Arquivo da categoria: Cenário LGBT’s

Seis espetáculos inéditos que valorizam a cena LGBTQIA+ Nacional na 30ª edição do Festival Mix Brasil

As estreias acontecem entre os dias 10 e 15 de novembro no Teatro Sérgio Cardoso – Entrada Gratuita

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Há mais de 20 anos o teatro tem sido uma constante no Festival Mix Brasil, um dos maiores eventos culturais dedicado à diversidade do mundo, que este ano acontece de 10 a 20 de novembro na capital paulista. Nesta edição seis espetáculos inéditos foram selecionados a partir do edital “Dramática” – valorizando a cena teatral LGBTQIA+ nacional. São eles: “Útero de Eva” de Sophi Saphirah, no ultrassom, o médico e a mãe pensam que Evaristo é um menino. Ele revela ser Eva; e “Distrito T – Capítulo 1” de Ymoirá Micall, apresenta um recorte sobre um ambiente distópico, também conhecido como lugar nenhum, onde corpos dissidentes confluem ideias.

Completam a seleção as peças “Requiem de Guerra”de Giovana Lago e Don Giovanni, um jovem rapaz tem a delicadeza exorcizada de seu corpo, “Gênero Sapatão” de Natalia Mallo, “Chechênia: um estudo de caso” , parte das inúmeras notícias sobre a violenta política institucional contra homossexuais perpetrada pela Chechênia, “O Sacrifício de Cassamba Becker”, de João Victor Toledo, sobre uma grande atriz depauperada impecável que finalmente se aposentou e hoje chama de lar o lixão de alguma praia perdida Brasil afora.

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As estreias acontecem entre os dias 10 e 15 de novembro no Teatro Sérgio Cardoso e serão disponibilizadas nas plataformas digitais do #Mix e #CulturaEmCasa (https://culturaemcasa.com.br/).

O tradicionalíssimo “Show do Gongo” – em que desapegados realizadores apresentam seus vídeos para o julgamento do público do Mix Brasil, cabendo à fabulosa Marisa Orth traduzir o anseio popular e decidir se os filmes serão gongados ou avaliados pelo júri, volta ao Centro Cultural São Paulo. A plateia mais enlouquecida do Brasil se reúne no dia 16 de novembro a partir das 20h.

 Além do teatro, o Festival Mix Brasil traz na sua programação 119 filmes de 35 países e de 12 estados brasileiros, experiência imersivas de realidade virtual, shows musicais, literatura, performances, palestras e workshops sobre temas relevantes para comunidade LGBTQIA+, Show do Gongo comandado pela Marisa Orth, além de homenagear com o prêmio Ícone Mix a artista multimídia Linn da Quebrada.

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Com direção de André Fischer, direção executiva de Josi Geller e direção de programação de Cinema de João Federici, o 30º Festival Mix Brasil ocupa oito espaços culturais de São Paulo: CineSesc, Espaço Itaú Augusta – Salas 3 e 4, Centro Cultural São Paulo – Salas Lima Barreto e Paulo Emilio, salas do Circuito Spcine, MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Teatro Sérgio Cardoso e Centro Cultural da Diversidade. Mas, o público de outros estados do Brasil não ficará de fora. A partir de 14 de novembro o Festival disponibiliza uma programação gratuita online.

Toda a programação do 30º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade poderá ser conferida no site mixbrasil.org.br e também através do Facebook: /FestivalMixBrasil, Instagram: @FestivalMixBrasil, Twitter: @fmixbrasil e Youtube: fmixbrasil. A programação online estreia a partir de 14 novembro e poderá ser assistida gratuitamente pelas plataformas do Sesc Digital (sesc.digital/home) e Spcine Play (spcineplay.com.br/).

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O evento é uma realização da Associação Cultural Mix Brasil, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e conta com a iniciativa da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Unilever, Mercado Livre, Itaú e Spcine e apoio do Sesc e Biblioteca Mário de Andrade. 

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Inscrições para Casamento Comunitário LGBTQIA+ vão até 12 de agosto

A Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA) prorrogou a data de inscrições para o primeiro casamento comunitário LGBTQIA+, iniciadas em 28 de junho (Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+).

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Os casais interessados em participar poderão realizar a inscrição para a cerimônia até o dia 12 de agosto de 2022, comparecendo ao cartório extrajudicial de registro de pessoas naturais do local onde moram.Serão disponibilizadas 100 vagas: 50 para o evento presencial e mais 50 para a celebração por videoconferência.

Casais que residem em São Luís devem se inscrever junto ao cartório do 1º Ofício de Registro Civil de Pessoas Naturais (Rua do Egito, nº 196, Centro). Já os casais residentes no interior do Estado devem comparecer ao cartório extrajudicial de registro de pessoas naturais do seu município. 
Os endereços dos cartórios estão publicados no Portal do Judiciário (clique AQUI), ou podem ser informados em ligação gratuita para o serviço Telejudiciário 0800-707-1581.

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CERIMÔNIA CIVIL

A solenidade civil será realizada no dia 8 de outubro de 2022, no formato misto. A cerimônia presencial será na sede social da Associação dos Magistrados do Maranhão -AMMA, no bairro do Calhau, com transmissão pela internet, por meio de videoconferência, para casais de todo o Estado do Maranhão.Vão participar da cerimônia, além dos casais inscritos,  juízes de direito ou juízes de paz e oficiais de registro habilitado ou prepostos autorizados.

A prorrogação da data de inscrição foi determinada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Froz Sobrinho, por meio da Portaria-CGJ Nº 3201/2022, desta sexta-feira, 22 de julho.

CASAMENTOS COMUNITÁRIOS

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O projeto “Casamentos Comunitários” é promovido e realizado pelo Poder Judiciário do Maranhão. Nesta edição, o projeto oferece a gratuidade do acesso ao registro de casamento civil para casais de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade social. Segundo a comissão organizadora, a cerimônia “celebrará o amor e a diversidade, contribuindo para a promoção dos direitos humanos, proteção e garantia dos direitos civis da comunidade LGBTQIA+ no Maranhão”.

