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Medo de falar em público? Veja 5 técnicas para se tornar um expert da comunicação

A comunicação é uma parte essencial da vida social, seja para se conectar com amigos e familiares ou para ter sucesso no local de trabalho. Estudos mostram que pessoas que não são boas em se comunicar com outras pessoas tendem a ter menos sucesso na vida do que aquelas que são. Se você deseja encontrar felicidade e realização e ser bem-sucedido, comece a aprender como se comunicar de forma eficaz trabalhando em suas habilidades sociais.

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Saber se comunicar é uma habilidade importante tanto para nossa vida pessoal quanto profissional. Ser capaz de se expressar com clareza pode te ajudar a desenvolver relacionamentos mais fortes, maximizar seu potencial e atingir seus objetivos.

Gisele Alves é dona de uma vasta experiência como apresentadora de televisão, atriz e jornalista e também compartilha dicas valiosas para desenvolver uma boa comunicação e técnicas para conquistar a confiança de si mesmo e das pessoas.

Saber se expressar em diferentes situações e envolver o ouvinte no momento certo e com as palavras certas pode te ajudar em vários aspectos, explicar ideias, estabelecer uma estratégia, defender um ponto de vista ou até mesmo conversar sobre assuntos informais de maneira mais eficiente.

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Pensando nisso, Gisele Alves cita algumas dicas para você começar a desenvolver sua forma de se comunicar, confira:

Eleve sua empatia

A comunicação é um caminho de mão dupla. Se você praticar o ato de enxergar pelo ponto de vista contrário, pode reduzir a dificuldade e a ansiedade que, de vez em quando, surgem quando tenta se comunicar verdadeiramente com os outros. Por exemplo, saber o que a outra pessoa realmente quer dizer, quando ela diz que está muito cansada para conversar. Desenvolver empatia te ajuda a melhor entender as partes não verbais da comunicação com os outros e a responder efetivamente.

Leitura é fundamental

Outra boa tática para melhorar a forma como você se expressa, é ler mais. Podem ser livros relacionados a negócios, comunicação, negociação ou a outros assuntos do seu interesse, jornais ou artigos da internet. A leitura ajuda a expandir o vocabulário, a melhorar o poder de argumentação e a ter uma boa noção de como organizar as ideias de maneira clara, todos estes são pontos que contribuem para que você se comunique melhor.

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Treine, treine e treine mais um pouco

É bastante conhecida a teoria de Steve Jobs de que se leva dez mil horas de prática para dominar uma habilidade – tocar piano, jogar basquete ou jogar tênis. Acredita-se vivamente que isso também se aplica à habilidade de se comunicar. Muitas pessoas dizem que jamais serão tão refinadas quanto Steve Jobs ou outros grandes oradores do mundo dos negócios, porque simplesmente “não são boas em falar em público”. Bem, Steve Jobs também não nasceu sabendo. Ele trabalhou duro para desenvolver essa habilidade.

Em suas primeiras apresentações, incluindo o lançamento do Macintosh em 1984, Jobs se manteve rígido no palco, agarrado a bancada e lendo anotações. Ele foi melhorando a cada ano que passava. Na verdade, cada década testemunhou um grande avanço em seu estilo e suas técnicas de oratória. Jobs ficou famoso por ensaiar incansavelmente para uma apresentação – muitas, muitas horas ao longo de muitas, muitas semanas. E acabou sendo considerado um dos líderes de negócios mais carismáticos do mundo. O que muita gente não consegue perceber é que Jobs parecia se apresentar sem esforço porque se empenhou muito nisso!

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Use técnicas de respiração para se concentrar

O nosso cérebro consome cerca de 20% de todo o oxigênio que passa pelo seu corpo? Isso acontece porque o órgão precisa bastante desse elemento para realizar suas principais tarefas, desde as automáticas, como garantir o batimento do coração, até as mais complexas, como os processos de atenção e comunicação.

Por esse motivo, utilizar técnicas de respiração para concentração é uma excelente maneira de aproveitar o que se sabe sobre a nossa cognição e ter mais produtividade nas tarefas. Isso sem contar que melhorar a oxigenação do corpo auxilia no controle da ansiedade, do estresse e do humor.

Sabia que só o ato de prestar atenção na respiração pode fazer com que a sua concentração melhore? Isso porque, quando você volta o foco para uma determinada atividade, as distrações vão embora. Então, vale a pena tirar 1 minuto do dia apenas para sentir o ar saindo e entrando pelas narinas.

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Você pode usar também técnicas mais elaboradas, como, por exemplo, a respiração alternada. Essa técnica consiste em:

Tampe uma narina, concentrando-se para que o ar passe por apenas uma delas. Em seguida, basta repetir o mesmo movimento no outro lado.

