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Grupo Trem das Onze se reúne para celebrar o dia do samba no CCVM

Antecipando as comemorações do dia do samba, originalmente celebrado no dia 2 de dezembro, o Centro Cultural Vale Maranhão reunirá os integrantes do grupo Trem das Onze em seu Pátio Aberto com o show Memórias, na quinta-feira, 1º, às 19h

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Criado em 1983 pelo violonista Luiz Carlos Sousa Monteiro, o Lula Bossa, com o nome de Banda Melodia, o Trem das Onze preserva as raízes do samba brasileiro com arranjos e composições autorais. O show contará com repertórios dos álbuns “Trem das Onze – Tributos” (1998), “Trem das Onze – Paixão Nacional” (2001) e músicas que não chegaram a ser lançadas no terceiro disco. A apresentação prestará uma homenagem aos integrantes que já partiram e celebrará o encontro dos que permanecem.

A entrada é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico.

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Instituto Cultural Vale celebra a literatura e leva o Maranhão à 20ª edição da FLIP

Programação oferecida pelo Instituto, que apoia mais de 350 iniciativas culturais no Maranhão e no Brasil, inclui cortejo de Bumba meu Boi e Tambor de Crioula para celebrar a autora homenageada Maria Firmina dos Reis

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O Instituto Cultural Vale celebra a literatura, as artes e a cultura brasileira e maranhense na 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), de 23 a 27 de novembro. Com patrocínio oficial do Instituto, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a FLIP retoma este ano as atividades presenciais e homenageia a autora maranhense Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista negra do Brasil. 

Como parte de sua programação, o Instituto leva duas das mais tradicionais manifestações artísticas maranhenses para a festa literária: o Bumba Meu Boi e o Tambor de Crioula. No Brasil, o Instituto Cultural Vale apoia mais de 350 iniciativas culturais, além de abraçar espaços culturais próprios, como o Centro Cultural Vale Maranhão, que valoriza os fazeres e saberes maranhenses e promove o desenvolvimento local.

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“Promover o desenvolvimento local, por meio da valorização da cultura e da criação de oportunidades para os fazedores de cultura de todo o Brasil, é uma das nossas missões no Instituto Cultural Vale. Por isso, é uma alegria trazer e celebrar o Maranhão na Flip, proporcionando o contato do público com manifestações culturais únicas, como o Bumba meu Boi e o Tambor de Crioula, e evidenciando o trabalho de artistas que integram o maior quilombo urbano do Brasil, o Quilombo da Liberdade”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.

O Bumba Meu Boi da Floresta tem 50 anos de história e, assim como o Tambor de Crioula Prazer de São Benedito, que estará também presente na Flip, integra programações do Instituto Cultural Vale no Maranhão. O cortejo do Boi sairá pelas ruas de Paraty no dia 23, logo após a mesa inaugural, que vai debater a importância de Maria Firmina dos Reis para questões como feminismo, engajamento dos artistas e o papel da mulher negra na sociedade. Fundado por Mestre Apolônio, o Bumba Meu Boi da Floresta é uma brincadeira tradicional que constrói sua musicalidade com matracas e pandeirões, exaltando sua influência africana.

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“Quem conduz o Boi da Floresta em todo seu alcance na comunidade do bairro da Liberdade, em São Luís, é uma mulher negra. Maria Firmina e Nadir Cruz são pontas para a resistência ampliada do povo negro, da cultura popular e principalmente das mulheres enquanto agentes ativos de produção e fala”, comenta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão.

Já no dia 25, o público vai poder dançar junto com o Tambor de Crioula Prazer de São Benedito, também fundado por Mestre Apolônio como forma de preservar os valores e tradições do tambor de crioula no bairro da Liberdade, em São Luís. Uma das figuras mais importantes da cultura popular maranhense, Apolônio Melônio desenvolveu trabalhos de formação para crianças e adolescentes em sua comunidade e, após sua morte, o trabalho foi continuado por sua mulher, Nadir Cruz. 

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“Estar à frente de um terreiro e barracão de boi, reconhecido pela sua produção, é muita coisa. Para além, estar à frente dos movimentos de transformação do maior quilombo urbano do Brasil, podendo representá-lo numa feira literária, é um ganho de alcance e de partilha de outros valores possíveis para uma sociedade mais justa”, afirma Nadir Cruz.

Com a presença e incentivo a um dos principais eventos literários do país, o Instituto, que também patrocina o Festival Literário Internacional de Itabira (Flitabira), a Feira do Livro de São Luís (FeliS) e a exposição “Nhe he Porã – Memória e Transformação no Museu da Língua Portuguesa, reforça seu investimento na formação de novos leitores, proporcionando novas experiências por meio da literatura. E estreita a sinergia com a atuação da Vale na Costa Verde do Rio de Janeiro, onde apoia iniciativas como a Orquestra Jovem de Itaguaí e a Casa da Cultura de Paraty, que recebe a programação paralela da Flip.    

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Programação – Instituto Cultural Vale e Maranhão na FLIP

23/11 (quarta-feira), 21h30

Cortejo do Bumba Meu Boi da Floresta de Mestre Apolônio

Saída em frente à Igreja da Matriz

24/11 (quinta-feira), às 21h30

Apresentação do Bumba Meu Boi da Floresta de Mestre Apolônio

Auditório da Praça

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25/11 (sexta-feira), às 21h30

Tambor de Crioula Prazer de São Benedito

Auditório da Praça

26/11, às 19h

Intercâmbio e vivência com grupos locais.

