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Vacina contra COVID-19 desenvolvida por grupos da UFMG, USP e Fiocruz está pronta para testes em humanos

Karina Toledo | Agência FAPESP – Uma nova vacina contra a COVID-19 desenvolvida no Brasil pode começar a ser testada em humanos ainda este ano. O imunizante apresentou bons resultados nos estudos com animais, que foram divulgados este mês na revista Nature Communications. Os cientistas já receberam autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para dar início ao ensaio clínico e aguardam, agora, o sinal verde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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“Já entregamos à Anvisa toda a documentação necessária. A expectativa é que a resposta saia nas próximas semanas. Estamos prontos para começar”, conta à Agência FAPESP Ricardo Tostes Gazzinelli, coordenador do Centro de Tecnologia de Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisador sênior da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Para desenvolver a formulação vacinal, o grupo coordenado por Gazzinelli fundiu duas diferentes proteínas do SARS-CoV-2: a N (do nucleocapsídeo, estrutura que abriga o material genético do vírus) e uma porção da S (espícula ou Spike) usada pelo patógeno para se ligar e invadir a célula humana. A molécula quimérica resultante recebeu o nome de SpiN. A estratégia teve o objetivo de induzir no organismo a chamada resposta imune celular, ou seja, a produção de células de defesa (linfócitos T) especializadas em reconhecer e matar o novo coronavírus. Em tese, esse tipo de proteção permaneceria eficaz mesmo diante do surgimento de novas variantes.

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“As vacinas para COVID-19 atualmente em uso têm como objetivo principal induzir a produção de anticorpos neutralizantes contra a proteína S, que impedem o vírus de infectar as células humanas. Essa é a chamada resposta imune humoral. Mas, à medida que foram surgindo variantes com muitas mutações na proteína S, os anticorpos foram perdendo a capacidade de reconhecer esse antígeno. Já a proteína N se manteve mais conservada nas novas cepas”, explica a doutoranda Julia Castro, que conduziu os ensaios pré-clínicos sob a orientação de Gazzinelli.

Como explica o pesquisador, que também é professor visitante da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), a vacina baseada na proteína quimérica SpiN não induz, por si só, a produção de anticorpos neutralizantes. No entanto, se usada como dose de reforço, pode estimular tanto a imunidade humoral gerada por vacinação prévia quanto a imunidade celular, conferindo uma dupla proteção.

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Testes de desafio

Os experimentos com animais foram feitos em um laboratório com alto nível de biossegurança instalado na FMRP-USP, graças a uma colaboração com os professores João Santana da Silva e Luiz Tadeu Figueiredo. O trabalho contou com apoio da FAPESP. A pesquisa também recebeu recursos da Rede Vírus do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), da Prefeitura de Belo Horizonte e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Em uma primeira etapa, a eficácia vacinal foi testada em camundongos geneticamente modificados para expressar a proteína humana ACE2, à qual o vírus se conecta (via proteína S) para infectar a célula hospedeira. Esse modelo mimetiza a forma grave da COVID-19.

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Parte dos animais recebeu duas doses do imunizante, com intervalo de 21 dias, enquanto os demais receberam apenas placebo. Um mês depois, os roedores foram expostos a uma alta carga viral por via intranasal. Diferentes experimentos foram feitos para testar a proteção da vacina contra a cepa selvagem dos SARS-CoV-2 (isolada na China em 2019), contra a variante delta (Índia, 2020) e contra a ômicron (África do Sul, 2021).

“No grupo que recebeu placebo, 100% dos animais infectados com a cepa de Wuhan [China] ou com a delta morreram. Já os camundongos expostos à ômicron não evoluíram para óbito, mas desenvolveram uma patologia significativa no pulmão. No grupo dos imunizados, todos os animais sobreviveram às três cepas e o tecido pulmonar estava muito mais preservado. Além disso, observamos uma redução na carga viral que variou entre 50 e 100 vezes”, conta Castro.