Conhece o sinal de “hang loose”? Basta fechar a mão, deixando o polegar e o dedo mindinho abertos. A partir disso, é só seguir estes passos:

  • respire fundo e segure o ar;

  • cubra a narina direita com o dedo polegar;

  • expire apenas pela narina esquerda;

  • inspire totalmente e segure novamente o ar;

  • cubra a narina esquerda com o dedo mindinho;

  • deixe o ar escapar pela narina direita;

  • repita todo o procedimento por, pelo menos, 4 vezes.

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Seja natural e tenha sua própria opinião

Procure trabalhar nos pontos citados, mas de forma natural. Não tente copiar a maneira de alguém falar, por exemplo. A linguagem corporal exerce um papel tão importante quanto a fala na comunicação. É através dela que você coloca emoções em suas palavras, enfatiza suas frases, passa segurança e receptividade as pessoas. Imagine uma pessoa usando a mesma expressão facial para dizer que está triste ou feliz: é no mínimo estranho, não acha? O mais importante, nunca fuja de sua essência e do que acredita, você conquistará as pessoas certas pelo que você é.” finaliza Gisele Alves.

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Saúde: saiba as sete doenças mais comuns após os 50 anos de idade

Após os cinquenta anos, o cuidado com a saúde deve ser redobrado. Quem já se cuida precisa se cuidar ainda mais. Já os que deixaram a saúde de lado e não se cuidaram até então, precisam urgentemente repensar nos seus hábitos, e passar a ter uma rotina de busca de maiores cuidados.

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Pensando em fazer mais um alerta para que todos tenham mais saúde e consequentemente mais qualidade de vida, o médico Roberto Yano, cardiologista e especialista em marca-passo, elaborou uma lista de sete doenças comuns que ocorrem após os 50 anos.

1- Doenças cardiovasculares

“Essas são as doenças que mais matam no mundo. As doenças cardiovasculares matam muito mais do que todos os tipos de câncer juntos, e passam a ser mais prevalentes nas pessoas com mais de 50 anos de idade. Estão englobadas neste grupo a hipertensão, o infarto, o derrame cerebral e a insuficiência cardíaca. Com o envelhecimento, as nossas artérias vão endurecendo e a pressão arterial tende a aumentar. O sedentarismo, a obesidade, o tabagismo e uma alimentação inadequada também podem favorecer o aparecimento precoce e até o agravamento dessas doenças. Por isso, o ideal é manter sempre os exames cardiológicos em dia, ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios físicos regulares, parar de fumar e manter-se no peso ideal”, explicou.

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2- Diabetes Mellitus Tipo 2

“Essa doença tem muito a ver com a má alimentação, estilo de vida inadequado, mas também tem relação com a hereditariedade. O diabetes ocorre quando temos uma baixa produção ou uma má absorção de insulina, que é o hormônio que regula a glicose no nosso sangue. Os sinais mais comuns de um diabetes descompensado são a sede e a fome em excesso, fraqueza, perda de peso, urinar várias vezes ao dia, e em alguns casos ter náuseas, vômito e até coma. Então se tiver algum desses sintomas, procure um médico”, aconselhou.

3- Alzheimer

“Essa doença geralmente atinge pessoas acima dos 60 anos de idade. No início são sinais de leve esquecimento, sobretudo das memórias mais recentes e depois pode se agravar. Uma pessoa acometida de Alzheimer pode ter nos estágios mais avançados dificuldades até para tomar banho, por exemplo. O idoso deixa de ser independente e passa a depender de pessoas para fazer coisas simples, do dia a dia. Portanto, essa é uma doença que afeta não só ele, mas todos em volta dele. É importante fazer o diagnóstico precoce para poder retardar as suas consequências”, comentou.

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4- Osteoporose

“Essa doença atinge mais mulheres do que homens. Ela é a diminuição da massa óssea e nas mulheres, e acontece principalmente após a menopausa. As pessoas acometidas por ela passam a ter ossos mais fracos, ficando mais vulneráveis a fraturas. As vezes o osso fica tão fraco que ele primeiro tem uma fratura, para depois ter uma queda. Existe um exame chamado densitometria óssea, que avalia a densidade da massa óssea. Além das mulheres pós-menopausa e idosos, ela pode ser solicitada para fumantes, pessoas que usam corticoide, etilistas pesados e pessoas muito magras. Fazer exercício físico, incluindo a musculação, vão ajudar e muito na prevenção dessa doença”, falou.

5- Depressão

“A depressão é mais comum em pacientes idosos, mas os sintomas nessa faixa etária, por muitas vezes, não são sintomas típicos, então o familiar precisa ficar atento para que no início dos sintomas ele já o leve ao psiquiatra. O idoso muitas vezes não demonstra tristeza, pode ocorrer uma falta de ânimo em fazer as coisas, falta de interesse, ou sentir-se mais cansado que o habitual. Além da depressão, pessoas dessa faixa etária podem ter mais crises de ansiedade. É muito importante ter a saúde do corpo e da mente alinhados, para potencializar sempre sua qualidade de vida”, comentou.

