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Curso online sobre Patrimônio Histórico acontece dias 6 e 8 de dezembro

Apresentado pelo Instituto Artium, gratuito e online é ministrado por Valéria Alencar, mestre e doutora em Artes

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O que é patrimônio histórico, qual sua importância, o que fazer para preservá-lo? Essas e outras questões serão tratadas no curso online sobre Patrimônio Histórico a ser realizado nos dias 6 e 8 de dezembro, às 19 horas, de graça e online. A atividade é uma iniciativa do Instituto Artium de Cultural.

Os interessados podem se inscrever no https://forms.gle/uCbtSHcvnj1Cw7p8A 

Os participantes entrarão em contato com as discussões contemporâneas sobre as noções de Patrimônio Cultural a partir da análise de alguns dos quais são tombados e registrados. Será abordada a história dos processos de patrimonialização no Brasil e as relações de poder envolvidas, lançando problematizações acerca das lutas pelo direito à memória. 

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patrimônio histórico representa os bens materiais ou naturais que possuem importância na história de determinada sociedade ou comunidade. Prédios, casas, pontes, estátuas, esculturas, ruínas, igrejas, templos, grutas e cavernas, sítios arqueológicos ou até mesmo parte de uma cidade como o centro histórico são exemplos de construções e espaços que podem ser considerados patrimônio histórico.

Por meio do patrimônio histórico cultural é possível conhecer a história e tudo que a envolve. Por exemplo, a arte, as tradições, os saberes de determinado povo. Preservar e valorizar os elementos culturais de um povo é manter viva a sua identidade. Trata-se, portanto, de um ato de construção da cidadania.

No Brasil quem cuida do patrimônio histórico é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Iphan foi criado em 1937 e está vinculado ao Ministério da Cultura. O trabalho da instituição é o de proteger e preservar os bens culturais e históricos do país, garantindo que ele se mantenha bem cuidado pelas próximas gerações.

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Sobre Valéria Alencar

Valeria Alencar possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1998), Mestrado em Artes (2008) e Doutorado em Artes (2015) pelo Instituto de Artes – UNESP. Possui experiência na área de Educação em Museus, Educação Patrimonial e Mediação Cultural. Colaboradora da empresa Arteducação Produções, desde 2001, atuando como educadora, supervisora, coordenadora e formadora de educadores para exposições. Como docente, tem experiência como professora de História na Educação Básica e, no Ensino Superior, como professora nos cursos de Licenciatura em História, Pedagogia e Licenciatura em Artes, nas disciplinas relacionadas a Patrimônio Cultural e História da Arte.

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Copa Interbairros de Futebol 7 chega à sua quarta edição

Competição contará com a participação de 24 equipes, distribuídas em três categorias: Sub-9, Sub-11 e Sub-13. Lançamento ocorrerá nesta quarta-feira (30).

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A quarta edição da Copa Interbairros de Futebol 7, competição patrocinada pelo governo do Estado, pelo Armazém Paraíba e pela Potiguar por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, será lançada oficialmente na noite desta quarta-feira (30). A solenidade ocorrerá na Arena Olynto, no bairro do Olho d’Agua, a partir das 19h30. 

Durante o lançamento, a organização da Copa Interbairros de Futebol 7 realizará o congresso técnico da competição que, em sua quarta edição, será disputada em três categorias: Sub-9, Sub-11 e Sub-13. Ao todo, 24 times vão participar do torneio que será disputado em formato eliminatório. 

Vale destacar que todas as equipes participantes receberão kits esportivos com uniforme completo (camisa, calção e meião) e bolsas esportivas, que serão utilizados durante toda a competição, assim como ocorreu nas edições anteriores. 

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“Competições desta natureza são muito importantes para nossas crianças e nossos jovens, que necessitam, cada vez mais, do esporte em suas vidas. A Copa Interbairros de Futebol 7 é um torneio já tradicional no calendário esportivo de São Luís. Nossa expectativa é que seja um sucesso mais uma vez. As equipes participantes têm belos projetos sociais e estão se preparando para fazer bonito dentro de campo. Por isso, nosso agradecimento ao governo do Estado, ao Armazém Paraíba e à Potiguar por acreditarem e apoiarem esta iniciativa”, afirmou o diretor-técnico da Copa Interbairros de Futebol 7, Waldemir Rosa.

