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UFMA realiza Cantata Natalina nessa quinta-feira (15), na Praça Gonçalves Dias

A Universidade Federal do Maranhão, por meio da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proec), preparou uma grande festa para celebrar o natal em São Luís. A instituição realizará a Cantata Natalina nessa quinta-feira (15), a partir das 18h30, na Praça Gonçalves Dias, Centro. O evento será retomado após dois anos sem ocorrer por conta da pandemia.

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Nesta edição, o tema da cantata será “Tempo de Paz’’. O título foi escolhido com o objetivo de promover uma reflexão acerca da importância do natal como símbolo de renascimento e esperança. O concerto de natal contará com a participação dos corais UFMA, Vozes do MPI, Maranatha, OK Idiomas, UNITI e Hospital Universitário, além dos madrigais Olga Mohana e Santa Cecília. 

A programação promete emocionar o público com um repertório composto por músicas populares e eruditas, além de canções natalinas. O evento é gratuito e possui classificação indicativa livre.

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A Diretora de Assuntos Culturais da UFMA, Rosélis Barbosa Câmara, afirma que “a cantata natalina representa um momento de agradecimento e celebração da vida, mas, sobretudo de congregação e reflexão”. Em referência ao tema desta edição, ela conclui com a expectativa de que “2023 seja realmente um tempo de paz”.

A Cantata Natalina encerra o ano de atividades extensionistas e culturais da UFMA, que realizou e recebeu  70 eventos em 2022, com a participação de cerca de 50.000 pessoas. 

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Unidade de Beneficiamento de Caranguejo vai potencializar atividade de coleta de mariscos em Araioses/MA

Em parceria com pesquisadores da UFMA, Governo do Estado está mapeando as famílias que vivem da coleta na região.

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Em abril deste ano, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes), deu início a construção da Unidade de Beneficiamento deCaranguejo, no Povoado de Carnaubeiras, em Araioses. O espaço tem o objetivo de aumentar a produtividade da prática de mariscagem na região, a fim de gerar mais renda para as famílias que vivem da coleta de caranguejo e ostra, além de gerar também economia para o Estado.

De acordo com o secretário da Sedes, Paulo Casé Fernandes, Araioses já é um polo da atividade extrativista de mariscos, contudo, é preciso centralizar essa atividade. “Hoje, grande parte do caranguejo e da ostra coletados no município seguem para outros estados, como Piauí e Ceará, onde dão origem a diversas linhas de produtos. Isso ocorre, porque não há suporte tecnológico que permita às famílias da região protagonizarem de forma mais efetiva todo esse processo”, explicou o secretário.

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Ainda de acordo com Paulo Casé, a ausência dessa tecnologia impossibilita os catadores de aproveitarem o potencial rentável dessa atividade. “A Unidade de Beneficiamento de Caranguejo vem exatamente para sanar essa problemática. O espaço será todo equipado, com máquinas e materiais de consumo, para que as próprias famílias de catadores possam produzir, de forma sustentável, a polpa e a patola de caranguejo, a carne pré-cozida ou congelada da ostra, entre outros produtos derivados”, completou.

Ainda que a iniciativa seja nova, a preocupação em potencializar essa cadeia produtiva da região é antiga. “A rentabilidade dessa atividade já é uma preocupação do nosso governador Carlos Brandão desde quando era deputado federal. Assim que tomou posse em abril, ele nos engajou a contribuir no desenvolvimento econômico e social da região de Carnaubeiras”, enfatizou Paulo Casé Fernandes.

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Com um equipamento que permita às famílias de Carnaubeiras aliarem suas tradições com técnicas e metodologias de produção, o Governo do Estado pretende aumentar a participação delas em todo o processo, expandido a atividade já desenvolvida por elas, a fim de gerar melhores condições econômicas, sociais e de trabalho para essa população. Assim, a Unidade de Beneficiamento também passa a contribuir para a erradicação da pobreza e das desigualdades sociais no interior do Estado.

A previsão é de que a Unidade seja inaugurada no primeiro semestre de 2023. O espaço contará com cinco linhas de produção, como patolas, quela, polpa e outros, podendo produzir até 64 toneladas por dia. A fábrica será administrada por uma cooperativa ou associação de pescadores selecionada por meio de edital. Já a Sedes ficará encarregada de fiscalizar a operacionalização do espaço.

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Fase de mapeamento

De acordo com a Sedes, concomitante à construção da Unidade, já foi iniciado o processo de mapeamento das famílias do Povoado de Carnaubeiras que vivem do extrativismo de mariscos. A etapa está sendo realizada em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), composta por doutores, mestres e alunos que irão se dedicar durante alguns meses a acompanhar essas famílias com o propósito de capacitá-las para gerirem a Unidade de Beneficiamento de Caranguejo.

O doutor em Recursos Pesqueiros e Agricultura e professor da UFMA, Danilo Lopes, explica que a parceria, além de contribuir para melhoria dos índices socioeconômicos da região, também irá garantir sustentabilidade. “A UFMA vem para auxiliar a SEDES na capacitação dos pescadores, desde a parte que envolve a bioecologia da espécie, para que se tenha uma pesca sustentável, até o produto final que vai chegar na mão do consumidor”, afirmou o professor.

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Para o engenheiro de pesca Paulo Alves, que também integra a equipe de pesquisadores, a parceria vai impactar ainda na qualidade de vida dos catadores. “Com o suporte tanto do Governo do Estado como da UFMA, nós podemos ainda aumentar os índices de qualidade de vida para essa comunidade, pois ela terá um espaço que irá centralizar todas as etapas de produção da principal fonte de renda deles”, destacou o engenheiro. 

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Prêmio Fapema 2022: inscrições encerram nessa sexta (19)

O professor Luiz Alves Ferreira é um dos homenageados especiais.

