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AML comemora bicentenário de Gonçalves Dias em 2023

A Academia Maranhense de Letras (AML) realizará, no dia 17 de janeiro de 2023, às 17h, em sua sede, reunião extraordinária como ponto de partida das comemorações no Maranhão do bicentenário de nascimento de Gonçalves Dias, considerado por muitos críticos literários como o maior poeta romântico brasileiro.

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Durante a reunião, que vai contar com a participação de representantes do Governo do Maranhão, da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, de prefeituras e academias de letras de São Luís e Caxias, de universidades e entidades da sociedade civil, serão apresentados pela AML o planejamento, o cronograma e o orçamento de eventos sobre o bicentenário de Gonçalves Dias para todo o ano de 2023.

“Vamos apresentar um plano inicial de envolvimento de todos esses parceiros, com atribuição de responsabilidades, já que o poeta Gonçalves Dias é motivo de orgulho do Maranhão e de todos os maranhenses”, explica o presidente da AML, Lourival Serejo.

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A programação do bicentenário prevê a realização de palestras, criação de selo, publicação de livros, exposição de artes, espetáculos de dança, recitais, produção de documentário, entrega de medalhas e muitos outros eventos.

Antônio Gonçalves Dias nasceu em Caxias (MA), em 10 de agosto de 1823, e faleceu em naufrágio em 3 de novembro de 1864. É o patrono da cadeira 15 da Academia Brasileira de Letras e patrono geral da Academia Maranhense de Letras. Entre as suas principais obras estão “Canção do Tamoio”, “I-Juca-Pirama”, “Se se morre de amor”, “Ainda uma vez-adeus!” e “Canção do exílio”.

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Maior plataforma de streaming cultural gratuita do país foca na produção de originais em 2023

#CulturaEmCasa, iniciativa do governo de São Paulo, programa dez conteúdos exclusivos para entrar em cartaz ao longo do ano

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Cinema, peças de teatro, shows, musicais, entrevistas, infantis e produções exclusivas. Com um acervo disponível que ultrapassa os cinco mil conteúdos, a #CulturaEmCasa, a maior plataforma de streaming cultural gratuita do país, tem uma meta ousada para 2023. O objetivo é lançar dez produções originais.

A expectativa é que a primeira produção exclusiva do ano entre no streaming já em janeiro com a exibição do filme “Outras Vanguardas”, inspirada na série de mesmo nome e que aborda movimentos vanguardistas de São Paulo surgidos desde a Semana de Arte Moderna de 1922. Além do filme, estão previstas ainda as séries “Mestres” e “Museu do Ipiranga: Bicentenário da República”.

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Em março, em celebração ao mês da mulher, a plataforma traz o tema feminino a partir do filme “Mulheres do Bixiga”, além de disponibilizar o documentário “Amilton Godoy 80 anos”, que vai abordar a vida e carreira do pianista.

Outro destaque é para os shows “Originais #CulturaEmCasa”, com temas como carnaval, semana da cultura nordestina, consciência negra e dia das mães, que entrarão em cartaz ao longo do ano.

Desde que foi lançada pelo governo de São Paulo, em abril de 2020, a #CulturaEmCasa estreou cerca de 30 conteúdos exclusivos e se especializou na filmagem de peças de teatro e shows que combinam dois artistas e misturam seus repertórios, como aconteceu com Juliana Linhares e Almério; Larissa Luz e Jonathan Ferr; Paulinho Moska e Renato Luciano, Alice Caymmi e Urias, entre outros, que são gravados na sala digital do Teatro Sérgio Cardoso.

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“A Sala Digital do Teatro Sérgio Cardoso nos trouxe uma possibilidade única, de encontrar uma forma que aproximasse a experiência presencial da virtual”, afirma Danielle Nigromonte, diretora-geral da Amigos da Arte, gestora da plataforma. Diversas produções foram filmadas pela Sala Digital desde o seu lançamento, em outubro deste ano. Produções como Sísifo com Gregório Duvivier, Auê da Cia Barca dos Corações Partidos, e Ay Carmela com direção de Lavínia Pannunzio foram alguns dos espetáculos teatrais gravados para irem ao ar na plataforma #CulturaEmCasa.

Para quem não conhece, a #CulturaEmCasa tem números superlativos. Em pouco mais de dois anos desde o lançamento, a plataforma já foi acessada 7,7 milhões de vezes. São cerca de 3,6 milhões de usuários de 5,5 mil cidades. “Temos muito orgulho dos lugares que alcançamos, temos consciência da importância social que temos, e da importância do digital na formação cultural atual, por isso queremos alcançar um público cada vez maior”, diz a coordenadora de Difusão Digital da Amigos da Arte, Nina Dutra. Com os olhos voltados para a diversidade, no começo de 2022, a plataforma, que já possuía ícones de acessibilidade, inaugurou uma categoria exclusivamente dedicada aos conteúdos acessíveis.

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O acervo da #CulturaEmCasa sozinho é maior que as principais plataformas culturais gratuitas, incluindo o SPCine e o Itaú Cultural.

“Entendemos a importância cultural e de memória que tem esse acervo completo e grandioso que colocamos à disposição, com curadoria sempre muito criteriosa, mas entramos numa nova fase de entender que a alma da plataforma está no que só ela pode oferecer para a nossa plateia, e isso tem dado grandes resultados.”, afirma Nina.

