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Rede Sustentabilidade e PSOL discutem composição de Federação no Maranhão

Na noite, desta quinta-feira (24), dirigentes do PSOL e da Rede Sustentabilidade se reuniram para tratar das agendas programáticas visando as eleições de 2022 dentro do contexto da nova organização eleitoral.

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As duas siglas carregam pontos divergentes no Maranhão no que se refere à disputa para o cargo de governador do Estado, vez que a Rede já declarou apoio oficialmente ao projeto do PDT, liderado pela pré-candidatura do senador Weverton Rocha.

Por outro lado, o PSOL aprovou em conferência eleitoral realizada em 5 de dezembro de 2021, a pré-candidatura a governador do engenheiro florestal e presidente estadual do partido, Enilton Rodrigues.

No entanto, as siglas focam agora nas convergências, em especial a formação de nominatas para a disputa proporcional mirando a necessidade de uma organização forte para vencer a cláusula de barreira.

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Os partidos reconhecem que é prematuro apresentar definições em nome da federação e que novas rodadas de conversas deverão existir de olho também no cenário nacional.

Estiveram presentes à reunião Janicelma Fernandes e Breno Ribeiro, porta vozes estaduais da Rede, Jeisael marx, porta voz municipal de São Luis; Sidney Nunes, Coordenador Estadual de organização; Enilton Rodrigues, presidente estadual do PSOL e pré-candidato a governador, Antônia Cariongo, dirigente nacional e pré-candidata à senadora; Reynaldo Costa, secretário geral estadual; e o ex-presidente estadual do PSOL e ex-membro do diretório nacional, o advogado Nonnato Masson.

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Presidente da REDE desmente fake news e reafirma apoio a Weverton

A Presidente estadual do partido REDE Sustentabilidade no Maranhão, Janicelma Fernandes de Sousa, veio a público desmentir a fake news de que a Rede estaria fora do grupo de partidos que apoiam a pré-candidatura de Weverton Rocha (PDT) ao Governo do Maranhão.

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Janicelma Fernandes as redes sociais para confirmar a posição tomada pela REDE ainda em 2021 de apoio senador pedetista.

“A Rede Sustentabilidade-MA deliberou pelo apoio à pré-candidatura do senador Weverton ao governo desde dezembro de 2021, esta posição está mantida e será discutida em outro ambiente agora, o de federação com o PSOL.”, reafirmou Janicelma.

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A líder partidária deixou claro que quem fala pelo partido é a direção, haja vista a informação mentirosa ter sido publicada sem que houvesse manifestação da legenda, tendo sido baseada na fila de terceiros.

Por slz180.

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Rede é o primeiro na abertura de diálogos de Felipe Camarão com partidos

A Rede Sustentabilidade foi o primeiro partido a sentar com o Pré-candidato ao governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), que iniciou rodada de diálogos com legendas alinhadas do campo político progressista com vistas a parcerias para as eleições de 2022.

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Membros da executiva estadual da Rede se reuniram com Camarão e membros do Partido dos Trabalhadores nesta terça-feira (12), onde a tônica da conversa foi o futuro do Maranhão a partir das eleições do ano que vem.

Felipe Camarão comentou que as duas legendas possuem posicionamentos políticos que favorecem uma parceria forte para 2022, visando uma frente progressista forte. “Agora, o próximo passo seria uma conversa mais direta com os diretórios dos dois partidos para alinhar essa possível parceria”, se anima o pré-candidato.

Porta-voz da Rede Sustentabilidade, Janicelma Fernandes, disse que há um agenda política comum de luta em prol de melhorar a vida das pessoas e por conquistas sustentáveis para o Estado do Maranhão.

“Não há nenhum impedimento para que possamos caminhar juntos (com Felipe). Claro que este é o primeiro diálogo, outros virão, e esperamos que nosso partido possa contribuir com um projeto de crescimento do estado, de avanço e manutenção de políticas públicas para nosso povo. Vamos amadurecer dentro do partido e tomar a decisão com muita tranquilidade”, pontua Janicelma

A líder partidária disse ainda que vê com bons olhos a pré-candidatura de Felipe, e que enxerga a oportunidade de (ele) continuar melhorando o que já foi construído no campo da Educação do Maranhão como Secretário.

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Também participaram do encontro Breno Ribeiro, que divide o comando estadual da Rede como Porta-voz; Sidney Nunes, secretário de Organização da Rede; e Jeisael Marx, Porta-voz Municipal do partido em São Luís.