Ocupa Parati / Praça Aberta

Mesas:

Flipinha

Dia 25/11 (sexta-feira), às 9h 

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Roda de conversa: Conversa à beira-mar. 

Participantes: Andréa Oliveira (autora de “Maria Firmina, a menina abolicionista”) e Simone Mota (autora “Carolayne, Carolina e as histórias do diário da menina”). 

As autoras debatem o legado e as vivências das escritoras negras Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus.

Central Flipinha (Praça da Matriz)

Flip +

Dia 25/11 (sexta-feira), às 20h30

Painel: “Maria Firmina dos Reis: a trajetória inspiradora da primeira romancista brasileira

Painelistas: Agenor Gomes (Palestrante), Luciana Diogo (Palestrante) e Natércia Moraes Garrido (Moderadora).

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Casa da Cultura de Paraty (R. Dona Geralda, 194, Centro Histórico). Senhas serão distribuídas gratuitamente 1h antes do painel (100 vagas)

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Instituto Cultural Vale divulga resultado de edital que premia artistas do Maranhão e do Pará

Edital Apoia, voltado ao fomento à cultura popular e ao desenvolvimento local, destinará R$ 800 mil em reconhecimento a fazedores de cultura nos dois estados

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O Instituto Cultural Vale divulga nesta segunda-feira, 21 de novembro, o resultado do Edital Apoia no Maranhão e no Pará, iniciativa que reconhece  artistas, detentores e grupos da cultura popular regional nos estados que abrigam dois dos  quatro espaços culturais que integram o Instituto: o Centro Cultural Vale Maranhão e a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás. Cada uma das instituições destinará R$ 400 mil aos premiados pelo edital, realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“Com o Edital Apoia, valorizamos e ampliamos oportunidades para fazedores de cultura nos territórios onde a Vale e o Instituto Cultural Vale estão presentes, contribuindo, assim, para uma produção cultural cada vez mais diversa e inclusiva. Dessa forma, movimentamos também a economia criativa e promovemos o desenvolvimento local”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale 

Ao todo, foram selecionados 40 projetos por estado, em diversas linguagens artísticas, como artes visuais, música, dança, festejos e celebrações. Os premiados receberão um valor de R$ 10 mil, cada.  O processo de seleção foi feito por um comitê técnico composto por profissionais especialistas do Instituto Cultural Vale e por consultores externos locais e nacionais.

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No Pará, foram 463 inscrições que refletiram a diversidade cultural do estado. “No processo de seleção, o comitê levou  em conta a trajetória, relevância dos trabalhos para a região no qual estão inseridos e a identificação com a cultura amazônica. O Apoia é especialmente importante pois nos proporciona uma visão da pluralidade cultural do estado”, comenta Randy Rodrigues, diretor da Casa da Cultura de Canaã dos Carajás.

Com 512 inscritos, o Centro Cultural Vale Maranhão selecionou projetos que valorizam expressões populares do estado. “O Apoia é uma grande celebração da cultura popular maranhense. Estamos na terceira edição, o que significa que 131 prêmios já foram compartilhados. Isso garante que mestres e mestras, grupos e comunidades tenham mais condições de continuar a produzir o que constitui a base da nossa cultura”, destaca o diretor do CCVM, Gabriel Gutierrez.

Os projetos selecionados receberão R$ 10 mil cada. Os aprovados foram:

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– No Maranhão:

GRUPOS DE BUMBA MEU BOI

Bumba Meu Boi Bela Joia de Nazaré – Raimundo Domingos Barrada – Matinha

Bumba Meu Boi De Itatuaba – José Paulo Costa Paixão – Icatu

Bumba Meu Boi Rei Da Zona – Raimundo Justino De Oliveira – Bacabal

Bumba Meu Boi Esperançoso – Antonio José Dos Santos Sousa        – Timon

Bumba Meu Boi Da Madre Deus – Miguel Arcangelo Silva – São Luís

Bumba Meu Boi Da Vila Conceição Sotaque Costa De Mão  – Aline Pimenta De Souza – São Luís

Associação Folclórica União Do Povo Do Povoado Santeiro – Antonio Carlos Ribeiro – Viana

Sociedade Cultural Estrela De Ouro Do Povoado Meia Légua – Maria José Silva Medeiros – Matinha 

Bumba Meu Boi Dominador Da Floresta – Rafael Costa da Silva – Timon 

Bumba Meu Boi De Santa Luzia – Associação Cultural Beneficente Bumba Meu Boi De Santa Luzia – São Luís

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Bumba Meu Boi Mimo De São João – Rosimary Santos Pereira – São Luís

Bumba Meu Boi Brilho De São João – Novo Boi De Viana – Katiana Farias De Sousa  – São Luis

Bumba Meu Boi Capricho Da Vila – Raimundo Cardoso – Monção

Bumba Meu Boi de Costa de Mão – Denivaldo De Nazare Piedade Cordeiro – Serrano do Maranhão

