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Norte-americano espanca e prende brasileiro gay em cativeiro

O norte-americano Jackson Sugrue, de 19 anos, foi preso em Boston, nos Estados Unidos, acusado por cometer crime de ódio contra Otoni Eliseu, brasileiro de 50 anos, que alega ter sido atacado com insultos homofóbicos, além de ser agredido fisicamente.

De acordo com a vítima, ela estava desempregada e morando nos fundos da igreja batista da Filadélfia, em Framingham, Massachusetts, junto com o suspeito, que sem motivo aparente se tornou violento. “Ele me atacou por trás, dizendo ‘você é gay, você gosta de mim?”, lembrou ele.

Eliseu ainda relatou que foi espancado com um extintor de incêndio. Após as agressões, o homem foi trancado no banheiro, onde passou quatro dias sem ter o que comer e beber. Somente no último dia, a vítima conseguiu fugir e chamar a polícia.

Ele foi encontrado pelos agentes inconsciente e com vários hematomas por todo o corpo. “Jesus estava me ajudando, graças a Deus estou vivo”, ressaltou o brasileiro. Ele foi levado para o hospital para tratamento. Sugrue foi preso no mesmo dia, sob acusação de crime de ódio.


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A cidade conservadora do Peru que cogitou mudar sua bandeira por semelhança com símbolo LGBT

As bandeiras do arco-íris espalhadas por diversas partes da cidade de Cusco, no Peru, costumam atrair a atenção dos turistas que visitam a antiga capital do Império Inca. Para muitos, elas passam a imagem de uma região liberal, pois remetem ao movimento gay. No entanto, o símbolo nada tem a ver com um possível apoio à comunidade LGBT.

A história da bandeira de Cusco teve início na década de 1940, relata o historiador peruano Luis Lumbreras. Na época, Hugo Flores, responsável por organizar diversos eventos tradicionais na cidade, apresentou o símbolo com sete faixas, cada uma representando uma cor do arco-íris. “Ele afirmou que existia uma bandeira do mesmo jeito durante o período Tahuantinsuyo [modo como era denominado o império Inca]”, diz à BBC News Brasil.

Conforme estudos arqueológicos e históricos, o arco-íris era considerado uma das principais divindades dos Incas, civilização andina que tinha Cusco como sua capital e teve seu império extinto em 1532.

Segundo conta Lumbreras, Flores argumentou que utilizar as cores do arco-íris seria uma forma de homenagear os Incas, que teriam uma bandeira semelhante. Porém, nunca foi comprovado que a civilização andina realmente utilizava o estandarte. “O senhor Hugo Flores morreu e nunca houve nenhuma prova sobre isso. Ele, tampouco, se preocupou em fazer tal comprovação”, comenta Lumbreras.

Pelo fato de Flores ser considerado uma figura relevante para Cusco, a bandeira apresentada por ele passou a ser utilizada por moradores da cidade em comemorações e outros eventos da região. Mesmo depois que ele morreu, o símbolo foi mantido.

Chia Beloto
Visitantes se surpreendem ao encontrar a bandeira da cidade sobre igrejas locais/Foto: Chia Beloto

A bandeira possui as mesmas sete cores do arco-íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Em 1978, o governo de Cusco adotou oficialmente o símbolo.

Desde a sua oficialização, a bandeira tornou-se alvo de polêmicas na cidade. Pouco depois, muitos moradores passaram a defender uma mudança, em razão das constantes comparações com a comunidade LGBT. Há também aqueles que criticam o fato de que nunca foi comprovado que o estandarte era utilizado pelos Incas.

Comparação com bandeira gay

No mesmo ano em que o arco-íris foi oficializado na bandeira de Cusco, ele também se tornou símbolo do movimento LGBT. Os historiadores da região ressaltam que o fato é apenas uma coincidência. “Não existe nenhuma relação entre essas bandeiras, até porque a de Cusco era utilizada muito antes”, afirma Lumbreras.

O responsável por idealizar o estandarte gay foi o artista norte-americano Gilbert Baker, que morreu no ano passado. Ele criou a bandeira para o Dia de Liberdade Gay de San Francisco, na Califórnia. Baker costumava explicar que utilizou o arco-íris pois acreditava que o símbolo transmite a ideia de diversidade e inclusão.