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6- Catarata

“Caracterizada pela visão mais opaca, essa doença aparece com o envelhecimento, ou pode ser provocada por uma exposição inadequada à luz solar. Pode aparecer mais precocemente e com perda de visão mais rápida nos pacientes com diabetes. Pode ocorrer também a catarata causada por medicamentos, como por exemplo pelo uso crônico da amiodarona, mas a mais comum é a Senil, que aparece com o próprio envelhecimento dos olhos”, adendou.

7- Hipertensão Arterial

“Já citamos que ela faz parte do grupo de doenças cardiovasculares, mas como ela é a doença mais prevalente nas pessoas acima dos 50 anos, precisamos falar um pouco mais. Segundo o Ministério da Saúde, 35% da população brasileira é hipertensa. Ela contribui em 80% dos AVCs e 60% dos infartos. Quem não a trata a hipertensão de forma correta, tem um risco maior de ter insuficiência cardíaca, infarto, derrame, e lembrando que essa é uma doença que não dá sintomas. Por isso, é importante o acompanhamento clínico e fazer os exames de rotina com um bom cardiologista. Além disso, se alimentar bem, fazer exercícios, não fumar e perder peso se necessário são importantes medidas para proteger o seu coração”, finalizou.

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Ainda conforme Dr. Yano, é nítido que as doenças mais frequentes após os cinquenta anos são evitáveis, desde que tenhamos hábitos saudáveis. Pautado sempre por temas relacionados a uma melhor saúde das pessoas, o médico acumula mais de 1 milhão de seguidores no Facebook e é dono de um canal com mais de 1 milhão de inscritos no Youtube.

Sobre Dr. Roberto Yano

Dr. Roberto Yano é médico cardiologista e especialista em Estimulação Cardíaca Artificial pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e AMB.

Atualmente suas redes sociais, que traz a #amigosdocoracao, contam com um número expressivo de seguidores. São mais de 2 milhões engajados e distribuídos nos canais do Facebook, Youtube e Instagram.
O principal objetivo do profissional é divulgar informações valiosas aos seguidores, sempre visando os preceitos do código de ética médica.

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Novembro Azul: incontinência e alterações na urina podem estar relacionadas ao câncer de próstata

No mês de conscientização do cuidado com a saúde masculina, é importante lembrar que quanto mais precoce o diagnóstico, maior é a chance de cura

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De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) e da Sociedade Brasileira de Urologia, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, isto significa que, a cada 38 minutos devido à doença, um homem morre no Brasil. Até o final de 2022, estima-se que haverá cerca de 65.840 novos casos de câncer de próstata.

A campanha “Novembro Azul” tem como objetivo alertar para a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, o mais frequente entre os homens brasileiros depois do câncer de pele. Além disso, a ação traz um alerta que visa promover uma mudança nos hábitos masculinos, mostrando a importância da realização de consultas e de exames de rotina. É indispensável que os homens tenham atenção na saúde integralmente e não somente em novembro, ter um resultado precoce e investigar doenças que por sua vez, podem estar presentes, porém de forma silenciosa.

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Muitas pessoas não sabem, mas é preciso prestar atenção em alguns sintomas, que podem ser alertas no diagnóstico do câncer de próstata. Como:

  • Dificuldade de urinar;
  • Diminuição do jato urinário;
  • Necessidade de urinar mais vezes durante a noite ou dia;
  • Sangue na urina;
  • Sensação de esvaziamento incompleto;

“Diferente da mulher, o homem só vai apresentar incontinência urinária após intervenção relacionada à próstata como na prostatectomia radial ou nas Ressecção Transuretral da próstata (RTU de próstata), que é menos frequente. A incontinência urinária pós-intervenção da retirada da próstata também é passível de tratamento de modo conservador com treinamento da musculatura de assoalho pélvico”, explica Michele Brajão, enfermeira estomaterapeuta e coordenadora da clínica ConvaCare.

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De acordo com o Ministério da Saúde, quase um terço (31%) dos homens brasileiros não têm o hábito de ir aos serviços de saúde para fazer check-up e buscar auxílio na prevenção de doenças. Esse é um número muito alto, por isso, é preciso alertar sobre a importância de procurar um médico ao menos uma vez ao ano.

Fazer os exames de rotina é sempre o melhor caminho, já que na fase inicial, a maioria dos pacientes não apresentam sintomas, tendo em vista que o câncer de próstata tem uma evolução silenciosa. Afinal, quanto mais precoce for o diagnóstico, maior é a chance de cura.

O diagnóstico

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De acordo com o INCA, o diagnóstico é realizado a partir do exame de sangue (PSA) e do toque retal, e é recomendado a partir dos 45 anos ou aos 40 anos para os afrodescendentes e para quem tem histórico de câncer de próstata na família. O tratamento será definido após a confirmação do tumor pela biópsia. 

Ainda assim, o câncer de próstata diagnosticado precocemente representa 95% de chance de cura. Outro aspecto, são as campanhas que trazem um alerta a todos os homens, esposas, filhos, irmãos para a lembrar seus entes queridos que é importante uma consulta anual com um urologista.

