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Faculdade Pitágoras é condenada por negativar indevidamente o nome de um consumidor

A Faculdade Pitágoras terá que pagar R$ 2 mil por dano moral.

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A Faculdade Pitágoras que negativou, de forma indevida, o nome de um consumidor deverá ressarci-lo e retirar o nome dele dos cadastros de proteção ao crédito. Foi assim que decidiu o 9º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís. Ainda, pretendeu o recebimento de uma indenização por danos morais

Ele alega que no mês de janeiro de 2017 prestou vestibular junto à instituição de ensino requerida, obtendo a aprovação. Entretanto, ao se dirigir à sede da faculdade com intuito de realizar sua matrícula, percebeu que não teria condições financeiras naquele momento de pagar o valor cobrado a título de entrada, razão pela qual não celebrou o contrato de prestação de serviços educacionais. Ocorre que, posteriormente, ao tentar solicitar um cartão de crédito teria sido surpreendido com a informação de que seu nome estava negativado desde fevereiro de 2017, a pedido da Faculdade Pitágoras, apesar de não ter havido uma relação contratual, de modo que a situação lhe causou prejuízos e transtornos.
 
Em defesa, a requerida argumentou que, apesar de a parte autora negar seu vínculo com a instituição de ensino, a mesma realizou inscrição e vestibular em curso de graduação, não havendo que se falar em cobrança indevida. Segue a requerida afirmando que o demandante tinha pleno conhecimento dos termos dos programas de financiamento PMT – Parcelamento de Matrícula Tardia e PEP – Parcelamento Estudantil Privado, e ainda assim cometeu dois erros, o primeiro por ter efetuado matrícula sem saber se poderia cursar a graduação, e o segundo por não ter solicitado a desistência antes das aulas começarem, a fim de evitar cobranças.

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“Cumpre ressaltar que a matéria será dirimida no âmbito probatório, recaindo o ônus da prova à requerida, por se tratar de relação de consumo e por estarem presentes os requisitos do artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor (…) Nesse passo, observa-se que a demandada anexou ao processo contrato de parcelamento privado de mensalidades e aditivo contratual, ambos assinados pelo autor em 11/01/2017, e extrato financeiro (…) O demandante, por sua vez, anexou comprovantes das cobranças realizadas pela ré, print do site do SERASA contendo informação sobre a dívida em questão, e proposta de negociação de débito”, observou a sentença.
 
SEM CONTRATO FORMALIZADO
 
E continua: “Em que pese o argumento da ré de que existe um vínculo contratual entre as partes e, por isso, as cobranças são regulares, os documentos juntados revelam que não houve a formalização do contrato de prestação de serviços educacionais em si, de modo que a matrícula não se efetivou de maneira concreta (…) Importa ressaltar, aqui, que em relação aos documentos referentes aos programas de parcelamento estudantil, não há porque considerá-los suficientemente aptos para a conclusão de que houve a concretização do vínculo entre o autor e a instituição de ensino, pois os mesmos estão desacompanhados do contrato que os tornariam efetivamente válidos”.

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Para a Justiça, não há como reconhecer que as cobranças em questão são devidas por ausência de distrato formal, se não chegou a ocorrer a celebração do contrato propriamente dito. “Assim, inexiste razão para que o demandante seja compelido ao pagamento das mensalidades, cabendo, pois, o deferimento dos pedidos de declaração de inexistência do contrato e dos débitos e de exclusão de eventual inscrição do nome do autor nos cadastros de inadimplentes”, decidiu, condenando a faculdade, ainda, ao pagamento de 2 mil reais ao autor, a título de dano moral.

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Projeto Vida Ativa estimula a dança para pessoas da Melhor Idade

Iniciativa tem objetivo de levar mais qualidade de vida para as comunidades de São Luís.

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Qualidade de vida para as comunidades de São Luís. Este é o principal objetivo do Projeto Vida Ativa: integração e bem-estar, iniciativa patrocinada pelo El Camiño Supermercados e pelo governo do Estado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, que visa proporcionar lazer para pessoas da Melhor Idade. Lançado oficialmente no fim de semana passado, o Vida Ativa prossegue nesta quinta-feira (16), às 18h, na Praça Mestre Antônio Vieira, no Monte Castelo, estimulando as pessoas a abandonarem o sedentarismo por meio de aulões de dança completamente gratuitos.

Na abertura da primeira edição do projeto, a Praça Mestre Antônio Vieira foi palco de uma grande ação de lazer para a comunidade do Monte Castelo, voltada para crianças, adultos e idosos.