“Ela (a bandeira) é uma forma de mostrar, por meio das diversas cores, que podemos ser diferentes e conviver no mesmo espaço”, diz o presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis. Segundo Reis, a bandeira do arco-íris é hoje o maior símbolo do movimento. “Ela dá visibilidade para a nossa comunidade, porque é utilizada em todo o mundo”, diz.

José Cruz Agência Brasil
A bandeira LGBT atual tem seis cores – e não oito como a de Cusco. Na foto, manifestantes com a flâmula na Parada LGBT de Brasília de 2018/Foto: José Cruz (Agência Brasil)

Apesar de ter o arco-íris como base, a bandeira LGBT foi criada com oito cores, cada uma delas com um significado diferente: rosa (sexualidade), vermelho (vida), laranja (cura), amarelo (luz do sol), verde (natureza), turquesa (mágica e arte), anil (harmonia e serenidade) e violeta (espírito humano).

Anos depois da criação, a bandeira LGBT foi reduzida a seis cores, desta vez sem o rosa e o anil. Posteriormente, o azul também foi retirado e substituído pelo turquesa. “Essa mudança foi uma forma de otimização para a confecção das bandeiras, porque na época era mais fácil encontrar tecidos nas seis cores atuais”, afirma Reis.

Confusão entre turistas

A diferença na quantidade de cores das bandeiras – sete na bandeira de Cusco e seis na LGBT – pouco adianta para evitar comparações. O venezuelano Víctor Alfonso Hernández, que trabalha há sete meses como guia turístico em Cusco, relata que é comum haver perguntas sobre o símbolo da cidade. “Os turistas dizem que a bandeira é muito bonita e perguntam se tem alguma relação com o movimento LGBT. Quando eu digo que não tem nada a ver, eles acham engraçado, porque é muito semelhante”, relata.

O próprio guia conta que também pensou tratar-se da bandeira LGBT quando chegou à cidade peruana. “No meu primeiro dia em Cusco, fui à praça da cidade para ver o desfile das Forças Armadas, que acontece todos os domingos. Quando vi os militares com uma bandeira gigante de Cusco, pensei: eles são muito liberais por aqui. Mas depois entendi que se tratava do símbolo da região.”

Em recente visita a Cusco, a cineasta Chia Beloto também se confundiu ao ver o símbolo da cidade. “Logo que cheguei, reparei a bandeira, porque ela estava em todos os lados. Eu pensei: ‘esta cidade é muito gay friendly (amistosa com o público gay)’. Um dia, sentei no terraço, vi a bandeira em cima de uma igreja e concluí que realmente não poderia ser algo relacionado ao movimento LGBT. Pesquisei no Google e descobri que não tem nada a ver”, conta.

Guma Farias
Apesar da bandeira, a população de Cusco é bastante conservadora e algumas pessoas reclamam da confusão/Foto: Guma Farias

A designer Ellen Eres relata que sabia que não se tratava de uma bandeira LGBT, porém chegou a comentar com um guarda da cidade sobre a semelhança entre os símbolos. “Ele enfatizou que não tinha nenhuma relação entre as bandeiras e disse que achava feio relacionarem a simbologia Inca ao movimento LGBT, porque considera a homossexualidade como algo errado”, diz.

Mudança de bandeira

As comparações com a bandeira LGBT fizeram com que o governo de Cusco cogitasse mudar o símbolo do arco-íris, após constantes reclamações de moradores da cidade. “Existe uma forte tradição indígena em Cusco, em razão dos Incas, por isso a região é muito conservadora. Eles tentam preservar a cultura dos antepassados”, justifica Lumbreras.

Uma consulta foi realizada pelo governo de Cusco, por meio da internet, há 10 anos. Os representantes da região perguntaram aos moradores se eles queriam que a bandeira do local fosse alterada. Caso a maioria fosse favorável, seria realizado um concurso para definir o novo símbolo.

Lumbreras conta que a maioria dos moradores, no entanto, optou por manter o símbolo. “Essa ideia de mudança não prosperou.”