DOCUMENTAÇÃO

Conforme a Portaria nº 2631/2022, para fazer a inscrição, os interessados devem apresentar a seguinte documentação, acompanhada de cópia dos originais: Carteira de Identidade e CPF; Certidão de Nascimento dos noivos (sendo solteiros); comprovante de endereço; se divorciado, Certidão de Casamento anterior com averbação do divórcio; se viúvo, a Certidão de Óbito do cônjuge; se maior de 16 e menor de 18, a autorização por escritos dos pais.

Esta edição do projeto é destinada a homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade social.

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CONVIVÊNCIA FAMILIAR

O Casamento Comunitário tem por objetivo consolidar a família como núcleo básico de acolhida, convívio, autonomia e sustentabilidade e protagonismo social; a defesa do direito à convivência familiar, entendendo-a como núcleo afetivo, vinculado por laços consanguíneos, de aliança ou afinidade, que implica obrigações recíprocas e mútuas; e, ainda, promoção dos direitos humanos, a proteção e garantia dos direitos civis da família e sucessões.

Realizado desde 1998 pelo Poder Judiciário do Maranhão, o projeto “Casamentos Comunitários” promove, todos os anos, centenas de cerimônias de casamento comunitário nas cidades de todo o Estado. Os noivos são beneficiados com a isenção do pagamento das taxas cartorárias cobradas pelos atos necessários ao casamento civil.

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Os custos do serviço extrajudicial são bancados pelo Fundo Especial das Serventias de Registro Civil de Pessoas Naturais, vinculado ao Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, que trata da gratuidade do Registro Civil de Nascimento e de Óbito prevista na Lei nº 9.534/1997, bem como de atender às determinações do art. 8º da Lei nº 10.169/2000 – que estabelece normas gerais para a fixação de emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro.

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Um em cada três brasileiros considera importante que as marcas sejam inclusivas e apoiem a diversidade de gênero

Pesquisa realizada em mercados LATAM indica que Geração Z se apresenta mais receptiva a marcas que apoiam a comunidade LGBTQIA+

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A Teads, plataforma global de mídia, compartilhou os dados do seu novo Teads Pulse, um estudo sobre o ponto de vista de latino-americanos sobre a comunicação que as marcas fazem em relação à comunidade LGBTQIA+. A pesquisa foi realizada com mais de 2.800 pessoas de diferentes gerações – Z, Y ou Millennials, X e Boomers – em mercados como Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, México e Peru, e o resultado aponta que ainda há um longo caminho a percorrer em termos de apoio à diversidade de gênero e, embora tenham sido feitos progressos, é necessário continuar fornecendo informações a fim de consolidar uma sociedade mais inclusiva. 

Na América Latina, enquanto 27% dos entrevistados afirmam considerar importante que as marcas que consomem tenham uma comunicação inclusiva e que promova a diversidade, 53% não julgam o posicionamento essencial. O cenário é bastante similar ao identificado no Brasil, onde apenas 33% concordam com a importância do assunto e 51% dizem não ser relevante.

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Ainda falando do mercado brasileiro, 23% acreditam que houve avanço em direção a uma sociedade mais inclusiva, mas 36% concordam que a comunidade LGBTQIA+ ainda sofre discriminação – segmentando por gerações, são 41% na Z, 32% entre a X, 31% na Y e 26% de Boomers. Quando perguntados sobre as campanhas publicitárias das empresas, 28% afirmaram que as marcas não oferecem apoio suficiente ou nenhum apoio à causa, 21% disseram que em grande parte só inclui símbolos como a bandeira e apenas 16% reconhecem um esforço dos anunciantes para promover a diversidade.

Além disso, 21% consideraram que uma publicidade mais inclusiva representa uma oportunidade para que as empresas atraiam novos consumidores e 18% disseram preferir marcas que apoiem a comunidade LGBTQIA+ e que comprariam seus produtos ou serviços. No entanto, 48% não veem necessariamente este tipo de publicidade como uma vantagem.

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Por fim, 55% do total entrevistado afirmou que não apoia a comunidade LGBTQIA+. Este é um retrato da sociedade brasileira – o país é considerado, pelo quarto ano consecutivo, o que mais mata pessoas LGBTQIA+ de acordo com relatório produzido pelo Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+, lançado recentemente em parceria com várias organizações sociais. Entre os dados apresentados, chama a atenção o crescimento considerável de casos de violência ou assassinato no ano passado na comparação com 2020, quando 237 mortes foram registradas. Em 2021, 316 pessoas LGBTQIA+ foram vítimas da LGBTfobia – o que representa um aumento de 33%.

A Teads acredita que, tanto a mídia quanto empresas e marcas, como entidades que geram fidelidade do público e têm alcance de massa, têm um papel vital a desempenhar na geração e promoção de uma sociedade que atue em prol dos interesses de todos, incluindo minorias, celebrando a riqueza que vem de um ambiente em que a heterogeneidade dá origem a novos pontos de vista onde todos se sentem incluídos e representados de forma justa.

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“O orgulho que sentimos na Teads é resultado de podermos nos desenvolver profissionalmente em um ambiente diversificado, respeitoso, responsável e inclusivo, em que todos têm as mesmas possibilidades e onde há espaço para expressar perspectivas diferentes. Sabemos que há muito a fazer e a entender, mas continuaremos a colocar nossa energia na geração de instâncias e oportunidades que contribuam para construir uma sociedade mais justa e humana”, afirma Eric Tourtel, CEO da Teads LATAM.

Em apoio a esta política e a fim de contribuir para práticas de comunicação inclusivas e empáticas, a Teads anunciou que doará o equivalente a 20% do investimento em mídia gratuita para campanhas que incluam uma mensagem de apoio e inclusão para a comunidade LGBTQIA+ durante o mês de junho. 