DANÇAS

Dança do Lili – Raimundo Nonato Da Silva – Caxias

ESCOLAS DE SAMBA

Escola de Samba Amigos do Samba de Guajerutiua  – Adenilton Pereira Louzeiro – Guimarães

ESPAÇO CULTURAL

Reforma da Sede do Grupo Caixeiras do Divino Espírito Santo – Jaizon Almeida Matos – Monção

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Construção da Capela do Divino Espírito Santo – Francisco Lacerda Nunes – Caxias

Centro De Folclore E Arte Popular De Caxias (Cefol) – Cayo Cezar de Farias Cruz – Caxias

Casa De São Bilibeu – Maria Vitoria Ribeiro – Viana

Grupo da Igreja São Sebastião – Erly Teixeira Dias –  Santa Rita        

FESTIVIDADES

Tradicional Festejo de São Benedito do Quilombo Oiteiro dos Nogueiras – Maria José dos Santos – Itapecuru Mirim 

Encontro de Carros de Boi de Cururupu – Marlene Dos Anjos Pinto – Cururupu

Festejo do Sagrado Coração de Maria – Antônio Francisco do Espírito Santo – Timon 

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Festejo Do Divino Espírito Santo Em São João Batista – Jociel Costa Santos – São João Batista 

Caixeiras do Altíssimo Divino Espírito Santo – Hellem do Livramento Padilha Reis – Monção

Festa Do Divino Espírito Santo – Maria Sousa dos Santos – Caxias

MESTRES E MESTRAS

Mestre Douglas de Jesus Castro Lopes – Paço do Lumiar

Mestre João Batista Cunha Silva – Matinha 

Mestra Jovania Silva Pires – Cururupu

Mestre Silvaney Ribeiro Pereira           – Mirinzal

Mestre Antonio Santos Martins          – Arari

Mestre Sebastião Raimundo Costa – Cajari

Mestra Maria da Anunciação dos Santos – Icatú

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GRUPOS DE REISADO

Grupo Cultural De Reisado Do Povoado São Martins  – Antonio Oliveira Santos – Timon 

Grupo De Reisado Povoado Nazaré Do Bruno – Luis Francisco Do Santos – Caxias

TAMBOR DE CRIOULA

Tambor De Crioula Do Unidos De São Benedito – Neuza Vieira Marques – São Luis 

Tambor De Crioula Brilho Da União – Geralda Clemencia Sá Santos – São Luis 

Tambor De Crioula Mimo De São Benedito Da Comunidade Quilombola De Quindiua – Zilda Amorim De Fátima Cantanhede  – Bequimão

Tambor De Crioula Do Quilombo Mata Boi – José Domingos Dos Santos – Monção

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– No Pará:

A Mata em Chamas – Rosaline de Paula Bitencurt Ribeiro – Abaetetuba

Amadeu Gabriel Martins Cardoso – Amadeu Gabriel Martins Cardoso – Belém

Amazônia Street River – Sebastião Junior – Belém

Anderson de Sousa Ferreira – Anderson de Sousa Ferreira – Belém

André Grijó – André Lima Dias Fernandes Grijó – Paraupaebas

Ártemis – Diana Serra Santos – Canaã dos Carajás

Associação Cultural de Capoeira Aidê Brasil – Edino Costa da Silva – Canaã dos Carajás

Ateliê Casas Flutuantes – Igor Felipe Santos de Oliveira – Belém

Ballet Doces Passos – Mayara Ferreira da Silva – Ourilândia do Norte

B-boy Zé – Willian Nascimento Costa – Canaã dos Carajás

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Boi de Máscaras Faceiro – Talita Vieira Aranha – São Caetano de Odivelas

Boi Resolvido – Faustina Galiza – Acará

Boi-bumbá Juventude Curumim Tabatinga – Maria Rosangela Silva de Nazaré – Belém

Caroline D Paula Ramalho Nascimento – Caroline D Paula Ramalho Nascimento – Marabá

Chapéu de Fogo – Roniel Silva de Mel – Canaã dos Carajás

Diego Aquino Cavalcante Gonçalves – Diego Aquino Cavalcante Gonçalves – Marabá

Escola de Carimbó Mestre Pelé – Raimundo Rodrigo dos Santos Silva – Marapanim

Espaço Cultural Malungo – Antonia Neulima Menezes de Andrade – Bragança

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Grupo Cultural Os Timbiras – Walmeire Alves de Melo Costa – Capanema

Grupo de Capoeira Zumbi – Vando Cleison Ferreira da Silva – Canaã dos Carajás

Grupo de Carimbó  O Popular – Edna Maria Alves Dias – Salinópolis

Grupo de Carimbó Pica Pau – Francisco Ribeiro – Marapanim

Grupo Folclórico Boi Bumbá do Campo – Nalu Suely Miranda da Paixão – Belém

Grupo Pretinhas do Arapemã – Cássia Juliana da Cruz Vasconcelos – Santarém

Karlos Nena – Carlos Ferreira dos Santos – Canaã dos Carajás

Maria Itatiane da Silva Moraes – Itatiane Moraes – Cametá

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Mestra Maria da Conceição Barbosa – Maria da Conceição Barbosa – Afua