Todos os jogos do torneio ocorrerão na Arena Olynto, no bairro do Olho d’Água. Tudo sobre o torneio está disponível nas redes sociais oficiais do torneio no Instagram e no Facebook (@copainterbairrosfut7ma).

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Medo de falar em público? Veja 5 técnicas para se tornar um expert da comunicação

A comunicação é uma parte essencial da vida social, seja para se conectar com amigos e familiares ou para ter sucesso no local de trabalho. Estudos mostram que pessoas que não são boas em se comunicar com outras pessoas tendem a ter menos sucesso na vida do que aquelas que são. Se você deseja encontrar felicidade e realização e ser bem-sucedido, comece a aprender como se comunicar de forma eficaz trabalhando em suas habilidades sociais.

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Saber se comunicar é uma habilidade importante tanto para nossa vida pessoal quanto profissional. Ser capaz de se expressar com clareza pode te ajudar a desenvolver relacionamentos mais fortes, maximizar seu potencial e atingir seus objetivos.

Gisele Alves é dona de uma vasta experiência como apresentadora de televisão, atriz e jornalista e também compartilha dicas valiosas para desenvolver uma boa comunicação e técnicas para conquistar a confiança de si mesmo e das pessoas.

Saber se expressar em diferentes situações e envolver o ouvinte no momento certo e com as palavras certas pode te ajudar em vários aspectos, explicar ideias, estabelecer uma estratégia, defender um ponto de vista ou até mesmo conversar sobre assuntos informais de maneira mais eficiente.

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Pensando nisso, Gisele Alves cita algumas dicas para você começar a desenvolver sua forma de se comunicar, confira:

Eleve sua empatia

A comunicação é um caminho de mão dupla. Se você praticar o ato de enxergar pelo ponto de vista contrário, pode reduzir a dificuldade e a ansiedade que, de vez em quando, surgem quando tenta se comunicar verdadeiramente com os outros. Por exemplo, saber o que a outra pessoa realmente quer dizer, quando ela diz que está muito cansada para conversar. Desenvolver empatia te ajuda a melhor entender as partes não verbais da comunicação com os outros e a responder efetivamente.

Leitura é fundamental

Outra boa tática para melhorar a forma como você se expressa, é ler mais. Podem ser livros relacionados a negócios, comunicação, negociação ou a outros assuntos do seu interesse, jornais ou artigos da internet. A leitura ajuda a expandir o vocabulário, a melhorar o poder de argumentação e a ter uma boa noção de como organizar as ideias de maneira clara, todos estes são pontos que contribuem para que você se comunique melhor.

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Treine, treine e treine mais um pouco

É bastante conhecida a teoria de Steve Jobs de que se leva dez mil horas de prática para dominar uma habilidade – tocar piano, jogar basquete ou jogar tênis. Acredita-se vivamente que isso também se aplica à habilidade de se comunicar. Muitas pessoas dizem que jamais serão tão refinadas quanto Steve Jobs ou outros grandes oradores do mundo dos negócios, porque simplesmente “não são boas em falar em público”. Bem, Steve Jobs também não nasceu sabendo. Ele trabalhou duro para desenvolver essa habilidade.

Em suas primeiras apresentações, incluindo o lançamento do Macintosh em 1984, Jobs se manteve rígido no palco, agarrado a bancada e lendo anotações. Ele foi melhorando a cada ano que passava. Na verdade, cada década testemunhou um grande avanço em seu estilo e suas técnicas de oratória. Jobs ficou famoso por ensaiar incansavelmente para uma apresentação – muitas, muitas horas ao longo de muitas, muitas semanas. E acabou sendo considerado um dos líderes de negócios mais carismáticos do mundo. O que muita gente não consegue perceber é que Jobs parecia se apresentar sem esforço porque se empenhou muito nisso!