De acordo com pesquisa realizada pela Databox, a pedido da Amigos da Arte, a plataforma #CulturaEmCasa tem uma plateia fiel. Cerca de 35% dos usuários voltam à plataforma, uma percentagem maior que os 25% de média registrada de visitantes que retornam a um site. Outros destaques são a frequência e o tempo de retorno, considerados curtos. A grande maioria, 67%, de acordo com a pesquisa, não leva mais que um dia para retornar e visualizam por volta de dois a três conteúdos diários.

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Com a vinda dos originais e as parcerias fechadas em 2022 com empresas, como Apple, Now, Arte 1, Music Box Brasil e Itaú Cultural Play, a plataforma aposta que vai conseguir ser mais reconhecida ainda pelo público, além de ampliar os acessos e trazer novas plateias.

Disponível na  GoogleStore e AppleStore gratuitamente.  

#CulturaEmCasa

A plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa tem a missão de ampliar o acesso da população a conteúdos culturais de qualidade, 100% gratuitos e difundir a intensa produção cultural do Estado de São Paulo, seus equipamentos e municípios. Em dois anos, a #CulturaEmCasa atingiu 4,4 mil cidades do Brasil e 166 países. A plataforma foi responsável pelo emprego direto e indireto de mais de 21 mil profissionais do setor, entre artistas, produtores e técnicos.

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A ferramenta reúne também conteúdos do Teatro Sérgio Cardoso, do Teatro Estadual de Araras, além de diversos programas de difusão cultural como o Festival de Circo Online de São Paulo, o #CircuitoSP Online, a #ViradaSP Online, e o #SPGastronomia. Integram ainda a programação da plataforma, diversas iniciativas das instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, entre as quais a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a Jazz Sinfônica, a Pinacoteca, a São Paulo Companhia de Dança, o Conservatório de Tatuí, o Projeto Guri, Fábricas de Cultura, TV Cultura, Bibliotecas, e os Museus da Imagem e do Som, MIS Experience, do Futebol, Índia Vanuíre, Casa de Portinari, Felícia Leirner/ Auditório Claudio Santoro, além dos museus casa-literários, Casa das

Rosas, Casa Mário de Andrade e Casa Guilherme de Almeida.

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Segunda semana de Território Corpo começa com curso sobre Cinema Queer

Programa do Centro Cultural Vale Maranhão traz ainda oficina de maquiagem artística e uma ball room

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O Território Corpo é o programa do Centro Cultural Vale Maranhão que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Desde o dia 8 de novembro, os espaços do CCVM estão ocupados com performances, shows, oficinas e debates sobre a cultura Queer. “Escolhemos o queer como tema para que possamos pensá-lo enquanto o amplo arco que rege um tipo de comportamento, de estética, de ocupação do espaço público, imbuído de uma orientação sexual e de identidades de gênero ditas como dissidentes. Além disso, é necessário resgatarmos a origem do queer no pensamento popular, enquanto produção de classes baixas, marginais e urbanas, que propõem uma forma de contrapor o que está dado”, comenta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão e que assina a curadoria do Território Corpo ao lado de Calu Zabel, Ubiratã Trindade e Deyla Rabelo.

Em sua segunda semana de programação, será oferecido o curso “Cinema QUEER: teoria, estética e semiótica desgenerada”, que abrange os novos arranjos e composições estéticas que dão visibilidade a sujeitos que estavam fora do espaço fílmico – pessoas fora do padrão heteronormativo, que interseccionam com outros crivos, como raça, etnia, gênero e orientação sexual. Em cada aula haverá a exibição de um filme e leituras de textos-base que instigarão discussões entre os participantes sobre questões como epistemologias do corpo e produção de subjetividades. Quem ministrará as aulas é Prof. Dra. Marina Costin, cientista social, doutora em cinema e estudos de gênero pela University of Sussex (CAPES), com doutorado-sanduíche na University of California Berkeley e professora da U.V. Escola de Cinema do Maranhão/IEMA.

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A programação contará ainda com a oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, comandada por Alma Negrot, artista multimídia que trabalha com performances, maquiagem e direção de arte em videoclipes, publicidade e editorais de moda, tendo assinado trabalhos de artistas como Karol Conka, Letrux, Jhonny Hooker, Jaloo, entre outros. A oficina tem como objetivo apurar o olhar de forma sensível para o corpo e suas  infinitas possibilidades por meio da maquiagem criativa, utilizando materiais rejeitados, sucata, papel, linhas, botões, rendas e bilros. 

Espetáculos convidados e Afroball concluem a semana

Dois espetáculos serão apresentados essa semana. Ronaldo Serruya, ator e dramaturgo do grupo XIX de Teatro, apresentará a peça-manifesto A doença do outro, que propõe um formato de palestra-performance, partindo de conceitos extraídos do feminismo negro e da teoria queer para aproximá-los da ideia de “outro” que perpassa os corpos positivos e os friccionando com relatos autobiográficos do autor e performer, que vive com HIV desde 2014.

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A atriz Renata Carvalho apresentará Manifesto Transpofágico, onde se veste de seu corpo travesti para narrar a historicidade de sua corporeidade. O espetáculo acontecerá no Teatro Arthur Azevedo, com retirada de ingressos com 2 horas de antecedência na bilheteria, e tem classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Encerrando a semana e o Território Corpo Queer, acontece o Afroball, que nasceu com o objetivo de difundir o afrobaile e a cultura ballroom em São Luís. Criada em Nova York, nos anos 80, por travestis negras e latinas que perceberam a necessidade de impor novas realidades em uma sociedade excludente, a cultura ballroom é um espaço onde a pluralidade de corpos e vivências de protagonismo preto e transexual se encontram para performar em categorias e competir por prêmios e reconhecimento.