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“A importância do projeto é levar qualidade de vida para toda a nossa comunidade. Em cada semana, estaremos em uma praça diferente para que a comunidade tenha acesso a uma qualidade de vida melhor e saía do sedentarismo. A dança é uma atividade física muito diversificada que pode ser praticada por pessoas de qualquer idade. Nesse momento que a gente vive, é importante que as pessoas saiam do sedentarismo e pratiquem atividades físicas. E nada melhor do que se divertir dançando. O Projeto Vida Ativa está de portas abertas a todos que desejem mexer o corpo”, afirmou Zíngara Pereira, professora de dança do projeto.

As atividades do Projeto Vida Ativa são gratuitas e deverão ocorrer, semanalmente, durante os próximos seis meses. Durante os encontros, além dos aulões de dança, haverá aulas de ginástica localizada e de alongamento.

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“A abertura do Vida Ativa foi maravilhosa. Acho que valeu muito a pena para todos nós. Melhora a autoestima, a mente e o corpo. Adorei participar e, com certeza, estarei nas próximas aulas, principalmente porque as atividades são gratuitas”, disse a enfermeira Laura Rosa.

Vale destacar que os participantes do Vida Ativa terão suporte de profissionais de educação física e receberão todo o material e instrumentos necessários para a prática das atividades. Todas as informações sobre esta edição do Projeto Vida Ativa: integração e bem-estar estão disponíveis nas redes sociais oficiais do projeto (@projetovidaativaslz) no Instagram e no Facebook.  

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Há uma grande diferença entre buscar ser produtivo no trabalho sempre e sofrer de burnout

É preciso entender a relação entre a alta produtividade e a predisposição ao transtorno psiquiátrico

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A produtividade é uma das características mais requisitadas e valorizadas no mercado de trabalho. Todavia, quando insustentável, a busca por produtividade pode resultar em predisposição à condições psiquiátricas, como por exemplo, a síndrome de burnout. É preciso ressaltar a diferença entre ser produtivo e sofrer de burnout, tema que abordei em meu artigo artigo publicado na revista científica RECISATEC. 

A atenção em torno da síndrome de burnout cresce cada vez mais. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu a síndrome de burnout na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) como um fenômeno ocupacional. No ano seguinte, 2020, a pandemia do coronavírus promoveu um aumento expressivo nos casos desse fenômeno psiquiátrico. 

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Como é caracterizado o burnout? Esse distúrbio psiquiátrico resulta de um ambiente de trabalho diariamente estressante, sendo considerado uma condição ocupacional. A palavra “burnout” tem origem da língua inglesa: significa queimar (burn) por completo, consumir-se ou esgotar-se. Quando não tratada, a síndrome de burnout pode evoluir para doenças físicas e prejudica toda a vida da pessoa (família, relacionamentos e inclusive hobbies). 

O indivíduo passa a se apresentar continuamente cansado: fisicamente e emocionalmente. Em seguida, toda a sua vida é abalada e a sua capacidade de trabalho diminui – como um trágico ciclo. Entretanto, destaco em meu estudo que embora exista correlação entre Síndrome de Burnout e a produtividade, ambos não necessariamente se apresentam como fenômenos decorrentes um do outro. 

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A produtividade advém da disciplina e do equilíbrio. O indivíduo altamente produtivo é aquele que consegue desempenhar diferentes ações em diferentes áreas da vida (física, social, emocional e profissional) com equilíbrio. Por isso apresenta alta produtividade, por manutenção de metas e foco em objetivos. Além de proporcionar inúmeros benefícios profissionais, o equilíbrio é essencial para a saúde mental e física da pessoa.
Sobre o Fabiano de Abreu

PhD, neurocientista, mestre psicanalista, biólogo, historiador, antropólogo, com formações também em neuropsicologia, psicologia, neurolinguística, neuroplasticidade, inteligência artificial, neurociência aplicada à aprendizagem, filosofia, jornalismo e formação profissional em nutrição clínica – Diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito; Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International, UniLogos; Membro da Federação Européia de Neurociências e da Sociedade Brasileira e Portuguesa de Neurociências. Universidades em destaque: Logos University International, UniLogos, Nova de Lisboa, Faveni, edX Harvard, Universidad de Madrid.

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8 regras básicas para evitar envenenamento e intoxicação infantil (e como agir se ocorrer)

A intoxicação ou o envenenamento é a quinta maior causa de internação por motivos acidentais entre crianças com idade de zero a 14 anos. Segundo o Ministério da Saúde, em 2019, 3.876 meninos e meninas dessa faixa etária foram hospitalizados por esse motivo.

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Segundo a Dra. Danielle H. Admoni, psiquiatra da Infância e Adolescência na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), crianças pequenas são intoxicadas, em geral, por produtos que temos na nossa própria casa. Pode ser medicamentos, produtos de limpeza, cosméticos, inseticidas, tintas, solventes, entre outros.

