Ingrid Assis lança livro sobre o jornalismo nas redes sociais, fruto de sua pesquisa de doutorado

A jornalista, formada pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e mestre em Ciências Sociais também pela instituição, Ingrid Pereira de Assis, lançará o seu primeiro livro intitulado “Notícias autodestrutivas: jornalismo no Snapchat e Stories do Instagram”, durante o 44º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, o maior evento da área no país, que ocorrerá de forma virtual de 4 a 9 de outubro.

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O livro é o resultado da pesquisa de doutorado da autora, que foi realizada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com uma etapa de estágio sanduíche na Universidade de Aveiro, e já está disponível para ser baixado gratuitamente pelo site da Insular.

A publicação inicia a série Informação, da Editora Insular, e conta com um prefácio escrito pelo também professor e pesquisador Denis Renó, da Universidade de Estadual Paulista (Unesp) e um texto de apresentação de Cárlida Emerim, docente da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e orientadora da pesquisa que deu origem ao livro.

Sobre o livro

A investigação que originou o livro, desenvolvida ao longo de quatro anos, teve como objetivo principal aferir se seria possível sustentar o conceito de notícia autodestrutiva, a partir do conteúdo jornalístico criado e disponibilizado por veículos de comunicação nacionais e internacionais para as plataformas de redes sociais Snapchat e Stories do Instagram.

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“Eu analisei as postagens do Uol, no Snapchat, e do G1, do portal português Público.pt e do portal estadunidense da Cable News Network (CNN), na plataforma de rede social Instagram, para identificar elementos jornalísticos que permitiam sustentar que ali havia um novo formato jornalístico ascendendo”, destacou a pesquisadora.

A pesquisa, além da conceituação das notícias autodestrutivas, problematiza a presença desse novo formato na sociedade e discute os elementos visuais pertinentes à criação das postagens analisadas. “É uma pesquisa ampla, que visa não apenas fazer um profundo resgate teórico para sustentar o conceito proposto, mas, também, analisar qual o papel desse tipo de publicação na atualidade. Além disso, pensei em desenvolver uma pesquisa que não fosse meramente teórica, mas trouxesse elementos práticos suficientemente relevantes para quem trabalha diretamente com a criação de conteúdos jornalísticos para essas duas plataformas”, explicou Ingrid Assis.

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