Toda a programação é gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Programação Completa

●        16 a 19/11 – 14h às 18h – Curso Cinema Queer: Teoria, estética e semiótica desgenerada, com Marina Costin

                        15h às 19h – Oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, com Alma Negrot

●        16/11 – 19h – Conversa Aberta O queer, o marginal e a cena, com Glamour Garcia e Ronaldo Serruya

●        17/11 – 19h – Espetáculo A Doença do Outro, com Ronaldo Serruya

●        18/11 – 20h – Espetáculo Manifesto Transpofágico, com Renata Carvalho, no Teatro Arthur Azevedo

●        19/11 – 17h – Afroball, com apresentação de Negroni Blyndex e DJ Gabi Leão

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Sobre o Território Corpo

Criado em 2020, o Território Corpo é o programa do CCVM que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Em sua primeira edição, teve o tema “Entre Brasil e África Negra” e foi dedicado às danças e à corporeidade negra, com debates e oficinas de danças e artes cênicas em uma programação 100% virtual. Em 2021, com a retomada de atividades presenciais, teve a perspectiva da arte urbana, de rua, como tema, levando para paisagens de São Luís performances, instalações e intervenções.

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.

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História e estética do movimento Queer é a temática da nova edição do Território Corpo

Programa do Centro Cultural Vale Maranhão terá duas semanas de atividades que destacam produções locais e nacionais de artistas queer

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O termo Queer foi usado, durante muitos anos, de forma pejorativa para se referir a minorias sexuais e de gênero. Partindo de uma tradução literal – peculiar, estranho -, englobava em seu espectro todos aqueles que não se enquadravam em um padrão imposto pela sociedade. Foi no final dos anos 80 que ativistas tomaram posse do termo de forma política, para exigir respeito, direitos e reconhecimento de uma cultura que rompia com a normatividade heterossexual e com o estereótipo homossexual conhecido.

O viés político do queer, por conseguinte, tem desdobramentos artísticos, seja na moda, no cinema, na fotografia e em diversas linguagens. Entendendo a amplitude criativa que o queer abrange, o Centro Cultural Vale Maranhão apresenta a nova edição do programa Território Corpo, com a cultura Queer como temática, trazendo para os espaços da instituição uma programação com artistas maranhenses e de outros estados brasileiros.

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De 8 a 19 de novembro, o CCVM será ocupado por oficinas, um curso sobre a origem do queer, desfile, debates, shows, performances e um baile no estilo ball room. “Escolhemos o queer como tema para que possamos pensá-lo enquanto o amplo arco que rege um tipo de comportamento, de estética, de ocupação do espaço público, imbuído de uma orientação sexual e de identidades de gênero ditas como dissidentes. Além disso, é necessário resgatarmos a origem do queer no pensamento popular, enquanto produção de classes baixas, marginais e urbanas, que propõem uma forma de contrapor o que está dado”, conta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão e que assina a curadoria do Território Corpo ao lado de Calu Zabel e Ubiratã Trindade.

Artistas maranhenses compõem a programação

Abrindo o Território Corpo Queer, as artistas maranhenses Fuega, Enme, Butantan e Frimes se reúnem novamente para apresentar o show Queer, levando para o CCVM o repertório autoral de suas carreiras reconhecidas nacionalmente. Juntam-se a elas as artistas trans PP Poeta Marginal, Nebraska Diamond e Hera Vyper, com performances sobre o corpo travesti em diferentes perspectivas e simbologias.

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O modelo e performer Negroni Blyndex junto com o bailarino David Rebolativo ministrarão um workshop de Voguing, estilo de dança surgido nos Estados Unidos, nos anos 60, que se popularizou entre a comunidade negra latino-americana LGBTQIA+, como forma de resistência e celebração da diversidade. As aulas serão uma preparação para o Afroball, baile que mistura a música preta com um ball, evento onde a comunidade queer se encontra para competir em categorias de dança, desfile e beleza. O evento vai encerrar o Território Corpo Queer no dia 19 de novembro.

Oficinas de moda e maquiagem e curso sobre o queer no audiovisual

Uma das novidades desse ano no Território Corpo é o curso sobre o Cinema Queer, ministrado pela cientista social e doutora em cinema Marina Costin. O curso abrange os novos arranjos e composições estéticas que dão visibilidade a sujeitos que estavam fora do espaço filmíco – pessoas fora do padrão heteronormativo, que interseccionam com outros crivos, como raça, etnia, gênero e orientação sexual. Em cada aula haverá um filme e leituras de textos-base que instigarão discussões entre os participantes em torno de questões como epistemologias do corpo e produção de subjetividades.

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Considerando a moda como uma das principais características da cultura queer, serão oferecidas as oficinas Transmutação Têxtil O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação. A primeira será ministrada pela artista e estilista Vicenta Perrotta, que desenvolverá em 4 encontros um processo artístico baseado nas tecnologias sociais construídas por pessoas trans – como a Pedagogia do Lixo, a Ressignificação de Consumo e a Transmutação Têxtil -, que por meio de técnicas de costura, estimulam uma consciência de que o consumo também é um mecanismo de construção de estereótipos.