Mestre Damasceno – Damasceno Gregório dos Santos – Salvaterra

Mestre Osmarino Farias – Osmarino Farias – Santarém

Moises Silva Oliveira – Marituba

Mostra Cultural LGBTQI+ Inclusiva – Ednelson Silva Carvalho – Canaã dos Carajás

Mre Gavião – Kumreiti Cardoso Kiné – Aldeia krijohere

N Dance – Luiz Felix Gomes Neto – Canaã dos Carajás

Olho de Águia Arte e Cultura – Lucas Silva dos Santos – Canaã dos Carajás

Onofre de Souza Lobbo – Paraupaebas

Ponto de Cultura Boi Bumbá Estrela D’alva – Alberto Costa de Melo – Belém

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Sekamena ẼTáyũ Nũ (Nossa língua está viva) – Jãdatari Xipaya Kuruaya – Altamira

Valdeli Costa Alves – Valdeli Costa Alves – Abaetetuba

Valorização da Cultura Afrodescendente – Djalma Pereira Ramalho – Oeiras do Pará

Warikatu Surui – Awikatu Surui – São Geraldo do Araguaia

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. São mais de 300 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal em execução em 2022. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org

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Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

Localizado em um casarão do centro histórico de São Luís, o Centro Cultural Vale Maranhão prioriza a produção cultural maranhense sem deixar de abrir espaço para conteúdos que venham de outros lugares. Tem o objetivo de interagir com o espaço em que está inserido, somando forças com instituições vizinhas para pensar, de maneira conjunta, em maneiras de fortalecer o centro histórico da capital do estado como pólo cultural de reconhecimento nacional.

Sobre a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás

A Casa da Cultura de Canaã dos Carajás desempenha papel de guarda e registro do acervo histórico do município, e de difusor cultural na região. É um espaço artístico e cultural aberto à comunidade que oferece, gratuitamente, atividades e eventos à população, beneficiando pessoas de todas as idades, classes sociais e origens diversas, especialmente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Seu compromisso é incentivar, através da arte e da cultura, o conhecimento da população sobre as características da região por meio de iniciativas que utilizem conteúdos relacionados à identidade cultural do território. Saiba mais em

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Segunda semana de Território Corpo começa com curso sobre Cinema Queer

Programa do Centro Cultural Vale Maranhão traz ainda oficina de maquiagem artística e uma ball room

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O Território Corpo é o programa do Centro Cultural Vale Maranhão que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Desde o dia 8 de novembro, os espaços do CCVM estão ocupados com performances, shows, oficinas e debates sobre a cultura Queer. “Escolhemos o queer como tema para que possamos pensá-lo enquanto o amplo arco que rege um tipo de comportamento, de estética, de ocupação do espaço público, imbuído de uma orientação sexual e de identidades de gênero ditas como dissidentes. Além disso, é necessário resgatarmos a origem do queer no pensamento popular, enquanto produção de classes baixas, marginais e urbanas, que propõem uma forma de contrapor o que está dado”, comenta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão e que assina a curadoria do Território Corpo ao lado de Calu Zabel, Ubiratã Trindade e Deyla Rabelo.

Em sua segunda semana de programação, será oferecido o curso “Cinema QUEER: teoria, estética e semiótica desgenerada”, que abrange os novos arranjos e composições estéticas que dão visibilidade a sujeitos que estavam fora do espaço fílmico – pessoas fora do padrão heteronormativo, que interseccionam com outros crivos, como raça, etnia, gênero e orientação sexual. Em cada aula haverá a exibição de um filme e leituras de textos-base que instigarão discussões entre os participantes sobre questões como epistemologias do corpo e produção de subjetividades. Quem ministrará as aulas é Prof. Dra. Marina Costin, cientista social, doutora em cinema e estudos de gênero pela University of Sussex (CAPES), com doutorado-sanduíche na University of California Berkeley e professora da U.V. Escola de Cinema do Maranhão/IEMA.

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A programação contará ainda com a oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, comandada por Alma Negrot, artista multimídia que trabalha com performances, maquiagem e direção de arte em videoclipes, publicidade e editorais de moda, tendo assinado trabalhos de artistas como Karol Conka, Letrux, Jhonny Hooker, Jaloo, entre outros. A oficina tem como objetivo apurar o olhar de forma sensível para o corpo e suas  infinitas possibilidades por meio da maquiagem criativa, utilizando materiais rejeitados, sucata, papel, linhas, botões, rendas e bilros. 

Espetáculos convidados e Afroball concluem a semana

Dois espetáculos serão apresentados essa semana. Ronaldo Serruya, ator e dramaturgo do grupo XIX de Teatro, apresentará a peça-manifesto A doença do outro, que propõe um formato de palestra-performance, partindo de conceitos extraídos do feminismo negro e da teoria queer para aproximá-los da ideia de “outro” que perpassa os corpos positivos e os friccionando com relatos autobiográficos do autor e performer, que vive com HIV desde 2014.

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A atriz Renata Carvalho apresentará Manifesto Transpofágico, onde se veste de seu corpo travesti para narrar a historicidade de sua corporeidade. O espetáculo acontecerá no Teatro Arthur Azevedo, com retirada de ingressos com 2 horas de antecedência na bilheteria, e tem classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Encerrando a semana e o Território Corpo Queer, acontece o Afroball, que nasceu com o objetivo de difundir o afrobaile e a cultura ballroom em São Luís. Criada em Nova York, nos anos 80, por travestis negras e latinas que perceberam a necessidade de impor novas realidades em uma sociedade excludente, a cultura ballroom é um espaço onde a pluralidade de corpos e vivências de protagonismo preto e transexual se encontram para performar em categorias e competir por prêmios e reconhecimento.

