Arquivo da tag: casal homoafetivo

Salvador festeja casamento coletivo de casais LGBTs em junho

A capital da Bahia, Salvador, irá celebrar o casamento homoafetivo ao receber pela primeira vez a cerimônia de uniões coletivas dentro do projeto “Sim Ao Amor”. Os casais interessados em participar devem se inscrever com antecedência para poder dar entrada nos trâmites de prazos dos cartórios.

O projeto é do Ministério Público da Bahia, que busca o reconhecimento de casais do mesmo sexo como uma instituição social e judicial. Os noivos devem subir ao altar no dia 28 de junho. A cerimônia é gratuita.


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Fukvoka se torna a sétima cidade do Japão a reconhecer casais LGBT

Nesta quarta-feira (14), a cidade Fukuoka começou a reconhecer casais homoafetivos em abril, tornando o sétimo município a fazê-lo, apesar da ausência de tal sistema a nível nacional.

Ao contrário dos casamentos oficiais, o reconhecimento não implica direitos ou obrigações legais, mmas espera-se que seja usado quando os casais alugam habitação administrada pelo cidade ou se consentimento de um membro da familia nos hospitais da cidade.

A cidade emitirá documentos autenticando juramentos de parcerias submetidos por casais de minorias sexuais.

 

Rússia reconhece casamento homoafetivo pela primeira vez

Eugene Wojciechowski e Pavel Stotzko são o primeiro casal homoafetivo a ter casamento reconhecido na Rússia depois de encontrar uma lacuna legal. O casal se casou no exterior em Copenhague no início de janeiro.

O casal está junto por mais de seis anos e não esperavam que seu país reconhecesse sua união. Na Rússia o casamento homoafetivo é ilegal. O país não registra casamentos homossexuais, a lei estabelece que os casamentos realizados no exterior são legítimos se nada contraria o Art. 14 do Código da Família.

No artigo proíbe os casamentos entre familiares próximos e pessoas que já foram registradas como casadas, mas não afirmam que os casamentos homossexuais podem ser desqualificados, permitindo que o casamento do casal seja validado.

A homossexualidade foi despenalizada na Rússia em 1993, mas uma pesquisa no início deste mês descobriu que 83% dos russos consideram o sexo gay “repugnante”.

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Casamento homoafetivo é abolido em Bermudas

Seis meses após legalizar o casamento homoafetivo, Bermuda abole união entre casais do mesmo sexo.

Depois de legalizar a união LGBT em Bermuda, há cerca de seis meses, um projeto de lei substitui casamentos do mesmo sexo com parcerias.

Chamado de Lei de Parceria Domiciliar 2017, o projeto foi aprovado com 24 votos contra e 10 contra na Bermuda House. O projeto oferece os mesmos direitos a casais heterossexuais, sem o título.

O casamento homossexual no país dava direito a união homoafetiva, mas não concedia os mesmos direitos que um casal heterossexual.

A Comissão dos Direitos Humanos e pela Rainbow Alliance of Bermuda se pronunciou e denominou o projeto como “remoção de direitos”.

Para entrar em vigor, o projeto precisa da aprovação pelos 11 membros do Senado de Bermudas, seguido da assinatura em lei do governo da ilha.

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Votação da legalização da união homoafetivo é adiada

Nesta terça-feira (5), a votação do projeto que legaliza a união homoafetiva foi adiada no Plenário do Senado por falta de quórum. O senador Magno Malta (PR-ES), que é contra o projeto, pediu a notificação de quórum, que não atingiu o mínimo necessário.

O projeto (PLS 613/2011) é iniciativa da Senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que trata do reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo. A PLS 613/2011 promove alteração no Código Civil (Lei 10.462/2002) para estabelecer como família “a união estável entre duas pessoas”, sem referência ao sexo, mantendo o restante do texto.

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Pesquisa mostra que gays afeminados são mais rejeitados 

Uma pesquisa feita pela revista britânica Attitude, que tem o público alvo a comunidade LGBTQ, revelevou que 71% dos 5.000 homens gays que responderam a pesquisa, admitiram não se sentirem atraídos por homossexuais muito afeminado.

Na pesquisa, 41% das pessoas responderam que acham que os afeminados prejudicam a imagem ou a reputação dos gays, é só 29% acha que ser afeminado é um ponto positivo.