O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação será comandada por Alma Negrot, artista multimídia que trabalha com performances, maquiagem e direção de arte em videoclipes, publicidade e editorais de moda, tendo assinado trabalhos de artistas como Karol Conka, Letrux, Jhonny Hooker, Jaloo, entre outros. A oficina tem como objetivo apurar o olhar de forma sensível  para o corpo e suas  infinitas possibilidades por meio da maquiagem criativa, utilizando materiais rejeitados, sucata, papel, linhas, botões, rendas e bilros. 

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Os interessados nas oficinas devem comparecer ao CCVM com 1 hora de antecedência, no primeiro dia de cada atividade, e realizar a inscrição presencialmente.

Espetáculos convidados e debates sobre diferentes perspectivas queer

Artistas convidados vão compor a programação do Território Corpo com espetáculos, performances e debates. Ronaldo Serruya, ator e dramatugo do grupo XIX de Teatro, apresentará a peça-manifesto A doença do outro, que propõe um formato de palestra-performance, partindo de conceitos extraídos do feminismo negro e da teoria queer para aproximá-los da ideia de “outro” que perpassa os corpos positivos e os friccionando com relatos autobiográficos do autor e perfomer, que vive com HIV desde 2014.

Glamour Garcia, atriz revelação de 2019 por sua participação na novela A Dona do Pedaço, abre a mostra de performances do sábado, 12, com Lokomia, e compõe a mesa redonda O queer, o marginal e a cena junto com Ronaldo Serruya, debatendo a criação, os desafios e expressões de artistas queer no espaço cênico.

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A atriz Renata Carvalho apresentará Manifesto Transpofágico, onde se veste de seu corpo travesti para narrar a historicidade de sua corporeidade. O espetáculo acontecerá no Teatro Arthur Azevedo, com retirada de ingressos com 1 hora de antecedência na bilheteria.

A conversa aberta A roupa – subversão queer e a moda no Brasil reunirá Vicenta Perrotta e a jornalista, curadora e gestora cultural Erika Palomino, debatendo a moda brasileira a partir das bases queer – conectadas ao popular, ao urbano e ao marginal -, abordando a criação de roupas enquanto dispositivo de renovação cultural e suspensão dos costumes. A mediação será de Gabriel Gutierrez. O debate será seguido de um desfile com as roupas produzidas durante a oficina de Transmutação Têxtil.

O Território Corpo acontecerá de 8 a 19 de novembro, nos espaços do Centro Cultural Vale Maranhão, totalmente gratuito. O CCVM está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Programação Completa

●        08 a 11/11 – 15h às 19h – Oficina Transmutação Têxtil, com Vicenta Perrotta

●        08/11 – 19h – Show Queer – com Enme, Fuega, Butantan & Frimes

●        09/11 – 19h – Performance Mulundus – Pepê Poeta Marginal

●        10/11 – 19h – Espetáculo Pavão Misterioso – Ivan Bernadelli

●        11/11 – 19h – Conversa Aberta + Desflie A roupa – subversão queer e a moda no Brasil, com Erika Palomino e Vicenta Perrota. Mediação de Gabriel Gutierrez

●        12/11 – 14h às 18h – Vogue Class – com David Rebolativo e Negroni Blyndex

                                19h – Mostra de Performances com Glamour Garcia, Alma Negrot, Nebraska Diamond, Hera Vyper e Baby Vyper

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●        16 a 19/11 – 14h às 18h – Curso Cinema Queer: Teoria, estética, e semiótica desgenerada, com Marina Costin

                                      15h às 19h – Oficina O Corpo como Espaço Moldável: Processos Híbridos de Criação, com Alma Negrot

●        16/11 – 19h – Conversa Aberta O queer, o marginal e a cena, com Glamour Garcia e Ronaldo Serruya

●        17/11 – 19h – Espetáculo A Doença do Outro, com Ronaldo Serruya

●        18/11 – 19h – Espetáculo Manifesto Transpofágico, com Renata Carvalho, no Teatro Arthur Azevedo

●        19/11 – 19h – Afroball, com apresentação de Negroni Blyndex e DJ Gabi Leão

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Sobre o Território Corpo

Criado em 2020, o Território Corpo é o programa do CCVM que abre espaço para o fazer artístico e para o diálogo sobre as relações entre corpo, arte e sociedade a partir de diferentes perspectivas e subjetividades. Em sua primeira edição, teve o tema “Entre Brasil e África Negra” e foi dedicado às danças e à corporeidade negra, com debates e oficinas de danças e artes cênicas em uma programação 100% virtual. Em 2021, com a retomada de atividades presenciais, teve a perspectiva da arte urbana, de rua, como tema, levando para paisagens de São Luís performances, instalações e intervenções.

Sobre o Centro Cultural Vale Maranhão

O Centro Cultural Vale Maranhão é um espaço cultural mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o objetivo de contribuir na democratização do acesso à cultura e valorização das mais diversas manifestações e expressões artísticas da região.

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Atrações musicais vão movimentar o Festival BBQ São Luís

Maior festival de churrasco do Nordeste acontece dia 19 de novembro no Blue Tree São Luís Hotel com seis horas de open food

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São Luís se prepara para receber no dia 19 de novembro o maior festival de churrasco do Nordeste. Trata-se do Festival BBQ São Luís, que acontece no Hotel  Blue Tree. O evento, aguardado com expectativa, terá uma programação musical diversificada com nomes de peso como o DJ. Blemes, a banda de pop rock, Pandha SA, a dupla sertaneja, Fernando e Franco e os cantores Bruno Shinoda e Lucas Seabra, que prometem animar o público presente.