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AFundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) está com inscrições abertas para o Prêmio FAPEMA 2022 até essa sexta-feira, 19 de agosto. O tema do prêmio deste ano é “Cientistas do Território Maranhense” e homenageará três grandes pesquisadores de destaque para o estado. Após a análise de mais de 2 mil sugestões da comunidade acadêmica, foram definidos os homenageados Luiz Alves Ferreira (UFMA), José Manuel Rivas Mercury (IFMA) e Francisco Limeira de Oliveira (UEMA).

Nesta edição, serão premiadas 52 pessoas, distribuídas nas categorias de Pesquisador Júnior (estudante de ensino médio), Jovem Cientista (estudante de graduação), Dissertação de Mestrado, Tese de Doutorado, Pesquisador Sênior, Jornalismo Científico, Inovação Tecnológica, Popvídeo Ciências e Prêmio Homenagem Especial Fapema. Cada vencedor receberá troféu, certificado e prêmio em dinheiro que vai de R$ 1.250 a R$ 10.000, dependendo da categoria pela qual concorreu, totalizando R$ 216 mil em premiações. A solenidade está prevista para ocorrer no dia 7 de dezembro, no Teatro Arthur Azevedo.

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Inscrições – Para se inscrever, o candidato deve realizar a submissão on-line da sua proposta e dos documentos necessários por meio da plataforma patronage da Fapema.
Cada categoria possui critérios de elegibilidade próprios, como a obrigatoriedade de cadastro na plataforma Patronage e a inserção do Currículo Lattes atualizado do candidato e do orientador (quando houver). Para saber mais, o edital está disponível no site da Fundação.

Sobre os homenageados

Luiz Alves Ferreira, falecido em 2020, foi professor do departamento de Patologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Mestre em Patologia pela Universidade de São Paulo (USP), com graduação em Medicina (UFMA). Foi fundador do Centro de Cultura Negra e da Academia Maranhense de Ciência, além de secretário regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em três gestões. Participou dos movimentos pela criação e recriação da FAPEMA e da implantação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

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José Manuel Rivas Mercury, falecido em 2019, foi professor do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), câmpus do Monte Castelo. Pós-doutor em Mineralogia Aplicada pela Universidade Federal do Pará (UFPA), doutor em Química pela Universidade Autônoma de Madri e mestre em Engenharia Química (UFPA). Atuou em pesquisas sobre operações unitárias, processamento de materiais cerâmicos, caracterização de materiais, tratamento de resíduos, cerâmica vermelha, cimentos de aluminatos de cálcio e cimentos.

Francisco Limeira de Oliveira é professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), câmpus de Caxias. É doutor e mestre em Ciências Biológicas (Entomologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, com graduação em Licenciatura em Ciências Habilitação em Biologia. Atua nas áreas de Biodiversidade e de Zoologia, com ênfase em Taxonomia, com os temas Insecta, Diptera, Maranhão, Odiniidae, Therevidae, Tabanidae e entomologia econômica.

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Festival Guarnicê de Cinema divulga a relação de filmes selecionados para as mostras competitivas

Lista com as obras indicadas está disponível no site guarnice.ufma.br. O festival será realizado de 23 a 30 de setembro.

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O Festival Guarnicê de Cinema 2022 – Edição 45 anunciou nesta quinta-feira (11) os 79 filmes selecionados para as mostras competitivas. O Guarnicê ocorre entre os dias 23 e 30 de setembro em formato híbrido (com programação disponibilizada presencialmente em São Luís e virtualmente por meio das plataformas digitais). Todas as atrações do festival são gratuitas.

Os filmes selecionados pelo festival abrangem as cinco regiões do país, representadas por 14 estados da federação. A mostra com o maior número de obras é a de videoclipes, com 26 produções. Também serão exibidos 21 curtas-metragens nacionais, dez curtas maranhenses, oito longas nacionais, sete reportagens, quatro filmes publicitários e três longas maranhenses.

Além de mostras competitivas, o festival realiza mostras paralelas (que não concorrem à premiação). As obras para essa programação serão divulgadas no dia 12 de agosto no site do festival.

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Os filmes indicados para as mostras competitivas e paralelas passaram pela avaliação de cineastas e pesquisadores importantes do audiovisual local e nacional. A comissão de pré-seleção é formada por Camila de Moraes, Erly Vieira Jr, Isa Albuquerque, Manoel Leite, Marcus Túlio, Rafaela Gonçalves e Stella Lindoso, que coordenou a equipe.

Em carta, os membros da comissão afirmam que “as obras selecionadas são todas produções do seu tempo, que refletem temas latentes, passando pelos mais diversos gêneros e formatos e que prometem entreter, divertir, informar e intrigar os mais diversos públicos”. O texto é finalizado com um convite para ‘’celebrar conosco, mais uma vez, o Festival Guarnicê de Cinema, esta que é uma grande festa do cinema do Maranhão e do Brasil, que completa nesta edição 45 anos de existência – e resistência. ’’

Como acompanhar o festival?

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Toda a programação do Guarnicê será disponibilizada gratuitamente entre os dias 23 e 30 de setembro, de modo presencial e virtual, simultaneamente. Ainda em agosto, o festival deve anunciar quais espaços receberão as exibições em São Luís. Na data de realização, os filmes também estarão disponíveis no site guarnice.ufma.br e no aplicativo CineGuarnicê.