“Colocar coisas na boca e experimentar seu gosto é o modo como crianças pequenas exploram o ambiente. Isso ocorre em um rápido momento de distração dos adultos. Em média, 30% dos óbitos acontecem nos meses de janeiro, julho e dezembro, quando o risco de acidentes domésticos aumenta, incluindo a intoxicação exógena”, alerta a psiquiatra.

De acordo com ela, a maioria das intoxicações em crianças pode ser tratada, se for dado atendimento imediato. “Se achar que seu filho ingeriu algo tóxico, fique atento aos seguintes sinais e sintomas: manchas estranhas na roupa da criança, queimaduras nos lábios ou na boca, salivação excessiva ou hálito com odor forte, náuseas ou vômitos de início súbito e sem explicação, dor abdominal sem febre, dificuldade para respirar, alterações súbitas de comportamento (sono, irritabilidade ou excitação). Em casos mais sérios, pode haver até convulsões ou perda de consciência”, explica Danielle Admoni.

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Saiba como agir nas situações abaixo:

Substâncias ingeridas

Tire a substância de perto da criança. Se ainda tiver um pouco na boca, faça com que ela cuspa. Guarde esse material, embalagens, rótulos, bulas ou qualquer outra coisa que possa ajudar na identificação da substância. Cheque os seguintes sinais: dor de garganta importante, salivação excessiva, dificuldade respiratória, convulsões, tontura ou sonolência excessiva. Na dúvida, nunca provoque vômito. “Se a substância for muito ácida ou muito básica, provocar o vômito pode causar piora e nova queimadura das mucosas”.

O ideal, segundo a psiquiatra, é levar a criança ao pronto-socorro mais próximo, chamar o SAMU (192) ou o Disque-Intoxicação (0800-722-6001). A ligação é gratuita e o atendimento é oferecido em quase todo o território nacional. “Ao ligar, tenha em mãos os seguintes dados: o nome da criança, idade e peso, e eventuais doenças ou medicações que esteja em uso; o nome da substância ingerida, e as informações contidas no rótulo; a hora que ingeriu e a quantidade engolida estimada”, orienta Danielle.

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No pronto-socorro, o tratamento se baseia em quatro itens principais: diminuir a exposição do organismo ao tóxico, promover a eliminação do tóxico já absorvido, uso de antídotos e, por fim, medidas gerais e de suporte. “Muitas vezes, é necessário realizar exames e permanecer em observação por 6 a 12 horas”.

Contato com a pele

Se a criança derrubar alguma substância perigosa no corpo, tire toda a roupa e lave-a com água fria, até retirar ao máximo todo o produto. Se houver queimadura e esta for leve (aspecto avermelhado) e não surgir bolhas, use compressas frias periodicamente para aliviar a dor. Pode colocar vaselina líquida para hidratar e, se necessário, ministrar analgésico. Jamais aplique qualquer tipo de pomada na queimadura.

Contato com os olhos

Lave bem os olhos, com água corrente. Para crianças pequenas, pode ser necessário um outro adulto para segurá-la. Lave abundantemente e ligue para o Centro de Intoxicações para receber orientações. Não pingue colírios ou qualquer outra substância no olho.

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Prevenção

‘’Cerca de 90% dos acidentes domésticos poderiam ter sido evitados com medidas de prevenção. Por isso, é fundamental orientar as famílias sobre o assunto’’, diz Danielle Admoni. Além de manter medicamentos e produtos tóxicos trancados e fora do alcance das crianças, ela cita outras orientações:

– Não tome medicamentos na frente de crianças, pois elas gostam de imitar os adultos

– Não chame medicamentos de “balinha”, ou ‘’docinho’’ só para que ela aceite tomar

– Cheque o rótulo e a dosagem prescritos, principalmente na madrugada, e com uma luz acesa

– Nunca mude a embalagem de um produto, colocando substâncias tóxicas em garrafas de refrigerante ou latas de alimentos

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– Dê preferência a embalagens de medicamentos que tenham tampas de segurança

– Não permaneça com o motor do carro ligado em uma garagem fechada. Ao sentir cheiro de gás, desligue imediatamente e chame a companhia de gás

– Não ofereça embalagens ou frascos contendo medicamentos para uma criança brincar. Afinal, remédio não é brinquedo

– Deixe o telefone do SAMU e do Centro de Intoxicações sempre em local de fácil acesso, inclusive para babás ou outros cuidadores da criança.

“Redobre a atenção em visitas a amigos e parentes que não tenham crianças. Provavelmente, o local não terá os mesmos cuidados que sua casa”, finaliza Danielle Admoni.

Por que temos vontade de desistir quando estamos aprendendo?