De acordo com o idealizador do festival, o empresário Cleber Mota, as atrações foram escolhidas com maior carinho para garantir ao público presente um momento de lazer e boa gastronomia. “Nosso festival é uma verdadeira experiência gastronômica aliado ao que há de melhor na boa música de cada cidade por onde passamos”, destaca.

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São Luís será a primeira cidade a receber o maior Festival de Churrasco do Norte e Nordeste, o BBQ Show. Com seis horas de open food, o evento acontece no dia 19 de novembro, a partir das 14h, no Blue Tree São Luís Hotel, no Calhau.  Em sua quarta edição, o festival, que nasceu na cidade de Fortaleza, já conquistou o público por onde passa e é considerado o maior do Nordeste. Na edição maranhense, a expectativa é um público de 2.500 pessoas.  

BBQ Show em números

– 6 horas de open food

– 10 horas de evento

– 24 chefs

– 500 voluntários

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– 4 toneladas de carne

– 5 toneladas de insumos para acompanhamentos

– 4 toneladas de carvão

– 1 tonelada de lenha para defumação

– 2 mil hambúrgueres

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Lençóis Jazz & Blues Festival chega a sua décima quarta edição com grandes shows e oficinas gratuitas dentro dos Circuitos: Barreirinhas e São Luís

Responsável por emplacar o Maranhão na rota dos grandes festivais do país, o Lençóis Jazz & Blues Festival chega a sua décima quarta edição ampliando os espaços para que mais pessoas possam despertar o interesse pela boa música.

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Nesta edição, a programação, totalmente gratuita e aberta ao público, será dividida em dois circuitos Barreirinhas e São Luís, e começa com shows e oficinas nesta sexta-feira, dia 07 de outubro, e dia 08, sábado, na cidade porta de entrada do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Segue para São Luís, já iniciando as oficinas na segunda-feira, 10, até quinta-feira, 13, ministradas na Escola de Música do Estado do Maranhão, das 16h às 18h, para alunos ouvintes e masters. Os shows do Circuito São Luís irão acontecer na Concha Acústica Reynaldo Faray – Lagoa, sexta-feira e sábado, dias 14 e 15 de outubro.

A iniciativa tem entre os propósitos oportunizar valiosas trocas de experiências também entre os artistas, juntando no mesmo palco talentosas expressões locais e nomes nacionais já projetados na história da música brasileira e instrumental.

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E entre os destaques nacionais, o Lençóis Festival recebe pela primeira vez em Barreirinhas, o grupo MPB 4, formado por Aquiles Reis (voz), Miltinho (voz e violão), Dalmo Medeiros (voz e viola) e Paulo Malaguti Pauleira (voz e teclado).

Na ocasião, o grupo vocal vai apresentar todos os clássicos como “Amigo é pra essas coisas” (Aldir Blanc / Silvio Silva Junior), “Roda viva” (Chico Buarque), “A lua” (Renato Rocha) e “Vira virou” (Kleiton Ramil). E ainda traz novidades no repertório com interpretações de “Beco do Mota” (Milton Nascimento e Fernando Brant), “Samba do avião” (Tom Jobim), “Regra três” e “O Bem Amado” (Toquinho e Vinicius de Moraes).

Outro destaque é Paulinho Moska, que fará o encerramento do Lençóis Festival no sábado, dia 15. Ele vai apresentar o show “Paulinho Moska: Os Violões Fênix do Museu Nacional” que começa com a exibição dos primeiros 15 minutos do documentário  “Fênix, o Voo de Davi”, produzido e exibido pela Globo News, seguido de um repertório composto por grandes sucessos de sua carreira como Tudo Novo de Novo, A Seta e o Alvo, Pensando em Você, A Idade do Céu, Lágrimas de Diamantes, Último Dia, Muito Pouco, além de uma música inédita do mestre Pixinguinha que ganhou letra escrita recentemente por Moska: “A Dor Traz o Presente” (Pixinguinha/Moska). Na verdade, é um momento de celebração pois Moska realiza o show tocando os violões que são uma terceira vida das madeiras oriundas do rescaldo no incêndio no Museu Nacional (RJ), em 2019, que um dia foram árvores, e que agora tornaram-se instrumentos de música e poesia.

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A realização do Lençóis Jazz & Blues Festivalé da Tutuca Viana Produções e FUNARTE, com patrocínio do Governo do Estado, Equatorial Energia através da Lei Estadual de Cultura. Apoio da Prefeitura de Barreirinhas, SEBRAE e Sistema FIEMA. E apoios culturais da Hotel Pousada do Buriti, Fazendinha, Pousada do Murici, Solar das Gaivotas, Pousada da Areia, Pousada Paraíso dos Lençóis, Pousada das Águias, Pousada do Rancho, Pousada do Rio, Pousada Lins, Orla Náutica Pousada e Rio Poty Hotel.

“Será uma edição memorável. A programação está bem caprichada. Temos grandes parceiros e a estrutura foi muito bem pensada para que o público seja bem recebido e tenha ótimas sensações ao assistir shows incríveis”, acentua Tutuca Viana, idealizador e coordenador geral do Festival.