Confira os filmes selecionados para as mostras competitivas:

Filmes de longa-metragem nacionais (com duração de no mínimo 70 minutos)

A Matéria Noturna – Bernard Lessa, ES, Drama, Mistério, Romance – 89min – 12 anos

Noites Alienígenas – Sérgio de Carvalho, AC, Ficção – 90min – 14 anos

A Praia do Fim do Mundo – Petrus Cariry, CE, Ficção, Drama – 88min – 12 anos

Manguebit – Jura Capela, PE, Documentário – 101min – Livre

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Alice dos Anjos – Daniel Leite Almeida, BA, Ficção – 76min – Livre

Germino Pétalas no Asfalto – Coraci Ruiz e Julio Matos, SP, Documentário – 79min – Livre

Ela e Eu – Gustavo Rosa de Moura, SP, Ficção, Drama – 93min – 16 anos

Máquina do Desejo – Joaquim Castro e Lucas Weglinski, SP, Documentário – 109min – 16 anos

Filmes de curta-metragem nacionais (com duração de no máximo 30 minutos)

Chão de Fábrica – Nina Kopko, SP, Ficção, Drama – 24min – 14 anos

Sideral – Carlos Segundo, RN, Drama, Ficção Científica – 15min – 10 anos

Maués – A Garça – Isabelle Amsterdam, AC. Documentário – 27min – 12 anos

Ava Kuña, Aty Kuña; Mulher Indígena, Mulher Política – Fabiane Medina, Julia Zulian e Guilherme Sai, SP/MS, Documentário – 25min – Livre

Cidade Sempre Nova – Jefferson Cabral, RN, Documentário, Experimental – 24min – 16 anos

Possa Poder – Victor Di Marco e Márcio Picoli, RS, Ficção – 19min – Livre

Fantasma Neon – Leonardo Martinelli – RJ, Ficção, Drama, Musical – 20min – 10 anos

Benzedeira – San Marcelo e Pedro Olaia, PA, Documentário – 15min – Livre

Cantos Caboclos – Bruno Saphira, BA, Documentário – 15min – Livre

Angu Recheado de Senzala – Stanley Albano, MG, Documentário, Experimental – 19min – Livre

O Ovo – Rayane Teles, BA, Ficção, Drama, Ficção Científica – 23min – 12 anos

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Terra 333 – Keyci Martins, MA, Documentário – 14min – Livre

Romeu e Julieta – Adriana Somacal, RS, Ficção – 13min – 16 anos

Como Respirar Fora D’água – Júlia Fávero e Victoria Negreiros, SP, Ficção, Drama – 16min – 14 anos

Central de Memórias – Rayssa Coelho e Filipe Gama, BA, Documentário – 13min – 10 anos

A Lista –  Luciana de Oliveira, RJ, Ficção, Drama – 26min – Livre

Cem Pilum – A História do Dilúvio – Thiago Morais, AM, Animação – 8min – Livre

Amai-vos – Ralph Campos, RJ, Ficção, Dramédia – 20min – 14 anos

Maktub – Joaquim Haickel e Coi Belluzzo, MA/SP, Ficção, Drama – 19min – Livre

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Nome Sujo – Artur Roraimana, RR, Ficção, Drama – 14min – 14 anos

Bianca – Olhe, Ame, Cuide. Trans São Joias – Marcos CastroPE, Documentário – 27min – Livre

Filmes de longa-metragem maranhense (com duração de no mínimo 50 minutos)

Curupira – O Demônio da Floresta – Erlanes Duarte, MA, Ficção, Terror – 81min – 16 anos

Medéia Sub Imersa – Fáilon Aletos, MA, Experimental, Drama – 55min – 16 anos

Os Fãs Mais Rebeldes que a Banda – Chris Araujo, João Luciano, Tamires Cecim, MA, PA, Ficção, Drama Musical – 93min -12 anos

Filmes de curta-metragem maranhenses (com no máximo 30 minutos)

Cidade Entre Rios – Leonardo Mendes, Weslley Oliveira, MA, PI, Documentário híbrido – 20min – Livre

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Sangue’s – Rose Panet, MA, Ficção, Drama, Comédia – 20 min – 12 anos

Vôs do Munim – Claudia Marreiros, MA, Documentário – 16min – Livre

ZBM: Entre Risos e Amarguras – Vanessa Travincas, MA, Documentário – 20min – 14 anos

Skylark – D’glan Ramon, MA, Documentário, Musical – 20min -12 anos

Caminhos da Invenção – Laylla Bianca dos Santos Pereira, MA, Documentário – 18min – Livre

Amo, Poeta e Cantador: Murais da Memória pelo Maranhão – Jonas Sakamoto, MA, Documentário – 25min – Livre

Batalhas da Ilha – Lucas Silva, MA, Documentário – 11min – Livre

Filhos da Barriguda – Thais Lima, MA, Documentário – 29min – Livre

Eneida e as Entranhas do Desterro – Claudia Marreiros, MA, Documentário – 19min – Livre

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Videoclipes

4 Por 4 – Enme – Direção de Enme Paixão, Jessica Lauane – 2,44min – 10 anos

A Dona do Fuxico – Alexandra Nicolas – Direção Thais Lima – 5min – Livre

Amola Coco – Tássio Serêjo – Direção de Tássio Serêjo – 3,27min – Livre

Apuros – Milena Mourão – Direção de Milena Mourão – 2min – Livre

Audaz  – Vicente Melo – Direção de César Barata – 4,16min – Livre

Balança – Gugs – Direção de Gugs – 4,26min – Livre

Brilho do Sol – Doka (Dornele França), EuMudo (Cleiton Santos) – Direção Cleiton Santos (EuMudo), Weslley Oliveira – 3,53min – Livre

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Chega de Dizer que não dá – Normando França – Direção de César Barata – 4,21min – 10 anos

Coração do Loko Part. II – Bruno Loko – Direção de Douglas Moraes Ribeiro – 3,48min – 12 anos

Curare – Beto Ehong – Beto Ehong e Inácio Araújo – 4min – Livre

Dama da Quebrada – Enme – Direção de Jefferson Carvalho, Enme Paixão – 2,48min – Livre

