Artesanato maranhense é vitrine em Feira Nordestina em Natal, no Rio Grande do Norte

Uma das riquezas do Maranhão é a diversidade cultural do seu povo. O artesanato integra a identidade cultural de suas localidades, e no Maranhão, a arte faz parte do dia a dia de várias comunidades, traduzindo a beleza e tradição da sua gente.

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Durante os quatro dias da I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fenafes), realizada em Natal, no Rio Grande do Norte, artesãos estão na comitiva do Maranhão para expor e comercializar sua arte. Artesanato indígena, de fibra de buriti e de cerâmica, estiveram presentes na Feira Nordestina.

O indígena Quintino Ka’apor, da Aldeia Turizinho, localizada na cidade de Zé Doca, está representando mais dois povos: os Awa Guajá e Guajajara. Para ele, a Fenafes está dando visibilidade ao artesanato indígena do Maranhão. “Estamos expondo pulseiras, colares, cestos e outros produtos para Natal. Agradecemos muito o convite para estarmos mostrando um pouco da cultura dos povos indígenas do Maranhão”, declarou.

Da comunidade quilombola Itamatatiua, do município de Alcântara, Denise de Jesus levou variados produtos em cerâmica, como jarros, vasos, fruteiras, potes e pratos. “A experiência em participar da Fenafes foi muito boa e produtiva para mostrar um pouco do que nosso quilombo produz”, afirmou. O trabalho com o barro na comunidade Itamatatiua foi sendo passado de geração em geração, fazendo parte da identidade da comunidade quilombola, que é considerada uma das mais antigas do Maranhão.

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Outro tipo de artesanato que representou o Maranhão na Fenafes foi o de fibra de buriti. De mãos ágeis e precisas, várias peças são produzidas: bolsas, tapetes, chapéus, colares, brincos e outros objetos. Ana Maria, da Cooperativa dos Artesãos dos Lençóis Maranhenses (Artecoop), de Barreirinhas, disse que a presença do grupo na Feira mostra a importância do artesanato maranhense, que é rico. “Meus produtos foram quase todos vendidos. Ficamos felizes pelo espaço que nos deu oportunidade de expor para o mundo as belezas da arte com o fio de buriti”, disse.

Também marcou presença na Feira o artesanato da comunidade São João dos Pilões, do município de Brejo. Antônio Francisco, que representou a comunidade dos artesãos, expôs pilões, fruteiras, filtros, tábuas de corte e outros produtos. “Ficamos felizes em participar da Feira. Foi uma experiência única e que rendeu bons frutos com a venda e mostrar a arte produzida pela nossa comunidade que é conhecida justamente em fazer pilões e outros artigos em madeira”, afirmou.

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Para o secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Diego Rolim, a Feira é uma grande “oportunidade para os nossos homens e mulheres do campo mostrarem o que tem de melhor no Maranhão, tanto sua história quanto a produção. Do artesanato às delícias dos alimentos do campo, o Maranhão levou sua identidade e mostrou toda a força da agricultura familiar”, declarou.

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