Sobre a ConvaCare

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A ConvaCare é um centro internacional de excelência no tratamento e reabilitação de pessoas com feridas, estomias e incontinência urinária. A rede Convacare possui 10 anos de experiência na América Latina, adquirida na atuação de suas oito clínicas, tendo realizado mais de 2 k atendimentos com uma gama de benefícios clínicos e econômicos, incluindo a prevenção de infecções, proteção de uma pele em risco, melhora dos resultados de pacientes e redução dos custos totais de tratamento. . No Brasil, a clínica matriz está localizada na zona sul da capital paulista, que foi a primeira de um projeto de expansão que já possui uma filial em Belo Horizonte, ainda, há a implantação de cinco clínicas no país nos próximos 3 anos. Saiba mais em: https://clinicaconvacare.com.br/

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Hortas urbanas geram renda para sobreviventes de violência doméstica em SP, aponta livro

Tomada por carros, rodovias e prédios altos, parece difícil de imaginar áreas de cultivo de alimentos em uma cidade como São Paulo, mas elas existem. O livro “Agricultura na Cidade: o cultivo de alimentos e do comum pelas mulheres”,  lançado no dia 26 de novembro pela editora Ícone, mostra que estes espaços não apenas existem, mas também dão oportunidade para formação política e geração de renda de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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A obra é fruto da tese de doutorado da socióloga Laura Carvalho, defendida na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) em 2021. Carvalho investigou projetos de agricultura urbana na zona leste de São Paulo e em bairros sociais de Lisboa, em Portugal. “Agricultura na Cidade” amplia o trabalho de Carvalho em parceria com a professora Márcia Tait, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Juntas, elas contextualizam o surgimento de hortas nas cidades, os problemas que as propriedades familiares enfrentam e trazem três exemplos chefiados por mulheres em São Paulo.

O foco no trabalho e geração de renda por mulheres não era a ideia inicial do projeto, mas foi uma questão imposta durante o andamento da pesquisa. “Todas tinham histórias de violência, então fui entender as origens disso”, conta Carvalho. “Atuar nessas hortas permitiu a elas se desvencilhar de situações de muita violência, seja do marido, do namorado ou de um terceiro”, aponta a socióloga. No livro, as autoras exploram apenas hortas urbanas com práticas agroecológicas chefiadas por mulheres. No cotidiano, são raros os casos em que há ajuda de parceiros, mas outros membros da família também atuam na produção, classificada como agroecologia familiar.

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Uma das características que as autoras observam nessas famílias é a maioria ser composta por pessoas de outras regiões do país, principalmente do Nordeste, que vieram para São Paulo em busca de trabalho. Assim, o cultivo se torna um negócio. Carvalho considera que existe um componente de empreendedorismo na prática da agroecologia urbana, principalmente entre as mulheres. Além disso, elas encontram também uma maneira de resgatar suas origens rurais, comuns entre os que chegam na capital paulista. “Elas têm uma memória afetiva com a agricultura, muitos vêm de fazendas, chácaras, da roça”, diz Carvalho.

Nos últimos anos, essas mulheres viram a demanda por alimento aumentar durante a pandemia. Em parceria com ONGs e empresas privadas, elas conseguiram se articular para oferecer assistência. Os problemas enfrentados pela agricultura familiar urbana durante a crise sanitária também é abordado em “Agricultura na Cidade”. “A fome piorou nesse período, as pessoas da região também estão em extrema vulnerabilidade nutricional e insegurança alimentar”, observa Carvalho.

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Para manter as hortas em funcionamento, a dupla destaca a importância de políticas públicas voltadas para a agroecologia urbana. “A prática é muito mais do que um método de produção de alimentos. Trabalha com questões estruturais, sociais, históricas, se articula em redes, promove a emancipação”, enumera a socióloga. “De fato transforma vidas das mulheres e de suas famílias”, afirma.

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Pesquisadores criam manual de referência para implementar Linha de Cuidado em Depressão em municípios brasileiros

A depressão é uma doença crônica complexa, que se expressa em diferentes formas, contextos e necessidades. Seu manejo requer recursos e estratégias que dependem de uma rede de saúde bem integrada e articulada, o que não corresponde à atual fragmentação do SUS (Sistema Único de Saúde) e do sistema de saúde suplementar no Brasil. Foi considerando este contexto que pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS) se uniram à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e à Janssen, empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, para elaborar a Linha de Cuidado em Depressão (LCD), lançada na sexta (25), um plano de ação para que gestores e profissionais da saúde possam montar estratégias para melhorar o cuidado em depressão no Brasil.