Pelo PT, estavam o vice-presidente estadual, Francimar Melo, e Cricielle Muniz, que faz parte do Diretorio Nacional do partido.

O anúncio da pré-candidatura de Felipe Camarão a governador do Maranhão pelo PT foi feito oficialmente no último dia 08 de outubro em uma caravana do Partido dos Trabalhadores na cidade de Pedreiras.

Rede Sustentabilidade aquecida para as eleições 2022

Após as eleições 2020, que a Rede teve como protagonista das eleições na capital maranhense o candidato a prefeito Jeisael Marx e a vice-prefeita Janicelma Fernandes, com um desempenho dentro do esperado pela legenda que somou 14.144 votos, o grupo agora se prepara para 2022.

Com o objetivo de eleger deputados e deputadas federal e estadual para a própria sobrevivência da legenda, alguns nomes já são cotados dentro do partido, além da dupla, outras lideranças da Rede pelo MA estão trabalhando com esse objetivo.

A Rede segue sua atuação dentro de um campo político progressista que dialoga com os segmentos sociais e tem como objetivo para este ano fortalecer os ELOS temáticos do partido, a exemplo das mulheres, juventude, animais, economia solidária, ambiental, etc.

Seguindo as deliberações nacionais e analisando o contexto local, o grupo segue aberto ao diálogo para fortalecimento dos projetos para o MA.

Dia 12/04/2021, a Executiva Estadual do partido se reunirá para planejamento e articulações visando efetivação das concepções do partido no estado e as eleições de 2022.

REDE pede ao STF liberação da vacina da Butatan em 72 horas

A Rede Sustentabilidade pediu, nesta segunda-feira (11), ao Supremo Tribunal Federal (STF) que seja liberado em 72 horas a vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) não mostre por que considerou incompletos os documentos do Butantan.

O pedido foi informado também pela ex-senadora Marina Silva através de sua rede social.

No sábado (9), a Anvisa informou que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou a documentação da vacina de forma incompleta no pedido para uso emergencial da vacina contra coronavírus, a CoronaVac.

Na petição, a Rede solicita a liberação de uso emergencial em 72 horas caso a Anvisa não conteste o pedido, informando qual documento falta. Se fizer a contestação, a sigla pede que peritos sejam chamados para analisar o fato.

Jeisael Marx se manifesta contra fake news que atrela seu nome a Duarte Jr.

O jornalista Jeisael Marx se manifestou em suas redes sociais contra o fato de estarem atrelando seu nome e imagem ao candidato derrotado no segundo turno da eleição para prefeito de São Luís.

Jeisael, que foi o primeiro a tomar posição em relação ao segundo turno, declarando neutralidade, classificou como canalhice a tentativa de atrelar sua imagem como apoiador de algum candidato.

Ainda no início do segundo turno, Jeisael fez uma postagem afirmando que não iria apoiar nenhum candidato, por não acreditar que vale tudo para chegar à Prefeitura de São Luís. O jornalista manteve-se coerente com a postura adotada durante sua campanha, quando criticou as alianças e comportamentos dos candidatos que chegaram ao segundo turno.

Apesar de o partido ao qual pertence, a Rede, ter decidido pelo apoio a Duarte Jr. no segundo turno, Jeisael manteve seu posicionamento de neutralidade. Ele se manifestou no programa Ponto e Vírgula, da rádio Difusora FM, afirmando que respeitava a decisão da Rede, mas que divergia dela. 

O radialista e jornalista, Jeisael Marx, concorreu a Prefeitura de São Luís pela Rede Sustentabilidade e conquistou 14.144 votos em uma campanha classificada por ele como limpa, digna e honesta.

Em entrevista ao JP, Jeisael fala sobre plano de governo e política

O jornalista Jeisael Marx, candidato da Rede Sustentabilidade para prefeito de São Luís, fala ao Jornal Pequeno

O jornalista Jeisael Marx, escolhido em convenção candidato a prefeito de São pela Rede, concedeu entrevista ao Jornal Pequeno, publicada na edição deste domingo, 20.

Jeisael falou sobre projetos que pretende implantar na Capital Maranhense e disse que seu plano de governo é baseado em descentralização, participação popular e sustentabilidade.

Leia a íntegra da entrevista.

JP – Quais as propostas mais importantes que pretende apresentar nesta campanha?

Jeisael – Nosso plano de governo é baseado no tripé descentralização, participação popular e sustentabilidade. Nosso principal objetivo é otimizar o gasto do dinheiro público, fazer mais com menos, com uma estrutura de gestão eficiente e eficaz com a finalidade de cuidar melhor do cidadão e cidadã. O município não consegue mais arrastar uma estrutura administrativa arcaica, centralizadora, num modelo que só ainda existe em nossa capital, São Luís. Uma estrutura inchada, loteada entre partidos, e que não dá respostas aos problemas em tempo adequado.