Pensa muito em desistir? Está sempre cansado para realizar atividades intelectuais? Entenda porque isso acontece.

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“Pensar dá muito trabalho”: você certamente já ouviu alguém dizer isso ou você é a pessoa que – por inúmeros motivos –, sempre se vê no caminho da procrastinação ou já percebeu que tem alguma dificuldade para assimilar novas informações. Essa sensação de cansaço ao estudar ou aprender algo novo e a vontade de desistir diante da primeira dificuldade é explicada pela neurociência. 

Cérebro automatizado – cérebro controlado 

Desde a primeira infância, quando estamos frente a um problema e avaliamos que não temos recursos para lidar com ele, muitas vezes desistimos. 

Isso acontece porque o cérebro precisa de oxigênio e glicose para sobreviver e, por isso, para o cérebro, impera a lei do menor esforço. Se julgamos que o esforço vai ser grande e não há muitas chances de dar certo, a tendência é desistir.

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Segundo Livia Ciacci, neurocientista do Método SUPERA – Ginástica para o cérebro, nosso órgão mais importante tem duas formas de pensar:

Uma automatizada, capaz de relacionar os estímulos do ambiente com eventos guardados na memória e responder sem muito esforço; e o modo controlado, que usamos enquanto executamos tarefas cognitivas complexas, entre elas, o estudo. 

“O sistema automático usamos para atravessar a rua, quando reagimos à uma poça de água na pista ou quando emitimos uma opinião sem pensar. Já o pensamento controlado é capaz de manter uma série de dados no foco e deliberar para uma tarefa nova ou uma decisão”, detalhou a especialista. 

Além de gastar mais energia usando o modo controlado, pensar significa usar neurônios específicos para entender e resolver uma tarefa específica. E quanto mais tempo concentrando o esforço nessa tarefa, mais os neurônios trocam informações entre si, e mais as células da glia, vizinhas aos neurônios, liberam adenosina – uma molécula que impede a hiperativação dos neurônios – literalmente freando todo o sistema.  

“Imagine que você está caminhando com um colega, vocês conversam e andam tranquilamente, mas peça para ele calcular 125 x 74 de cabeça imediatamente – com certeza ele vai parar de andar! A energia e o esforço serão direcionados para a atividade pensante difícil”, detalhou.  

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Entendendo o cansaço mental 

A quantidade de decisões uma pessoa toma durante o dia também impacta na disposição para persistir ou desistir. Segundo Livia, o cérebro tem uma capacidade limitada de tomar decisões, que vai sendo reduzida ao longo do dia. 

Segundo ela, na prática, não se trata de ser ou não bem-dotado intelectualmente, mas, sim, de entender os limites biológicos e organizá-los da melhor maneira possível. “Muitos estudos testaram os desempenhos de grupos de pessoas em resolução de problemas, com diferenças entre grupos de pessoas que fizeram ou não escolhas (decisões) logo antes do problema ser proposto. Todos eles demonstraram que as pessoas que tomaram mais decisões antes, foram as mais propensas a desistir e ter um pior desempenho no problema”, alertou.

O que fazer para “driblar” a vontade de desistir após a primeira dificuldade?

É importante entender que o cansaço derivado da fadiga mental, sempre vai acontecer todas as vezes que a atividade intelectual for intensa, o que, segundo a especialista, é biológico. A boa notícia é que a nossa motivação e hábitos podem ser modificados a favor do aprendizado. 

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“Entender como você aprende melhor, eleger quais aprendizados vão trazer impactos positivos para a vida e criar uma estratégia de estudos ou práticas que não conflitem com momentos que você já esteja saturado de decisões tomadas ao longo do dia são ações possíveis”, destacou Livia Ciacci, Mestre em Sistemas Neuronais e neurocientista do SUPERA – Ginástica para o cérebro. 

A chave pode estar no sistema de recompensas do nosso cérebro. “Precisamos treinar nosso cérebro a entender que após o esforço, o aprendizado é prazeroso e traz benefícios. Ter clareza dos passos e celebrar os pequenos avanços ajuda nisso! Na medida em que for sendo bem-sucedido nos avanços, o cansaço ficará menos intenso”, pontuou. 

Por que exercitar o cérebro é importante? 

Agora que você já sabe que a tendência do cérebro é poupar esforços e isso também é uma barreira para o seu desenvolvimento pessoal, fica fácil entender a importância de estimular o cérebro ao longo de toda a vida também através da prática de treino cognitivo ou ginástica cerebral. “Por isso tudo, é importante incluir atividades que envolvam novidade, variedade e grau de desafio crescente, além de ter uma rotina nos estudos, fazer o planejamento prévio, e segui-lo, o que vai facilitar o aprendizado e manter o cérebro mais descansado, despreocupado com o que fazer – ou seja, liberto da necessidade de decidir a cada momento o que fazer”, detalhou. 