Toda a programação é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Programação Completa

●        16 a 19/11 – 14h às 18h – Curso Cinema Queer: Teoria, estética e semiótica desgenerada, com Marina Costin

                        15h às 19h – Oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, com Alma Negrot

●        16/11 – 19h – Conversa Aberta O queer, o marginal e a cena, com Glamour Garcia e Ronaldo Serruya

●        17/11 – 19h – Espetáculo A Doença do Outro, com Ronaldo Serruya

●        18/11 – 20h – Espetáculo Manifesto Transpofágico, com Renata Carvalho, no Teatro Arthur Azevedo

●        19/11 – 17h – Afroball, com apresentação de Negroni Blyndex e DJ Gabi Leão

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Sobre o Território Corpo

Criado em 2020, o Território Corpo é o programa do CCVM que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Em sua primeira edição, teve o tema “Entre Brasil e África Negra” e foi dedicado às danças e à corporeidade negra, com debates e oficinas de danças e artes cênicas em uma programação 100% virtual. Em 2021, com a retomada de atividades presenciais, teve a perspectiva da arte urbana, de rua, como tema, levando para paisagens de São Luís performances, instalações e intervenções.

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.

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CCVM abre inscrições para a 5ª edição do Festival Kebrada

O maior festival de cultura de rua do Maranhão está chegando. O Kebrada, realizado pelo Centro Cultural Vale Maranhão, acontecerá no mês de dezembro e está com inscrições abertas para artistas que queiram compor a programação. Estão sendo aceitas propostas de MCs, bandas e DJs que queiram se apresentar e grafiteiros que tenham interesse em renovar o mural de grafitti do CCVM. As inscrições podem ser feitas pelo site ccv-ma.org.br/editais até o dia 23 de novembro.

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O Festival Kebrada foi criado no ano de 2018 para valorizar a cultura de rua, dando destaque para todos os elementos que a compõem: a dança, o hip hop e o grafite. Ao longo dos anos, mais de 100 artistas já passaram pelo CCVM, entre eles nomes nacionalmente conhecidos como Rincon Sapiência, Erick Jay, Thiago Elniño e BK’. E também já foi palco de nomes maranhenses em ascensão na cena musical, como Marco Gabriel, Hades e Pantera Black.

A programação do CCVM pode ser acessada pelo site e pelas redes sociais @centroculturalvalemaranhao. Toda a programação é gratuita. O CCVM fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico.

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Parceria entre CCVM e Teatro Arthur Azevedo leva oficina de teatro lambe-lambe para a Semana de Teatro

Em parceria com o Teatro Arthur Azevedo, o Centro Cultural Vale Maranhão oferecerá a oficina de Teatro Lambe-lambe dentro da programação da XVII Semana do Teatro no Maranhão. De 8 a 12 de novembro, das 10h às 13h, a oficina trará conceitos e possibilidades na montagem de cenas dentro de uma caixa para um único espectador, com a linguagem do teatro de animação, objetos, bonecos e sombra. Além da história e dos conceitos que definem a linguagem, a oficina proporá técnicas para a construção de diferentes caixas, cenários, bonecos e investigação de objetos de acordo com proposições que surgirem no encontro.

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O Teatro Lambe-lambe foi criado na Bahia, em 1989, pelas artistas Denise Di Santos e Ismine Lima, que o nomearam assim inspiradas pelos antigos fotógrafos de rua chamados lambe-lambe. Esta linguagem teatral se disseminou pelo mundo, principalmente na América Latina, fazendo-se presente em diversos festivais de teatro de animação.

Quem ministrará as aulas é Fábio Pinheiro, artista plástico e membro fundador da Companhia A Roda de teatro de bonecos, apresentando-se como Animador e Coordenador de Animação em festivais e oficinas no Brasil e exterior, temporadas em Salvador e no Palco Giratório do SESC. Ministrou oficinas de animação e construção de bonecos e participou na montagem de espetáculos de teatro e música como cenógrafo e aderecista. Participa com mais de 200 esculturas em papel na Exposição permanente do Centro de Memória do Circo, Galeria Olido, São Paulo.

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Os interessados devem comparecer ao CCVM no primeiro dia de aula para realizar a inscrição presencialmente. O CCVM fica localizado à Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís. Ao todo serão oferecidas 25 vagas.

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História e estética do movimento Queer é a temática da nova edição do Território Corpo

Programa do Centro Cultural Vale Maranhão terá duas semanas de atividades que destacam produções locais e nacionais de artistas queer

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O termo Queer foi usado, durante muitos anos, de forma pejorativa para se referir a minorias sexuais e de gênero. Partindo de uma tradução literal – peculiar, estranho -, englobava em seu espectro todos aqueles que não se enquadravam em um padrão imposto pela sociedade. Foi no final dos anos 80 que ativistas tomaram posse do termo de forma política, para exigir respeito, direitos e reconhecimento de uma cultura que rompia com a normatividade heterossexual e com o estereótipo homossexual conhecido.