Confira a programação completa:

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14º LENÇÓIS JAZZ & BLUES FESTIVAL

DIAS 07 e 08 DE OUTUBRO – CIRCUITO BARREIRINHAS

07/10 – Sexta-feira – Praça da Matriz

20h15 – Andrezinho Quarteto (MA)

21h30 – Roberta Valente e Alexandre Ribeiro convidam Cleber Silveira e Zé Barbeiro (SP)

22h30h – Otília Ribeiro & Banda (MA)

00h – Jam Session no Coreto

08/10 – Sábado – Praça da Matriz

20h30 – Thales do Vale e Quarteto (MA)

21h30h – MPB 4 (RJ)

23h00 – Felipe Cazaux (CE)

00h – Jam Session no Coreto

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Oficinas

Direcionadas aos alunos do Projeto Sopro Mágico, e demais crianças e jovens da comunidade. Das 9h às 11h no Salão Paroquial, Praça da Matriz.

·      07/10 – O Choro e seus instrumentos – Roberta Valente, Cleber Silveira, Alexandre Ribeiro e Zé Barbeiro.

·      08/10 – O Acordeon na música instrumental – Andrezinho.


· DIAS 14 e 15 DE OUTUBRO – CIRCUITO SÃO LUÍS

14/10 – Sexta-feira – Concha Acústica Reynaldo Faray – Lagoa
20h15h – Roberta Valente e Alexandre Ribeiro (SP)
21h30 – Projeto Tânia Maria (SP)

15/10 – Sábado – Concha Acústica Reynaldo Faray – Lagoa
20h15 – Gilson Peranzzetta e Nelson Faria (RJ)
21h30 – Paulinho Moska (RJ)

*Dias 14 e 15, discotecagem com Jorge Choairy (MA)

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Oficinas – Em São Luís (MA), as oficinas acontecem na Escola de Música do Estado do Maranhão, de 10 a 13 de outubro, 16h às 18h, para alunos ouvintes e masters.
Na categoria alunos ouvintes podem se inscrever estudantes de qualquer instrumento. Porém, as vagas para os alunos masters serão, exclusivamente, para estudantes dos instrumentos: violão popular de 6 e 7 cordas, bandolim, cavaquinho, pandeiro, instrumentos de sopro e acordeon.
* Alguns alunos master da oficina irão participar do show: “Roberta Valente e Alexandre Ribeiro convidam Cleber Silveira e Zé Barbeiro (SP)” no dia 14 de outubro, na Concha Acústica da Lagoa.
As inscrições podem ser feitas até 08 de outubro, via link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSej0V4ifdlxfxHp_E97f8eNddup1Rho6FPpncnGI9rGSYBp9A/viewform. Serão 60 vagas.
• 10/10, segunda-feira – Oficina de linguagem e interpretação do Choro para instrumentos solistas, com Alexandre Ribeiro.
 11/10, terça-feira – Melodia, ritmo e harmonia no choro e na música brasileira, com Zé Barbeiro (violão de 7 cordas), Roberta Valente (Pandeiro) e Cleber Silveira (acordeon).
• 12 e 13/10, quarta e quinta-feira – Prática de conjunto de Choro, com Alexandre Ribeiro, Roberta Valente, Cleber Silveira e Zé Barbeiro.

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Técnicas de serigrafia ensinadas gratuitamente no Centro Cultural Vale Maranhão

Originada na China por volta de 221 d.C., a serigrafia é uma técnica de impressão em tecido que se utiliza de tinta e estêncil. Hoje, por sua produção rápida e custo relativamente baixo, é bastante usada em camisetas, adesivos, ecobags, brindes etc.

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Com todas essas possibilidades de aplicação, o Centro Cultural Vale Maranhão proporcionará uma oficina de serigrafia, de 29 de setembro a 1º de outubro, das 14h às 18h, com aulas ministradas pelo artista visual e designer Hermano Torres. A técnica será demonstrada por meio da produção de fotolitos, confecção das telas e práticas em diferentes aplicações, como tecido, papel e embalagens.

Hermano Torres é bacharel em Design pela Universidade Federal do Maranhão e certificado em Digital Arts pela City College of San Francisco, nos Estados Unidos. Possui mais de 10 anos de carreira como designer e ilustrador.

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Os interessados na oficina devem realizar a inscrição presencialmente no CCVM no primeiro dia de aula. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.

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Maranhense Marco Gabriel concorre a premiação no maior festival de Hip Hop da América Latina; saiba como votar

É a segunda vez que um artista maranhense participa do Festival Sons da Rua

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O rapper, compositor e ator maranhense Marco Gabriel é um dos pré-finalistas da seletiva de novos talentos do maior festival de Hip Hop da América Latina, o Festival Sons das Ruas que acontece anualmente em São Paulo.  

Marco vem se destacando na cena musical nacional desde o lançamento do single “Chato” em 2020, que conta com mais de 100 mil streams nas plataformas digitais e concorreu ao prêmio de “Melhor Videoclipe Envolvendo Diversidade e Inclusão”, no maior festival de videoclipes do mundo, o Music Vídeo Festival.  

Para votar em Marco Gabriel, acesse o site https://bit.ly/3Lqnc6O e vote quantas vezes quiser na apresentação do artista. 

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A votação vai até o dia 25 de setembro e os três artistas mais votados cantam na final do festival dia 08 outubro, no palco ao lado de nomes como Djonga, Filipe Ret, Tasha & Tracie, Bk’ e Black Alien.  

Essa é a segunda vez que um artista maranhense concorre a premiação. Em 2019, a rapper Enme também participou da seletiva e venceu a final.  