Deixa Eu Te Falar – Aline Roberta – Direção de Waldemar Castro – 2,29min – Livre

Em Chama – Inxama – Direção de Victor Rivera, Pedro Sarfatti e Marley Moraes – 2,53min – Livre

Eu Entendo Belchior – Emilio Sagaz – Direção de Emilio Sagaz – 4,11min – Livre

Feira da Praia Grande – Helf – Gabi Moraes – 3,52min – Livre

Lost My Mind – Luisa Dam – Direção de Waldemar Castro – 2,46min – Livre

Magia Negra – Enme feat. Bixarte – Direção de Enme Paixão – 3,32min – Livre

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Me Conheça – Aslan – Direção de Jefferson Carvalho – 3,55min – Livre

Menina – PP, Poeta Marginal – Jhonatan SIlva e Pietra de Ofá – 3min – Livre

Não Precisei Dizer Mais Nada – Banda Aroeira – Direção de Daniel Torres – 4,39min – Livre

No Pain, No Gain – Jadsuel Monteiro – Direção de Jadsuel Monteiro – 3,54min – Livre

Oração Latina – Michael Mesquita – Direção de Michael Mesquita – 3,58min – Livre

Quatro Cantos da Ilha – Tony Soubler – Direção de Manlio Macchiavello – 3min – 18 anos 

Surto – Vitor Pazin – Direção de Daniel Torres e Vitor Pazin – 5,12min – Livre

Unlived Life – Hugão Away – Direção de Marcelo Cunha – 5min – Livre

Virada da Década – Marco Gabriel – Direção de Jessica Lauane, Renata Fortes, Wesley Oliveira – 4,22min – 10 anos

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Filmes publicitários

Aniversário de São Luís – Direção de Vicente Simão Jr. – 1min – Livre

Demodê Manifesto –Direção de Fábio Barros, Maria Zeferina e Áurea Maranhão – 2min – Livre

Cartavô – Direção de Marcelo Cunha – 3,14min – Livre

Feira do Empreendedor – Direção de Paula Veloso – 2,28min – Livre

Reportagens audiovisuais

Histórias e Versões da Fundação de São Luís – TV Assembleia. Repórter Natália Macedo. Direção de Glaucione Pedrozo – 7,22min – Livre

Quilombo Urbano: Diversidade Cultural do Bairro da Liberdade – TV Assembleia. Repórter Márcia Carvalho. – 7,33min – Livre

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Série Autismo: Saiba as Principais Características de uma Pessoa com Transtorno do Espectro Autista – TV AssembleiaRepórter Ananda Fontenele. Direção Sophia Lustosa – 4,59min – Livre

Série “Personalidades Maranhenses”: Os Bastidores da História de Apolônia Pinto – TV Assembleia. Repórter Marcia Carvalho. Direção de Ananda Fontenele. – 7,9min – Livre

Personalidades MaranhensesLilah Lisboa. Repórter Marcia Carvalho. 9,55min – Livre

20 anos do CCN-Negro Cosme de Imperatriz – MA – Prosa de Pret@. Repórter Domingos de Almeida. Direção de Suzete Gaia -11min – Livre

“15 Anos Sem Gerô” – Campanha #22Dias de Combate a Tortura E Pelo Desencarceramento – SMDH. Repórter Dicy Rocha. Direção de Dicy Rocha – 10,59min – Livre

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UFMA retornará com aulas 100% presencial em setembro

O Reitor Natalino Salgado Filho faz um balanço das ações que a UFMA implementou, durante a pandemia de Covid-19, e os avanços, sobretudo no campo das tecnologias da comunicação e informação, que garantiram que a universidade não parasse durante o período de isolamento. Ele também defende que esse legado de transformação seja incorporado, a partir da necessidade de professores e alunos, aos processos de ensino e aprendizagem neste momento da retomada do ensino presencial.

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A entrevista foi concedida ao repórter Raimundo Borges, no programa Band Entrevista, na última quinta-feira (4), publicada no jornal O Imparcial desta terça-feira, 9, e reproduzida nesta página.

Professor Natalino, vamos começar abordando este novo período que vai começar, no segundo semestre da Ufma. Ele será totalmente presencial?

NATALINO – O nosso retorno vai ser no dia 04 de setembro. E, desde o dia 30 de julho, todas as nossas resoluções que permitiam o trabalho não presencial e remoto já não existem. Isso quer dizer que, a partir do dia primeiro, nesse período de agosto, que é o período de férias, também chamado de período especial, nós já teremos uma oferta de disciplinas no formato 100% presencial.

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O que tem de novo na universidade, da pandemia para cá?