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O projeto envolveu oficinas de trabalho nos municípios paulistas de Valinhos e Vinhedo, com o teste de diferentes técnicas para ajudar gestores e trabalhadores da saúde a organizarem o itinerário terapêutico do paciente com depressão. A partir daí, foram elaborados três materiais de referência: um manual técnico voltado ao trabalhador, com informações acerca da doença e possibilidades de assistência envolvidas; um guia prático que revisa os protocolos existentes para a atuação de diferentes profissionais; e o manual do gestor, focado em subsidiar a tomada de decisão a gestores de municípios.

O objetivo é que qualquer um dos 5570 municípios brasileiros possa aplicar a LCD, seja esta cidade de pequeno, médio ou grande porte. “Se sou secretário da saúde do município e quero melhorar a atenção ao paciente na minha cidade, aqui tenho todos os instrumentos para executar isso. Então a gente fala como funciona e propõe indicadores que podem induzir o gestor a fazer a organização da sua linha”, explica Thiago Lavras Trapé, pesquisador do IPADS e coordenador do projeto. O material também conta com informações sobre os diferentes pontos de atenção para a depressão, incluindo os ideais de articulação entre os diferentes aparelhos da rede de saúde pública.

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Trapé explica que a ideia é organizar desde o diagnóstico até as formas de tratamento para as mais diversas intervenções necessárias, de forma que o gestor consiga olhar para sua rede, em uma cidade qualquer, e entender a linha de cuidado que organiza os três níveis: a clínica, com protocolos para profissionais como psicólogos, psiquiatras e enfermeiros; os serviços que precisam existir, como UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e UBS (Unidade Básica de Saúde); e a relação que deve haver entre estes serviços. “Nosso grande interesse é influenciar a constituição de políticas públicas. Então a gente quer que o município, o estado e o governo federal se apropriem desse material e utilizem dele para subsidiar sua organização e planejamento”, diz Trapé.

“O suicídio é o desfecho ruim da linha de cuidado. A gente sabe que só consegue mudar o perfil do atendimento quando a política pública de fato se organiza, o gestor entende que é importante, há financiamento, treinamento, formação, divulgação, veiculação de materiais, educação permanente, aí sim isso chega no cidadão. Senão vira um projeto de gaveta, que é o que a gente não quer que aconteça”, conclui o pesquisador.

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Aumento da pressão de pastejo ameaça as pastagens mais áridas do planeta

Um estudo publicado nesta quinta-feira (24), na Science, mostra que o pastejo pode ter efeitos positivos nos serviços ecossistêmicos, particularmente em pastagens ricas em espécies, mas esses efeitos tornam-se negativos em um clima mais quente. A pesquisa foi liderada por pesquisadores do Dryland Ecology and Global Change Lab da Universidade de Alicante (UA) e realizado com mais de 100 instituições parceiras – dentre elas, as universidades estaduais de Feira de Santana e de Santa Cruz, na Bahia, Universidade Federal de Mato Grosso e Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA).

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Essa é a primeira avaliação científica global dos impactos ecológicos do pastejo em terras secas, feita com análise de 326 terras áridas localizadas em 25 países dos seis continentes. No Brasil, a análise foi feita na Caatinga, um dos sistemas áridos com maior riqueza de espécies vegetais e temperaturas elevadas.

Os pesquisadores utilizaram protocolos padronizados para avaliar impactos no aumento da pressão de pastejo na capacidade das terras secas de fornecer serviços ecossistêmicos essenciais, como fertilidade e erosão do solo, produção de forragem/madeira e regulação do clima. “Isso nos permitiu caracterizar como os impactos do pastejo dependem do clima, do solo e das condições de biodiversidade locais e obter informações adicionais sobre o papel da biodiversidade no fornecimento de serviços ecossistêmicos essenciais para garantir a subsistência humana”, explica Fernando Maestre, que é Investigador Ilustre na UA e diretor do Laboratório de Ecologia de Terras Secas e Mudanças Globais.

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As relações entre clima, condições do solo, biodiversidade e serviços ecossistêmicos variavam com a pressão do pastejo. “Os estoques de carbono diminuíram e a erosão do solo aumentou à medida que o clima se tornou mais quente sob alta pressão de pastejo, algo que não foi observado sob baixa pressão de pastejo. Esses resultados sugerem que a resposta das terras áridas às mudanças climáticas em curso pode depender de como as administramos localmente”, indica Nicolas Gross, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisa para Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente (INRAE, França) e coautor do estudo.

Os impactos do aumento da pressão de pastejo mudaram de ‘preferencialmente positivos’, em terras secas mais frias com menor sazonalidade de chuvas e maior riqueza de espécies de plantas, para ‘negativos’, em terras secas mais quentes com menor diversidade de plantas e maior sazonalidade de chuvas. “Não existe um tamanho único quando se trata de pastagem em terras secas. Quaisquer efeitos do pastejo, particularmente o sobrepastejo, variam em todo o mundo, tornando importante considerar as condições locais ao manejar os animais de criação, como caprinos e bovinos, e os herbívoros selvagens”, diz David Eldridge, da Universidade de New South Wales (Austrália) e coautor do estudo.