O Sons da Rua é um festival que incentiva a cultura do Hip Hop e propõe um movimento para impulsionar suas expressões artísticas, trazendo grandes nomes do rap nacional e elementos culturais da cena: rap, djs, moda e grafite. 

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CCVM divulga resultado do edital Dança Aqui 2022

Chamada selecionou sete projetos de videodanças de artistas maranhenses

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O Centro Cultural Vale Maranhão anunciou nesta quarta-feira, 31, a lista de selecionados para a edição 2022 do edital Dança Aqui. Ao todo, sete artistas maranhenses foram escolhidos com projetos de videodança, que irão compor uma mostra nos canais da instituição.

A chamada pública é um dos principais editais de incentivo aos profissionais da dança no estado. “As videodanças produzidas em 2021 apresentaram uma excelente qualidade coreográfica, estética e de produção, por isso optamos por manter o edital neste formato, incentivando artistas a investigarem as possibilidades infinitas existentes na união entre as linguagens da dança e do audiovisual”, afirma Calu Zabel, curador de dança do CCVM.

Os selecionados são:

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•       Amoment – Gabriel Martins 

•       Tukún – Jefferson Yuri da Silva Lima 

•       Es-cada – Kleverson Froz

•       Afro Flash – Joseph Osei

•       Processo de cura – Erivelto Viana

•       Ominira ilé – Priscylla Mendes

•       Mosaico – Caio da Silva Miranda

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Sobre o Dança Aqui

Lançado em 2019, o Dança Aqui foi criado para receber, nos espaços do CCVM, grupos de dança de rua de São Luís que não possuíam local próprio de ensaio. Durante quatro meses, os grupos realizaram as atividades nas salas da instituição, além de participarem de oficinas e workshops com artistas de dança reconhecidos nacionalmente. Ao fim do período de residência artística, os bailarinos apresentaram o resultado das criações na Mostra Dança Aqui, dentro do Festival Kebrada. Em 2020, por conta da pandemia de COVID-19, o programa se adaptou à nova realidade de distanciamento e atividades virtuais, com a proposta de criação de vídeos sobre as histórias e as danças dos grupos, fortalecendo a conexão entre as linguagens dança e audiovisual. As peças fílmicas foram exibidas no canal do CCVM no Youtube e nas redes sociais da instituição no começo do ano.

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Diversidade musical indígena é destaque de mais uma edição do Indígenas.BR

Festival de músicas indígenas do Centro Cultural Vale Maranhão traz para o Centro Histórico a cultura dos povos originários brasileiros

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No Brasil vivem 305 povos indígenas que falam mais de 200 línguas. Conhecemos todas elas? Sabemos algo sobre esses povos? E sobre suas músicas? O que ouvimos? As musicalidades indígenas permanecem ignoradas desde os tempos da colônia no Brasil e embora haja registros sonoros de pesquisadores desde o século passado, a maioria da população brasileira desconhece as sonoridades dos povos originários com protagonismo indígena, sejam elas tradicionais ou contemporâneas. 

O Indigenas.BR – Festival de Músicas Indígenas, que será realizado pelo Centro Cultural Vale Maranhão de 24 a 27 de agosto,, tem como principal objetivo minimizar parte dessa ausência, criando espaços para grupos indígenas de diferentes partes do Brasil se apresentarem e debaterem sobre questões que atravessam a vida desta população originária, como os direitos indígenas, a demarcação de terras, o racismo e as violências institucionais e de diferentes esferas que sofrem diariamente.

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Em sua quarta edição, o festival traz em sua programação documentários, oficinas, apresentações e rodas de conversas entre povos de diferentes regiões do Brasil. “O CCVM reconhece a importância dos povos indígenas no apontamento de novas perspectivas para o futuro. Por isso, contemplamos a atuação dos povos originários em toda nossa programação. Dedicamos o mês de agosto, data mundialmente reconhecida pela resistência indígena, para enfatizar essa importância. É um momento único de entrarmos em contato com o pensamento dos povos originários e colocarmos em questão a percepção da situação atual brasileira”, afirma Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão. 

Casa da Memória e Casa das Mulheres

Um dos principais momentos do festival serão os dois encontros inéditos realizados entre representantes de diferentes etnias. A Casa da Memória vai reunir a força e sabedoria de mestres e lideranças espirituais como Atiã Pankararu (Pankararu-PE), Tolnyfowá (Fulni-ô-PE), Catarina Tupi (Tupi-SP), Karangre (Xikrin-PA), D. Floriza (Kaiowá-MS) e Dirce Jorge (Kaingang-SP), num encontro único com cantos e conversas sob a mediação de Idjahure Kadiwel.

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A Casa das Mulheres será espaço para um encontro inédito de mulheres indígenas de diferentes culturas e realidades, como a Cacique Majur, a primeira líder indígena do povo Bororo a fazer transição de gênero; uma das fundadoras do #AcessibilidadeIndígena, a ativista da educação inclusiva e educadora Siana Guajajara (MA); a cineasta Graciela Guarani, autora de diversos filmes e séries; a cantora nandesy Roseli Jorge do povo Guarani Kaiowá, a multiartista e arte educadora Djotana AKA Siba Carvalho (Puri); a estilista de moda Day Molina e a comunicadora e atriz Isabela Santana, responsável pela plataforma Visibilidade Indígena, com a mediação de Julie Dorrico (Wapichana-RR). 

