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Experimentos do audiovisual em exposição no Centro Cultural Vale Maranhão

Videoinstalações em cartaz destacam aspectos do cotidiano, natureza, tempo e espaço

O uso de diferentes recursos audiovisuais para questionar perspectivas sobre espaço e tempo é o destaque da exposição Ocupa CCVM – Giro e Fluxus do Mundo, que será aberta ao público nesta terça-feira, 7 de fevereiro, às 15h, no Centro Cultural Vale Maranhão, com obras dos artistas visuais Wayner Tristão e Diego Ramos.

Giro, de Wayner Tristão, propõe uma sensação de êxtase provocada por diversas figuras em rotações. As imagens selecionadas – retiradas da internet – remetem a danças populares do Brasil e de outros países, assim como rituais onde predominam o giro entre os participantes. O recorte utilizado pelo artista destaca apenas a característica do movimento, renunciando ao caráter espaço-temporal, resultando em uma espécie de tique nervoso que dialoga com a aceleração e a repetição tão em voga na sociedade contemporânea.

Diego Ramos apresenta Fluxus do Mundo, uma instalação que integra as linguagens de audiovisual e da fotografia em um ambiente imersivo que propõe um olhar sutil sobre a natureza. A obra divide-se em duas partes: na primeira, uma série de cinco vídeos, exibidos em looping um ao lado do outro, apresenta folhas animadas pela técnica de cinemagrafia. O deslocamento suave dá a sensação de presenciarmos a respiração das plantas. No segundo momento da instalação, um vídeo de um galho rodeado pelo horizonte do mar remete ao fluxo compassado da Terra, estabelecendo uma relação macro e micro do movimento das folhas com o oceano. O som das águas integra o espaço, convidando o público a adentrar um ambiente permeado de introspecção e organicidade.

Wayner Tristão é artista, cineasta, pesquisador, Doutor em Artes Visuais e autor dos livros Urbanidades: aportes del arte público en la construcción de la mirada en las megalópolis contemporáneas e Eternidade do instante: gifs, loopings, imagem técnica atemporal. Diego Ramos é artista visual e historiador, radicado em São Paulo, com uma pesquisa em audiovisual concentrada em cinema experimental, videoarte e patrimônio cultural.

As obras foram selecionadas na edição de 2022 do edital Ocupa CCVM, que recebeu propostas voltadas para a investigação do audiovisual em sua amplitude de criação, relacionando-o com outras linguagens artísticas. A exposição ficará em cartaz até o dia 11 de março. O Centro Cultural Vale Maranhão fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

Cultura popular abre a programação do Pátio Aberto em 2023

O Tambor de Crioula de Mestre Amaral é a atração escolhida para iniciar o ano de 2023 no Centro Cultural Vale Maranhão. Um dos mais respeitados mestres de Tambor de Crioula do Maranhão se apresenta com seu grupo na quinta-feira, 5, dentro da programação do Pátio Aberto.

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Além das apresentações do tambor, Mestre Amaral ministra oficinas de canto, dança e percussão em seu próprio centro de cultura para quem quer aprender sobre a brincadeira patrimônio imaterial da humanidade.

A apresentação No Toque do Tambor com Mestre Amaral acontece às 19h e a entrada é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Diversidade das ruas marca presença na 5ª edição do Festival Kebrada

Evento do CCVM tem entre as atrações o rapper Rashid, grupo de rap indígena e mulheres no grafitti

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De 14 a 17 de dezembro, o Centro Cultural Vale Maranhão realizará a 5ª edição do Festival Kebrada. Criado em 2018, o Kebrada se consolida como o maior evento de cultura de rua do Maranhão, levando para o espaço do CCVM batalhas de dança, rima, música eletrônica e grafitti, as linguagens que compõem o universo hip hop.

Com curadoria de MC Alcino, B-boy Macaxeira e do grafiteiro e artista visual Edi Bruzaca, o Kebrada traz este ano uma programação marcada pela diversidade das ruas, unindo a experiência de artistas há mais tempo na cena com novos rostos que despontam. “O Kebrada é um dos maiores eventos de hip hop do país. Já recebemos nestes cinco anos nomes muito importantes da cena nacional como Thaíde, Marechal, BK, Rincon Sapiência, além de oportunizarmos um palco para nossos artistas maranhenses, que fomentam a cena local durante todo ano”, comenta o MC Alcino.