NATALINO – Eu gostaria que ressaltar que, quando nós atendemos ao apelo para retornar à reitoria da nossa universidade, nós assumimos no dia 11 de novembro de 2019, tínhamos o compromisso de fazer uma segunda revolução na nossa universidade, que é uma revolução tecnológica e que nós iríamos mexer na estrutura para prepará-la para o futuro. E, ao mesmo tempo, nós iríamos inovar na qualificação do ensino, buscar ferramentas novas, investir na nossa TI, porque, em 2007, no primeiro mandato, não tínhamos internet, não tínhamos um sistema acadêmico, não tínhamos nem números na universidade, era uma universidade que não tinha pesquisa, não tinha as nossas engenharias habilitadas. Então nós fizemos um avanço e crescemos, duplicamos o número de cursos – de 49 fomos para mais de 100 cursos hoje, de modo que agora a gente precisa consolidar esses avanços e implementar ferramentas novas. E aí esse projeto que nós estávamos implementando coincidiu com a pandemia. Quando veio a pandemia, em março 2020, eu tive que decretar o primeiro lockdown, a Ufma foi a primeira a decretar o lockdown e a servir de exemplo para as outras universidades daqui e no Brasil também. Nós ficamos 60 dias com a suspensão total do calendário acadêmico. Aí quando retornamos, já com planejamento, com a estrutura que nós montamos, criando uma diretoria nova, a Diretoria de Tecnologia Educacional e investimos muito nas ferramentas da estrutura de TI, tanto que nós tínhamos 10 gigas de velocidade na área de internet e implementamos para 100 gigas e criamos um sistema robusto. Fizemos treinamentos, fizemos pesquisa para identificar os nossos alunos com exclusão digital. Fomos a primeira universidade a distribuir tablets e conseguimos com a rede Rede Nacional de Pesquisa – RNP – os chips para os alunos terem internet, ofertando condições para nossos alunos acompanharem essa nova metodologia. Nós fomos pioneiros no Brasil na implementação do sistema remoto mas híbrido – remoto mas mantendo uma flexibilização para as aulas presenciais. E, mesmo com toda essa turbulência, de várias ondas da Covid-19, nós elaboramos várias resoluções e conseguimos antecipar formatura, fazer aceleração de formaturas, de modo que nós formamos dezenas de alunos e hoje, das 69 universidades federais, nove têm o calendário arrumadinho e nós estamos entre essas nove universidades, tanto que agora no dia 4 de setembro nós já vamos reiniciar o semestre 2022.2, ou seja, com todas as dificuldades da pandemia, a universidade está com seu calendário em dia. Nós temos no Brasil universidades que ainda estão finalizando o semestre 2021. Mas a maior novidade é que as tecnologias educacionais mudaram a forma de você ensinar, no mundo inteiro. Na Finlândia, por exemplo, o projeto pedagógico é construído com os alunos. Existe hoje uma dinâmica de interatividade que nos dá condições de avançar. Então nós vamos voltar agora 100%, mas vamos dar oportunidade para os nossos alunos e professores usarem a ferramenta que eles quiserem, ou seja, manter essa experiência tecnológica.

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Há um movimento, dentro da Universidade Federal do Maranhão, dizendo que, assim como o presidente Jair Bolsonaro tem interesse de transformar todos os cursos da universidade em online ou remoto, o senhor também estaria participando dessa ideia. O que que tem de verdade nisso?

NATALINO – Nenhuma verdade. Isso é uma grande mentira. Lamento muito que uma associação que tem participação na nossa universidade, que tem assento no conselho, participa dos debates e da construção da nossa universidade, vem a público, inclusive com muitos investimentos em outdoor, dizer uma inverdade, aquilo que não acontece. Não existe no Ministério da Educação nenhum projeto de mudança do padrão das nossas aulas. Cada universidade tem a sua autonomia para elaborar seu projeto pedagógico, utilizar os métodos que tem, algumas mais avançadas, outras menos, mas nessa autonomia o MEC nunca interferiu. O que o MEC está fazendo é criar uma expansão dos cursos em formato EAD e está chamando isso de Reuni Digital. Mas isso é um um projeto, ainda está em implantação, sem mexer, sem interferir no padrão dos cursos presenciais. O que nós estamos fazendo é que eu vou assinar daqui a 10 dias duas resoluções que dizem o seguinte: nós vamos retornar as aulas presenciais no padrão que nós sempre fizemos, mas muitos professores, que já utilizam videoconferência, chats, trabalhos, inclusive não é de hoje que nós fazemos defesa de tese doutorado com participação de professores de outros países por videoconferência, podem continuar usando ferramentas tecnológicas. O uso dessas tecnologias não tem como voltar. Eu diria que não é o futuro, isso já é o presente. E a experiência da pandemia mostrou que essas tecnologias ajudam, melhoram e qualificam o ensino e têm uma adesão fantástica de alunos e professores. Nós fizemos uma pesquisa agora recente e os alunos, sabendo que nós vamos voltar agora presencialmente, eles querem que, na metodologia do professor ensinar, ele possa de alguma maneira usar essa experiência tecnológica nesse período de pandemia. Nesse período de pandemia, nós adquirimos ferramentas que o mundo inteiro utiliza, como um programa na área de anatomia para estudo anatômico, que cria um ambiente virtual em 3D, que você consegue mexer com o coração, faz rotatividade, abre todas as câmaras cardíacas, disseca tudo e tem uma anatomia tão perfeita no ambiente virtual tão perfeito de simulação que é mais precisa que que o cadáver que você utiliza, que tá do formol, há anos sendo utilizado e que as peças anatômicas já estão esgarçadas e não estão na posição normal, levando a um aluno, topograficamente, aprender errado. Nós também adquirimos o Matlab, que é um programa estatístico que forma gráficos para as engenharias, que os professores já utilizavam isso se cotizando para comprar, nós compramos, fizemos o convênio com a empresa e essas ferramentas milhares de alunos e professores que utilizam. Então, o que que nós estamos fazendo? Nós estamos permitindo que os cursos, que vão retornar às aulas presenciais, possam lançar mão de novas tecnologias para o ensino.

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Isso em todos os campus? Quantos campus a UFMA tem hoje?