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Os autores também observaram que a diversidade de plantas vasculares e de mamíferos herbívoros estava positivamente ligada ao fornecimento de serviços essenciais, como o armazenamento de carbono, que desempenha um papel fundamental na regulação do clima. “Nossos resultados destacam claramente a importância de preservar a biodiversidade das terras secas globais em sua totalidade, não apenas para conservar sua capacidade de fornecer serviços essenciais para os seres humanos, mas também para mitigar as mudanças climáticas”, aponta Yoann Pinguet, do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS, França) e coautor do estudo.

O pesquisador da Universidade Estadual de Santa Cruz e co-autor do estudo Frederic Hughes avalia que se faz necessário compreender mais detalhadamente os efeitos negativos do pastejo na biodiversidade na região da Caatinga em um contexto de crise climática. “Cerca de 12% da população brasileira convive no nosso semiárido, população que está sujeita a níveis altíssimos de exclusão social e degradação dos espaços naturais”.

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Abel Conceição, professor da Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia, que também participou do estudo, complementa: “nesse cenário de elevação de temperatura global, nosso estudo ressalta o grande desafio que será aumentar a produção de alimento destinado às populações pobres de regiões secas e degradadas, sem que haja intensificação do pastejo e colapso nos serviços ecossistêmicos dessas regiões”.

As conclusões deste estudo podem auxiliar uma gestão mais sustentável das pastagens, bem como para estabelecer uma gestão eficaz e ações de restauração destinadas a mitigar os efeitos da mudança climática em curso e a desertificação em terras secas globais.

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Copa do Mundo 2022: veja como proteger a saúde do coração nos dias de jogos

Estudos apontam que ocorrências de infarto aumentam entre 4% e 8% em dias de Copa

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Pesquisas mostram que as fortes emoções vividas em partidas de Copa do Mundo aumentam os riscos de problemas de saúde que afetam o coração.

Para os torcedores brasileiros, que estão entre os maiores amantes do futebol, surgem sentimentos como nervosismo, ansiedade, palpitação, entre outras emoções que podem ser gatilhos para incidência de emergências cardíacas.

Um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), realizado em 2013, apontou que as ocorrências de infarto aumentavam entre 4% e 8% em dias de Copa do Mundo.

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Nesta quinta-feira (24/11), às 16h, o Brasil estreia na Copa do Mundo do Catar 2022, contra a Sérvia. O médico cardiologista Lucas Cirilo Fernandes, que atua na Clínica Censo, em Parauapebas (PA), destaca a importância de manter a calma durante os jogos, para reduzir as chances de problemas com o coração.

“Os jogos da seleção deixam muitos torcedores à flor da pele. É comum o relato de pessoas que passam mal durante as partidas. A ansiedade pela vitória, e em alguns momentos, a angústia pela derrota, podem provocar estresse emocional”, esclarece.

O cardiologista explica que é fundamental estar atento aos sinais de alerta que podem indicar problemas graves com a saúde.

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“Se ficar muito ansioso, suando, com dor no peito, coração acelerado, boca seca, mãos frias, náuseas, ânsia de vômito, fique atento, pois pode ser uma arritmia”, recomenda o médico.

“Agora se esses sintomas persistirem acompanhados com dor de cabeça, fraqueza muscular, alterações na fala, deixe a partida imediatamente e procure uma emergência”, acrescenta o cardiologista.

Quem já tem problemas cardiovasculares ou histórico familiar da doença também deve redobrar o cuidado com as emoções durante os jogos.

O profissional da clínica indica alguns cuidados que podem ajudar a proteger o coração e a saúde no geral:

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1- Faça alimentação saudável e com alimentos leves antes da partida;

2- Evite alimentos ultraprocessados, como refrigerante e salgadinhos;

3- Opte por ingerir frutas, pois auxiliam no controle da ansiedade;

4- Evite a ingestão de bebida alcoólica, mas para quem não abre mão, a dica é se manter hidratado;

5- Busque manter a calma, pois a ansiedade e o nervosismo podem ser gatilhos para emergências do coração;

6- Se você já realiza tratamento cardíaco, evite tomar bebidas com cafeína, pois elas são estimulantes e podem acelerar o coração;

7- Não misture bebida alcoólica com energético, pois é fator que predispõe arritmias;

8- Faça um check-up preventivo com um cardiologista.

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Jogos do Brasil (fase de grupos)

Siga as dicas atentamente, e se organize para prestigiar esta Copa do Mundo com saúde.

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Após se destacar em eventos no Ceará, Pakinha mira última etapa do Maranhense

Campeão estadual Sub-16 por antecipação, jovem surfista está na briga por título da categoria Open.

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Uma das principais revelações do esporte maranhense, o jovem surfista Kadu Pakinha, de 14 anos, que conta com o patrocínio do governo do Estado e da Potiguar por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, participou de duas importantes competições de surf de base no Ceará durante o mês de novembro: o Iguape Pró, na cidade de Aquiraz, e o Maresia Ondas do Futuro, em Fortaleza. Mostrando evolução a cada evento, Kadu conquistou bons resultados em mares cearenses e ganhou confiança para a quarta e última etapa do Circuito Maranhense de Surf, que ocorrerá em dezembro.