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SOBRE A TEADS

A Teads opera uma plataforma tecnológica líder, baseada em nuvem, que insere a publicidade digital programática em um ecossistema global de mídia digital de qualidade. Como uma solução de ponta a ponta, a plataforma modular da Teads permite aos parceiros alavancar as tecnologias de compra, venda, criatividade, dados e otimização AI.

Para anunciantes e suas agências, a Teads oferece um único ponto de acesso para comprar o inventário de muitos dos melhores publishers do mundo. Através de parcerias exclusivas de mídia global, a Teads permite que estes atinjam 1,9 bilhões de usuários mensais únicos(2) em ambientes publicitários seguros e responsáveis, enquanto melhoram a eficácia e eficiência das transações de anúncios digitais.

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A Teads tem parceria com os principais especialistas em marketing, agências e publishers através de uma equipe de mais de 1.200 pessoas em 26 países. Para mais informações, visite: www.teads.com

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Primeiro Casamento Comunitário LGBTQIA+ tem inscrições abertas

O primeiro Casamento Comunitário gratuito para a comunidade LGBTQIA+ do Estado será realizado no segundo semestre no Maranhão. Os casais interessados devem fazer a inscrição no período de 28 de junho a 22 de julho de 2022, por meio do comparecimento ao cartório extrajudicial de registro de pessoas naturais do município onde residem. Em São Luís, as inscrições serão realizadas pelo 1º Ofício de Registro Civil de Pessoas Naturais, situado na Rua do Egito, nº 196, Centro.

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Para esse casamento a Corregedoria Geral da Justiça – CGJ/MA disponibilizou 100 vagas, sendo 50 para casais de São Luís e a outra metade para a comunidade residente no Interior. A cerimônia do Projeto “Casamentos Comunitários LGBTQIA+” será realizada na modalidade híbrida, no dia 08 de outubro de 2022, com a solenidade presencial na sede social da Associação dos Magistrados do Maranhão – AMMA, de onde será transmitida por videoconferência para todo Estado do Maranhão.

O objetivo é ofertar, gratuitamente, o acesso ao registro de casamento civil para casais constituídos por pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade social, celebrando o amor e a diversidade, contribuindo para a promoção dos direitos humanos, proteção e garantia dos direitos civis da comunidade LGBTQIA+ no Maranhão.

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CARTÓRIOS

O endereço dos cartórios de registro civil de pessoas naturais do Estado do Maranhão pode ser obtido por meio do link: http://www.tjma.jus.br/primeiro-grau/cgj/serventias ou pelo Telejudiciário, 0800-707-1581 (ligação gratuita).

Conforme a Portaria nº 2631/2022, os casais interessados devem apresentar a seguinte documentação, acompanhada de cópia dos originais: Carteira de Identidade e CPF; Certidão de Nascimento dos noivos (sendo solteiros); comprovante de endereço; se divorciado, Certidão de Casamento anterior com averbação do divórcio; se viúvo, a Certidão de Óbito do cônjuge; se maior de 16 e menor de 18, a autorização por escritos dos pais.

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PROJETO

Realizado desde 1998 pelo Poder Judiciário do Maranhão, o projeto Casamentos Comunitários promove todos os anos centenas de cerimônias de casamento comunitário nas cidades do Estado. Os noivos são beneficiados com a isenção de emolumentos e todos os atos necessários ao casamento civil são gratuitos, sem cobrança de qualquer taxa ou despesa.

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Imperatriz: Defensoria Pública realiza I Feira de Empreendedorismo LGBTQIA+ com a participação de dezenas de expositores

A Defensoria Pública do Estado (DPE/MA), em Imperatriz, realizou a I Feira de Empreendedorismo LGBTQIA+ daquele município, reunindo na Concha Acústica da Beira Rio, dezenas de expositores, artistas e comunidade em geral. O evento contou com a parceria da Facimp Wyden, da Coordenação de Educação da Igualdade Racial de Imperatriz e do Município de Imperatriz.

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Considerada um sucesso, a iniciativa deve integrar o calendário de atividades desenvolvidas pelo núcleo regional nos próximos anos. “O evento tinha a intenção de dar maior visibilidade à população LGBTQIA+ e, na nossa avaliação, esse papel foi cumprido. Na Feira, tivemos uma pequena mostra da capacidade de empreendedorismo dessa comunidade tão rica em cultura, trabalho e prestação de serviços”, destacou o coordenador do núcleo de Imperatriz, o defensor público Adriano Oliveira Júnior.

Realizada no último dia 18 de junho, a Feira reuniu 30 expositores, nas mais diversas áreas do mercado. A programação contou ainda com shows e apresentações que animaram a Concha. Dj Akira, DanBoy, Ali Gabriel, Banda Filhas da Mãe e Lena Garcia foram alguns dos artistas convidados.

Ainda segundo Adriano Oliveira, o mérito da realização da Feira é dos defensores públicos com atuação na defesa dos direitos da Mulher e da população LGBTQIA+. “A doutora Caroline Dias, e seu antecessor André Almeida, com apoio de nossa equipe técnica, estão de parabéns pela mobilização da comunidade presente ao evento. A população realmente abraçou a proposta, tínhamos várias famílias visitando os estandes. Para se ter uma ideia, as barracas de drinks e comidas esgotaram seus estoques”, disse.   

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A defensora Caroline Dias lembrou que o evento foi em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+ e que a Defensoria tem papel importante na disseminação de uma consciência livre de preconceitos, por uma sociedade mais justa, igualitária e fraterna. “A ideia é realmente descolar a população não binária, não cisgênero de rótulos preconceituosos e estigmatizantes. E acreditamos que com essa Feira demos a nossa contribuição nesse processo”, assinalou.

Da Defensoria Pública de Imperatriz, além de Adriano Oliveira e Caroline Dias, participaram também os defensores Thiago Amin, André Congiu e Jéssica de Oliveira. A equipe em atuação na Feira contou, ainda, com a presença dos assessores Marcus Cruz, Maria Florismar, Letícia Menezes, Thadeu Augusto, Luis Felipe Correa, Yara Maria Gomes, Vinicius Marques, Isabella Holanda, bem como estagiários de graduação e pós-graduação.