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Entre os selecionados, estão o grupo 1ne Voice Music, do território indígena Ipú de Grajaú (MA), com canções compostas em quatro idiomas, incluindo a língua guajajara; e o Slam das Travas, formado por PP Poeta Marginal, Hera Explosiva e convidadas, com rimas e poesias potentes sobre vivências de corpos travestis ao som do set da DJ Nebraska Diamond. Completam o time feminino, a rapper paraense Adh4raa e a bicampeã estadual de poesia falada Sollamya. Os MCs que comandarão o palco nos 4 dias de festival são Joier, Preto Tipuá, Nior, Gugs e O Shoock. E mais grupos se apresentarão: Streetmind, formado por MC’s do bairro São Francisco; e Renegados Antissistema, nascido no bairro Novo Angelim. 

Seguindo a tradição de receber um artista representante do hip hop nacional, em 2022 o Kebrada traz o rapper e empresário paulistano Rashid, com 12 anos de carreira, turnê na Europa e indicações ao VMB e ao Prêmio Multishow. Seu álbum Crise foi eleito o 39º melhor disco brasileiro de 2018 pela revista Rolling Stone Brasil e um dos 25 melhores álbuns brasileiros do primeiro semestre de 2018 pela Associação Paulista de Críticos de Arte.

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Desde sua criação, mais de 100 artistas já passaram pelo palco do festival, tornando-o uma vitrine para MCs, grupos de hip hop, DJs e grafiteiros maranhenses. “O Kebrada é um marco anual que afirma a importância da cultura de rua e de periferia como um dispositivo originador. O festival funciona como um ponto de encontro para várias gerações de artistas de diversas vertentes do Hip Hop. Sabemos que o movimento é uma forma de educar, com a rima, com a dança, com o grafite e com as pick ups. o festival serve de apoio para que todos continuem a traçar narrativas sobre a cidade, a partir do ponto de vista das margens”, afirma Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão.

Premiação em batalhas e um novo mural de grafitti

Compondo a programação do Kebrada desde a primeira edição, as batalhas de dança e rima agitam o público, uma das tradições da cultura de rua. MCs, dançarinos e dançarinas duelam em quatro modalidades – rima, passinho, all style e breaking – por prêmios em dinheiro. Quem comandará o som das batalhas são os DJs Astro, Gabriella Leão, Johnny Jay, Omar da Ilha e Nanny Ribeiro.

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E para renovar o mural de grafitti do pátio do CCVM, sete grafiteiros foram escolhidos para assinar a arte que é um dos pontos preferidos dos visitantes da instituição. A novidade deste ano é mais poder feminino com spray na mão: pela primeira vez, três grafiteiras comporão o grupo que cuidará do principal elemento visual do festival. Ione Reis, Ella Ilustra e Jùjú Nsaa se unem a Cajú, Inke, Siano e Kdin na missão. “Dentro do processo da curadoria buscamos igualar a participação de gênero, selecionando 3 mulheres com um muito poder de expressão artística dentro de suas vertentes. A grafiteira Ella Ilustra, que mistura os estilos de pintura digital com o grafitti, explorando a regionalidade e o poder das letras; Ione Reis, representa corpos de pessoas pretas, ressignificando a iconografia marginalizada; e Jújú Nsaa, que carrega em seus traços a força da maternidade e da ancestralidade. Assim conseguimos mostrar a importância das mulheres dentro destes espaços e o grande potencial artístico que elas possuem”, conta Edi Bruzaca.

A programação do Festival Kebrada é totalmente gratuita e começa às 19h30 nos dias 14, 15 e 16 e às 17h no dia 17. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Confira a programação completa do Festival Kebrada:

14 de dezembro

DJ Gabi Leão

19:30     Show Slam das Travas

19:50     Batalha de Passinho

21:20     Show Adhara

15 de dezembro             

DJ Jhonny Jay

19:30     Show O’shoock

19:45     Batalha de Rima

21:15     Show StreetMind

21:30     Show Nior

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16 de dezembro

DJ Nanny Ribeiro

19:30     Show Sollamya

19:45     Show Renegados Antissistema

20:00     Show 1ne Voice Music

20:15     Show Rashid

17 de dezembro

DJs Astro e Omar da Ilha

17:00     Batalha de All style

18:30     Show Joier

18:45     Show Preto Tipuá

19:00     Show Gugs

19:15     Batalha de Breaking

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Mostra Piranhão de Cinema conectará produções do Piauí e Maranhão 

Inscrições podem ser realizadas até 15 de dezembro

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Estão abertas as inscrições para a Mostra Piranhão de Cinema, projeto que vai ligar Piauí e Maranhão por meio de produções audiovisuais e cinematográficas, entre os dias 11 a 14 de janeiro, promovendo uma programação gratuita e simultânea em Teresina e em São Luís, com exibição de filmes, bate-papo, críticas e muito mais.