Fonte: BBC News Brasil


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Filhos de pais gays crescem tão bem quanto os de casais heterossexuais

Um estudo sobre pais do mesmo sexo concluiu que seus filhos são tão bem psicologicamente ajustados quanto os de casais heterossexuais–ou mesmo melhores. Conduzida por psicólogos da Universidade de Sapienza de Roma e da Universidade do Texas de Austin, a pesquisa envolveu quase 400 casais.

Feito com base em questionários, o estudo consultou 195 pais heterossexuais (que tiveram filhos sob condições naturais), 70 casais de homens, que tiveram filhos com uma mulher (algo como barriga de aluguel), e 125 casais de mulheres, com concepção por doação de esperma.

As perguntas feitas aos pais foram “Quanto vocês avaliam que a sua família é funcional?”, “Quais são os pontos fortes, fracos e características sociais dos seus filhos?” e “Qual é a avaliação que faz se si mesmo enquanto pai?”. Os resultados foram compilados e analisados estatisticamente.

Os pesquisadores destacaram que as crianças com pais gays e mães lésbicas foram reportadas mostrando menor ocorrência de problemas psicológicos do que filhos de pais heterossexuais.

O estudo foi analisado pela comunidade científica e publicado no Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics.

Ainda assim, ele tem algumas limitações. Ele não é longitudinal, quando pesquisadores acompanham os participantes de uma pesquisa ao longo dos anos, e é baseado em questionário, o que deixa a conclusão sujeita ao que se chama de viés.

No contexto científico, o novo estudo faz sentido e se encaixa em uma série de outros levantamentos e pesquisas feitas em diferentes regiões do planeta.

Em 2010, por exemplo, uma análise de 33 estudos sobre o bem-estar de crianças criadas por pais homossexuais concluiu que não há evidências, em termos sociais, educacionais, comportamentais e emocionais, que elas sejam piores do que os filhos de casais heterossexuais. 

Fonte: EXAME


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Associação quer que presos LGBT fiquem só em prisões femininas

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 527), na qual pede que a Corte dê à Resolução Conjunta da Presidência da República e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD) 1/2014 interpretação compatível com a Constituição Federal a fim de que as custodiadas transexuais e travestis somente cumpram pena em estabelecimento prisional compatível com o gênero feminino. A ADPF foi distribuída ao ministro Luís Roberto Barroso.

Na ação, a entidade sustenta que o direito deve ser garantido em respeito aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, inciso III), da proibição ao tratamento degradante ou desumano (artigo 5º, inciso III) e da garantia à saúde (artigo 196). A controvérsia gira em torno da aplicação de dispositivos da Resolução 1/2014, que estabelece parâmetros de acolhimento do público LGBTT presos nos estabelecimentos prisionais brasileiros.

O artigo 3º da resolução determina o oferecimento de “espaços de vivência específicos” a travestis e gays privados de liberdade em unidades prisionais masculinas, considerando a sua segurança e especial vulnerabilidade. Esses espaços não devem se destinar à aplicação de medida disciplinar ou de qualquer método coercitivo. A transferência da pessoa presa para este local deve ser condicionada à sua expressa manifestação de vontade. Já o artigo 4º da resolução prevê que as pessoas transexuais masculinas e femininas sejam encaminhadas a unidades prisionais femininas. Além disso, às mulheres transexuais deve ser garantido tratamento isonômico ao das demais mulheres em privação de liberdade.

Segundo a ação, há decisões judiciais conflitantes na interpretação dos dispositivos da resolução, circunstância que coloca em xeque os direitos constitucionais de transexuais e travestis, submetidas a condições de desrespeito em estabelecimentos prisionais incompatíveis com o gênero feminino, sofrendo toda sorte de influências psicológicas e físicas. “As travestis e transexuais custodiadas pelo Estado, em estabelecimento prisional incompatível com o gênero feminino, são submetidas às mais diversas violações de direitos, como por exemplo o desrespeito à integridade física e moral, desrespeito à honra, desrespeito à vida, desrespeito à integridade do corpo, e, sobretudo, o impedimento de expressar sua sexualidade e o seu gênero”, afirma a associação.

