Psicanalista e especialista em mentalidade esportiva explica o “bug mental” da equipe do PSG

Paris Saint-Germain amarga mais uma eliminação nas quartas da Champions com apagão no segundo tempo.

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O PSG deixou a desejar mais uma vez nas quartas da Champions, os parisienses que levavam a vantagem para Madrid tiveram revés com um dos trios mais caros da história do futebol: Mbappe, Messi e Neymar. No entanto, não é de hoje que o projeto do time mais badalado da França  começou. Não custa lembrar que o sonho de conquistar a orelhuda vem desde a aquisição do conglomerado Qatar Sports Investments, do catari Nasser Al-Khelaïfi.

A partir disso, o clube conseguiu contratar Ibrahimovic, Mbappe, Neymar e, recentemente, Messi. Mas ao contrário do ano passado, onde o Paris chegou às finais contra o todo poderoso Bayern de Munique, dessa vez o amargor da derrota veio numa pane mental durante o erro do goleiro italiano Donaruma, nas quartas.

Ao mesmo tempo, num segundo tempo em que parecia ter ingressado ao gramado com outro time, onde os 11 não tinham suas estrelas na melhor das performances, além da “entrega” do companheiro. Foi aí que a pressão madrileña colocou tudo isso abaixo. Tirando a performance de Mbappe do jogo, Messi e Neymar eram irreconhecíveis dentro de campo. Na brecha do “bug emocional parisiense”, Benzema marcou um hat-trick que já está na história da liga.

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Baseado neste ponto, Lincoln Nunesque é psicanalista e especialista em mentalidade esportiva explica o abalo emocional do Paris Saint-Germain

“O que o PSG apresentou na partida foi a perda do foco devido a um estímulo agudo de estresse, estes casos acontecem rotineiramente nos esportes de alto rendimento. Por isso, o gerenciamento emocional é tão importante quanto um treino de reforço físico ou tático. Os jogadores do PSG “acusaram o golpe”, isso está completamente relacionado à pesquisa de Walter Bradford Cannon, onde há uma brecha entre o movimento de ação/resposta e da consequência. O fator estressor foi o erro individual do goleiro, o que levou toda a performance da equipe abaixo aliado à pressão. O nome disso é reação de luta ou fuga.

O preparador atua com atletas dos principais centros de futebol do mundo, como La Liga, Premier League e, claro, o nosso maior produto nacional: a Seleção Brasileira.
Lincoln ainda explicou a maneira de evitar abalos emocionais tão grandes em momentos-chave como o ocorrido:

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“Os clubes precisam aprender a redirecionar parte do investimento no trabalho mental e incluir isso na rotina de treino dos jogadores. Infelizmente, enquanto isso não acontecer a tendência é que cada vez mais apareçam grandes equipes numa espécie de apagão por não suportar a pressão do acontecimento. Não importa se tem o melhor meia, atacante ou ponta… todos eles são humanos e precisam aprender a lidar com as altas cargas emocionais como qualquer um.”

Sobre Lincoln Nunes

Criador do Método Atleta de Elite, psicanalista e especialista em performance esportiva. Com inúmeros cases de sucesso, Lincoln Nunes já atendeu atletas olímpicos como Guilherme Costa, estrelas do futebol europeu e nacional como Philippe Coutinho, Artur Victor, e Pedro Rocha e lutadores do UFC como Pedro Munhoz, Edson Barboza Jr, dentre outros.

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