Documentários inéditos de povos maranhenses

O audiovisual se fará presente no festival com a exibição de quatro documentários sobre povos maranhenses: os Ka’apor, os Krikati, os Kanela e os Guajajara Tentehar. Os curta-metragens Histórias e Cantos Indígenas Guajajara Tentehar –  Aldeia Lagoa Quieta – Terra Indígena Araribóia – Amarante (MA) e Histórias e Cantos Indígenas Kanela – Aldeia Maçaranduba – Terra Indígena Caru – Alto Alegre do Pindaré (MA, com direção de Diego Janatã e Djuena Tikuna foram produzidos e exibidos virtualmente na edição 2021 do festival e terão sua primeira exibição presencial este ano.

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Com direção de Carlos Magalhães, diretor da série “Sou índio, sou moderno” e consultoria de Djuena TIkuna, os documentários inéditos Nós, os Ka’apor e Elas – As Mulheres Krikati farão parte da Mostra Sons Indígenas do Maranhão. O primeiro mostrará a luta por território que une o novo e o antigo no povo Ka’apor, através dos cantos e do toque ancestral e ritual da flauta. O segundo apresenta o protagonismo e a força das guerreiras Krikati, com um canto que ecoa pelo cerrado maranhense em uma noite de luar e fogueira.

Apresentações, oficinas e performances

Essa edição do festival busca criar fluxos de diferentes tradições trazendo para o pátio do CCVM os Xikrin do Pará, os Kanela Apaniekrá e os recém-contatados Awa Guajá do Maranhão, e os grupos Cafurnas Fulni-ô e Pankararu Nação Cultural, de Pernambuco, mostrando forte presença indígena no Nordeste. 

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A música contemporânea indígena de diferentes gerações também estará presente com Wakay (Fulkaxó), Nelson D, Djotana AKA Siba Carvalho (Puri) e uma performance inédita de Ziel Karapotó.  

Haverá também oficinas de flautas indígenas com Wakay (Fulkaxó), de polifonias vocais com os Fulni-ô e de pintura corporal com as mulheres Xikrin e uma feira de artesanato. 

Com curadoria de Renata Tupinambá, Gean Ramos Pankararu e Magda Pucci, toda programação do festival é aberta ao público e gratuita. O Centro Cultural Vale Maranhão está localizado na Rua Direita, nº 149, Centro Histórico.

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PROGRAMAÇÃO COMPLETA

24 de agosto – quarta-feira

19h – Abertura com curadores

19h15 – Exibição do documentário Histórias e Cantos Indígenas Guajajara Tentehar –  Aldeia Lagoa Quieta – Terra Indígena Araribóia – Amarante (MA) – Direção: Diego Janatã e Djuena Tikuna – 2021

19h40 – Exibição do documentário Histórias e Cantos Indígenas Guajajara Tentehar – Aldeia Maçaranduba – Terra Indígena Caru – Alto Alegre do Pindaré (MA) –  Direção: Diego Janatã e Djuena Tikuna – 2021

20h – Apresentação Kanela Apaniekra (MA)

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25 de agosto  – quinta-feira

17h – Oficina de flautas e toré com Wakay (Fulkaxó)

19h – Performance “Oca” Ziel Karapotó (Karapotó)

19h30 – Exibição dos documentários inéditos da Mostra Sons Indígenas do Maranhão, com direção de Carlos Magalhães: Nós, os Ka’apor e Elas – As Mulheres Krikati

20h  – Apresentação Wakay  (Fulkaxó)

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26 de agosto – sexta-feira

15h – Oficina Polifonias vocais com Cafurnas Fulni-ô (PE)

17h – Casa da Memória – Encontro com líderes espirituais, anciãos e anciãs de diferentes povos: Atiã Pankararu (PE), Thulni Fowá (Fulni-ô-PE), Catarina Tupi Guarani (Tupi/SP), Karangre Xikrin (PA), D. Floriza e Roseli (Guarani Kaiowá/MS) e Dirce Jorge (Kaingang). Mediação: Idjahure Kadiwel.

19h – Apresentação Awá Guajá (MA)

20h – Apresentação Cafurnas Fulni-ô (PE)

27 de agosto – sábado

10h às 12h –  Oficina de pintura corporal com Xikrin (PA)

14h às 16h – Casa das Mulheres – Roda de conversa com mulheres da moda, literatura, artes, música, juventude, movimentos de resistência e questões ambientais.

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Participação de: Cacique Majur Traitowu – primeira cacique trans do povo Boe-Bororo (Bororo); Graciela Guarani – produtora cultural, diretora, roteirista e curadora (Guarani Kaiowá); Roseli Concianza Jorge – líder espiritual e cantora nandesy (Kaiowá); Djotana AKA Siba Carvalho – multiartista e arte educadora (Puri); Siana Leão Guajajara  – ativista indígena e pelos direitos das pessoas com deficiência (Guajajara); Nayara Guajajara – educadora (MA); Day Molina – estilista e “artvista” indígena – fundadora do coletivo indígenas moda br (Aymara e Fulni-ô); Isabela Santana – atriz e multiartista, co-fundadora do site Visibilidade Indígena (Pataxó). Mediação de Julie Dorrico.

16h às 21h  – Apresentações de:
Xikrin (PA);
Pankararu Nação Cultural  (PE)
Djotana AKA Siba Carvalho (Puri) “+ synesthezk”
Nelson D

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