O viés político do queer, por conseguinte, tem desdobramentos artísticos, seja na moda, no cinema, na fotografia e em diversas linguagens. Entendendo a amplitude criativa que o queer abrange, o Centro Cultural Vale Maranhão apresenta a nova edição do programa Território Corpo, com a cultura Queer como temática, trazendo para os espaços da instituição uma programação com artistas maranhenses e de outros estados brasileiros.

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De 8 a 19 de novembro, o CCVM será ocupado por oficinas, um curso sobre a origem do queer, desfile, debates, shows, performances e um baile no estilo ball room. “Escolhemos o queer como tema para que possamos pensá-lo enquanto o amplo arco que rege um tipo de comportamento, de estética, de ocupação do espaço público, imbuído de uma orientação sexual e de identidades de gênero ditas como dissidentes. Além disso, é necessário resgatarmos a origem do queer no pensamento popular, enquanto produção de classes baixas, marginais e urbanas, que propõem uma forma de contrapor o que está dado”, conta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão e que assina a curadoria do Território Corpo ao lado de Calu Zabel e Ubiratã Trindade.

Artistas maranhenses compõem a programação

Abrindo o Território Corpo Queer, as artistas maranhenses Fuega, Enme, Butantan e Frimes se reúnem novamente para apresentar o show Queer, levando para o CCVM o repertório autoral de suas carreiras reconhecidas nacionalmente. Juntam-se a elas as artistas trans PP Poeta Marginal, Nebraska Diamond e Hera Vyper, com performances sobre o corpo travesti em diferentes perspectivas e simbologias.

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O modelo e performer Negroni Blyndex junto com o bailarino David Rebolativo ministrarão um workshop de Voguing, estilo de dança surgido nos Estados Unidos, nos anos 60, que se popularizou entre a comunidade negra latino-americana LGBTQIA+, como forma de resistência e celebração da diversidade. As aulas serão uma preparação para o Afroball, baile que mistura a música preta com um ball, evento onde a comunidade queer se encontra para competir em categorias de dança, desfile e beleza. O evento vai encerrar o Território Corpo Queer no dia 19 de novembro.

Oficinas de moda e maquiagem e curso sobre o queer no audiovisual

Uma das novidades desse ano no Território Corpo é o curso sobre o Cinema Queer, ministrado pela cientista social e doutora em cinema Marina Costin. O curso abrange os novos arranjos e composições estéticas que dão visibilidade a sujeitos que estavam fora do espaço filmíco – pessoas fora do padrão heteronormativo, que interseccionam com outros crivos, como raça, etnia, gênero e orientação sexual. Em cada aula haverá um filme e leituras de textos-base que instigarão discussões entre os participantes em torno de questões como epistemologias do corpo e produção de subjetividades.

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Considerando a moda como uma das principais características da cultura queer, serão oferecidas as oficinas Transmutação Têxtil O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação. A primeira será ministrada pela artista e estilista Vicenta Perrotta, que desenvolverá em 4 encontros um processo artístico baseado nas tecnologias sociais construídas por pessoas trans – como a Pedagogia do Lixo, a Ressignificação de Consumo e a Transmutação Têxtil -, que por meio de técnicas de costura, estimulam uma consciência de que o consumo também é um mecanismo de construção de estereótipos.

O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação será comandada por Alma Negrot, artista multimídia que trabalha com performances, maquiagem e direção de arte em videoclipes, publicidade e editorais de moda, tendo assinado trabalhos de artistas como Karol Conka, Letrux, Jhonny Hooker, Jaloo, entre outros. A oficina tem como objetivo apurar o olhar de forma sensível  para o corpo e suas  infinitas possibilidades por meio da maquiagem criativa, utilizando materiais rejeitados, sucata, papel, linhas, botões, rendas e bilros. 

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Os interessados nas oficinas devem comparecer ao CCVM com 1 hora de antecedência, no primeiro dia de cada atividade, e realizar a inscrição presencialmente.

Espetáculos convidados e debates sobre diferentes perspectivas queer

Artistas convidados vão compor a programação do Território Corpo com espetáculos, performances e debates. Ronaldo Serruya, ator e dramatugo do grupo XIX de Teatro, apresentará a peça-manifesto A doença do outro, que propõe um formato de palestra-performance, partindo de conceitos extraídos do feminismo negro e da teoria queer para aproximá-los da ideia de “outro” que perpassa os corpos positivos e os friccionando com relatos autobiográficos do autor e perfomer, que vive com HIV desde 2014.

Glamour Garcia, atriz revelação de 2019 por sua participação na novela A Dona do Pedaço, abre a mostra de performances do sábado, 12, com Lokomia, e compõe a mesa redonda O queer, o marginal e a cena junto com Ronaldo Serruya, debatendo a criação, os desafios e expressões de artistas queer no espaço cênico.

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A atriz Renata Carvalho apresentará Manifesto Transpofágico, onde se veste de seu corpo travesti para narrar a historicidade de sua corporeidade. O espetáculo acontecerá no Teatro Arthur Azevedo, com retirada de ingressos com 1 hora de antecedência na bilheteria.