Tendo como ponto de partida os eixos de memória, identidade e decolonialidade, a Mostra Piranhão de Cinema, projeto aprovado no edital Ocupa CCVM Audiovisual do Centro Cultural Vale Maranhão, e produzido pelo LabCine, coletivo formado por pessoas do Piauí e do Maranhão, busca refletir e questionar os meios físicos e os espaços hegemônicos de manutenção da memória, fortalecendo e afirmando perspectivas identitárias em obras e discussões que pautam a oralidade.

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A convocatória de obras da Mostra já está aberta e as inscrições podem ser realizadas até 15 de dezembro. Serão selecionadas 15 obras no total, entre elas, 10 filmes (sendo 2 longas-metragens e 8 curtas-metragens) e 5 videoclipes. As inscrições podem ser realizadas no site labcinefilmes.com/i-mostra-piranhao-de-cinema/

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Grupo Trem das Onze se reúne para celebrar o dia do samba no CCVM

Antecipando as comemorações do dia do samba, originalmente celebrado no dia 2 de dezembro, o Centro Cultural Vale Maranhão reunirá os integrantes do grupo Trem das Onze em seu Pátio Aberto com o show Memórias, na quinta-feira, 1º, às 19h

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Criado em 1983 pelo violonista Luiz Carlos Sousa Monteiro, o Lula Bossa, com o nome de Banda Melodia, o Trem das Onze preserva as raízes do samba brasileiro com arranjos e composições autorais. O show contará com repertórios dos álbuns “Trem das Onze – Tributos” (1998), “Trem das Onze – Paixão Nacional” (2001) e músicas que não chegaram a ser lançadas no terceiro disco. A apresentação prestará uma homenagem aos integrantes que já partiram e celebrará o encontro dos que permanecem.

A entrada é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico.

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Instituto Cultural Vale celebra a literatura e leva o Maranhão à 20ª edição da FLIP

Programação oferecida pelo Instituto, que apoia mais de 350 iniciativas culturais no Maranhão e no Brasil, inclui cortejo de Bumba meu Boi e Tambor de Crioula para celebrar a autora homenageada Maria Firmina dos Reis

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O Instituto Cultural Vale celebra a literatura, as artes e a cultura brasileira e maranhense na 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), de 23 a 27 de novembro. Com patrocínio oficial do Instituto, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a FLIP retoma este ano as atividades presenciais e homenageia a autora maranhense Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista negra do Brasil. 

Como parte de sua programação, o Instituto leva duas das mais tradicionais manifestações artísticas maranhenses para a festa literária: o Bumba Meu Boi e o Tambor de Crioula. No Brasil, o Instituto Cultural Vale apoia mais de 350 iniciativas culturais, além de abraçar espaços culturais próprios, como o Centro Cultural Vale Maranhão, que valoriza os fazeres e saberes maranhenses e promove o desenvolvimento local.

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“Promover o desenvolvimento local, por meio da valorização da cultura e da criação de oportunidades para os fazedores de cultura de todo o Brasil, é uma das nossas missões no Instituto Cultural Vale. Por isso, é uma alegria trazer e celebrar o Maranhão na Flip, proporcionando o contato do público com manifestações culturais únicas, como o Bumba meu Boi e o Tambor de Crioula, e evidenciando o trabalho de artistas que integram o maior quilombo urbano do Brasil, o Quilombo da Liberdade”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.

O Bumba Meu Boi da Floresta tem 50 anos de história e, assim como o Tambor de Crioula Prazer de São Benedito, que estará também presente na Flip, integra programações do Instituto Cultural Vale no Maranhão. O cortejo do Boi sairá pelas ruas de Paraty no dia 23, logo após a mesa inaugural, que vai debater a importância de Maria Firmina dos Reis para questões como feminismo, engajamento dos artistas e o papel da mulher negra na sociedade. Fundado por Mestre Apolônio, o Bumba Meu Boi da Floresta é uma brincadeira tradicional que constrói sua musicalidade com matracas e pandeirões, exaltando sua influência africana.