NATALINO – Sim, em todos os campus. Você sabe que nós fizemos uma grande expansão, porque a universidade estava restrita à capital. Nós interiorizamos a universidade, além de ter melhorado bastante aqui. Nós temos oito campus no continente e temos um aqui, que é a cidade universitária Dom Delgado. Então eu direi para você que essas ferramentas estão disponíveis para alunos professores e a decisão será dos professores usá-las para dar aula. Antigamente se dava aula e se usava retroprojetor, depois slides, aí vieram as videoconferências. E o que que nós estamos fazendo agora? Nós estamos dizendo: liberdade acadêmica, não é impositivo. Se o professor quiser usar a experiência positiva das ferramentas tecnológicas para melhorar o ensino, ele pode usar. Só isso. Mas o retorno é presencial, 100%. Daí vem uma associação, deliberadamente, politicamente, e introduz o governo federal, que não interfere na universidade e coloca que a Reitoria estaria acabando com as aulas presenciais e implementando estudo em EAD. Uma grande mentira, uma inverdade, ela deveria responder pela má informação porque isso é fake news. Isso distorce e cria uma ideia diferente para a sociedade. Mas a sociedade é sábia, a comunidade sabe que tudo isso é inverdade. Até porque esse discurso se repete ao longo do tempo e as pessoas já sabem separar o joio do trigo. Sabem da história, sabem como é que a universidade tem progredido, tem evoluído e vem atendendo às demandas da sociedade, apesar dessas grandes dificuldades que nós estamos vivenciando. Então é fácil separar o que é verdade do que é mentira.

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Por: O Imparcial

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Entenda mais sobre decolonialidade, discriminação positiva e antirracismo

A forte influência da colonização europeia sobre a cultura e a sociedade brasileiras refletiu-se nas relações pessoais e também na atuação institucional. Romper com esse paradigma é o que propõe o Curso Diversidade e Decolonialidade: discussões no âmbito institucional, oferecido pela Escola Superior da Magistratura do Maranhão (ESMAM) para servidores e servidoras do Judiciário.

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Realizado exclusivamente na modalidade virtual, o curso é realizado em parceria com o Comitê de Diversiade do TJMA, com a finalidade de contribuir para o debate e reflexão, análise crítica e mudança de atitude, seja pessoal ou profissional, nas relações estabelecidas cotidianamente. O programa pretende abordar aspectos das relações étnico-raciais no Brasil, decolonialidade e discriminação positiva, além do antirracismo institucional.

As inscrições para as 40 vagas já estão abertas e podem ser feitas AQUI até a próxima sexta-feira (12/8), ou no Sistema Tutor, na plataforma Sentinela. O período de ambientação na plataforma EAD ESMAM vai de 19 a 21 de agosto. As aulas serão realizadas de 22 a 26 de agosto. 

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O QUE É DECOLONIALIDADE

A decolonialidade se difere da descolonialidade. Esta última é definida como um processo político no qual a colônia deixa de estar vinculada de forma política e administrativa à nação imperialista, em seu processo de constituição enquanto estado-nação. Já a decolonialidade. é um movimento que busca a autonomia social, o resgate de identidade e cultura próprias, em detrimento da herança deixada pelo colonizador.

Conforme inserido na proposta metodológica do curso, essa herança é chamada colonialidade, manifestada em valores e padrões culturais que reforçam práticas racistas e discriminatórios. O conhecimento e a atitude de mudança sobre esse processo histórico e seus desdobramentos é que possibilita o rompimento com tais práticas, constituindo o movimento decolonial antirracista em suas diversas dimensões: pessoal, social, cultural, institucional. 

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CONHEÇA O FORMADOR E A FORMADORA

Rosane Miranda é professora do Departamento de Psicologia da UFMA, doutora em Psicologia Social e Mestre em Psicologia. É vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa Diálogos em Psicologia e Relações Étnico-Raciais. 

Ramon Luís de Santana Alcântara é professor adjunto do Departamento de Psicologia da UFMA, doutor em Políticas Públicas e Mestre em Educação. É coordenador do Grupo de Pesquisa Diálogos em Psicologia e Relações Étnico-Raciais e membro do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFMA.

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Conheça a Revista Humanidades & Educação, o periódico do curso Licenciatura em Ciências Humanas – Sociologia do Câmpus Imperatriz

Dando sequência à série “Revistas do Continente”, que dá mais visibilidade às produções das revistas científicas dos câmpus do continente, a Diretoria de Comunicação (DCom) da UFMA aborda nesta segunda, 8, a Revista Humanidades & Educação, periódico que visa estimular a produção e a divulgação de pesquisas interdisciplinares em Ciências Humanas com ênfase em Educação. Promovido pelo curso de Licenciatura em Ciências Humanas – Sociologia e pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Epistemologia e Educação (Gepee) do Centro de Ciências de Imperatriz, a revista é produzida semestralmente e pode ser acessada gratuitamente, por meio do Portal Periódicos da UFMA.

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A Revista Humanidades & Educação surgiu em julho de 2019, após a proposta criada pelos professores Edson Ferreira da Costa, coordenador do curso de Licenciatura em Ciências Humanas – Sociologia, e Regysane Botelho Cutrim Alves, atualmente do Departamento de Letras da Cidade Universitária.

Para Costa, o periódico representa mais um passo que o curso de Ciências Humanas – Sociologia dá na intenção de estimular os alunos a seguirem a carreira de pesquisadores. “Estimula os estudantes e professores a publicizar suas produções e a ter contato com material interdisciplinar a nível nacional e internacional, tema importante pela natureza do nosso curso”, afirmou.

A revista recebe, em formato de fluxo contínuo, a submissão de artigos, resenhas e relatos de experiências, os quais também é necessário que os autores sejam mestres ou doutores em alguma das áreas de Ciências Humanas. A submissão de trabalhos de iniciantes como estudantes de graduação, graduandos e mestrandos só será aceita se houver como coautor um pesquisador na qualidade de mestre ou doutor. Todas as outras regras podem ser conferidas na página do Periódicos UFMA.

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É lá também onde os interessados podem ter acesso ao conteúdo publicado, informando seu nome de usuário e senha. Quem não tiver cadastro, pode criar um perfil de acesso, informando dados pessoais como nome completo, instituição de ensino, e-mail, além do nome de usuário e senha que serão utilizados. O cadastro é gratuito e pode ser feito também por pessoas que não fazem parte da comunidade acadêmica da UFMA.