Liminar

Segundo a autora da ADPF, pedidos judiciais e administrativos de transferência de travestis e transexuais a estabelecimentos prisionais compatíveis com o gênero feminino têm sido negados sistematicamente, circunstância que justifica a concessão de liminar para assegurar tal direito. No mérito, a entidade pede que o STF dê interpretação conforme a Constituição aos dispositivos da Resolução Conjunta Presidência da República e Conselho Nacional de Combate à Discriminação 1/2014 para assentar que as custodiadas transexuais e travestis somente poderão cumprir pena em estabelecimento prisional compatível com o gênero feminino.

Fonte: Braz


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Campanha brasileira de dia dos pais com pai trans vence Cannes

A história de Cesar Sant’anna, um homem transgênero que gerou seu filho antes de passar pela transição de gênero, foi contada em uma nova campanha de Dia dos Pais chamada “O primeiro Dia dos Pais de César”.

A obra foi uma das vencedoras do Cannes Lions no final do mês passado. A criação é da produtora baiana Propeg junto com o Grupo Gay da Bahia e foi veiculada em 2017.

Em entrevista ao jornal Correio 24 Horas, a diretora de atendimento da agência, Michele Estevez, falou em nome do time de criadores comemorando a vitória: “Essa é a primeira vez que conquistamos essa premiação que é a mais importante do mundo da propaganda. A campanha traz uma veracidade de uma história real. Acho que o tema vai ser cada vez mais atual. Todos os grandes anunciantes hoje estão dialogando com essa temática e atingimos esse reconhecimento”.

Assista ao vídeo da campanha abaixo:

Após incluir conteúdo LGBT, The Sims é banido em sete países

A Eletronic Arts – desenvolvedora de um dos mais populares jogos de simulação de vida, o The Sims -, anunciou que a versão disponível para smartphones (Android, Windows Phone e iOS), intitulada FreePlay será banida em pelo menos sete países, possivelmente por causa do conteúdo LGBT adicionado no aplicativo recentemente.

A declaração foi feita em comunicado no qual a empresa explica que a censura aconteceu pelo game não estar em conformidade com as regras regionais. Apesar da empresa não entrar em detalhes, os fãs da plataforma passaram a especular, que as mudanças que trazem a representatividade da comunidade arco-íris tenham sido o real motivo para que o jogo fosse banido.

“Nós sempre tivemos orgulho que nossas experiências no jogo abraçam valores diversos como os existentes na nossa comunidade. Isso é tão importante para nós quanto eu sei que é para vocês”, disse o representante da detentora na nota.

A mudança deve ocorrer a partir do próximo dia 05 de julho, quando o app não estará mais disponível para download na China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Kuwait, Catar e Egito.

Fonte: ObservatórioG

Estudo mostra que crianças com pais do mesmo sexo são mais estáveis emocionalmente

O estudo italiano também descobriu que os pais gays são as famílias que funcionam melhor

Um novo estudo descobriu que crianças com pais do mesmo sexo são mais “emocionalmente estáveis”.

A pesquisa – que foi publicada no Journal of Developmental e Behavioral Paediatrics – descobriu que o bem-estar de uma criança estava ligado a quão bem as funções familiares são mais do que a sexualidade dos pais.

Três grupos de pais que moram na Itália participaram da pesquisa on-line e incluíram 70 pais gays, 125 lésbicas e 195 casais heterossexuais.

As famílias foram pareadas com as características de seus filhos e avaliadas quanto às habilidades de seus pais, funcionamento familiar e pontos fortes e dificuldades de seus filhos.

O professor Roberto Baiocco, da Universidade de Roma, disse: “Nossas descobertas sugerem que crianças com pais do mesmo sexo se saem bem, tanto em termos de ajustamento psicológico quanto de comportamento pró-social.

“No geral, filhos de pais do mesmo sexo tinham menos dificuldades relatadas do que filhos de pais de sexo diferente.

“Os resultados não mostraram grandes diferenças no ajustamento psicológico das crianças entre os três grupos de famílias.”

Os pais gays supostamente eram as famílias que funcionavam melhor, o que foi especulado como sendo devido ao alto nível de comprometimento necessário para homens homossexuais se tornarem pais por meio de mães de aluguel.

