Ciências do Mar da UFMA, Danilo Francisco Corrêa Lopes; o professor doutor em Engenharia Aeronáutica e Mecânica, Carlos Brito, coordenador da Graduação em Engenharia Aeroespacial (UFMA); e o professor doutor em Engenharia Elétrica, Luís Cláudio Silva, coordenador do segmento espacial (UFMA), estiveram reunidos na manhã dessa quarta-feira (07), com a secretária de Pesca, Lavina Lisboa, para apresentar o Projeto CubeSat Aldebaran I, desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA); um projeto piloto em parceria com a Prefeitura de Raposa. 

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A reunião aconteceu na U. E. Socorro Magalhães e contou com a presença do secretário de Meio Ambiente e vice-prefeito, Marcio Greik, representando o prefeito Eudes Barros; secretária adjunta de Meio Ambiente, Bianca Lucena; secretária do prefeito, Brenda Cassiano; e os vereadores Daniel Fernandes, Laurivan Uchôa, Iran Lisboa e Rosa do Araçagy. 

O primeiro nanossatélite produzido no Maranhão pode ser lançado ao espaço no início de 2022, conforme informou o professor doutor em Engenharia Elétrica, Luís Cláudio Silva, coordenador do segmento espacial, ele ressaltou que trata-se do CubeSat Aldebaran I, protótipo que nasceu no curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), desenvolvido por professores e alunos. Raposa, além de ter um aluno nesse curso, também foi escolhida para fazer o teste do satélite por meio do projeto piloto. 

O coordenador geral desse projeto é o professor doutor, Carlos Brito, que destacou a importância da Missão Aldebaran – I, para o Município de Raposa. Segundo ele, o principal objetivo é promover e desenvolver essa tecnologia no apoio ao resgate de pescadores que possam sofrer naufrágio e pode ser utilizado para salvamento de pequenas embarcações na região costeira maranhense.

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“A gente pretende iniciar no município de Raposa, por isso é importante termos esse apoio da Prefeitura, junto aos pescadores, para desenvolvermos nosso experimento. O apoio é relacionado ao acesso a estes pescadores, para que eles possam levar nosso experimento para o mar. A Missão  Aldebaran – I, está ligada diretamente ao setor espacial, mas além disso tem uma missão solidária, uma missão de auxílio. Então a gente imaginou o Município de Raposa como foco inicial para esse tipo de missão, já que existe um relato de pescadores que sofreram naufrágio e até hoje nunca foram encontrados. Posteriormente, a gente pretende também iniciar outras atividades na área de popularização da ciência espacial nas escolas do município de Raposa”, enfatizou Carlos Brito. 

O vice-prefeito Marcio Greik afirmou que o projeto é muito importante para o munícipio e que a prefeitura estará à disposição para colaborar.  

“Então isso aqui na verdade é a materialização de um sonho. Não tenho dúvida nenhuma o quanto os pescadores já o abraçariam um barco de socorro, agora mais um barco de socorro por localização. Então a gente só tem a agradecer, nos colocamos ao inteiro dispor. Para nós, é uma honra fazer parte de um projeto inovador. O município de Raposa sendo utilizado como alicerce a esse projeto piloto”, enfatizou Marcio Greik.

A secretária de Pesca, Lavina Lisboa, relatou que “o professor Carlos Brito, que representa a UFMA, em parceria também com financiamento da Agência Espacial Brasileira (AEB), trouxe para o Município de Raposa um Projeto de Salvamento que está sendo inteiramente abraçado pelo prefeito Eudes Barros”. 

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