Brasil registra aumento no número de casos de Sífilis

O Ministério da Saúde divulgou, no final do ano passado, uma pesquisa onde mostra que apenas no primeiro semestre de 2021, o Brasil registrou 64.300 mil casos de sífilis adquirida, esse número chega a ser 16 vezes maior que os casos registrados no ano de 2010.

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O levantamento feito pela CNN mostra que o Sudeste representa cerca de 45% dos casos. Em seguida, aparecem o Sul (22%), Nordeste (16,5%), Norte (8%) e, por último, o Centro-Oeste (7%).

A sífilis é considerada uma doença sexualmente transmissível e caso não haja tratamento adequado, pode evoluir para um quadro infeccioso, atingindo outros órgãos agravando a situação e podendo levar à morte.

Aparecida Quintanilha, médica clínica geral do Sistema Hapvida, esclarece que a doença apresenta variações e é dividida em 3 tipos, primária, secundária e terciária.

“Caso o paciente não realize o tratamento da sífilis secundária, por exemplo, ela pode apresentar dois períodos de latência, um recente, com menos de um ano, e outro de latência tardia, com mais de um ano de doença”, pontua.

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Sintomas

O diagnóstico precoce é muito importante para se iniciar o tratamento. Por conta disso, é necessário redobrar a atenção para qualquer mudança em seu corpo.

Aparecida explica que a sífilis pode se apresentar inicialmente apenas como uma ferida indolor na região genital, reto ou boca. “Semanas depois podem surgir manchas vermelhas na palma das mãos, na planta dos pés, manchas que não coçam e não apresentam desconforto. Um outro sintoma pode ser a febre, mal-estar, dor de cabeça e linfonodos aumentados no corpo”.

“Após apresentar esses sintomas, o paciente deve procurar a clínica médica para avaliação e solicitação de exames para diagnóstico de sífilis, que são via sanguínea (DRL) e hemograma”, informou a Dra. sobre o que o paciente deve fazer após apresentar um ou mais sintomas.

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Tratamento e prevenção

O paciente diagnosticado com sífilis deve seguir o tratamento indicado pelo médico. “O aumento no número de casos está ligada à relação sexual sem o uso de preservativos, então, acaba havendo essa transmissão de um para o outro”, finaliza a médica.

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