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Como ter mais disposição para aprender coisas novas?

  • Torne a rotina mais favorável ao trabalho mental: explore sua curiosidade e identifique qual seu interesse naquilo que deseja aprender; 
  • A partir das motivações definidas, planeje a estratégia e tome todas as decisões antecipadamente. Assim, ao passar do estado de planejamento para o de execução, você terá a mente livre para se concentrar; 
  • Fragmente os períodos de estudo entre períodos de descanso e divida a meta maior em pequenas metas alcançáveis mais rapidamente; 
  • O descanso evita a fadiga mental e as metas fáceis agem na percepção de recompensas. Aposte em pausas que incluam algo gratificante, como um café ou acessar as redes sociais por um curto período.

Tentativa das empresas de neutralizar denúncias de violações contra os direitos humanos acabam por desqualificá-las

Nenhuma empresa gostaria de se ver envolvida em um escândalo de violações contra os direitos humanos. No entanto, quando isso acontece, existem tentativas de neutralizar a repercussão dos casos que levam as companhias a desqualificarem e/ou desacreditarem as denúncias. É o que revela uma análise realizada por pesquisadores da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) publicada nesta quarta-feira (4) na revista “Cadernos Ebape”.

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A pesquisa qualitativa avaliou reportagens, vídeos, documentários, documentos institucionais e relatórios de entidades e ONGs que mencionaram denúncias de violação de direitos humanos, como comercialização de produtos oriundos de áreas de preservação ambiental, condições precárias e insalubres de trabalho feitas contra multinacionais signatárias do Global Compact da ONU e que tivessem atuação na cidade de Uberlândia (MG). Isso porque as signatárias do Global Compact se comprometem a alinhar suas estratégias e operações com princípios de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção, desenvolvendo ações que contribuam para o enfrentamento dos desafios da sociedade, esclarecem os autores.

Os resultados encontrados apontam que ao recusarem a responsabilidade sobre as denúncias e tentarem negar seu envolvimento, as empresas acabavam se omitindo diante das revelações de violações de direitos humanos, se abstendo da sua responsabilidade e chegando a adotar estratégias de negação dos fatos.

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“Em alguns casos, observamos um movimento que excedia a desacreditação, formando os chamados ‘gabinetes de guerra’, que usavam do aparato organizacional para ocultar denúncias que ameaçassem ao seu negócio, o que incluía a demissão de sindicalistas, desqualificação de cientistas e de pesquisas acadêmicas, financiamento de reportagens, pesquisas e entidades em defesa dos interesses e produtos das organizações”, explica Rodolfo Maritan, um dos autores do estudo.

O pesquisador reforça que a análise não tem o intuito de acusar nenhuma empresa, mas de refletir sobre a percepção pública a partir dos materiais veiculados pela imprensa e por organizações internacionalmente reconhecidas como defensoras dos direitos humanos.

De acordo com os autores, os achados reforçam ainda mais a necessidade de se avançar em um tratado de direitos humanos que determinaria e obrigaria que as empresas participantes respeitassem normas, leis e jurisdições pré-definidas em nível internacional.

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“Esse é um caminho longo, pois estamos há anos tentando formalizar um tratado vinculante de Direitos Humanos. O tratado seria uma oportunidade para que sejam estabelecidos limites para as atuações empresariais”, reflete Maritan.

ONG promove evento online e gratuito para auxiliar a carreira de jovens em todo o Brasil

Instituto Ser + convida a juventude para um sábado (6/11) de conhecimento e troca de experiências sobre o futuro do trabalho

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Com o intuito de ampliar o conhecimento dos jovens sobre o mercado de trabalho atual e abordar as dúvidas e inseguranças comuns deste público, o Fórum Ser + vai reunir, no próximo dia 6 de novembro, sábado, especialistas em empregabilidade e carreira e profissionais ativos no mercado de trabalho, atuantes em empresas como Itaú, Accenture, iFood, Nutrien, Grupo DPSP, Academia da Marca, ESPM e Academia do Universitário para uma roda de conversas. Em formato virtual e gratuito, o evento abordará o futuro do trabalho como tema central.

“Oferecer meios para que nossa juventude tenha uma concorrência mais justa na carreira é a nossa missão. Além dos cursos e mentorias trabalhadas ao longo do ano, nos dedicamos aos eventos, como o Fórum Ser +, para levar a conhecimento dos jovens a realidade sobre o mercado de trabalho e dicas para conseguirem conquistar o tão sonhado primeiro emprego”, explica Wandreza Bayona, diretora executiva do Instituto Ser +, responsável pelo evento.