“A masculinidade está em crise. Pelo menos essa é a mensagem que parece emergir praticamente todos os dias da mídia convencional”, diz o Editor-Chefe da Attitude, Matt Cain.

No caso preconceito, 56% dos “não afeminados” dizem que nunca sofreram homofobia, contra somente 26% dos afeminados que certamente tem que lidar com isso no dia-a-dia. Os casos de homofobia é violência acontecem principalmente com gays afeminados, que estão muito mais exposto é vulneráveis à ignorância da sociedade. Isso se reflete na ficção, como na série Glee, que um personagem gay é bastante afeminado, é alvo constate de xingamento e violência homofóbica, enquanto seu namorado Blaine tem pouco momentos em que se demonstra preconceito por parte de qualquer um contra ele, isso, embora os dois sejam gays.

Queermuseu: Justiça nega pedido para reabertura

Uma ação movida por um cidadão de Pelotas, alegando que o enceramento traria risco de prejuízo foi negado pelo Tribunal Regional Federal da 4° Região (TRF-4), nesta segunda-feira (18).

A ação alega do risco de prejuízo aos cofres públicos, já que a exposição foi financiada pela União por meio da Lei Rouanet. Para o magistrado, o encerramento prematuro da exposição Queermuseu não evidência o alegado dano ao patrimônio artístico e cultural nacional. Ele ressaltou que as obras continuam íntegras, preservadas e acessíveis aos curadores.
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Pesquisa mostra que Bissexuais têm mais parceiros

A Pesquisa Mosaico 2.0 diz que bissexuais têm mais parceiros do que homossexuais e heterossexuais, sendo 44% de homens bissexuais e 37% de mulheres bissexuais. A conclusão da psiquiatra especialista Carmita Abdo é que o comportamento sexual é bastante distinto entre os seis subgrupos analisados (homens e mulheres que podem ser hétero, gay ou bi).

A pedido da Folha de S. Paulo, a Pesquisa Mosaico 2.0 fez levantamento mais recente sobre o comportamento sexual do brasileiro e foi comandado pela psiquiatra especialista Carmita Abdo, da USP. Foram coletados dados de 2.847 pessoas entre 18 aos 70 anos. Pessoas das cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Belém, Belo horizonte e Distrito Federal foram o foco da pesquisa.

Os dados mostram que homens bissexuais e gays tem uma proporção maior de terem sua primeira relação sexual com amigos, sendo 30% para gays e 39% para bissexuais. Na questão de ser infiel, os bissexuais lideram com 72%. As mulheres lideram no quesito “faz sexo sem vontade”. A perda da virgindade a grande maioria, sendo hétero, gay ou bi, entre as mulheres é com seu namoradxs. Enquanto no caso dos homens, 43% dos héteros perdem com namoradas, 30% dos gays com amigos e 39% dos bissexuais com amigos.

Celebridades pedem o fim da liminar de ‘Cura Gay’

Através da Rede Social Twitter, celebridades como Deborah Secco, Pablo Vittar, Maísa Silva e Lívia Andrade, usaram a TAG #CuraGay, #HomofobiaEDoenca e #TrateSeuPreconceito em protesto a liminar do Juiz Waldemar Cláudio de Carvalho que concedeu uma brecha para que psicólogos ofereçam reversão sexual.

A cantora de Funk Valesca Popozuda usando a TAG #HomofobiaEDoenca disse “Aí meu Deus, perdi 90% da minha equipe de trabalho por causa da doença. Ninguém vai trabalhar, estão todos gays”. 

A decisão acata parcialmente o pedido de uma ação popular assinada por médicos defensores de terapias de “reversão sexual”. Desde 1990, OMS deixou de considerar homossexualidade doença.

Justiça permite terapias de reversão sexual

O Juiz federal do Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Carvalho, liberou atravéz de uma liminar que psicólogos tratem homossexuais como doentes sem que sofram censura por parte do Conselho Federal de Psicologia. Desde 1990, o Conselho proibiu o tratamento de reversão sexual, dizendo que é “uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico”.

A decisão é de sexta-feira (15) e é defendida por um grupo de psicólogos defensores das terapias de reversão sexual, que fizeram uma ação popular.

O site Petição Pública está juntando assinaturas para mudar a decisão da Justiça Federal.