Na competição do Iguape Pró, que foi realizada na Praia do Iguape entre os dias 10 e 13 de novembro, Kadu Pakinha chegou às semifinais da categoria Sub-16 e garantiu classificação para as quartas de final do Sub-14. Já no Maresia Ondas do Futuro, disputado entre 17 e 20 de novembro, na Praia do Futuro, o surfista maranhense atingiu as quartas de final nas categorias Sub-14 e Sub-16.

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Antes do Iguape Pró e do Maresia Ondas do Futuro, Kadu Pakinha acumulou experiência em outras competições interestaduais em 2022. Além de conquistar a quinta colocação na categoria Sub-14 e chegar às quartas de final da categoria Sub-18 do Circuito Caucaia, em outubro, o atleta maranhense participou, no fim de setembro, da terceira etapa do Circuito Brasileiro de Surf de Base, em Xangri-lá, no Rio Grande do Sul, onde garantiu o Top 30 do país na categoria Sub-14.

Foco no Estadual

Agora, o foco de Kadu Pakinha está voltado para etapa decisiva do Circuito Maranhense de Surf, entre os dias 9 e 11 de dezembro, na praia do Olho d’Água, em São Luís. Após conquistar antecipadamente o título da categoria Sub-16 com vitórias nas três primeiras etapas, o jovem atleta luta para ser campeão estadual na categoria Open, onde está competindo de igual para igual contra atletas mais experientes.

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“As competições no Ceará foram difíceis, mas consegui bons resultados, estive perto das primeiras posições e isso é uma grande experiência para os próximos eventos. Agora, vou me preparar para a última etapa do Circuito Maranhense, a disputa na categoria Open é muito equilibrada e preciso de um ótimo desempenho para brigar pelo título. Mais uma vez, fica o meu agradecimento à Potiguar e ao governo do Estado por estarem me patrocinando e apoiando a minha participação nas competições pelo Brasil. Vou dar o meu máximo para colocar o Maranhão nos melhores lugares do pódio”, disse Kadu.

Bicampeão maranhense de surf, Kadu Pakinha coleciona resultados expressivos na temporada de 2022, com destaque para a quinta colocação na categoria Open da segunda etapa do Circuito Maranhense, a vitória em duas etapas dos Jogos Escolares e a conquista da quinta posição no Brasileiro Sub-14, realizado no Pará.

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Instituto Cultural Vale celebra a literatura e leva o Maranhão à 20ª edição da FLIP

Programação oferecida pelo Instituto, que apoia mais de 350 iniciativas culturais no Maranhão e no Brasil, inclui cortejo de Bumba meu Boi e Tambor de Crioula para celebrar a autora homenageada Maria Firmina dos Reis

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O Instituto Cultural Vale celebra a literatura, as artes e a cultura brasileira e maranhense na 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), de 23 a 27 de novembro. Com patrocínio oficial do Instituto, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a FLIP retoma este ano as atividades presenciais e homenageia a autora maranhense Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista negra do Brasil. 

Como parte de sua programação, o Instituto leva duas das mais tradicionais manifestações artísticas maranhenses para a festa literária: o Bumba Meu Boi e o Tambor de Crioula. No Brasil, o Instituto Cultural Vale apoia mais de 350 iniciativas culturais, além de abraçar espaços culturais próprios, como o Centro Cultural Vale Maranhão, que valoriza os fazeres e saberes maranhenses e promove o desenvolvimento local.

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“Promover o desenvolvimento local, por meio da valorização da cultura e da criação de oportunidades para os fazedores de cultura de todo o Brasil, é uma das nossas missões no Instituto Cultural Vale. Por isso, é uma alegria trazer e celebrar o Maranhão na Flip, proporcionando o contato do público com manifestações culturais únicas, como o Bumba meu Boi e o Tambor de Crioula, e evidenciando o trabalho de artistas que integram o maior quilombo urbano do Brasil, o Quilombo da Liberdade”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.

O Bumba Meu Boi da Floresta tem 50 anos de história e, assim como o Tambor de Crioula Prazer de São Benedito, que estará também presente na Flip, integra programações do Instituto Cultural Vale no Maranhão. O cortejo do Boi sairá pelas ruas de Paraty no dia 23, logo após a mesa inaugural, que vai debater a importância de Maria Firmina dos Reis para questões como feminismo, engajamento dos artistas e o papel da mulher negra na sociedade. Fundado por Mestre Apolônio, o Bumba Meu Boi da Floresta é uma brincadeira tradicional que constrói sua musicalidade com matracas e pandeirões, exaltando sua influência africana.