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Dados da PNAD Contínua publicados em março de 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o número de jovens sem emprego corresponde a 29,8%, seis pontos acima de 2019. Para a especialista, os principais impasses que impedem o pontapé inicial dos jovens no primeiro emprego ou na colocação profissional desta faixa etária é a falta de experiência e qualificação. “Por isso que pensamos em eventos abertos para que os jovens consigam entender que é possível empreender a própria vida e assumir o protagonismo juvenil”, reforça Bayona.

“Oferecer meios para que nossa juventude tenha uma concorrência mais justa na carreira é a nossa missão. Além dos cursos e mentorias trabalhadas ao longo do ano, nos dedicamos aos eventos, como o Fórum Ser +, para levar a conhecimento dos jovens a realidade sobre o mercado de trabalho e dicas para conseguirem conquistar o tão sonhado primeiro emprego”, explica Wandreza Bayona, diretora executiva do Instituto Ser +, responsável pelo evento.

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Programação

Data: 06/11 (sábado)

9h30 – Abertura com Sofia Esteves

10h – Painel 1 “Juventude e o Futuro do Trabalho”, com Fabio Cavinato (Accenture) e Renata Citron (iFood)

11h – Painel 2 “Preparando a Juventude para os próximos desafios”, com Roberta Anchieta (Itaú), Carlos Brito (Nutrien) e Paulo Audician (Grupo DPSP)

12h – Painel 3 “Carreira em startup é sempre a primeira opção do jovem?”, com Fabio Mariano Borges (ESPM/USP), Thiago Shimada (Academia da Marca) e Diego Cidade (Academia do Universitário)

12h45 – Encerramento com Wandreza Bayona (Ser +)

12h55 – Gincana com premiações: 1º lugar, um tablet ou celular; 2º lugar, ingresso para um Parque de Diversões e 3º lugar, uma cesta de produtos

Para arrecadar brinquedos para crianças em situação de carência, Cartão de TODOS inicia campanha Natal Solidário 2021

Arrecadação será distribuída em instituições de diversas localidades do Brasil

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Com o objetivo de arrecadar brinquedos para serem doados a crianças em situação de carência, o Cartão de TODOS promove, de 14 de outubro a 14 de dezembro, a campanha Natal Solidário 2021. Realizada pelo sétimo ano consecutivo, o projeto nacional já faz parte da programação das ações sociais da empresa que tem a solidariedade como um dos grandes pilares de sua administração. 

Em 2020, mais de 70 mil brinquedos foram doados, sendo distribuídos em todo o território nacional. A meta neste ano é arrecadar 100 mil brinquedos. Para participar do Natal Solidário, qualquer pessoa pode fazer a doação em uma das unidades do Cartão de TODOS, da rede de clínicas AmorSaúde, ou em estabelecimentos parceiros de ambas as instituições. 

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Com 20 anos de história, completos neste ano, o Cartão de TODOS sempre esteve comprometido em oferecer acesso aos setores de saúde, educação e lazer para famílias de baixa renda e, reforça com as ações sociais, como o Natal Solidário, os seus principais valores. Segundo a vice-presidente social do Cartão de TODOS, Mara Vilar, mesmo em um ano de muitos desafios, todas as unidades estão muito animadas com a realização da campanha. “Nosso propósito é ampliar essa corrente do bem que vem trazendo alegria para milhares de crianças nos últimos natais”, aponta Vilar.    

Idealizada por Mara Vilar e realizada desde 2015, a campanha Natal Solidário cresce a cada ano. Desde o seu início até agora, foram arrecadados e doados 248.443 brinquedos. “Mesmo depois da pandemia que enfrentamos, percebemos que a solidariedade tem crescido e se fortalecido a cada ano que passa”, comemora Rennan Vilar, Chief People and Culture Officer do Cartão de TODOS. 

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Com o término da arrecadação no dia 14 de dezembro, a doação dos brinquedos será realizada às instituições que cuidam de crianças em situação de carência em todas as cidades das próprias unidades participantes, englobando, assim, o país inteiro. Para mais informações, acesse: https://cartaodetodos.com.br/ 

Sobre o Cartão de TODOS

O Cartão de TODOS é referência no mercado de cartões de descontos. Criado em 2001 por Altair Vilar, em Ipatinga-MG, a empresa oferece a intermediação de descontos entre os usuários do cartão e as empresas parceiras. A adesão ao Cartão de TODOS dá direito a descontos nas mais de 300 clínicas parceiras, permitindo o acesso da população à saúde primária de qualidade, além de oferecer descontos em atividades que englobam serviços voltados à educação e ao lazer. A empresa atende, hoje, o equivalente a 14 milhões de pessoas, e o Cartão de TODOS é aceito em milhares de estabelecimentos em todo o Brasil. 

