Sindeducação cobra Eduardo Braide por atraso em reformas nas escolas municipais

O Sindicato dos Profissionais do Ensino Público Municipal (Sindeducação) acredita que se deva também à falta de reformas nos colégios. De acordo com o Sindeducação, de um total de 260 escolas municipais, apenas 60 estão com a infraestrutura adequada para voltar a receber alunos de forma presencial – e mesmo nelas se encontram problemas. As outras 200 estão sob reformas, obras interminadas ou sem condições adequadas.

A Prefeitura de São Luís adiou o início do ano letivo das escolas municipais para o dia 22 de fevereiro. Alegando que o motivo principal seria os casos de covid-19 e síndrome gripais.

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A questão das reformas das escolas municipais é um assunto cobrado desde o início de sua gestão, que escolheu ajeitar boca de bueiro fazendo marketing com isso, do que se preocupar realmente com problemas reais.

A Presidente do Sindeducação, Sheila Bordalo explica que o atraso nas reformas se deve a falta de planejamento. “Como a gente não viu, ano passado, o prefeito Braide fez planejamento e organizou equipes de infraestrutura para reforma, a gente tem um cenário preocupante no primeiro semestre. É necessário que as equipes sejam ampliadas e que se faça uma força-tarefa para garantir o ensino presencial com segurança para crianças, jovens e adultos”, pontua.

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O Sindeducação entende que a volta às aulas deve ser pautada tanto na situação epidemiológica atual quanto na organização e infraestrutura dos locais de ensino. “O retorno vai precisar ser planejado, com escalonamento dos estudantes, à medida que as escolas tiverem segurança sanitária e passarem pelas reformas, a Prefeitura vai indicando e abrindo”, sugere a presidente. Enquanto as obras não terminam, a Sindeducação considera o ensino remoto para não adiar o calendário.

Mesmo com a preocupação acerca do aumento de casos de coronavírus, a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretária Municipal de Educação (SEMED), Caroline Salgado, afirmou que não será cobrado o passaporte vacinal das crianças nas escolas, e que a gestão municipal tem atuado em todos os núcleos para que as 260 escolas sejam reformadas.

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“A SEMED tem atuado de forma participativa e colaborativa com essa questão da vacinação no sentido de estimular as famílias a levar as crianças para vacinar. Mas nenhuma criança sofrerá prejuízo pelo fato de não ter sido ainda vacinada”, afirmou a secretária.

Se a maior preocupação da Prefeitura é a saúde das crianças, por que não quer cobrar passaporte de vacina? Já que essa obrigatoriedade, forçaria os pais a vacinarem. Deveria ser obrigatório desde a matricula ter as vacinações infanto-juvenil em dias. Até quando o prefeito de São Luís vai culpar a pandemia para acobertar sua má gestão?

Com informações do Portal do Guará

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