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O passo seguinte foi testar a vacina em um modelo de doença moderada. Para isso, foram usados hamsters, que são naturalmente infectados pelo vírus, mas de forma não muito eficiente. Os animais receberam duas doses do imunizante e, após um mês, foram expostos à cepa de Wuhan ou à delta. Em comparação ao grupo-controle [que recebeu apenas placebo], os vacinados tinham uma carga viral aproximadamente dez vezes menor e menos sinais de dano pulmonar.

Estabilidade e segurança

No Centro de Tecnologia de Vacinas da UFMG foi criada uma plataforma para produzir a proteína quimérica SpiN em culturas de bactérias geneticamente modificadas. Lá também foram feitos os testes de pureza – para garantir que não há contaminantes na formulação – e de estabilidade, que visam descobrir a durabilidade do imunizante em diferentes temperaturas.

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“Os resultados indicam que a vacina se mantém viável por até duas semanas quando armazenada em temperatura ambiente. Se mantida a 4 oC, porém, ela dura ao menos seis meses”, conta Gazzinelli.

Ainda segundo o pesquisador, a segurança e a toxicidade do imunizante foram testadas em experimentos com ratos. “Já temos o lote clínico e concluímos todos os testes necessários para obter a aprovação na Anvisa. Por isso temos a esperança de começar o ensaio clínico em meados de setembro”, diz.

Os testes de fase 1 e 2 – para avaliar a segurança em humanos e a capacidade de induzir a resposta imune – serão feitos na Faculdade de Medicina da UFMG, sob a coordenação dos professores Helton Santiago e Jorge Pinto. A proposta é imunizar indivíduos previamente vacinados contra a COVID-19 (que tenham recebido qualquer um dos imunizantes disponíveis no Brasil há no mínimo seis meses).

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“Será uma dose de reforço. Os voluntários do grupo-controle vão receber a vacina da AstraZeneca. Depois vamos comparar a produção de anticorpos neutralizantes, anticorpos totais contra o SARS-CoV-2 e a resposta de linfócitos T. A expectativa é que a nossa formulação induza uma resposta celular ainda mais forte”, adianta Gazzinelli.

O artigo Promotion of neutralizing antibody-independent immunity to wild-type and SARS-CoV-2 variants of concern using an RBD-Nucleocapsid fusion protein pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41467-022-32547-y.

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Especialista defende que Brasil desenvolva vacina nacional contra a Covid-19

Dra. Ada Alves, da Fiocruz, ressalta em vídeo que as vacinas continuarão necessárias e que o país deve buscar sua autonomia tecnológica

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A demanda por vacinas contra a Covid-19 continuará muita alta provavelmente até o fim do ano que vem, período em que vamos ter que conviver com ondas de infecções ocasionadas pelo aparecimento de novas subvariantes de variantes do vírus SARS-CoV-2. O Brasil precisa desenvolver uma vacina contra a Covid-19 com tecnologia nacional, defende a Dra. Ada Maria de Barcelos Alves, cientista do IOC/Fiocruz, em entrevista em vídeo produzido pelo Conselho Regional de Biologia da 1ª Região (CRBio-01).

No curto e médio prazos, o Brasil necessitará de um volume muito grande de vacinas para estender a cobertura vacinal, hoje elevada apenas nas áreas urbanas, a todo o seu território continental, segundo a bióloga. Mesmo passada a pandemia, o país precisará manter uma produção regular de vacinas contra a Covid-19.

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“A longo prazo, a comunidade científica acredita que as vacinas contra a Covid-19 vão entrar no sistema de imunizações anuais, como a vacina contra a Influenza. Pelo menos uma vez por ano, a população deve ser imunizada contra o vírus que estaria circulando um pouquinho antes. Mas não estamos nesse estágio e acredito que ainda não estaremos no ano que vem”, afirma a especialista.

A Dra. Ada Alves chefia o Laboratório de Biotecnologia e Fisiologia de Infecções Virais do IOC/Fiocruz, que está desenvolvendo uma vacina de DNA contra a Covid-19, atualmente em fase de testes em culturas de células no laboratório. Esse é um dos vários projetos de vacinas contra a Covid-19 com diferentes tecnologias em desenvolvimento na Fiocruz, em outros institutos de pesquisa, como o Butantan, e em universidades no Brasil.