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“Quem conduz o Boi da Floresta em todo seu alcance na comunidade do bairro da Liberdade, em São Luís, é uma mulher negra. Maria Firmina e Nadir Cruz são pontas para a resistência ampliada do povo negro, da cultura popular e principalmente das mulheres enquanto agentes ativos de produção e fala”, comenta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão.

Já no dia 25, o público vai poder dançar junto com o Tambor de Crioula Prazer de São Benedito, também fundado por Mestre Apolônio como forma de preservar os valores e tradições do tambor de crioula no bairro da Liberdade, em São Luís. Uma das figuras mais importantes da cultura popular maranhense, Apolônio Melônio desenvolveu trabalhos de formação para crianças e adolescentes em sua comunidade e, após sua morte, o trabalho foi continuado por sua mulher, Nadir Cruz. 

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“Estar à frente de um terreiro e barracão de boi, reconhecido pela sua produção, é muita coisa. Para além, estar à frente dos movimentos de transformação do maior quilombo urbano do Brasil, podendo representá-lo numa feira literária, é um ganho de alcance e de partilha de outros valores possíveis para uma sociedade mais justa”, afirma Nadir Cruz.

Com a presença e incentivo a um dos principais eventos literários do país, o Instituto, que também patrocina o Festival Literário Internacional de Itabira (Flitabira), a Feira do Livro de São Luís (FeliS) e a exposição “Nhe he Porã – Memória e Transformação no Museu da Língua Portuguesa, reforça seu investimento na formação de novos leitores, proporcionando novas experiências por meio da literatura. E estreita a sinergia com a atuação da Vale na Costa Verde do Rio de Janeiro, onde apoia iniciativas como a Orquestra Jovem de Itaguaí e a Casa da Cultura de Paraty, que recebe a programação paralela da Flip.    

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Programação – Instituto Cultural Vale e Maranhão na FLIP

23/11 (quarta-feira), 21h30

Cortejo do Bumba Meu Boi da Floresta de Mestre Apolônio

Saída em frente à Igreja da Matriz

24/11 (quinta-feira), às 21h30

Apresentação do Bumba Meu Boi da Floresta de Mestre Apolônio

Auditório da Praça

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25/11 (sexta-feira), às 21h30

Tambor de Crioula Prazer de São Benedito

Auditório da Praça

26/11, às 19h

Intercâmbio e vivência com grupos locais.

Ocupa Parati / Praça Aberta

Mesas:

Flipinha

Dia 25/11 (sexta-feira), às 9h 

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Roda de conversa: Conversa à beira-mar. 

Participantes: Andréa Oliveira (autora de “Maria Firmina, a menina abolicionista”) e Simone Mota (autora “Carolayne, Carolina e as histórias do diário da menina”). 

As autoras debatem o legado e as vivências das escritoras negras Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus.

Central Flipinha (Praça da Matriz)

Flip +

Dia 25/11 (sexta-feira), às 20h30

Painel: “Maria Firmina dos Reis: a trajetória inspiradora da primeira romancista brasileira

Painelistas: Agenor Gomes (Palestrante), Luciana Diogo (Palestrante) e Natércia Moraes Garrido (Moderadora).

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Casa da Cultura de Paraty (R. Dona Geralda, 194, Centro Histórico). Senhas serão distribuídas gratuitamente 1h antes do painel (100 vagas)

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Instituto Cultural Vale divulga resultado de edital que premia artistas do Maranhão e do Pará

Edital Apoia, voltado ao fomento à cultura popular e ao desenvolvimento local, destinará R$ 800 mil em reconhecimento a fazedores de cultura nos dois estados

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O Instituto Cultural Vale divulga nesta segunda-feira, 21 de novembro, o resultado do Edital Apoia no Maranhão e no Pará, iniciativa que reconhece  artistas, detentores e grupos da cultura popular regional nos estados que abrigam dois dos  quatro espaços culturais que integram o Instituto: o Centro Cultural Vale Maranhão e a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás. Cada uma das instituições destinará R$ 400 mil aos premiados pelo edital, realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“Com o Edital Apoia, valorizamos e ampliamos oportunidades para fazedores de cultura nos territórios onde a Vale e o Instituto Cultural Vale estão presentes, contribuindo, assim, para uma produção cultural cada vez mais diversa e inclusiva. Dessa forma, movimentamos também a economia criativa e promovemos o desenvolvimento local”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale 

Ao todo, foram selecionados 40 projetos por estado, em diversas linguagens artísticas, como artes visuais, música, dança, festejos e celebrações. Os premiados receberão um valor de R$ 10 mil, cada.  O processo de seleção foi feito por um comitê técnico composto por profissionais especialistas do Instituto Cultural Vale e por consultores externos locais e nacionais.