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Use técnicas de respiração para se concentrar

O nosso cérebro consome cerca de 20% de todo o oxigênio que passa pelo seu corpo? Isso acontece porque o órgão precisa bastante desse elemento para realizar suas principais tarefas, desde as automáticas, como garantir o batimento do coração, até as mais complexas, como os processos de atenção e comunicação.

Por esse motivo, utilizar técnicas de respiração para concentração é uma excelente maneira de aproveitar o que se sabe sobre a nossa cognição e ter mais produtividade nas tarefas. Isso sem contar que melhorar a oxigenação do corpo auxilia no controle da ansiedade, do estresse e do humor.

Sabia que só o ato de prestar atenção na respiração pode fazer com que a sua concentração melhore? Isso porque, quando você volta o foco para uma determinada atividade, as distrações vão embora. Então, vale a pena tirar 1 minuto do dia apenas para sentir o ar saindo e entrando pelas narinas.

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Você pode usar também técnicas mais elaboradas, como, por exemplo, a respiração alternada. Essa técnica consiste em:

Tampe uma narina, concentrando-se para que o ar passe por apenas uma delas. Em seguida, basta repetir o mesmo movimento no outro lado.

Conhece o sinal de “hang loose”? Basta fechar a mão, deixando o polegar e o dedo mindinho abertos. A partir disso, é só seguir estes passos:

  • respire fundo e segure o ar;

  • cubra a narina direita com o dedo polegar;

  • expire apenas pela narina esquerda;

  • inspire totalmente e segure novamente o ar;

  • cubra a narina esquerda com o dedo mindinho;

  • deixe o ar escapar pela narina direita;

  • repita todo o procedimento por, pelo menos, 4 vezes.

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Seja natural e tenha sua própria opinião

Procure trabalhar nos pontos citados, mas de forma natural. Não tente copiar a maneira de alguém falar, por exemplo. A linguagem corporal exerce um papel tão importante quanto a fala na comunicação. É através dela que você coloca emoções em suas palavras, enfatiza suas frases, passa segurança e receptividade as pessoas. Imagine uma pessoa usando a mesma expressão facial para dizer que está triste ou feliz: é no mínimo estranho, não acha? O mais importante, nunca fuja de sua essência e do que acredita, você conquistará as pessoas certas pelo que você é.” finaliza Gisele Alves.

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Erasmo Carlos morre aos 81 anos

Cantor foi internado há quase um mês, teve alta e voltou ao hospital na noite de segunda-feira (22)

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Erasmo Carlos, o Tremendão, vai deixar saudade! Aos 81 anos, o cantor, compositor, ator e multi-instrumentista morreu nesta terça-feira, 22/11, no Rio de Janeiro. A informação foi dada ao gshow por uma fonte ligada à família do artista e foi confirmada pela GloboNews.

Em outubro, Erasmo foi internado, recebeu alta, mas voltou ao hospital na noite de segunda-feira, 21. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada.

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No dia de Finados, Erasmo Carlos saiu do hospital e rebateu boatos de que havia morrido na data. Ele ainda brincou dizendo que “depois de me matarem, ressuscitei no Dia de Finados”.

Por GloboNews

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Inscrições para o Programa de Estágio 2023 da VLI podem ser feitas até o próximo dia 28

Os 32 selecionados estagiarão nas oportunidades distribuídas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Tocantins, Maranhão e Sergipe

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Os estudantes de todos os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnólogos, interessados em concorrer a uma das 32 vagas de estágio oferecidas pela VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos – em seu Programa de Estágio 2023, devem ficar atentos! As inscrições ficam abertas até o dia 28 de novembro e podem ser feitas no site https://www.vli-logistica.com.br/estagio-2023/. O processo seletivo será totalmente digital e a previsão é de que os selecionados iniciem o estágio entre fevereiro e março de 2023.