Quem disse que dinheiro não é assunto de criança?

No mês dos ‘baixinhos’, especialista dá dicas de como falar sobre educação financeira com eles

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Independentemente da forma como cada pessoa se relaciona com o dinheiro ou a importância que atribui a ele, não podemos negar que, em maior ou menor proporção, o dinheiro faz parte da vida de todos nós. E isso é um bom motivo para começar a desenvolver as habilidades para lidar com ele desde a infância.

Incluir conceitos básicos de finanças na educação dos pequenos  auxiliará as crianças a desenvolver melhor a percepção sobre o valor das coisas, o que é limitação de recursos e como lidar com as frustrações. Assim, irão adquirir mais segurança e autonomia para fazerem boas escolhas e para que possam gerir suas finanças de modo mais consciente no futuro.

Para o analista financeiro da CELOS – Fundação Celesc de Seguridade Social, Leonardo Oliveira de Almeida,  não existe uma idade correta ou mais adequada para iniciar a educação financeira infantil. O ideal é que os pais observem em que momento seus filhos passam a perceber que é necessário realizar um pagamento para que obtenham algo em troca. 

“A partir desse ponto, a educação financeira pode começar a ser colocada em prática, utilizando de conceitos e ferramentas adequadas para a idade e perfil do nosso pequeno gestor”, pontua Almeida. E para ajudar nessa missão, o especialista listou algumas boas dicas para quem deseja começar a introduzir o tema finanças na vida e na educação dos filhos. Confira: 

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• Dar o exemplo: Sem dúvidas dar o exemplo é o primeiro passo para que a educação financeira de seus filhos seja bem-sucedida. É natural que eles se espelhem no comportamento dos pais em quase todos os campos da vida. E claro, não seria diferente na relação com o dinheiro. Dar o exemplo gera mais confiança no aprendizado, uma vez que a criança percebe coerência entre o discurso e a prática dos pais.

• O cofrinho: Aquela famosa figura do porquinho já se tornou símbolo de poupança no imaginário de muitas crianças e sua utilização é um ótimo aliado para a educação financeira. Principalmente porque incentiva a definição de metas, despertando a noção do quanto é necessário economizar e quanto tempo leva para alcançar seu objetivo. Que pode ser um passeio, um brinquedo novo ou aquele game tão esperado.

• Defina uma mesada: Essa é uma boa dica para que a criança comece a desenvolver autonomia e independência com seus próprios recursos, além da possibilidade de perceber as consequências de suas escolhas. Uma vez definido o valor  e a frequência da mesada, é importante manter as regras, estimulando que a criança aprenda a gerenciar o dinheiro durante o período determinado (semanal, mensal), percebendo que ficará sem dinheiro caso gaste tudo imediatamente. Evite vincular ou aumentar a mesada como recompensa pelo cumprimento de obrigações que já são inerentes à rotina da criança, como tirar boas notas ou a arrumação do quarto.

• Crie propostas lúdicas e divertidas: Aprender a lidar com dinheiro não precisa ser chato. Parte dos resultados é consequência de conseguir prender a atenção das crianças. Para auxiliar nessa tarefa, existem diversos jogos e livros infantis onde é possível aprender se divertindo. Alguns até bem conhecidos, como o jogo banco imobiliário ou o livro “Como se fosse dinheiro” da Ruth Rocha. Para os menores, até mesmo uma contação de história sobre a formiga e a cigarra, pode ser um recurso divertido para falar sobre poupança e futuro.

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• Demonstrar prioridades: Mesmo para uma criança não é difícil perceber que o dinheiro pode ser associado à realização de desejos. E não há nada de errado em utilizar parte dos nossos rendimentos para momentos de lazer, diversão e, até mesmo, na aquisição de um bem ou objeto que faça parte dos desejos da família. Porém, é preciso ensinar aos pequenos que o orçamento familiar deve seguir prioridades, como o cumprimento das responsabilidades com as contas da casa e a importância de poupar. É necessário também abordar com as crianças temas como consumo consciente e sustentabilidade, e assim criarmos gerações mais responsáveis no uso do dinheiro.

• Inclua seu filho nas rotinas financeiras do lar: Outra boa dica, principalmente para as crianças um pouco maiores, é incluí-las nas rotinas financeiras da família. Peça ajuda do seu filho para organizar uma planilha de controle das despesas, o ensine a fazer o pagamento de um boleto, o inclua nas metas de poupança para que a família consiga realizar um objetivo. Nessas experiências reais a criança se depara com a limitação dos recursos e como gerenciá-los. Aproveite esses momentos para começar a ensinar o significado de alguns termos financeiros, como juros, débito, crédito, saque, transferência, entre outros.