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Defensoria e parceiros realizarão 1ª Feira de Empreendedorismo LGBTQIA+ em Imperatriz no sábado (18)

Para dar visibilidade à representatividade no setor empresarial, a Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA) e instituições parceiras realizarão a 1ª Feira de Empreendedorismo LGBTQIA+ de Imperatriz, neste sábado (18), na Concha Acústica da Av. Beira Rio.

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A feira reunirá dezenas de empreendedores LGBTs que poderão expor e comercializar seus produtos, tendo fortalecida a sua autonomia financeira e econômica. Além disso, o evento também tem como objetivo possibilitar a esse público momentos de interação e trocas de experiências.

Artesanato, alimentação, arquitetura, itens de moda, acessórios e produtos para pet são alguns dos produtos e serviços que estarão em exposição. Além disso, a feira contará ainda com uma programação cultural com músicas, danças e pocket show.

A realização do evento conta com a parceria do Sebrae/MA, da Coordenação de Educação da Igualdade Racial de Imperatriz, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da Secretaria de Governo de Imperatriz, da Fundação Cultural e da Prefeitura de Imperatriz.

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A feira acontece no Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Pride Month, escolhido em celebração à Revolta de Stonewall, de 28 de junho de 1969, episódio ocorrido no Bar Stonewall Inn, em Nova York, onde um grupo de frequentadores decidiu se rebelar contra a repressão policial. A situação deu origem a outras revoltas e manifestações, levando à organização de um movimento social e político da comunidade contra a LGBTQIAfobia.

Para a defensora pública Caroline Dias, a feira contribui para a visibilidade da população LGBTQIA+. “Esse evento representa, principalmente, a conquista coletiva de um espaço que sempre foi negado para essa enorme parcela da população, que é constantemente colocada nesse lugar da marginalidade, fora dos espaços públicos, do mercado de trabalho e, também, das iniciativas de empreendedorismo. Esse é um grande passo para que eles tomem esses espaços, não somente em Imperatriz, mas para toda região e, quem sabe, para todo Maranhão”, disse.

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Programação cultural

Dj Akira (Drag)

DanyBoy (FitDance)

Ali Gabriel (Cantor – Pocket Show)

Banda Filhas da Mãe (Rock Nacional)

Lena Garcia (Cantora)

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Cinebiografia de Uýra Sodoma fará sua estreia mundial no mais importante festival LGBTQIA+ do mundo

Longa brasileiro dirigido por Juliana Curi está na seleção oficial do 46th Frameline International Film Festival que acontece em junho na Califórnia

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Trailer: 

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“Uýra – A Retomada da Floresta”, dirigido por Juliana Curi e escrito por Martina Sönksen e Uýra Sodoma, fará sua estreia mundial na seleção oficial do 46th Frameline International Film Festival, o mais importante Festival LGBTQIA+ do mundo. Fundado em 1977, o Frameline International Film Festival é o evento de exibição de filmes LGBTQ+ mais antigo, maior e mais amplamente reconhecido do mundo e a edição de 2022 acontece de 6 a 26 de junho em San Francisco.  

A cinebiografia acompanha Uýra, entidade híbrida amazônica vivida pelo artista trans indígena e biólogo Emerson Pontes, que viaja pela floresta amazônica em uma jornada de autodescoberta usando arte performática para ensinar jovens indígenas e ribeirinhos que eles são os guardiões das mensagens ancestrais da floresta amazônica.

O longa traz a participação de artistas, ativistas e lideranças indígenas como Zahy Guajajara e a liderança Kambeba Dona Babá, além das performances de Uýra que são uma metáfora inspirada no ciclo ecológico e espelha as lutas sociais.

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“Uýra – A Retomada da Floresta” é uma coprodução Brasil e Estados Unidos, tem direção de Juliana Curi e produção de Uýra Sodoma, João Henrique Kurtz, Lívia Cheibub e Martina Sönksen, com distribuição da Olhar Distribuição, tem estreia comercial prevista para o 2º semestre de 2022.

Sobre a diretora

Juliana Curi é diretora, roteirista e artista visual brasileira.

Influenciada pelo Cinema Novo e com uma forte formação em jornalismo, iniciou sua carreira no departamento de criação da MTV Brasil desenvolvendo campanhas de impacto sociocultural sobre Justiça Climática, HIV e Movimentos Micropolíticos direcionada para a juventude brasileira. 

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Desde então Juliana foi premiada pela ONU Mulheres com a campanha da P&G que visa derrubar estereótipos de gênero na América Latina, foi premiada com o 2021 Bric Brooklyn Film+TV Resident, assina o filme-manifesto Estereótipos para lançar More Grls, a primeira plataforma para talentos femininos no Brasil que visa combater a desigualdade de gênero, e assina as exposições Pink Intervention (Galeria Spotte Art NY, Artsy) e A Batalha do Corpo (Centro Cultural São Paulo). 

Vive atualmente nos Estados Unidos, é fundadora do projeto de inclusão audiovisual EUETU Lab e assina o roteiro, direção e produção do longa-metragem UYRA – A Retomada da Floresta, que conta com os selos de desenvolvimento do Doc Society -Climate Story Unit e BRIC Brooklyn. O longa teve seu trailer exibido na abertura do Brasil na COP 26 e tem estreia prevista para 2022.

Sobre Uýra

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Uýra Sodoma (1991, Santarém, Pará) é uma entidade híbrida que entrelaça o conhecimento biológico científico e a sabedoria ancestral dos povos indígenas. Ele chama as plantas por seus nomes populares e latinos, mas evoca suas propriedades medicinais, sabor, cheiro e poderes. O resultado é uma compreensão intrincada e complexa da floresta, uma teia de conhecimento e pesquisa. Uýra se apresenta como “uma árvore que anda”. Nascida em 2016, durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, quando o biólogo decidiu expandir suas pesquisas

acadêmicas e buscar formas de trazer o debate sobre o meio ambiente, conservação e direitos LGBT para comunidades nos arredores de Manaus. Através de aulas de biologia ou performances fotográficas, usando maquiagem e camuflagem, textos e instalações, Uýra fala sobre e com a floresta.