Vamos diminuir de 33 para 19 secretarias, criar um Procon Municipal, 5 Unidades Descentralizadas de Gestão (subprefeituras); vamos criar um Centro Administrativo Municipal, para desalugar prédios particulares onde funcionam órgãos da prefeitura; eliminar despesas com contratos de segurança e limpeza desses prédios; diminuir despesas com veículos, priorizando, onde possível, contratos com táxis e transporte por aplicativo para prestar serviços aos órgãos da prefeitura.

Usar mão de obra da própria comunidade através do Mutirão Nosso Bairro para realizar obras e serviços nas comunidades (recuperação de ruas e praças, por exemplo) através de editais com instituições da sociedade civil, gerando emprego e renda nos bairros; implantar sistemas de energia fotovoltaicos nas escolas, gerando economia nas contas de energia e produzindo consumo limpo e sustentável; fazer parceiras público privadas para, a curto prazo, dar respostas à falta de vagas em creches, desafogar o sistema de saúde (consultas e exames etc), dar treinamento para professores entre outros; ouvir as prioridades das comunidades para executar obras e serviços através do orçamento participativo, com a participação, de fato, dos cidadãos na gestão municipal.

Eficiência e eficácia representam mais dinheiro nos cofres públicos, o que representa mais ações e políticas públicas onde mais precisa.

JP – E qual sua impressão sobre as pesquisas divulgadas até agora?

Jeisael – Nossa caminhada não é movida por pesquisas. Nossa missão independe delas. No entanto, espontaneamente, segundo a maioria dos levantamentos, o que se observa é que aproximadamente 60% do eleitorado (ou mais) ainda não se decidiu, ou sequer está interessado no assunto eleição. Nós vamos continuar nossa caminhada, conversando com as pessoas, mostrando que a única forma de romper com esse modelo de administração arcaico existente na cidade é através de um nome fora da atual cultura política. São Luís precisa superar esse ciclo de cerca de 20 anos de dominação do mesmo grupo na Capital. E quando o eleitor entender essa necessidade, tenho certeza que esses mais de 60% que não estão interessados ou ainda não se decidiram, irão mudar completamente o cenário das pesquisas. Quando esse eleitorado entender que este ano nós temos uma opção fora desse ciclo pernicioso, o resultado pode ser surpreendente.

JP – Acredita que há de fato um favoritismo em torno do nome de Eduardo Braide?

Jeisael – O que eu acredito é que nosso nome é o melhor para São Luís diante de um cenário de filhotismo que perpetua na política os “filhos do poder”. São sempre os mesmos grupos e famílias que passam mandatos de mão em mão, para filhos, netos, esposas, sobrinhos, apadrinhados. Como se a política fosse reservada apenas para o pessoal da elite, a cada eleição nós vemos os júniores, filhos e netos, ou sobrenomes tradicionais disputando a eleição. Eles se juntam entre si, agregam forças financeiras e de grupos tradicionais em seu entorno para enganar o povo. Posam de novidade na política, mesmo estando nela e se servindo dela a tanto tempo, e se juntando com velhas raposas para, em diversos casos, afanar os cofres públicos. Eles sempre acham um meio de dissimular sua verdadeira face. Como agora, por exemplo, onde, para contrapesar, vários deles estão usando como vices em suas chapas pessoas de origem pobre, da periferia. Eles são malandros. Para eles, é mais importante “parecer ser” do que ser de verdade. São dissimulados, parasitas da política, malandros, com sorrisos falsos e perfis fabricados para enganar as pessoas. Lutamos contra isso.

JP – No seu modo de ver, há um cenário indicando um provável segundo turno?

Jeisael – No meu modo de ver, os eleitores deveriam criar um cenário de segundo turno com a oportunidade de poder escolher um bom candidato. Porque, infelizmente, nas últimas eleições nós temos ficado sempre com a escolha entre o “ruim” e o “menos ruim”. Nosso nome está posto fora desse binarismo, e esperamos que as pessoas entendam que este ano temos uma boa opção.  Lamentavelmente, neste momento o eleitor já se depara com as mesmas peças no tabuleiro. E eu faço um convite à refletir: queremos eleger as mesmas pessoas de sempre? Me coloco à disposição, pra depois não dizer que não tínhamos opção. Não estou comprometido com forças políticas tradicionais, nem me juntei à velhas raposas da política. Estou dizendo: estou aqui, pra fazer diferente.