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No Pará, foram 463 inscrições que refletiram a diversidade cultural do estado. “No processo de seleção, o comitê levou  em conta a trajetória, relevância dos trabalhos para a região no qual estão inseridos e a identificação com a cultura amazônica. O Apoia é especialmente importante pois nos proporciona uma visão da pluralidade cultural do estado”, comenta Randy Rodrigues, diretor da Casa da Cultura de Canaã dos Carajás.

Com 512 inscritos, o Centro Cultural Vale Maranhão selecionou projetos que valorizam expressões populares do estado. “O Apoia é uma grande celebração da cultura popular maranhense. Estamos na terceira edição, o que significa que 131 prêmios já foram compartilhados. Isso garante que mestres e mestras, grupos e comunidades tenham mais condições de continuar a produzir o que constitui a base da nossa cultura”, destaca o diretor do CCVM, Gabriel Gutierrez.

Os projetos selecionados receberão R$ 10 mil cada. Os aprovados foram:

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– No Maranhão:

GRUPOS DE BUMBA MEU BOI

Bumba Meu Boi Bela Joia de Nazaré – Raimundo Domingos Barrada – Matinha

Bumba Meu Boi De Itatuaba – José Paulo Costa Paixão – Icatu

Bumba Meu Boi Rei Da Zona – Raimundo Justino De Oliveira – Bacabal

Bumba Meu Boi Esperançoso – Antonio José Dos Santos Sousa        – Timon

Bumba Meu Boi Da Madre Deus – Miguel Arcangelo Silva – São Luís

Bumba Meu Boi Da Vila Conceição Sotaque Costa De Mão  – Aline Pimenta De Souza – São Luís

Associação Folclórica União Do Povo Do Povoado Santeiro – Antonio Carlos Ribeiro – Viana

Sociedade Cultural Estrela De Ouro Do Povoado Meia Légua – Maria José Silva Medeiros – Matinha 

Bumba Meu Boi Dominador Da Floresta – Rafael Costa da Silva – Timon 

Bumba Meu Boi De Santa Luzia – Associação Cultural Beneficente Bumba Meu Boi De Santa Luzia – São Luís

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Bumba Meu Boi Mimo De São João – Rosimary Santos Pereira – São Luís

Bumba Meu Boi Brilho De São João – Novo Boi De Viana – Katiana Farias De Sousa  – São Luis

Bumba Meu Boi Capricho Da Vila – Raimundo Cardoso – Monção

Bumba Meu Boi de Costa de Mão – Denivaldo De Nazare Piedade Cordeiro – Serrano do Maranhão

DANÇAS

Dança do Lili – Raimundo Nonato Da Silva – Caxias

ESCOLAS DE SAMBA

Escola de Samba Amigos do Samba de Guajerutiua  – Adenilton Pereira Louzeiro – Guimarães

ESPAÇO CULTURAL

Reforma da Sede do Grupo Caixeiras do Divino Espírito Santo – Jaizon Almeida Matos – Monção

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Construção da Capela do Divino Espírito Santo – Francisco Lacerda Nunes – Caxias

Centro De Folclore E Arte Popular De Caxias (Cefol) – Cayo Cezar de Farias Cruz – Caxias

Casa De São Bilibeu – Maria Vitoria Ribeiro – Viana

Grupo da Igreja São Sebastião – Erly Teixeira Dias –  Santa Rita        

FESTIVIDADES

Tradicional Festejo de São Benedito do Quilombo Oiteiro dos Nogueiras – Maria José dos Santos – Itapecuru Mirim 

Encontro de Carros de Boi de Cururupu – Marlene Dos Anjos Pinto – Cururupu

Festejo do Sagrado Coração de Maria – Antônio Francisco do Espírito Santo – Timon 

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Festejo Do Divino Espírito Santo Em São João Batista – Jociel Costa Santos – São João Batista 

Caixeiras do Altíssimo Divino Espírito Santo – Hellem do Livramento Padilha Reis – Monção

Festa Do Divino Espírito Santo – Maria Sousa dos Santos – Caxias

MESTRES E MESTRAS

Mestre Douglas de Jesus Castro Lopes – Paço do Lumiar

Mestre João Batista Cunha Silva – Matinha 

Mestra Jovania Silva Pires – Cururupu

Mestre Silvaney Ribeiro Pereira           – Mirinzal

Mestre Antonio Santos Martins          – Arari

Mestre Sebastião Raimundo Costa – Cajari

Mestra Maria da Anunciação dos Santos – Icatú

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GRUPOS DE REISADO

Grupo Cultural De Reisado Do Povoado São Martins  – Antonio Oliveira Santos – Timon 