O Programa de Estágio é uma importante porta de entrada da empresa. Tanto que há estagiários que, devido a seus desempenhos, foram efetivados. É o caso do analista de Relações Institucionais da VLI, Erick Bruman Souza Gomes, de 25 anos. Ele conta que entrou na companhia no Programa de Estágio de 2021, período em que cursava Engenharia Química. “Me interessei pela VLI por ser uma grande empresa, com perspectiva de carreira e um ambiente amigável que possibilitaria a ampliação do meu conhecimento. Com isso, estudei sobre a empresa para o processo seletivo, procurei entender do que se tratava o negócio, a missão, visão e valores”, conta.

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Ao ser questionado sobre as dicas que ele daria para as pessoas que farão o Programa de Estágio 2023, ele afirma que cada pessoa é única e tem seu jeito de lidar com etapas de uma seleção. Na opinião do analista, é preciso ter vontade de aprender, estar motivado, pesquisar sobre a empresa nos sites oficiais para conhecer o negócio. “Além disso, o mais importante é ser quem você realmente é e dar o seu melhor”, aconselha.

Erick Gomes afirma que o estágio na VLI foi uma ótima experiência, pois cresceu tanto pessoalmente quanto profissionalmente. “Foi um momento de muito aprendizado. O negócio para mim era completamente novo, estudava Engenharia Química, trabalhava com gestão em uma empresa de logística, na área de relações institucionais e comunidade. Tudo era diferente. Justamente por isso, pude agregar à minha formação profissional temas que nunca imaginei que teria contato”.

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Segundo ele, não existe uma “receita” para efetivação, mas é importante que cada pessoa seja o protagonista da sua carreira. “Ou seja, é dar o seu melhor e ter uma cultura de proatividade, com disciplina na rotina, para garantir suas entregas”. Para seu futuro na VLI, Erick Gomes almeja um cargo de liderança e adianta que tem o desejo de passar por várias áreas da empresa, para conhecê-la melhor.

Requisitos

Os selecionados estagiarão nas oportunidades distribuídas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Tocantins, Maranhão e Sergipe. Para se candidatar é preciso estar em qualquer curso superior, bem como ter disponibilidade para estagiar por seis horas diárias. O contrato dos estagiários de bacharelado e licenciatura tem duração de um ano, podendo ser renovado por igual período. Por sua vez, os alunos de cursos de tecnólogo devem estagiar por um ano.

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Os novos estagiários terão como benefícios: vale-refeição (oferecido nas unidades onde não há refeitório); vale-transporte e/ou ônibus fretado (dependendo da localização em que irá trabalhar); assistência médica e odontológica; Gympass (plataforma de academias, com foco em sua saúde e bem-estar); cesta de Natal; modelo híbrido de trabalho (home office duas vezes na semana em algumas localidades); assistências jurídica, financeira, psicológica e social (Programa Apoiar); seguro de vida em grupo; dress code flexível (em algumas localidades); além de uma rede de descontos em várias lojas, restaurantes, salões e outros.

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Bicampeã do prêmio Valor Inovação, na categoria “Logística e Transportes”, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

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Japoneses limpam estádio após partida Equador x Qatar

Mesmo não tendo jogado no jogo de abertura, japoneses limpam estádio após partida Equador x Qatar

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Copa: Repórter da Dinamarca é retirado e impedido de gravar em local no Catar

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Herança cultural pode influenciar a escolha de ferramentas por macacos-prego, aponta estudo

André Julião | Agência FAPESP – Os macacos-prego são alguns dos poucos primatas a utilizar ferramentas no dia a dia. Um dos principais usos no Cerrado e na Caatinga são os martelos e bigornas de pedra, que servem para quebrar a casca de alimentos duros, como as vagens do jatobá e a castanha-de-caju.

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Em estudo publicado na revista Scientific Reports, pesquisadores brasileiros mostraram que a correlação entre a dureza dos alimentos e o tamanho das ferramentas nem sempre é precisa como se pensava.

Ao observar três populações brasileiras de macacos-prego da espécie Sapajus libidinosus e medir a resistência dos recursos, o tamanho e peso das ferramentas usadas e a disponibilidade de pedras no local, os cientistas concluíram que a cultura do grupo – informação mantida ao longo de gerações por aprendizado social – também pode influenciar a escolha.