Caminhando para a sexta edição, Costa afirma que a mais nova publicação está prevista para sair ainda no mês de agosto deste ano. Para saber mais, acesse o perfil do periódico no Instagram, @humanidadeseeducacao,ou entre em contato via e-mail, em humanidades.edu@ufma.br.

Sobre a série

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A série “Revistas do Continente” é produzida pela Diretoria de Comunicação da Superintendência de Comunicação e Eventos (SCE). A ideia é divulgar, a cada segunda-feira, uma revista científica que tem sido organizada pelos cursos dos câmpus existentes no Maranhão. A série começou com a revista “Terra de Pretos”, do Centro de Ciências de Codó (CCCo).

Confira a primeira matéria da série:

“Terra de Pretos”, revista que promove pesquisas sobre história, educação, ensino, ciências e matemática

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Jornalista Jean Carlos organiza livro sobre aprendizagens no TikTok

O jornalista e pesquisador Jean Carlos da Silva Monteiro, egresso do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (PGCult) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), está organizando o livro “Aprendizagens no TikTok”. A obra será lançada em novembro pela coleção Tecnologias, Culturas e Linguagens da editora Mentes Abertas – SP.

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Segundo Jean Monteiro, o TikTok, conhecido mundo afora como a “mídia social das dancinhas” tem, desde a pandemia da covid-19, incentivado a criação e o compartilhamento de conteúdo educativo e, dessa forma, transformando-se em um espaço educacional inovador para quem busca além do entretenimento.

“É na busca pela interpretação deste novo cenário educacional da atualidade que esta coletânea tem o objetivo de reunir estudos que tecem propostas didáticas pensadas na perspectiva de utilizar o aplicativo TikTok como uma possibilidade de inserir o aluno como agente ativo na construção de sua própria aprendizagem”, explica Jean Monteiro.

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Baseado no questionamento “quais as contribuições e os desafios do TikTok para o processo de aprendizagem”, o organizador convida entusiastas, graduandos, graduados, especialistas, mestres e doutores das diferentes áreas do conhecimento para submeter textos que versem sobre a temática proposta para o livro impresso.

Os artigos que vão compor os capítulos do livro serão recebidos até 30 de agosto, pelo e-mail falecomjeanmonteiro@gmail.com. Normas de submissão, investimento e mais informações sobre a obra estão disponíveis no site Mentes Abertas.

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Sobre o organizador

Jean Carlos da Silva Monteiro – Jornalista, Pedagogo, Especialista em Comunicação, Cultura e Tecnologia e Mestre em Cultura e Sociedade. Líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Cultura e Comunicação Multimídia. Egresso da Universidade Federal do Maranhão.

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UFMA será anfitriã do XXVI Epen – Reunião Nordeste da ANPED

AUniversidade Federal do Maranhão sediará, no período de 22 a 25 de novembro, o XXVI Encontro de Pesquisa Educacional do Nordeste (EPEN) – Regional Nordeste da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação (ANPEd), com o tema “Pós-graduação em Educação: resistência, desafios e perspectivas”. Com a coordenação local do Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) e do Programa de Pós-graduação em Gestão do Ensino de Educação Básica (PPGEEB), ambos da UFMA, e organizado coletivamente pelo Fórum de Coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Educação do Nordeste (FORPRED/NE), em parceria com a ANPEd, o evento ocorrerá de forma on-line, em decorrência desse tempo de incertezas sobre as condições sanitárias do país.

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Esse encontro ocorre a cada dois anos, desde 1970, e reúne intelectuais e pesquisadores de instituições de educação superior e de pesquisa no campo da educação de nove estados nordestinos, para socializar a produção científica da região, fortalecer e ampliar o debate público sobre problemas e políticas educacionais que afetam a inserção no mundo do trabalho e a qualidade de vida.

O EPEN – Regional Nordeste ANPEd é um espaço privilegiado de formação acadêmica e de análises, reflexões e sínteses do conhecimento científico no campo da educação, fortalecendo a ciência e a educação para o desenvolvimento do Nordeste brasileiro.

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“A UFMA e os programas de pós-graduação em educação, em um diálogo com outras instituições de ensino superior, de educação básica e de pesquisa, sediadas no Maranhão, movimentam-se nos preparativos e aguardam com expectativa de sucesso o evento, inserindo-se nesse movimento coletivo de direcionar percursos, políticas e práticas com propósitos de desenvolvimento da pós-graduação e pesquisa em educação no Nordeste e no Brasil”, afirmou a comissão organizadora.

Para obter mais informações e realizar a inscrição, acesse o site do evento.

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“Terra de Pretos”, revista que promove pesquisas sobre história, educação, ensino, ciências e matemática

Para dar mais visibilidade às produções das revistas científicas dos câmpus do Continente, a Diretoria de Comunicação inicia nesta segunda-feira, 1º de agosto, a série “Revistas do Continente”. A ideia é divulgar, a cada segunda-feira, a revista científica que tem sido organizada pelos cursos dos câmpus existentes no Maranhão.

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A série começa com a revista “Terra de Pretos”, do Centro de Ciências de Codó (CCCo), queé um reconhecimento e uma homenagem da UFMA, à cidade que acolheu essa instituição e acolhe todos os dias, com sua simpatia, sabedoria e generosidade todos aqueles que ali aportam, por meio da Universidade. “A Terra de Pretos sente-se honrada em ter esse nome e busca fazer jus à sabedoria ancestral dos que viveram aqui e daqueles que ainda vivem e que ensinam cotidianamente a viver a pluralidade, a diversidade e o respeito ao outro”, expressou o professor José Carlos Aragão, editor-chefe da revista e coordenador do curso de Licenciaturas em Ciências Humanas do CCCo.