A conversa aberta A roupa – subversão queer e a moda no Brasil reunirá Vicenta Perrotta e a jornalista, curadora e gestora cultural Erika Palomino, debatendo a moda brasileira a partir das bases queer – conectadas ao popular, ao urbano e ao marginal -, abordando a criação de roupas enquanto dispositivo de renovação cultural e suspensão dos costumes. A mediação será de Gabriel Gutierrez. O debate será seguido de um desfile com as roupas produzidas durante a oficina de Transmutação Têxtil.

O Território Corpo acontecerá de 8 a 19 de novembro, nos espaços do Centro Cultural Vale Maranhão, totalmente gratuito. O CCVM está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Programação Completa

●        08 a 11/11 – 15h às 19h – Oficina Transmutação Têxtil, com Vicenta Perrotta

●        08/11 – 19h – Show Queer – com Enme, Fuega, Butantan & Frimes

●        09/11 – 19h – Performance Mulundus – Pepê Poeta Marginal

●        10/11 – 19h – Espetáculo Pavão Misterioso – Ivan Bernadelli

●        11/11 – 19h – Conversa Aberta + Desflie A roupa – subversão queer e a moda no Brasil, com Erika Palomino e Vicenta Perrota. Mediação de Gabriel Gutierrez

●        12/11 – 14h às 18h – Vogue Class – com David Rebolativo e Negroni Blyndex

                                19h – Mostra de Performances com Glamour Garcia, Alma Negrot, Nebraska Diamond, Hera Vyper e Baby Vyper

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●        16 a 19/11 – 14h às 18h – Curso Cinema Queer: Teoria, estética, e semiótica desgenerada, com Marina Costin

                                      15h às 19h – Oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, com Alma Negrot

●        16/11 – 19h – Conversa Aberta O queer, o marginal e a cena, com Glamour Garcia e Ronaldo Serruya

●        17/11 – 19h – Espetáculo A Doença do Outro, com Ronaldo Serruya

●        18/11 – 19h – Espetáculo Manifesto Transpofágico, com Renata Carvalho, no Teatro Arthur Azevedo

●        19/11 – 19h – Afroball, com apresentação de Negroni Blyndex e DJ Gabi Leão

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Sobre o Território Corpo

Criado em 2020, o Território Corpo é o programa do CCVM que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Em sua primeira edição, teve o tema “Entre Brasil e África Negra” e foi dedicado às danças e à corporeidade negra, com debates e oficinas de danças e artes cênicas em uma programação 100% virtual. Em 2021, com a retomada de atividades presenciais, teve a perspectiva da arte urbana, de rua, como tema, levando para paisagens de São Luís performances, instalações e intervenções.

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.

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Mestras exaltam a representatividade feminina no Bumba Meu Boi

A figura de liderança dentro do Bumba Meu Boi é tradicionalmente masculina. Entretanto, abrindo caminhos para mais igualdade de gênero dentro da brincadeira, há grupos que são comandados por mestras, legando à presença feminina um novo valor.

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Para exaltar e valorizar o trabalho destas mulheres à frente de seus grupos, o Centro Cultural Vale Maranhão recebe nesta quinta-feira, 3 de novembro, às 19h, no Pátio Aberto, o show Mestras da Baixada, composto por Mestra Duca, do Boizinho Encantado Proteção de Santo Antônio; Mestra Maria do Rosário, do Bumba Meu Boi Linda Joia de Jacareí; Mestra Ana Lice, do Bumba Meu Boi Original; e Mestra Isabel, do Bumba Meu Boi Brilho da Noite do Sítio do Pica-pau Amarelo.

O show é uma iniciativa da Central dos Bois do Sotaque da Baixada e Costa de Mão, associação fundada em 2010 por mestres e mestras da cultura maranhense, com o objetivo de pesquisar, desenvolver e estimular os sotaques da baixada e costa de mão, e lutar pela divulgação, valorização e continuidade desses grupos.

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A programação é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão fica localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Edital CCVM Apoia entra na última semana de inscrições

Edital destinará R$ 400 mil a artistas maranhenses e foca no desenvolvimento da cultura local.

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As inscrições para o edital CCVM Apoia estão abertas até o próximo sábado, dia 5 de novembro. A iniciativa do Instituto Cultural Vale e do Centro Cultural Vale Maranhão vai destinar R$ 400 mil, exclusivamente, a projetos de profissionais da cultura popular maranhenses.

No Maranhão, o Edital Apoia já beneficiou 131 projetos em edições anteriores, entre bandas, grupos de Bumba Meu Boi e Tambor de Crioula, mestres e mestras, artesãos e comunidades quilombolas. “É no seio das diversas comunidades do Brasil profundo que a cultura se origina. A sabedoria popular pode ser vista nas mais diversas expressões e linguagens – festas, ritos, músicas, danças, artesanato – e em infinitas possibilidades artísticas. O principal foco de trabalho do CCVM é dar visibilidade e apoio aos detentores desse conhecimento, proporcionando a eles o incentivo necessário à continuidade desse trabalho tão fundamental para repensarmos a sociedade”, destaca o diretor do Centro Cultural Vale Maranhão, Gabriel Gutierrez.