“Em uma das três populações analisadas, mesmo quando possuem pedras mais adequadas para determinado recurso, eles podem usar ferramentas desproporcionalmente pesadas, o que pode indicar um traço cultural daquele grupo”, explica Tiago Falótico, pesquisador da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) apoiado pela FAPESP.

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A população a que o pesquisador se refere vive no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. A comparação se deu com outras duas, residentes no Piauí: no Parque Nacional Serra das Confusões e no Parque Nacional Serra da Capivara, distantes 100 quilômetros um do outro.

As ferramentas, no caso, referem-se a pedaços de rocha quartzito e arenito encontrados em locais conhecidos como sítios de quebra. Os animais frequentam esses lugares exclusivamente para ter acesso a esses martelos e bigornas. Os primeiros são batidos pelos macacos contra os alimentos, que ficam apoiados nas bigornas.

“Na Serra das Confusões, quando quebram frutos pequenos e menos resistentes, os macacos-prego usam ferramentas menores. Quando precisam abrir cocos maiores e duros, usam martelos grandes e pesados. Na Chapada dos Veadeiros, mesmo tendo variedade de ferramentas, eles usam as mais pesadas mesmo para alimentos mais frágeis”, conta o pesquisador.

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Não por acaso, foi na Chapada dos Veadeiros que os pesquisadores registraram o maior peso já levantado por macacos-prego. Um indivíduo desses pequenos primatas, que têm 3,5 quilos em média (machos adultos), foi filmado erguendo um martelo de 4,65 quilos. “São verdadeiros halterofilistas”, nota Falótico.

Medições

Os resultados são fruto de um trabalho minucioso. Nos três locais onde vivem as populações de macacos-prego estudadas foram documentados os alimentos mais encontrados nos sítios de quebra, como coco do babaçu, jatobá, castanha-de-caju e semente de maniçoba (um parente próximo da mandioca).

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Foi documentada ainda a disponibilidade de pedras, além do tamanho e o peso das ferramentas encontradas. Com um aparelho especial, os pesquisadores mediram ainda a resistência de cada alimento encontrado. Por fim, observaram e filmaram como os macacos de cada uma das populações utilizavam as ferramentas com determinados alimentos.

“Esperávamos encontrar uma correlação muito direta entre o tamanho e peso da ferramenta e o alimento, mas a população da Chapada dos Veadeiros, que tem uma grande disponibilidade de rochas e poderia escolher maiores ou menores, usa predominantemente as maiores. Esse comportamento é provavelmente herdado dos antepassados, uma diferenciação cultural das outras populações”, afirma Falótico.

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Outra amostra de que os macacos têm aprendizado cultural é que, em outras regiões do Brasil, como na Serra de Itabaiana, em Sergipe, e na Chapada Diamantina, na Bahia, também há macacos-prego do mesmo gênero, pedras e os mesmos frutos disponíveis. No entanto, não há sítios de quebra e, portanto, o comportamento de abrir os frutos para comer. Já na Serra das Confusões, os macacos quebram vários alimentos, menos a castanha-de-caju, ainda que esta seja abundante.

“Não é só a disponibilidade ou a escassez de recursos que define a ocorrência do comportamento, mas a herança cultural”, diz.

Os pesquisadores agora realizam análises genéticas das três populações para verificar se as diferenças culturais podem ser detectadas no genoma.

O trabalho teve apoio da FAPESP também por meio de bolsa concedida a Tatiane Valença na EACH-USP.

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Caminhos do homem

Em outro trabalho, publicado no Journal of Human Evolution, Falótico e um time de arqueólogos da Espanha, Alemanha e do Reino Unido analisaram, em um experimento de campo, a formação de lascas de pedra pelos macacos-prego quando usavam diferentes tipos de rocha como bigorna.

Na natureza, os fragmentos são formados quando esses primatas batem uma pedra na outra para utilizar o pó produzido para passar no corpo e nos dentes. Não se sabe para que os macacos-prego usam esse produto, mas os pesquisadores acreditam que ele possa ter efeito contra parasitas. No experimento, a fragmentação das bigornas de material mais homogêneo também criou esses tipos de lascas.