Formação de poupança a longo prazo e qualidade de vida

A Educação Financeira e Previdenciária é o pilar fundamental para o desenvolvimento do Sistema de Previdência Complementar e formação de poupança de longo prazo – essencial para a economia e para a manutenção da qualidade de vida.

 O compromisso da Fundação Celesc de Seguridade Social – CELOS, vai muito além do pagamento regular dos benefícios, uma vez que existe uma preocupação com a qualidade de vida dos seus participantes e seus dependentes.

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Desse modo, a CELOS identifica a necessidade de cada vez mais disseminar a cultura financeira a todos os participantes, bem como seus dependentes, por meio do programa de Educação Financeira e Previdenciária.

Conheça mais o programa acessando www.celos.com.br, Previdência > Educação Financeira e Previdênciaria. 

Outubro Rosa: 4 direitos previdenciários para mulheres em tratamento de câncer

Advogado lista benefícios do INSS e dá dicas para pacientes que receberam o diagnóstico

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Em outubro o mundo veste rosa para chamar a atenção sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce na redução da mortalidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já o reconhece como o principal tipo de câncer no mundo. São mais de 60 mil casos novos ao ano apenas no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). E na luta contra a doença, tão importante quanto o diagnóstico precoce é que as pacientes tenham condições adequadas para fazerem o tratamento, o que envolve muito mais do que recursos médicos e hospitalares.

“O tratamento pode durar vários meses e impedir que a mulher mantenha sua atividade profissional. Isso traz insegurança e faz com que muitas delas não realizem o tratamento da forma correta ou com a dedicação necessária. É preciso mostrar a elas que existem direitos previdenciários e benefícios do INSS que podem ajudar nesse momento difícil”, defende Átila Abella, advogado previdenciarista e cofundador da lawtech Prev, plataforma especializada em cálculos e petições previdenciárias.

O advogado lista quatro benefícios e dicas para pacientes com câncer de mama que contribuíram com o Instituto Nacional do Seguro Social, inclusive na condição de contribuinte individual para empresários e profissionais liberais:

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Auxílio-Doença (auxílio por incapacidade temporária)

As mulheres que estejam impossibilitadas de trabalhar temporariamente por conta dos tratamentos do câncer podem solicitar o benefício de auxílio-doença. Átila esclarece que ele independe do pagamento das 12 contribuições de carência normalmente exigidas pelo INSS. “Basta que a paciente tenha vínculo ativo com o Instituto. E se precisar, ela pode estender o tempo de recebimento do auxílio, passando por uma nova perícia”.

Aposentadoria por incapacidade permanente

Em alguns casos, pacientes que já passaram por cirurgias, como a de retirada das mamas, ou que ficam impossibilitadas de retornar ao serviço podem solicitar a aposentadoria por incapacidade permanente, a antiga aposentadoria por invalidez. É necessário apenas que a beneficiária tenha iniciado suas contribuições antes do diagnóstico. Como no caso anterior, é possível solicitar o benefício mesmo sem ter feito as 12 contribuições.

Auxílio acompanhante

“Existem pacientes que precisam de cuidados diferenciados. Mulheres em tratamento que precisam de acompanhamentos diários podem solicitar esse benefício”, explica o advogado. Assim, pacientes que comprovem a necessidade de assistência permanente de outra pessoa podem requerer ao INSS o adicional de 25% do valor da aposentadoria por incapacidade permanente.

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PIS e FGTS

Mulheres diagnosticadas com tumor maligno na mama ou que tenham um dependente portador de câncer podem solicitar a quantia disponível no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS ou do Programa de Integração Social – PIS.

Importante lembrar que, para a solicitação dos benefícios previdenciários do INSS, a paciente precisa passar por um exame médico pericial no próprio Instituto. Já para os saques do PIS e FGTS, a principal documentação solicitada é o atestado médico com menos de 30 dias de assinatura, contendo o CRM do profissional.

Sobre o Previdenciarista

O Previdenciarista é uma plataforma de cálculos e petições de Direito Previdenciário para advogados. Com mais de 10 mil assinantes, o site coloca à disposição uma ferramenta que calcula os benefícios previdenciários dos seus clientes a partir do envio do CNIS para a plataforma, indicando a melhor aposentadoria e, dentro desse benefício, entregando as melhores petições pré-preenchidas para o caso concreto. O Previdenciarista está no ar desde 2013 e foi desenvolvido a partir dos mais de 15 anos de experiência dos seus fundadores: Renan Oliveira e Átila Abella. Em 2020 realizou mais de 1,5 milhão de cálculos previdenciários para mais de 400 mil segurados do INSS.