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Vai começar o Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ 2022

O Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ realiza sua 7 ª edição em 2022, entre os dias 9 e 15 de junho, em formato online e gratuito. Serão 27 filmes de 19 países diferentes, cuidadosamente selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+ através do cinema. O festival tem a correalização da Delegação da União Europeia pelo terceiro ano consecutivo e há dois do Sesc São Paulo. A programação estará disponível gratuitamente na plataforma Sesc Digital (sescsp.org.br/cinemalgbtqia). Todos os filmes terão legendas em português.

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Por mais um ano, missões diplomáticas em Brasília se unem para produzir o Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+. O evento reafirma o compromisso das embaixadas e instituições participantes com a igualdade e a dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua orientação sexual e identidade de gênero.

O Festival acontece em formato online com a correalização do Sesc São Paulo, na plataforma Sesc Digital (sescsp.org.br/cinemalgbtqia). Além disso, com o objetivo de deixar o evento acessível ao maior número de pessoas, toda a programação é gratuita.

A programação deste ano inclui 10 longas e 17 curtas, de 19 países diferentes, em diversos idiomas, com legendas em português. A luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+, a descoberta da própria identidade, a homofobia e transfobia, o amor na população idosa, a luta contra os convencionalismos sociais e culturais e o impacto da COVID-19 são alguns dos temas trazidos pela seleção de filmes deste ano.

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O Festival é coordenado pelas Embaixadas da Bélgica, Dinamarca, Luxemburgo, Reino Unido e Suécia, e produzido pelas embaixadas da África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Canada, Chile, Espanha, Estados Unidos, Eslovênia, França, Finlândia, Irlanda, Itália, Países Baixos, Portugal, e Suíça, assim como pelo British Council, o Instituto Camões, e pelo Wallonie – Bruxelles International no Brasil, em correalização da Delegação da União Europeia no Brasil e do Sesc São Paulo. Conta também com o apoio do Festival Curta Brasília e da UNAIDS, e com as empresas Estudio Sarau e Atelier como Media Partners.

PROGRAMAÇÃO

Cada um dos filmes estará disponível em datas específicas. Por favor, confiram a programação.

Disponíveis de 9 até 15 de junho

Shams · Pauline Beugnies · 2020 · Drama · 24’ · Bélgica · C.I. 12

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Eden, uma belga de 30 anos trabalha em um centro cultural a milhares de quilômetros de sua casa, na movimentada capital do Cairo. Ela tem um encontro emocionante com uma jovem, Shams. Um dia, Shams desaparece de repente. Com a ajuda de duas amigas egípcias, Eden começa uma luta contra seus próprios medos, negações e preconceitos para encontrar Shams.

Jules & Eu [Jules & ik] · Anne Ballon · 2021 · Documentário · 15’ Bélgica · C.I. L

“Jules & ik” é sobre como uma mudança familiar pode ser louca, solitária e enormemente enriquecedora. O resultado é um documentário familiar intimista, filmado principalmente dentro de casa, intercalado com imagens antigas e com a voz de Roos.

Luz de presença · Diego Costa Amarante · 2021 · Biográfico · 19’ · Portugal · C.I. L

Numa noite chuvosa, um homem triste sai de casa para entregar uma carta. Pelo caminho, numa esquina, cruza com uma mulher que o avisa para ter atenção à estrada, o piso está escorregadio. Assim conheci Diana. Fragilizado por uma desilusão amorosa, Gonçalo cai da sua moto

O teu nome É · Paulo Patricio · 2021 · Documentário · 24’ · Portugal · C.I. 16

Um olhar sobre o assassinato de Gisberta Salce Junior, transexual, seropositiva, toxicodependente e desabrigada que foi violentamente torturada durante vários dias por um grupo de catorze adolescentes no Porto, em 2006; Com testemunhos de amigas transexuais de Gisberta, e entrevistas inéditas a dois dos envolvidos no caso; o filme aborda conceitos como memória, violência, condição social, discriminação e identidade de género.

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Dominique · Tatiana Issa e Guto Barra · 2019 · Documentário · 15’ · Brasil · C.I. 16

Conhecemos Dominique em uma ilha na foz do rio Amazonas. No caminho para visitar sua mãe, que criou sozinha três filhas transexuais, ela relembra os tempos de prostituição e brutalidade policial, tendo sobrevivido graças ao amor incondicional de sua mãe.

Soccer Boys · Carlos Guilherme Vogel · 2019 · Documentário · 14’ ·Brasil · C.I. L

Enquanto se preparam para disputar a Taça da Diversidade, os jogadores do Beescats Soccer Boys discutem questões importantes com relação à homossexualidade no futebol e a homofobia na sociedade contemporânea. O filme acompanha André e Douglas, dois jogadores do primeiro time de futebol gay do Rio de Janeiro, que expõem as mudanças em suas vidas a partir do momento em que ingressaram no time e refletem sobre como isso afeta o contexto mais amplo da discriminação sexual no Brasil.

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Agora Você É Uma Mulher [Now you are a woman] · Alba Muñoz · 2019 · Documentário · 30’ · Espanha · C.I. 14

Gerald Hayo é uma ativista lésbica do Quênia. Ela é uma sobrevivente de uma das práticas mais cruéis e violentas contra as mulheres LBQ: o estupro corretivo.

Sirley [Maledetta primavera] · Elisa Amoruso · 2020 · Drama · 94’ · Itália · C.I. 14

Estamos no ano de 1989. Nina tem onze anos e uma família complicada. Seu pai e sua mãe sempre brigam, Lorenzo – seu irmão mais novo -, quando se irrita, torna-se perigoso.