Grupo De Reisado Povoado Nazaré Do Bruno – Luis Francisco Do Santos – Caxias

TAMBOR DE CRIOULA

Tambor De Crioula Do Unidos De São Benedito – Neuza Vieira Marques – São Luis 

Tambor De Crioula Brilho Da União – Geralda Clemencia Sá Santos – São Luis 

Tambor De Crioula Mimo De São Benedito Da Comunidade Quilombola De Quindiua – Zilda Amorim De Fátima Cantanhede  – Bequimão

Tambor De Crioula Do Quilombo Mata Boi – José Domingos Dos Santos – Monção

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– No Pará:

A Mata em Chamas – Rosaline de Paula Bitencurt Ribeiro – Abaetetuba

Amadeu Gabriel Martins Cardoso – Amadeu Gabriel Martins Cardoso – Belém

Amazônia Street River – Sebastião Junior – Belém

Anderson de Sousa Ferreira – Anderson de Sousa Ferreira – Belém

André Grijó – André Lima Dias Fernandes Grijó – Paraupaebas

Ártemis – Diana Serra Santos – Canaã dos Carajás

Associação Cultural de Capoeira Aidê Brasil – Edino Costa da Silva – Canaã dos Carajás

Ateliê Casas Flutuantes – Igor Felipe Santos de Oliveira – Belém

Ballet Doces Passos – Mayara Ferreira da Silva – Ourilândia do Norte

B-boy Zé – Willian Nascimento Costa – Canaã dos Carajás

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Boi de Máscaras Faceiro – Talita Vieira Aranha – São Caetano de Odivelas

Boi Resolvido – Faustina Galiza – Acará

Boi-bumbá Juventude Curumim Tabatinga – Maria Rosangela Silva de Nazaré – Belém

Caroline D Paula Ramalho Nascimento – Caroline D Paula Ramalho Nascimento – Marabá

Chapéu de Fogo – Roniel Silva de Mel – Canaã dos Carajás

Diego Aquino Cavalcante Gonçalves – Diego Aquino Cavalcante Gonçalves – Marabá

Escola de Carimbó Mestre Pelé – Raimundo Rodrigo dos Santos Silva – Marapanim

Espaço Cultural Malungo – Antonia Neulima Menezes de Andrade – Bragança

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Grupo Cultural Os Timbiras – Walmeire Alves de Melo Costa – Capanema

Grupo de Capoeira Zumbi – Vando Cleison Ferreira da Silva – Canaã dos Carajás

Grupo de Carimbó  O Popular – Edna Maria Alves Dias – Salinópolis

Grupo de Carimbó Pica Pau – Francisco Ribeiro – Marapanim

Grupo Folclórico Boi Bumbá do Campo – Nalu Suely Miranda da Paixão – Belém

Grupo Pretinhas do Arapemã – Cássia Juliana da Cruz Vasconcelos – Santarém

Karlos Nena – Carlos Ferreira dos Santos – Canaã dos Carajás

Maria Itatiane da Silva Moraes – Itatiane Moraes – Cametá

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Mestra Maria da Conceição Barbosa – Maria da Conceição Barbosa – Afua

Mestre Damasceno – Damasceno Gregório dos Santos – Salvaterra

Mestre Osmarino Farias – Osmarino Farias – Santarém

Moises Silva Oliveira – Marituba

Mostra Cultural LGBTQI+ Inclusiva – Ednelson Silva Carvalho – Canaã dos Carajás

Mre Gavião – Kumreiti Cardoso Kiné – Aldeia krijohere

N Dance – Luiz Felix Gomes Neto – Canaã dos Carajás

Olho de Águia Arte e Cultura – Lucas Silva dos Santos – Canaã dos Carajás

Onofre de Souza Lobbo – Paraupaebas

Ponto de Cultura Boi Bumbá Estrela D’alva – Alberto Costa de Melo – Belém

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Sekamena ẼTáyũ Nũ (Nossa língua está viva) – Jãdatari Xipaya Kuruaya – Altamira

Valdeli Costa Alves – Valdeli Costa Alves – Abaetetuba

Valorização da Cultura Afrodescendente – Djalma Pereira Ramalho – Oeiras do Pará

Warikatu Surui – Awikatu Surui – São Geraldo do Araguaia

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. São mais de 300 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal em execução em 2022. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org

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Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

Localizado em um casarão do centro histórico de São Luís, o Centro Cultural Vale Maranhão prioriza a produção cultural maranhense sem deixar de abrir espaço para conteúdos que venham de outros lugares. Tem o objetivo de interagir com o espaço em que está inserido, somando forças com instituições vizinhas para pensar, de maneira conjunta, em maneiras de fortalecer o centro histórico da capital do estado como pólo cultural de reconhecimento nacional.