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“Quem conduz o Boi da Floresta em todo seu alcance na comunidade do bairro da Liberdade, em São Luís, é uma mulher negra. Maria Firmina e Nadir Cruz são pontas para a resistência ampliada do povo negro, da cultura popular e principalmente das mulheres enquanto agentes ativos de produção e fala”, comenta Gabriel Gutierrez, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão.

Já no dia 25, o público vai poder dançar junto com o Tambor de Crioula Prazer de São Benedito, também fundado por Mestre Apolônio como forma de preservar os valores e tradições do tambor de crioula no bairro da Liberdade, em São Luís. Uma das figuras mais importantes da cultura popular maranhense, Apolônio Melônio desenvolveu trabalhos de formação para crianças e adolescentes em sua comunidade e, após sua morte, o trabalho foi continuado por sua mulher, Nadir Cruz. 

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“Estar à frente de um terreiro e barracão de boi, reconhecido pela sua produção, é muita coisa. Para além, estar à frente dos movimentos de transformação do maior quilombo urbano do Brasil, podendo representá-lo numa feira literária, é um ganho de alcance e de partilha de outros valores possíveis para uma sociedade mais justa”, afirma Nadir Cruz.

Com a presença e incentivo a um dos principais eventos literários do país, o Instituto, que também patrocina o Festival Literário Internacional de Itabira (Flitabira), a Feira do Livro de São Luís (FeliS) e a exposição “Nhe he Porã – Memória e Transformação no Museu da Língua Portuguesa, reforça seu investimento na formação de novos leitores, proporcionando novas experiências por meio da literatura. E estreita a sinergia com a atuação da Vale na Costa Verde do Rio de Janeiro, onde apoia iniciativas como a Orquestra Jovem de Itaguaí e a Casa da Cultura de Paraty, que recebe a programação paralela da Flip.    

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Programação – Instituto Cultural Vale e Maranhão na FLIP

23/11 (quarta-feira), 21h30

Cortejo do Bumba Meu Boi da Floresta de Mestre Apolônio

Saída em frente à Igreja da Matriz

24/11 (quinta-feira), às 21h30

Apresentação do Bumba Meu Boi da Floresta de Mestre Apolônio

Auditório da Praça

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25/11 (sexta-feira), às 21h30

Tambor de Crioula Prazer de São Benedito

Auditório da Praça

26/11, às 19h

Intercâmbio e vivência com grupos locais.

Ocupa Parati / Praça Aberta

Mesas:

Flipinha

Dia 25/11 (sexta-feira), às 9h 

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Roda de conversa: Conversa à beira-mar. 

Participantes: Andréa Oliveira (autora de “Maria Firmina, a menina abolicionista”) e Simone Mota (autora “Carolayne, Carolina e as histórias do diário da menina”). 

As autoras debatem o legado e as vivências das escritoras negras Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus.

Central Flipinha (Praça da Matriz)

Flip +

Dia 25/11 (sexta-feira), às 20h30

Painel: “Maria Firmina dos Reis: a trajetória inspiradora da primeira romancista brasileira

Painelistas: Agenor Gomes (Palestrante), Luciana Diogo (Palestrante) e Natércia Moraes Garrido (Moderadora).

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Casa da Cultura de Paraty (R. Dona Geralda, 194, Centro Histórico). Senhas serão distribuídas gratuitamente 1h antes do painel (100 vagas)

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Gabaritos do Enem serão divulgados hoje (23)

Respostas poderão ser vistas, a partir das 18h, no portal do Inep

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulga hoje (23), às 18h, os gabaritos das provas objetivas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. As provas foram aplicadas nos dois últimos domingos, dias 13 e 20 de novembro. Cerca de 2,5 milhões de estudantes participaram de pelo menos um dia de prova nas modalidades impressa ou digital.  

Os gabaritos poderão ser acessados no portal do Inep. Os resultados finais serão divulgados no dia 13 de fevereiro de 2023, na Página do Participante

Mesmo com os gabaritos das provas em mãos, ainda não será possível saber qual foi a nota da prova. Isso porque o Enem utiliza como método de correção a chamada teoria de resposta ao item (TRI). As notas variam de acordo com os acertos e erros dos alunos em cada prova. 

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O espelho da redação, com os detalhes das correções dessas provas, será divulgado apenas em abril, junto com as notas dos participantes treineiros, ou seja, daqueles que ainda não concluíram o ensino médio e fizeram o exame apenas para testar os conhecimentos. O tema deste ano foi Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil

Após a divulgação dos resultados do Enem, serão abertas as inscrições para os processos seletivos que utilizam a avaliação como forma de ingresso no ensino superior, em data ainda a ser divulgada. 

O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Inep.

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Reaplicação

Os participantes do Enem que não puderam comparecer ao exame por problemas logísticos ou por estarem com covid-19 ou outra doença infectocontagiosa podem, até sexta-feira (25), pedir a reaplicação do exame. As provas serão reaplicadas nos dias 10 e 11 de janeiro de 2023. Cada pedido, que deverá ser feito na Página do Participante, será analisado individualmente.

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