Garoto Conhece garoto [Boy meets boy] · Daniel Sánchez López · 2021 · Drama · 75’ · Alemanha · C.I. 16

O que começa como algo casual em uma pista de dança acaba se tornando uma aventura cheia de confidências e conversas pelas ruas de Berlim.

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Primeiro dia [First day] · Julie Kalceff · 2017 · Drama · 18’ · Austrália · C.I. L

É o primeiro dia do ensino médio para Hannah. É também o primeiro dia em que ela usará o uniforme escolar feminino e usará o nome escolhido por ela, ao invés do nome masculino que recebeu no nascimento.

Telefone fixo [Landline]· Matt Houghton · 2018 · Drama · 12’ · Reino Unido · C.I. L

Há uma linha de apoio apenas para agricultores gays. Por meio de gravações autênticas e reconstituições, o filme oferece um vislumbre da questão dos gays britânicos que vivem em áreas rurais. Para os agricultores, é bastante difícil admitir sua orientação para si mesmos, ainda mais em ambientes não tão amigáveis aos gays.

Balada [Night out] · Amelia Hashemi · 2018 · Drama · 10’ · Reino Unido · C.I. L

Ser adolescente é difícil. Descobrir quem você quer ser é mais difícil ainda. Às vezes, uma noite pode mudar tudo.

Greta Gratos · Séverine Barde · 2019 · Documentário · 86’ · Suíça · C.I. 14

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Greta Gratos, nascida bruxa, transformada em fada, é uma diva: magnética, estranha e poética. Uma figura feminina interpretada por um homem, ela inevitavelmente cria confusão. Personagem fictício, encarnação da imaginação de seu criador, o ator Pierandré Boo, Greta é cantora, atriz, colunista e porta-voz de importantes causas.

Não Há Homens Gays no Zimbábue [No Gay Men in Zimbagwe] · Carl Collison · 2021 · Documentário · 15’ · África do Sul · C.I. 10

Robert (nome fictício) é um homem gay do Zimbábue que fugiu para a África do Sul na esperança de fazer deste país. No entanto, o que ele encontrou foi abuso nas mãos de outros homens gays, homofobia de funcionários do Departamento de Assuntos Internos, bem como as dificuldades de navegar na pandemia de Covid-19 como trabalhador do sexo morando em um país estrangeiro. Neste curta-metragem de Carl Collison, Robert fala com franqueza sobre a fuga de sua terra natal, sua vida na África do Sul e suas esperanças para o futuro.

Covid-19 e Os Trabalhadores Sexuais Transgêneros da Cidade do Cabo [Covid-19 and Cape Town’s Homeless Transgender Sex Workers] · Carl Collison · 2020 · Documentário · 11’ · África do Sul · C.I. 10 

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Em várias áreas da Cidade do Cabo, África do Sul, trabalhadoras do sexo transgêneras e sem-teto estão vivendo debaixo de pontes, em campos abertos ou onde quer que encontrem um espaço para montar um lar. A pandemia de Covid-19 afetou significativamente a vida dessas mulheres. Neste filme, encomendado pelo Gala Queer Archive, elas falam sobre como a pandemia está afetando as suas vidas.

Simon e Eu [Simon & I] · Beverly Ditsie · 2001 · Documentário · 56’ · África do Sul · C.I. 12

Simon e Eu é um retrato íntimo do ativista dos direitos gay Simon Nkoli, que morreu de AIDS em 1998, e sua protegida Bev Ditsie.

As Lésbicas Libertam Todos [Lesbians Free Everyone – The Beijing Retrospective]· 55’ · África do Sul · C.I. 12

Em 2020, durante o lockdown global, Ditsie se envolveu com alguns dos ativistas mais incríveis de todo o mundo, responsáveis pela Quarta Conferência Mundial da Mulher em Pequim de 1995, no intuito de celebrar o que será para sempre conhecido como a maior campanha de visibilidade lésbica bem-sucedida em sua história.

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Consequências [Posledice] · Darko Stante · 2018 · Drama · 95’ · Eslovênia · C.I. 14

Depois de ser enviado para um centro de detenção juvenil, Andrej, de 18 anos, tem que lutar por seu lugar dentro do grupo de detentos enquanto se aproxima de Zeljko, seu líder informal, e tenta manter seu segredo reprimido no escuro.

Tom da Finlandia [Tom of Finland] · Dome Karukoski · 2017 · Biopic · 117’ · Finlândia · C.I. 18

Drama biográfico descrevendo a vida e a obra de Touko Valio Laaksonen, conhecido como Tom of Finland, um dos mais influentes e celebrados artistas da cultura gay do século 20. Touko Laaksonen, um condecorado oficial, volta para casa, após combater na Segunda Guerra Mundial. Em Helsinque do pós-guerra, há uma perseguição desenfreada aos homossexuais. Ele encontra refúgio em sua arte libertária, seus desenhos homoeróticos de homens musculosos e desinibidos. Sua obra se tornou o emblema de uma geração e acendeu a chama da revolução gay.

Namorando Amber [Dating Amber] · David Freyne · Comedia · 92’ · Irlanda · C.I. 14

Eddie e Amber fingem namorar para impedir especulações sobre sua sexualidade.

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Uma carta insone · Julia Dantas · Documentário · 25’ · Brasil · C.I. L

Curta-metragem produzido por uma parceria entre o UNAIDS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), como parte do curso Zero Discriminação e HIV/AIDS. O curta é um monólogo interpretado pela atriz e cantora trans Valéria Barcelos, que dramatiza um conto adaptado da escritora Júlia Dantas.

Disponível dia 9 às 20h

Naomi Campbel · Camila Donoso e Nicolas Videla · 2013 · Drama · 85’ · Chile · C.I. 14

Yermén é uma transexual de trinta e poucos anos que trabalha como taróloga e vive na emblemática cidade de La Victoria. Em busca de uma mudança de sexo, ela decide tentar a sorte em um programa de TV sobre cirurgia plástica, onde conhecerá uma enigmática imigrante que deseja fazer uma cirurgia e ficar igual a modelo Naomi Campbell.