O estudo italiano mostra que não há problemas de aumento para crianças com pais do mesmo sexo em comparação com casais heterossexuais apesar da adoção gay ainda ser ilegal no país.

Fonte: Attitude


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Ativistas protestam contra cancelamento da Marcha do Orgulho Gay em Istambul

Membros da comunidade LGBT de Istambul se reuniram neste domingo (1°) para protestar contra o cancelamento pelo terceiro ano consecutivo da Marcha do Orgulho Gay que vem sendo banida pelo governo local. As informações são da agência Reuters.

Ao contrário do desfile que costumava levar dezenas de milhares de pessoas para uma das principais vias da capital, o comício reuniu apenas poucas centenas de ativistas para reivindicar seus direitos munidos de cartazes e gritando palavras de ordem. O governo não comentou a manifestação.

Apesar de ser considerada relativamente segura para os gays, onde a homossexualidade não é considerada crime, Istambul é conhecida pelo alto teor homofóbico que aparece na região, e o presidente Tayyip Erdogan e seu partido Ak, de raízes islâmicas, não têm demonstrado interesse em expandir direitos das minorias como gays e mulheres.


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Netflix | 6 filmes com temática LGBT

Uma das paixões do brasileiro é o cinema. Todo ano as salas de cinema do Brasil lotam, mas sempre existem aqueles filmes que chamam mais atenção. Filmes que retratam a realidade LGBT são cada vez mais comuns, pensando nisso, O Cubo fez uma lista com os 6 filmes com temática LGBT.

Boys (2016), de Mischa Kamp

Boys (2014)
Cena do filme “Boys”, de Mischa Kamp

Sieger (Gijs Blom) é um atleta de 15 anos de idade, em fase de treinamento para uma competição de revezamento. A rotina é alterada pela chegada de um novo membro da equipe, Marc (Ko Zandvliet). Os dois descobrem interesses em comum e se tornam amigos próximos, até perceberem que possuem sentimentos um pelo outro. Sieger tenta esconder a sua atração, mas logo descobre que seu amor é grande demais para ficar em segredo.

Handsome Devil (2017), de John Butler

Handsome Devil
Imagem de divulgação

Handsome Devil é um filme de comédia dramática irlandês de 2016, realizado e escrito por John Butler, e protagonizado por Fionn O’Shea e Nicholas Galitzine.

King Cobra (2017), de Justin Kelly

King Cobra
Cena do filme “King Cobra”, de Justin Kelly

King Cobra é um filme de drama estadunidense de 2016 dirigido por Justin Kelly, baseado na biografia de Brent Corrigan, Cobra Killer: Gay Porn, Murder, and the Manhunt to Bring the Killers to Justice, escrita por Andrew E. Stoner e Peter A. Conway.

Beach Rats (2018), de Eliza Hittman

Beach Rats
Cena do filme “Beach Rats”, de Eliza Hittman

Holding The Man (2016), de Neil Armfield

Holding The Man
Cena do filme “Holding The Man”, de Neil Armfield

Tim e John se apaixonaram ainda adolescentes quando estavam no ensino médio. John era o capitão do time de futebol, e Tim um aspirante a ator fazendo um pequeno papel na peça Romeo e Julieta. 15 anos depois, a vida os pregou algumas duras peças nos dois, passando por separações, discriminação, tentações, ciúmes e as perdas. Até que o destino acabou tomando um caminho inesperado.

Those People (2016), de Joey Kuhn

Those People
Imagem de divulgação

No Upper East Side de Manhattan, um jovem pintor alegre está dividido entre uma obsessão com seu infame amigo socialista e um novo romance promissor com um pianista de concerto estrangeiro mais antigo.


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‘Luta, Resistência e Solidão de não Normativos’ será exibido nesta quarta

O Coletivo Curta Diversidade exibe, nesta quarta-feira (4), às 18h, o “Luta, Resistência e Solidão de não Normativos”, no Cine Praia Grande, com entrada gratuita.

A temática foi escolhida pelo público, onde estima-se que hoje homossexuais são de 2 a 10 vezes mais propensos a se suicidarem. A probabilidade de que passaremos por um período de depressão profunda é duas vezes maior.


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