Cores da Ilha: cantor e compositor Vine Castro homenageia São Luís em primeiro single

Composição será lançada no dia 02 de setembro nas plataformas digitais.

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“Linda, com tuas luzes coloridas. Quero correr pela avenida, ouvir um reggae enquanto vejo o sol se pôr”. É impossível não se encantar com as belezas naturais que São Luís apresenta aos ludovicenses e a todos que abraçam a cidade. Esse espetáculo de cores e a diversidade cultural da capital dos amores que o cantor e compositor Vine Castro apresenta em seu primeiro single “Cores da Ilha”.

A composição chega ao público como homenagem do artista e estudante de Comunicação Social – Rádio e TV, da Universidade Federal do Maranhão, aos 410 anos da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade. “Essa cidade me abraçou de forma singular, não havia vivenciado a imersão cultural que vivenciei aqui, me sinto o próprio Gonçalves Dias em Canção do Exílio”, declara Castro.

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“Cores da Ilha” surgiu a partir do “Ilha Bela Festival”, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão em 2021. O Festival teve por finalidade homenagear a ilha de São Luís por seus 409 anos, bem como promover e impulsionar a criação da música popular.

O single em homenagem a São Luís fará parte do EP que o cantor pretende lançar em 2023. “Será um EP com 6 músicas que irei lançar de forma gradativa, faixa a faixa. Nos primeiros singles irei transitar entre o R&B e MPB, com mix de gêneros. Como a arte é experimental quero testar algumas coisas e fugir um pouco dos rótulos, mesmo que em algum momento eu tenha que me encaixar em um”, adianta.

O primeiro single do cantor e compositor Vine Castro, “Cores da Ilha”, será lançado no dia 02 de setembro nas plataformas digitais.

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O universo musical de Castro

Castro é natural de Palmeirândia, a 107 KM de São Luís, e sua relação com a música começou cedo, na Igreja evangélica onde participava de grupos musicais.

Com 12 anos, ganhou um violão e um hinário cristão. No final do livro, havia desenhos das notas musicais do violão por meio dos quais Castro começou a tentar reproduzir os acordes no instrumento.

“Nesse meio tempo eu já cantava na igreja, recebi desde cedo esse incentivo de que eu cantava bem e deveria continuar. Então, segui estudando o instrumento e cantando. Até que entrei para o grupo de louvor da igreja e tive um contato mais direto com outros instrumentos. Hoje toco violão, guitarra, baixo, teclado e arranho outros instrumentos de corda”, conta.

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Em suas composições, Castro costuma abordar decepções amorosas a partir das experiências de pessoas do seu convívio social. “Eu tenho um certo fascínio em pontos de vista, por isso quando abordo sobre algum tema gosto de panoramas, o famoso “e se”, e quando me relatam algo desse tipo, eu acho muito interessante observar como cada sujeito trata o mesmo evento”.

No entanto, o artista não se limita. Suas inspirações no mundo da música vêm de artistas como Priscila Alcântara, Jão, Tiago Iorc, Anitta, como exemplos de carreira, e ainda os maranhenses Paolo Ravley e Mateuzinho.

“Para mim, ser artista é ser o peixe que você vende, então eu costumo cantar o que eu consumo. Fazer um mix de gêneros (mesmo que tenha que seguir um padrão comercial de produção) diz muito mais sobre quem eu sou do que fazer um só gênero, a diversidade tem sua beleza”, ressalta o cantor.

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