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Disponível de 9 a 10 de junho

120 Batimentos Por Minuto [120 battements par minute] · Robin Campillo · 2017 · Drama · 143’ · França · C.I. 16

Paris, início dos anos 1990. Um grupo de jovens ativistas tenta aumentar a conscientização sobre a AIDS. Um novo integrante do grupo, Nathan, ficará surpreso com o radicalismo e a energia do jovem Sean, que dá seu último suspiro na luta.

Vivendo. Amando [Living. Loving] · Mettee Aakerholm Gardell · 2018 · Documentário · 88’ · Suécia · C.I. L

Em 2013, a primeira residência sênior do mundo para pessoas HBTQ foi inaugurada em Estocolmo. Agneta, Ingbritt e Thomas se mudam. Todos eles tiveram sonhos e desejos em um tempo de opressão e constrangimento. Quando eles iniciam suas vidas na residência de idosos, ganham novas perspectivas em sua visão de mundo e dentro de si mesmos.

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Eu Não Sou um Número: Alejandra [I am not a Number: Alejandra] · Transketeers · 2022 · Documentário · 20’· Países Baixos · C.I. L

I Am Not a Number é uma série de retratos documentais íntimos em que cinco mulheres transgêneros tomam espaço para relatar suas histórias de marginalização, com suas próprias palavras, muitas vezes silenciadas. Cada mulher compartilha suas experiências de migração, as lutas que enfrenta e onde encontra forças.

Disponível de 9 a 13 de junho

Jumbo · Zoé Wittock · 2020 · Drama · 93’ · Luxemburgo · C.I. 14

Jeanne é uma jovem introvertida que mora com sua mãe e trabalha no turno da noite como faxineira em um parque de diversões. Sua mãe quer que ela conheça um homem, mas Jeanne prefere ficar trancada em seu quarto cercada de fios, lâmpadas e peças soltas, criando miniaturas de parques. Em seus turnos noturnos, ela começa a passar cada vez mais tempo com uma nova atração que decide chamar de “Jumbo”.

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Disponível 10 de junho de 18h a 00h

Pequenos gigantes [Giant Little Ones] · Keith Behrman · 2018 · Drama · 93’ · Canadá · C.I. 16

Dois garotos populares, melhores amigos desde a infância, veem suas vidas se complicarem após um evento inesperado na noite de uma festa de aniversário.

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Casa de acolhimento LGBTQIA+ pode encerrar atividades por falta de recursos no RJ

O abrigo LGBTQIA+ “Casa Nem” pede socorro para não fechar as portas

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Ativista e fundadora da “Casa Nem” Indianarae Siqueira, pede à imprensa, artistas e marcas famosas que ajudem a manter a CasaNem em funcionamento. Há mais de sete anos o espaço vem ajudando travestis e trans do Rio de Janeiro em situação de vulnerabilidade social.

O espaço agora enfrenta uma crise financeira e corre o risco de encerrar as atividades por falta de verba para manutenção, entre elas, alimentação e itens básicos de higiene.

Sobre o ONG:

A sede da ONG, que fica na zona sul do Rio, é o lar de dezenas de pessoas em situação de preconceito e violência. Os moradores encontraram na CasaNem, abrigo, amor e respeito.

Campanha:

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Por isso, Indianarae lançou a campanha ‘CasaNem, Casa Viva” e todo valor arrecadado será destinado às contas fixas de manutenção da casa com infraestrutura, higiene e limpeza, além de despesas com administração e alimentação dos residentes.

Além de garantir o funcionamento da sede, uma das grandes metas da campanha é poder expandir as ações sociais feitas diretamente para o público LGBTQIA+ carioca.

Ações sociais no Estado do Rio:

Entre os projetos estão instituições como Casa Dulce Seixas, que é a 1° Casa De Acolhimento da Baixada Fluminense, e Casa de Direitos da Baixada em São João de Meriti.

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Além de promover ocupações urbanas como a Ocupação Almirante João Cândido, em um prédio no Saara abandonado a mais de 10 anos e que a ABL tenta retomar na justiça, a Ocupação Anyky Lima em Copacabana, a Ocupação Dandara em Irajá/Coelho Neto e a Ocupação Cultural Menino Benjamim Filho no centro.

“A situação da população LGBTIAPNB + no RJ é bem difícil principalmente para manter suas necessidades básicas de moradia, alimentação, vestuário. Se pra população em geral é grave, isso se acentua em comunidades LGBTIAPNB+”, diz Indianarae.

Além das questões da Comunidade LGBTQIA+, a CasaNem promove a luta por direito à moradia e direito à cidade com geração de renda de famílias que o governo federal, municipal e estadual as tem completamente excluídas dos projetos de inclusão social existentes na atualidade.

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Como ajudar:

Para ajudar a manter a CasaNem aberta e todos os seus projetos em andamento, é possível colaborar com a benfeitoria permanente, com valores a partir de R$ 20 mensais. As doações também podem ser feitas através de transferência bancária ou Pix (grupotransrevolucao2009@gmail.com).

Para tirar quaisquer dúvidas, basta acessar as redes sociais da CasaNem onde tem tudo explicadinho.

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Tribunal de Justiça promove campanha de combate ao crime de LGBTfobia

Com o objetivo de ampliar a conscientização da sociedade a respeito dos direitos fundamentais da comunidade LGBTQIA+, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por meio do Comitê de Diversidade, deu início a uma campanha de combate ao crime de LGBTfobia – equiparado ao racismo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 13 de junho de 2019.

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A campanha contará com outdoors, materiais gráficos, posts nas redes sociais e parcerias com outras entidades da sociedade civil e da imprensa, com o objetivo de estimular a denunciação dos crimes de LGBTfobia e injúria LGBTfóbica – puníveis através da Lei do Racismo (Lei 7.716/1989) aos órgãos competentes. A culminância da campanha será no dia 17 de maio, data em que se comemora o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia.