Sobre a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás

A Casa da Cultura de Canaã dos Carajás desempenha papel de guarda e registro do acervo histórico do município, e de difusor cultural na região. É um espaço artístico e cultural aberto à comunidade que oferece, gratuitamente, atividades e eventos à população, beneficiando pessoas de todas as idades, classes sociais e origens diversas, especialmente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Seu compromisso é incentivar, através da arte e da cultura, o conhecimento da população sobre as características da região por meio de iniciativas que utilizem conteúdos relacionados à identidade cultural do território. Saiba mais em

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Segunda semana de Território Corpo começa com curso sobre Cinema Queer

Programa do Centro Cultural Vale Maranhão traz ainda oficina de maquiagem artística e uma ball room

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O Território Corpo é o programa do Centro Cultural Vale Maranhão que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Desde o dia 8 de novembro, os espaços do CCVM estão ocupados com performances, shows, oficinas e debates sobre a cultura Queer. “Escolhemos o queer como tema para que possamos pensá-lo enquanto o amplo arco que rege um tipo de comportamento, de estética, de ocupação do espaço público, imbuído de uma orientação sexual e de identidades de gênero ditas como dissidentes. Além disso, é necessário resgatarmos a origem do queer no pensamento popular, enquanto produção de classes baixas, marginais e urbanas, que propõem uma forma de contrapor o que está dado”, comenta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão e que assina a curadoria do Território Corpo ao lado de Calu Zabel, Ubiratã Trindade e Deyla Rabelo.

Em sua segunda semana de programação, será oferecido o curso “Cinema QUEER: teoria, estética e semiótica desgenerada”, que abrange os novos arranjos e composições estéticas que dão visibilidade a sujeitos que estavam fora do espaço fílmico – pessoas fora do padrão heteronormativo, que interseccionam com outros crivos, como raça, etnia, gênero e orientação sexual. Em cada aula haverá a exibição de um filme e leituras de textos-base que instigarão discussões entre os participantes sobre questões como epistemologias do corpo e produção de subjetividades. Quem ministrará as aulas é Prof. Dra. Marina Costin, cientista social, doutora em cinema e estudos de gênero pela University of Sussex (CAPES), com doutorado-sanduíche na University of California Berkeley e professora da U.V. Escola de Cinema do Maranhão/IEMA.

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A programação contará ainda com a oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, comandada por Alma Negrot, artista multimídia que trabalha com performances, maquiagem e direção de arte em videoclipes, publicidade e editorais de moda, tendo assinado trabalhos de artistas como Karol Conka, Letrux, Jhonny Hooker, Jaloo, entre outros. A oficina tem como objetivo apurar o olhar de forma sensível para o corpo e suas  infinitas possibilidades por meio da maquiagem criativa, utilizando materiais rejeitados, sucata, papel, linhas, botões, rendas e bilros. 

Espetáculos convidados e Afroball concluem a semana

Dois espetáculos serão apresentados essa semana. Ronaldo Serruya, ator e dramaturgo do grupo XIX de Teatro, apresentará a peça-manifesto A doença do outro, que propõe um formato de palestra-performance, partindo de conceitos extraídos do feminismo negro e da teoria queer para aproximá-los da ideia de “outro” que perpassa os corpos positivos e os friccionando com relatos autobiográficos do autor e performer, que vive com HIV desde 2014.

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A atriz Renata Carvalho apresentará Manifesto Transpofágico, onde se veste de seu corpo travesti para narrar a historicidade de sua corporeidade. O espetáculo acontecerá no Teatro Arthur Azevedo, com retirada de ingressos com 2 horas de antecedência na bilheteria, e tem classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Encerrando a semana e o Território Corpo Queer, acontece o Afroball, que nasceu com o objetivo de difundir o afrobaile e a cultura ballroom em São Luís. Criada em Nova York, nos anos 80, por travestis negras e latinas que perceberam a necessidade de impor novas realidades em uma sociedade excludente, a cultura ballroom é um espaço onde a pluralidade de corpos e vivências de protagonismo preto e transexual se encontram para performar em categorias e competir por prêmios e reconhecimento.