JP – Qual sua análise sobre a administração do prefeito Edivaldo, nestes dois mandatos à frente da Prefeitura de São Luís?

Jeisael – A atual administração conseguiu avançar em áreas importantes, como na questão dos resíduos; tem boa atuação também na área de Assistência Social. Mas peca miseravelmente em outras áreas importantes como Educação, Saúde, Infraestrutura. Lamentavelmente, o atual prefeito não conseguiu ser um gestor mais do que regular. Nós queremos dar andamento naquilo que é bom, corrigir o que não funciona direito, focar em colocar o básico para funcionar, e avançar a partir daí para uma gestão moderna e eficiente.

JP – Que influência podem ter nestas eleições em São Luís figuras como Lula, Sarney, Bolsonaro, Flávio Dino e o prefeito Edivaldo?

Jeisael – Apostar em agregar à candidatura a prefeito esses nomes de forma massiva é mais uma tática velha da política praticada por quem se diz “novo”. Na incapacidade de conseguir agregar simpatia e adesão do eleitor ao seu próprio nome, abusam dos nomes de figuras que gozam de popularidade. Acontece que não será Lula o prefeito, nem Bolsonaro, nem Sarney, nem Flavio Dino. É legítimo e natural que figuras ligadas aos partidos ou grupos de qualquer candidato possam declarar apoio e aparecer ao lado de seus apoiados. Malandragem é usar isso de forma massiva, apenas como estratégia para angariar votos, baseado em instrução de marqueteiro, apostando na ingenuidade do eleitor. As pessoas precisam compreender que a maior influência é o cidadão, que acaba sendo menosprezado. A gente ouve falar em “candidato do Lula” de um lado, do outro “o candidato do Bolsonaro”, ou o “candidato de Flávio Dino”, de fulano de beltrano…  O título que eu quero nessa disputa é de “candidato do povo”, do povo de São luís.

JP – Qual sua opinião sobre o apoio do MDB ao deputado Neto Evangelista (DEM) e sobre estas demais alianças para as próximas eleições na capital?

Jeisael – Cada um escolhe a forma que deseja caminhar. Os acordos e alianças são algo inerente à política. Eu não criminalizo a política, pois é ela o caminho para buscar soluções para os problemas da sociedade. O ruim é a forma como alguns escolhem fazer a política. Minha principal crítica é que esses acordos e alianças têm outros interesses, que não são os interesses do povo. Esses que estão sendo feitos agora, não pensam em São Luís. Não pensam sequer no Palácio La Ravardiére, mas pensam no palácio ao lado, o dos Leões. As forças políticas se montando agora deveriam pensar na cidade, não em seus próprios interesses. O cidadão precisa compreender que a semente da corrupção está sendo plantada agora. É preciso questionar como e quem está bancando estruturas milionárias para a realização de atos políticos gigantescos. É preciso questionar porque líderes de partidos políticos correm pra um lado e pra outro – sem nenhuma coerência ideológica – antes de fechar acordos, como se estivessem fazendo leilão. Inimigos de ontem, de braços dados hoje. Quem caminha na política dessa forma e vence a eleição assim, está fadado a fatiar a administração municipal desde já para atender a interesses daqueles que financiam e apoiam esse modo de caminhar. Quem vai pagar a conta?

JP – Na sua avaliação, há um racha no grupo Sarney para as próximas eleições em São Luís?

Jeisael – Esse é o tipo de assunto que não cabe a mim, enquanto candidato, comentar no momento. Nossa preocupação é em falar com as pessoas aquilo que nós podemos fazer pela cidade. Trazer experiências pra tornar a cidade um lugar mais humano. Implantar ideias que já foram testadas e aprovadas em outros lugares do Brasil e do mundo, como hortas comunitárias, mutirão nos bairros, coleta seletiva residencial, educação ambiental nas escolas, mais guardas municipais. Queremos escolas e creches comunitárias atendidas com recursos no menor tempo e com menos burocracia, ônibus novos na Zona Rural, saneamento básico etc. Muita coisa já poderia ter sido feita, mas a cultura política impediu. Uma candidatura independente consegue pensar num projeto que seja possível. Eu acredito num jeito diferente de caminhar na política.

JP – Que reflexos estas eleições em São Luís poderão ter na sucessão do governador Flávio Dino, em 2022?