Com o objetivo de promover e divulgar pesquisas nacionais e internacionais sobre história, educação, ensino, ciências e matemática, foi criada em 2020 a revista “Terra de Pretos”, em formato eletrônico. Ela é um periódico científico multidisciplinar que agrega o curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Humanas – História e Ciências Naturais – Biologia e o de Licenciatura em Pedagogia.

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A revista traz em seu nome uma homenagem ao município de Codó que historicamente e antropologicamente é conhecido como “Terra de Pretos”.  O periódico é para estudantes e não estudantes, pesquisadores e não pesquisadores profissionais, cuja intenção é tornar democrático o conhecimento acadêmico, possibilitando acesso ilimitado ao que é produzido por diversos pesquisadores brasileiros e estrangeiros com o acesso livre e gratuito à leitura e ao download.

“Terra de Pretos” foi criado por José Carlos Aragão, coordenador do curso de Licenciaturas em Ciências Humanas do Campus Codó. Em seguida surgiu o convite para o professor Alex de Sousa Lima. Em 2022 o professor Joelson de Sousa Morais entrou para somar com a equipe, que também é composta por editores de seção de história e humanidades, educação e ensino, ciências e matemática. E um Conselho Editorial Nacional e Internacional composto por pesquisadores de várias partes do Brasil e do Mundo.

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“A revista foi iniciada em 2020. À época, no mês de fevereiro, comecei a dar os primeiros passos para a criação da revista. Em março elaborei a proposta do periódico e encaminhei para o Conselho do Centro de Ciências de Codó, que aprovou a proposta em abril. Logo após, foi encaminhada ao Conselho Gestor de Periódicos da UFMA para avaliação e apreciação. Depois da análise, a revista foi aprovada no dia 10 de junho de 2020. A partir de então, passamos a integrar periódicos da instituição e lançamos o primeiro número ainda setembro do mesmo ano”, lembrou o editor-chefe da revista.

Já foram publicados dois números relativos a 2020. “Estamos em atraso com as publicações do ano de 2021. Isso se deve ao fato de que as revistas novas que ainda não foram avaliadas têm muitas dificuldades para receber artigos, tendo em vista que os autores buscam enviar seus manuscritos prioritariamente para aqueles periódicos que já têm Qualis”, observou.

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Ele contou que já estão sendo avaliados e preparados os textos para o lançamento das edições que se encontram em atraso, pois a sobrevivência da revista depende da resistência e persistência nesses primeiros anos do periódico que está disponível para receber trabalhos inéditos na forma de artigos, resenhas, relatos de experiências, notas de pesquisas ou entrevistas. “Os trabalhos enviados podem ter até cinco autores, entre eles graduados, mestrandos, mestres e doutorandos, sendo obrigatório que um deles tenha titulação de doutor.  As línguas aceitas para publicação são português, inglês e espanhol”, detalhou Aragão.

A submissão de manuscritos na “Terra de Pretos” segue os mesmos procedimentos das revistas científicas. É necessário que o autor faça antes o seu cadastro na revista. Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens que o periódico exige. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores. Após essas etapas, o texto chega ao processo de avaliação de trabalhos submetidos para publicação na revista, o qual se dá em duas instâncias.

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Na primeira, o trabalho é analisado pelo editor-chefe que faz uma avaliação preliminar da pertinência do conteúdo dos trabalhos em relação ao tema proposto e à política editorial da revista, assim como sua adequação com as linhas e as normas de publicação. Podendo nessa etapa, o trabalho ser aceito ou não.

Já na segunda instância, os trabalhos selecionados na primeira são encaminhados para avaliação anônima, por dois parceiros externos que indicam qual parecer é pertinente ao trabalho analisado: aprovado, aprovado com ressalvas ou reprovado. Na “Terra de Pretos” somente são publicados os trabalhos aprovados por dois parceiros, mesmo aqueles com ressalvas que realizarem as modificações solicitadas. Havendo divergência entre os dois parceiros, um terceiro é solicitado. Após lograr êxito nesse percurso, o texto é publicado na revista.

A recepção dos artigos é em fluxo contínuo, com duas publicações anuais, uma em junho e outra em dezembro. “Estamos adaptando a revista ao formato que as demais de fluxo contínuo tem adotado que é de um volume de janeiro a dezembro de cada ano. A revista pode ser acessada por qualquer pessoa, seja estudante ou não”, explicou o docente.

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Contribuição da revista para o Centro de Ciências de Codó

A criação da “Terra de Pretos”, é um portal de acesso ao conhecimento, um instrumento de democratização e de desenvolvimento da Ciência, na região de Codó.Na revista, é possível encontrar artigos como “Os intelectuais, a militância negra, a igreja e os quilombolas na luta por direitos”, que discute, entre outras questões, o papel dos intelectuais, dos militantes negros e da Igreja Católica na luta da população quilombola maranhense pelo acesso a direitos sociais; “Cura, feitiçaria e magia em Codó́-MA: um caso de polícia, ciência e imprensa”, onde os leitores encontrarão a interpretação de um processo-crime sobre o “ofício de curandeiro” na cidade.

Também ganha destaque na revista, as práticas educacionais no fim do século XIX e início do XX na cidade de Codó, que estão presentes na análise que é feita no artigo “Extra, extra: as primeiras iniciativas escolares codoenses por meio da imprensa (1895-1908)”.

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“Nossa contribuição para o Centro e para a Ciência pode ser observada nas publicações que o leitor encontrará na revista. Ademais, os artigos publicados nos dois números da revista não deixam de lado as questões que predominam nesse território de pretos”, comentou o Editor-chefe.

Acesse a revista “Terra de Pretos”

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