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Para facilitar o acesso do público ao edital, há a possibilidade de inscrições via vídeo de whatsapp. Os interessados podem enviar um vídeo respondendo às perguntas da ficha de inscrição para o número 98 985303540. O Edital Apoia é realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e fortalece o compromisso do Instituto Cultural Vale com o desenvolvimento da economia da cultura local e com a promoção de múltiplas e diversas manifestações artísticas de todas as regiões do Brasil. Serão, ao todo, 40 projetos premiados com o valor de R$ 10 mil cada. O regulamento, instruções de envio e ficha de inscrição encontram-se no site do CCVM – www.ccv-ma.org.br.

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Instituto Cultural Vale lança edital de apoio à cultura popular do Maranhão e do Pará

Edital destinará R$ 800 mil a artistas maranhenses e paraenses, e foca no desenvolvimento da cultura local. Inscrições vão até 5 de novembro de 2022

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O Instituto Cultural Vale lança nesta quarta-feira, 5 de outubro, o Edital Apoia. A iniciativa vai destinar de R$ 800 mil, exclusivamente, a projetos de profissionais da cultura popular do Pará e do Maranhão,  estados que abrigam dois dos  quatro espaços culturais que integram o Instituto: o Centro Cultural Vale Maranhão e a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás. Cada um dos espaços destinará R$ 400 mil a artistas e grupos da cultura popular regional dos estados onde estão inseridos. 

Edital Apoia é realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e fortalece o compromisso do Instituto Cultural Vale com o desenvolvimento da economia da cultura local e com a promoção de múltiplas e diversas manifestações artísticas de todas as regiões do Brasil. São, ao todo, 40 projetos premiados com o valor de R$ 10 mil, cada, por estado.  O processo de seleção será feito por um comitê técnico composto por profissionais especialistas do Instituto Cultural Vale e por consultores externos locais e nacionais. As inscrições poderão ser feitas entre os dias 5 de outubro e 5 de novembro  de 2022, nos sites do CCVM – www.ccv-ma.org.br e da CCCC – www.casadaculturacanaa.com.br

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“Contribuir para a produção cultural, movimentar a economia criativa local e   ampliar espaços para o pensar e o fazer cultural  nas diversas regiões brasileiras é um dos nossos principais objetivos de atuação. E em iniciativas como o Edital Apoia, reconhecemos também a diversa produção cultural do país, visibilizamos a cultura regional e ampliamos oportunidades para que artistas e produtores de cultura possam compartilhar suas criações com os diversos públicos”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale. 

No Maranhão, o Edital Apoia já beneficiou 131 projetos em edições anteriores, entre bandas, grupos de Bumba Meu Boi e Tambor de Crioula, mestres e mestras, artesãos e comunidades quilombolas. “É no seio das diversas comunidades do Brasil profundo que a cultura se origina. A sabedoria popular pode ser vista nas mais diversas expressões e linguagens – festas, ritos, músicas, danças, artesanato – e em infinitas possibilidades artísticas. O principal foco de trabalho do CCVM é dar visibilidade e apoio aos detentores desse conhecimento, proporcionando a eles o incentivo necessário à continuidade desse trabalho tão fundamental para repensarmos a  sociedade”, destaca o diretor do Centro Cultural Vale Maranhão, Gabriel Gutierrez. 

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O edital selecionará propostas em diversas linguagens artísticas, como artes visuais, música, dança, festejos e celebrações. “Buscamos a promoção do patrimônio cultural regional, valorizando a trajetória dos fazedores da cultura popular que tanto contribuem para a identidade amazônica. A iniciativa reforça a importância do fomento à cultura como instrumento de inclusão e preservação da memória paraense e história de nossos territórios”, reforça Randy Rodrigues, diretor da Casa da Cultura de Canaã dos Carajás.

Serão 40 projetos premiados com o valor de R$ 10 mil, cada, por estado. O processo de seleção será feito por um comitê técnico composto por profissionais especialistas do Instituto Cultural Vale e por consultores externos locais e nacionais. As inscrições poderão ser feitas entre os dias 05 de outubro e 05 de novembro nos sites do CCVM – www.ccv-ma.org.br e da CCCC – www.casadaculturacanaa.com.br

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-Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. São mais de 300 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal em execução em 2022. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

Localizado em um casarão do centro histórico de São Luís, o Centro Cultural Vale Maranhão prioriza a produção cultural maranhense sem deixar de abrir espaço para conteúdos que venham de outros lugares. Tem o objetivo de interagir com o espaço em que está inserido, somando forças com instituições vizinhas para pensar, de maneira conjunta, em maneiras de fortalecer o centro histórico da capital do estado como pólo cultural de reconhecimento nacional. 

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Sobre a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás

A Casa da Cultura de Canaã dos Carajás desempenha papel de guarda e registro do acervo histórico do município, e de difusor cultural na região. É um espaço artístico e cultural aberto à comunidade que oferece, gratuitamente, atividades e eventos à população, beneficiando pessoas de todas as idades, classes sociais e origens diversas, especialmente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Seu compromisso é incentivar, através da arte e da cultura, o conhecimento da população sobre as características da região por meio de iniciativas que utilizem conteúdos relacionados à identidade cultural do território. Saiba mais em

Sites:

institutoculturalvale.org/

ccv-ma.org.br

casadaculturacanaa.com.br/.

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