Jeisael – Infelizmente, vários candidatos estão disputando a eleição de São Luís como trampolim para as eleições de 2022, cada um com seu pretenso candidato a governador ao lado. São vendilhões da coisa pública, e farão qualquer coisa para alcançar seus objetivos, vendem suas almas ao diabo, o que interessa é o poder.

Eu estou interessado em alcançar o cidadão que está enfrentando problemas reais, agora. E eles estão interessados, certamente, em me anular na disputa, me neutralizar, por ser o único, ao lado do povo, capaz de pôr um freio em suas pretensões. Nossa preocupação está em 2020, vencer a eleição para, a partir de 2021, dar o primeiro passo de uma gestão desvencilhada desses interesses personalistas de quem só se preocupa com sua própria barriga e não com os problemas da cidade, de fato.

JP – Como pretende levar avante sua campanha nestes tempos de pandemia do coronavírus?

Jeisael – Nosso tempo de televisão praticamente inexiste, não dá nem pra falar uma frase inteira. Não pretendemos repetir o desrespeito de outros candidatos com a vida das pessoas, que realizaram inúmeras reuniões sem nenhuma preocupação com a pandemia de coronavírus. Vamos para a rua, caminhar em grupos pequenos, respeitando ao máximo o distanciamento, conversar com as pessoas, e usar a internet. O caminho é árduo e espinhoso, mas estamos dispostos a lutar, lado a lado, eu, minha vice Janicelma Fernandes, e o povo de São Luís.

“Minha origem não é política, minha família não é de políticos”, afirma Jeisael

O candidato a prefeito de São Luís agradeceu o apoio dos ludovicense.

Sem carreira política, o candidato a prefeito de São Luís, definido em convenção, Jeisael Marx (REDE) vem surpreendendo pelo desempenho desde a pré-campanha e caindo no gosto do ludovicense. O candidato está trazendo mudanças significativas para os parâmetros estabelecidos nesta eleição.

“Minha origem não é política, minha família não é de políticos, mas eu acredito na política, eu acredito num jeito diferente de caminhar na política”, destacou Jeisael através do Instagram.

Mas o discurso que Jeisael tem imprimido não é somente uma fala aleatória para demonstrar que não é um candidato burguês. A sua mantra de que a política tem que ser ocupada por pessoas diferentes, que não são filhos de políticos tem sido tão importante e compreendida pela sociedade que a maioria dos demais candidatos tiveram que ter como vice pessoas de fora da política tradicional, na tentativa de minimizar o impacto de uma eleição com tantos candidatos homens, brancos, filhos de políticos e que a única atividade que exerceram na vida foi em cargos eletivos e/ou de secretários.

O jornalista agradeceu todo o apoio que recebeu e, por ter Janicelma Fernandes como companheira de chapa e candidata a vice-prefeita de São Luís. A chapa da rede foi a primeira a ter uma mulher como vice na chapa. Algo também copiado pelos adversários.

“Por isso, tomei a decisão de colocar o meu nome e a minha vida à disposição de São Luís. Por que mais do que acreditar que a nossa cidade pode ser melhor, é preciso colocar as nossas ideias em prática”, afirma Jeisael.

Jeisael e Janicelma tiveram suas candidaturas homologadas pela Rede Sustentabilidade em convenção realizada no último domingo (13).

Veja o vídeo:

Janilcema Fernandes propõe debates envolvendo os vices

A REDE Sustentabilidade apresenta para as eleições municipais uma dupla para governar.

A candidata a vice-prefeita da REDE Sustentabilidade, Janilcema Fernandes, cobrou através de sua rede social, a realização de debates entre os vices.

A cobrança foi reforçada pelo companheiro de chapa, candidato a prefeito Jeisael Marx (REDE), ao afirmar que São Luís precisa conhecer melhor os candidatos a vice-prefeito.

“A eleição de São Luís deste ano precisa colocar em evidência as candidaturas à vice. Confio em @JanicelmaF para um debate de alto nível. #debatedevice”, disse Jeisael através do Twitter.

Desde a pré-campanha, Jeisael e Janicelma propõem apresentar uma dupla que governará a cidade de São Luís. O candidato a Prefeito de São Luís confia nas ideias de sua vice-prefeita. Sabendo que pode contar com sua administração, caso precise. Jeisael afirmou na convenção da Rede que São Luís terá, pela primeira vez, mais do que prefeito e vice prefeito, terá uma dupla de prefeito e prefeita.

Janicelma Fernandes é a companheira de chapa de Jeisael Marx, Porta Voz da Rede Sustentabilidade no Maranhão, pedagoga e estudante de Psicologia.