Toda a programação é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Programação Completa

●        16 a 19/11 – 14h às 18h – Curso Cinema Queer: Teoria, estética e semiótica desgenerada, com Marina Costin

                        15h às 19h – Oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, com Alma Negrot

●        16/11 – 19h – Conversa Aberta O queer, o marginal e a cena, com Glamour Garcia e Ronaldo Serruya

●        17/11 – 19h – Espetáculo A Doença do Outro, com Ronaldo Serruya

●        18/11 – 20h – Espetáculo Manifesto Transpofágico, com Renata Carvalho, no Teatro Arthur Azevedo

●        19/11 – 17h – Afroball, com apresentação de Negroni Blyndex e DJ Gabi Leão

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Sobre o Território Corpo

Criado em 2020, o Território Corpo é o programa do CCVM que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Em sua primeira edição, teve o tema “Entre Brasil e África Negra” e foi dedicado às danças e à corporeidade negra, com debates e oficinas de danças e artes cênicas em uma programação 100% virtual. Em 2021, com a retomada de atividades presenciais, teve a perspectiva da arte urbana, de rua, como tema, levando para paisagens de São Luís performances, instalações e intervenções.

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.

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CCVM abre inscrições para a 5ª edição do Festival Kebrada

O maior festival de cultura de rua do Maranhão está chegando. O Kebrada, realizado pelo Centro Cultural Vale Maranhão, acontecerá no mês de dezembro e está com inscrições abertas para artistas que queiram compor a programação. Estão sendo aceitas propostas de MCs, bandas e DJs que queiram se apresentar e grafiteiros que tenham interesse em renovar o mural de grafitti do CCVM. As inscrições podem ser feitas pelo site ccv-ma.org.br/editais até o dia 23 de novembro.

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O Festival Kebrada foi criado no ano de 2018 para valorizar a cultura de rua, dando destaque para todos os elementos que a compõem: a dança, o hip hop e o grafite. Ao longo dos anos, mais de 100 artistas já passaram pelo CCVM, entre eles nomes nacionalmente conhecidos como Rincon Sapiência, Erick Jay, Thiago Elniño e BK’. E também já foi palco de nomes maranhenses em ascensão na cena musical, como Marco Gabriel, Hades e Pantera Black.

A programação do CCVM pode ser acessada pelo site e pelas redes sociais @centroculturalvalemaranhao. Toda a programação é gratuita. O CCVM fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico.

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Parceria entre CCVM e Teatro Arthur Azevedo leva oficina de teatro lambe-lambe para a Semana de Teatro

Em parceria com o Teatro Arthur Azevedo, o Centro Cultural Vale Maranhão oferecerá a oficina de Teatro Lambe-lambe dentro da programação da XVII Semana do Teatro no Maranhão. De 8 a 12 de novembro, das 10h às 13h, a oficina trará conceitos e possibilidades na montagem de cenas dentro de uma caixa para um único espectador, com a linguagem do teatro de animação, objetos, bonecos e sombra. Além da história e dos conceitos que definem a linguagem, a oficina proporá técnicas para a construção de diferentes caixas, cenários, bonecos e investigação de objetos de acordo com proposições que surgirem no encontro.

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O Teatro Lambe-lambe foi criado na Bahia, em 1989, pelas artistas Denise Di Santos e Ismine Lima, que o nomearam assim inspiradas pelos antigos fotógrafos de rua chamados lambe-lambe. Esta linguagem teatral se disseminou pelo mundo, principalmente na América Latina, fazendo-se presente em diversos festivais de teatro de animação.

Quem ministrará as aulas é Fábio Pinheiro, artista plástico e membro fundador da Companhia A Roda de teatro de bonecos, apresentando-se como Animador e Coordenador de Animação em festivais e oficinas no Brasil e exterior, temporadas em Salvador e no Palco Giratório do SESC. Ministrou oficinas de animação e construção de bonecos e participou na montagem de espetáculos de teatro e música como cenógrafo e aderecista. Participa com mais de 200 esculturas em papel na Exposição permanente do Centro de Memória do Circo, Galeria Olido, São Paulo.

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Os interessados devem comparecer ao CCVM no primeiro dia de aula para realizar a inscrição presencialmente. O CCVM fica localizado à Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís. Ao todo serão oferecidas 25 vagas.

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