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As lascas, contudo, não são usadas pelos macacos, embora muito parecidas com as ferramentas líticas encontradas em sítios arqueológicos de várias partes do mundo. A hipótese dos pesquisadores é de que, antes de criarem lascas intencionalmente para usar como ferramentas, os primeiros seres humanos as obtiveram por acidente.

“Da mesma forma, em tese, os macacos-prego podem passar a usar lascas no futuro, caso um indivíduo inovador comece a usar e os outros aprendam observando. Por isso, esses primatas podem ser um modelo para entender a evolução humana”, aponta o brasileiro.

Em um trabalho anterior, o grupo mostrou como as ferramentas líticas usadas pela população de macacos-prego da Serra da Capivara ganham marcas específicas de acordo com o uso (leia mais em: agencia.fapesp.br/35137/).

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A comparação das marcas nas ferramentas dos macacos com as dos hominídeos pode ajudar a desvendar como os primeiros humanos usavam esses instrumentos líticos. Com isso, os macacos-prego brasileiros abrem caminho para que se conheça melhor nossos antepassados.

O artigo Stone tools differences across three capuchin monkey populations: food’s physical properties, ecology, and culture está disponível em acesso aberto no link: www.nature.com/articles/s41598-022-18661-3.

E o estudo A primate model for the origin of flake technology pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0047248422001105.

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Projeto alfabetiza integrantes de comunidade terapêutica

A iniciativa é idealizada pela ADRA Brasil e existe há 20 anos e funciona na região rural

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O Dia Nacional da Alfabetização é celebrado hoje (14) em alusão à data de criação do Ministério da Educação e Cultura no Brasil, em 1930. Atualmente, o país registra 11 milhões de brasileiros que não sabem ler nem escrever.

Para combater a realidade dessa estatística, a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, ADRA, criou um projeto de alfabetização dentro de uma comunidade terapêutica que oferece tratamento especializado e multidisciplinar a dependentes químicos.

O Pró Vida, como é chamado o projeto, tem o objetivo de ofertar tratamento de forma humanizada e participativa a pessoas que fazem uso de substâncias químicas com idade a partir de 18 anos.

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A iniciativa existe há 20 anos e funciona na região rural de Cachoeirinha, BA, no povoado de Belém, a 120 quilômetros de Salvador.

Projeto

De acordo com o coordenador do projeto, Leonardo Carvalho, as aulas são aplicadas dentro da unidade terapêutica, que conta com uma estrutura preparada para que cada acolhido possa aprender e se desenvolver. As aulas são administradas na biblioteca da instituição. Lá os assistidos conseguem ter acesso a variadas literaturas, cartilhas e atividades de caligrafia.

O curso reforça o conceito de reinserção social e promoção à saúde, e partiu da necessidade dos profissionais que lidam com usuários de álcool e outras drogas, promoverem maior acolhimento. “O primeiro passo vem através da conversação, com a finalidade de identificação do letramento. A próxima etapa é identificar a leitura e a escrita. Identificamos o processo escolar de cada acolhido e depois partimos para trabalhar e desenvolver os alunos em seus níveis de conhecimento”, explica Carvalho.

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O coordenador ainda explica que alguns acolhidos estão conhecendo as letras, enquanto outros estão na etapa de desenvolvimento da escrita e da leitura. “É emocionante observar o crescimento e a felicidade nos olhos de cada beneficiado quando começam a identificar as letras e conseguem escrever seus nomes pela primeira vez”, pontua.

Propósito

Sara Alves é professora voluntária do projeto e descreve que sua maior satisfação como educadora é dar aos alunos a oportunidade de se reencontrarem.  “Reencontrar a dignidade, devolver a esperança de uma vida temporariamente fragmentada por causa do uso abusivo de substâncias. Devolver a eles a confiança, autoestima e a certeza de que nunca é tarde para aprender para vencer os desafios”, garante.

“O resultado dos esforços da comunidade terapêutica é nítido na vida dos pacientes que demostram o desejo de superar as dificuldades e recomeçar”, complementa Sara.