No âmbito do estado do Maranhão, a prática de atos contra as pessoas LGBTQIA+ também é tratada pela Lei Estadual N° 11.521/2021 – que estabelece a notificação compulsória no estado do Maranhão nos casos de violência ou indícios de violência contra a população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais atendidas em serviços de saúde públicos ou privados; e pela Lei Estadual N° 8.444/2006 – que dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação em virtude de orientação sexual.

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De acordo com o Relatório Mundial da entidade Transgender Europe, de 325 assassinatos de transgêneros registrados em 71 países nos anos de 2016 e 2017, um total de 52% – ou 171 casos – ocorreram no Brasil, tornando o país o que mais mata pessoas trans no universo alcançado pelo monitoramento, em números absolutos.

Outro relatório – o Anuário do Fórum de Brasileiro de Segurança Pública – divulgado em 2021, mostrou um crescimento superior a 20% no número de ocorrências de violência contra pessoas LGBTQIA+. Em 2020, o relatório mostrou uma média de 4 crimes de LGBTfobia por dia, considerando casos de lesão corporal (1.169), homicídio (121) e estupro (88) motivados por intolerância. 

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No Maranhão, de acordo com dados do Observatório de Políticas Públicas LGBT, em 2020 foram registradas 10 mortes no segmento, sendo 60% de gays e 40% de mulheres trans e travestis. 

De acordo com o coordenador do Comitê de Diversidade do Tribunal de Justiça do Maranhão, juiz Marco Adriano Ramos Fonseca, a campanha representa mais uma ação concreta do Comitê de Diversidade na promoção de direitos fundamentais a grupos vulnerabilizados. “A campanha também é uma iniciativa do presidente do TJMA, desembargador Lourival Serejo, em consonância com a política judiciária de promoção à diversidade e combate à discriminação, sendo reflexo das audiências públicas e reuniões realizadas com entidades representativas da comunidade LGBTQIA+ que apresentaram a demanda de realização de campanha de sensibilização sobre a temática”, ressaltou o juiz Marco Adriano.

Para os membros do Comitê de Diversidade do TJMA, os maiores desafios da contemporaneidade são uma maior inserção da população LGBTQIA+ no mercado de trabalho, assegurar políticas públicas voltadas à formação e qualificação profissional e a diminuição dos índices de violência e letalidade contra a população LGBTQIA+. 

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Para o juiz, também é uma preocupação a eliminação de todo tipo de discriminação, especialmente no contexto de acirramento de discursos de ódio e intolerância. “Cabem às instituições públicas e privadas o compromisso pela defesa da igualdade e pela promoção da diversidade, irradiando a concepção de uma cultura antidiscriminatória, alinhada aos tratados internacionais de direitos humanos e à Agenda 2030 da ONU, buscando concretizar os comandos constitucionais para implementação de uma sociedade livre, justa e solidária”, justificou o juiz Marco Adriano.

A coordenadora Adjunta do Comitê, juíza Elaile Silva Carvalho, ressalta que a campanha de combate aos crimes de homofobia e transfobia traz visibilidade a esses atos que são cometidos muitas vezes com requintes de violência e crueldade em face das vítimas da comunidade LGBTQIA+, como resultado de preconceitos e discriminações ainda existentes. “É importante que o Tribunal de Justiça demonstre que está atento a essa problemática e que mostre à sociedade que a transfobia e homofobia são crimes. Essa é uma forma de levar informação às pessoas, além de prevenir e combater esses delitos cometidos contra pessoas que tem medo de andar nas ruas por simplesmente serem quem são”, pontua.

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O servidor do TJMA e membro do Comitê de Diversidade Luciano Lopes Vilar avalia que a campanha busca levar mais informações a respeito das formas de denunciar o crime, e conscientizar as pessoas da sociedade em geral e da comunidade LGBTQIA+ sobre a existência do crime de LGBTfobia, uma vez que muitas pessoas ainda normalizam atos, falas e até mesmo violências contra esse grupo. “Muitos ainda desconhecem o fato de que se trata de crimes e não questão de opinião, e a campanha tem esse objetivo de esclarecer que ninguém pode discriminar pessoas por sua orientação sexual ou identidade de gênero”, destaca. 

COMITÊ

O Comitê de Diversidade do Poder Judiciário do Maranhão foi implantado em julho de 2020, sendo o primeiro comitê temático acerca de diversidade e pluralidade no âmbito dos tribunais do Maranhão, e um dos primeiros no Brasil, o que impulsionou, inclusive, a instituição de outros comitês congêneres no âmbito das demais instituições do Sistema de Justiça local.

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A medida faz parte das metas de gestão do biênio 2020/2022 instituídas pelo presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Lourival Serejo, que assumiu o compromisso em sua gestão de combater ativamente as distorções de cunho social que representem preconceito e intolerância na sociedade. 

O magistrado entende que “é necessário tirar da invisibilidade pessoas feridas em sua dignidade, buscando – dentro dos parâmetros legais – fazer valer as prerrogativas e os direitos daqueles para os quais a violência, a homofobia e a discriminação são direcionadas, com a prática de crimes inaceitáveis que se voltam contra a ordem constitucional e o Estado Democrático de Direito”.

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O Comitê de Diversidade foi criado com foco na proteção aos direitos fundamentais aos diversos grupos da sociedade, visando assegurar o acesso à justiça contra qualquer tipo de preconceito e violência, objetivando identificar e propor soluções visando à erradicação de preconceitos e práticas discriminatórias no âmbito do Poder Judiciário do Maranhão; promover a conscientização de magistrados, servidores e jurisdicionados para a necessidade de respeito à diversidade, visando à erradicação de preconceitos e práticas discriminatórias, mediante um espaço para o diálogo institucional e a promoção de Direitos Humanos, viabilizando a troca de experiências e expressão das vivências dos grupos historicamente discriminados, a fim de criar um espírito de pacificação e tolerância social.

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