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A professora voluntária relembra que em agosto, um dos alunos foi identificado como não alfabetizado e isso gerava desconforto em seu coração, além de baixa autoestima. “Ao ser inserido nas aulas de letramento e alfabetização, ele pôde realizar o sonho de ter a oportunidade de assinar sua primeira carteira de identidade (RG). Saiu do status ‘não alfabetizado’ para ter o próprio nome assinado em seu documento”, conta Sara, com sentimento de realização.

Oportunidades

O coordenador Leonardo Carvalho frisa que a função do Pró Vida é promover oportunidades e uma nova perspectiva de vida para todos os que são acolhidos, bem como suas famílias, que depositam nesse projeto a esperança de momentos felizes. “Como coordenador, percebo a relevância que esse trabalho tem no desenvolvimento pessoal e coletivo de cada beneficiário em nossa unidade. É gratificante ver o resgate da dignidade e dos valores na vida de cada aluno ao conseguirem se enxergar como cidadãos e expressar, através da escrita, a alegria pela oportunidade encontrada nesse projeto”, conclui o líder.

Além da alfabetização, um dos diferenciais da iniciativa é o uso dos oito remédios da natureza: alimentação saudável, ingestão regular de água, ar puro, exposição à luz solar, prática de exercício físico, repouso, temperança e confiança em Deus. 

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Superação

Janeiro de 2011. Marcos Roberto estava no fundo do poço. Havia perdido tudo para as drogas, inclusive sua dignidade. Quando parecia que não existia mais solução para seus problemas, ele conheceu o projeto Pró Vida. “Comecei a fazer escolhas erradas. Usava drogas apenas de forma social. Trabalhava e sustentava o vício, até que alguns amigos vieram da Europa e me apresentaram drogas caras. Aí me afundei de vez na vida mundana”, conta, entristecido.  

Em um momento crucial de sua vida, Marcos foi apresentado ao projeto. Ele relembra que estava no aeroporto no dia em que viajaria para uma clínica de recuperação, mas num momento de abstinência, fugiu e adiou o início do tratamento.

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Foi num segundo momento que aceitou e foi para a comunidade. “Cheguei lá e vi a natureza. Milagrosamente Deus me encheu de alegria e disposição, a fim de me permitir ser transformado por Ele”, compartilha. 

Marcos reconstruiu sua autoestima e dedicou essa motivação para apoiar a iniciativa. Ele era alfabetizado e durante três anos foi colaborador da clínica de recuperação. 

Após dez anos, Roberto aproveitou a nova oportunidade de vida e recuperou tudo o que havia perdido. Hoje, professor universitário, relações públicas de federação, com uma família estruturada, filhos formados, ele comemora as conquistas. “Deus não só transformou minha vida, mas a vida da minha família. Ele me deu tudo de volta, dignidade, trabalho e reconhecimento”, expressa, feliz. 

Hoje, o professor universitário atribui ao projeto da ADRA e à cordialidade dos funcionários o sucesso de seu tratamento. Para ele, o diferencial do Pró Vida é justamente trabalhar questões espirituais, além das questões sociais. “Para mim, o projeto significa uma oportunidade, um lugar de renascimento. Um instrumento poderoso de Deus para transformar a vida das pessoas e dar a elas aquilo que há de mais importante. Não é só conseguir largar as drogas, mas discipular outras pessoas para saírem do mundo do vício”, pontua. 

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Ao longo da última década, Marcos já ajudou mais de 500 pessoas a terem um recomeço. “Procuro retribuir aquilo que recebi da ADRA. Essa atitude trouxe para mim justiça, compaixão e amor”, conclui.

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TCU abre vagas em 69 cursos gratuitos online com certificado

O Instituto Serzedello Corrêa (ISC), escola de governo do Tribunal de Contas da União (TCU), está recebendo inscrições para 69 cursos gratuitos online com certificado.

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Para saber a lista completa e fazer a inscrição, basta acessar o link https://www.horabrasil.com.br/2022/11/07/tcu-abre-vagas-em-69-cursos-gratuitos-online-com-certificado/ e clicar sobre o nome do curso escolhido.

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