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“Precisamos ter a nossa autonomia. A gente precisa desenvolver a nossa vacina, primeiro para ter a garantia de que teremos vacina contra qualquer outra variante que venha a aparecer. Mas também para ter a tecnologia, o know-how, a infraestrutura e pessoas com conhecimento e capacidade para enfrentar outras pandemias que possam vir a surgir”, destaca a bióloga.

Assista ao vídeo de 10 minutos com a entrevista da Dra. Ada Alves: https://www.youtube.com/watch?v=B04bKZMKDa4

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Vacinação contra a Covid-19 será disponibilizada no Pátio Norte Shopping

A partir de segunda-feira (4), a vacinação contra a Covid-19 estará disponível também no Pátio Norte Shopping, localizado na Estrada de São José de Ribamar. O público poderá se vacinar até a sexta-feira (9), das 17h às 21h. 

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Serão oferecidas a primeira, segunda e terceira doses contra a doença para pessoas com idades a partir de 5 anos, e a 4ª dose disponível para o público com idade a partir de 30 anos. Para a vacinação, devem ser apresentados documento oficial de identificação com foto e carteira de vacinação. 

“É importante que a população continue vacinando com as doses disponíveis. Já chegamos na administração da quarta dose para a faixa etária dos 30+. Vários pontos estão sendo disponibilizados e a população deve seguir reforçando a proteção contra a doença”, diz o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes. 

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Pontos de vacinação

Além do Pátio Norte Shopping, a vacinação contra a Covid-19 está disponível em postos municipais, no IEMA Rio Anil (antigo Cintra) e nas policlínicas Cidade Operária e Vinhais.

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Maranhão inicia vacinação de pessoas com 40 anos ou mais com a quarta dose da Covid-19

O Maranhão continua avançando na vacinação contra a Covid-19 e já iniciou a aplicação da quarta dose em pessoas com 40 anos ou mais. O avanço da vacinação para este público foi recomendado pelo Ministério da Saúde através de nota técnica enviada aos estados.  

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A quarta dose ou segunda dose de reforço deve ser aplicada quatro meses após a última dose tomada. Para isso, os municípios poderão usar os imunizantes da Pfizer, Janssen ou AstraZeneca, independentemente das vacinas que a pessoa tenha tomado antes. 

Para reforçar o apoio aos municípios para a ampliação da cobertura vacinal contra a Covid-19, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, retornará com as edições dos Arraiais da Vacinação. “Essa é uma parceria que deu certo e, por isso, estaremos retomando as ações, com o objetivo de reforçar ainda mais a vacinação no Maranhão e, consequentemente, aumentar a cobertura vacinal contra a Covid-19”, disse o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes. 

No Maranhão, a cobertura do esquema básico (D1+D2 ou Dose Única) é de 67,5% da população com 5 anos ou mais. A estimativa do público a ser vacinado com a primeira dose de reforço é de 5.486.694 pessoas com 12 anos ou mais, e, até o momento, apenas 31,5% dessa população foi vacinada com a primeira dose de reforço contra a Covid-19. 

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“As mulheres atualmente gestantes ou puérperas com 40 anos ou mais, que receberam anteriormente as vacinas da CoronaVac, Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, também estão aptas a receber a quarta dose com a vacina Pfizer. Basta buscar este atendimento e a atualização do seu esquema vacinal nos pontos de vacinação contra a Covid-19, que possuem imunizantes para o início da aplicação da quarta dose para esses públicos”, explicou a chefe do Departamento de imunização da SES, Halice Figueiredo. 

A vacinação contra a Covid-19 está disponível nos postos municipais e, para ampliar a cobertura vacinal, o Governo do Maranhão disponibiliza três pontos na capital: IEMA Rio Anil (antigo Cintra) e as policlínicas Cidade Operária e Vinhais.  

Também já está disponível no Maranhão a 3ª dose da vacina contra a Covid-19 para adolescentes de 12 a 17 anos. Para a vacinação, é necessária a apresentação de documento pessoal que pode ser um RG ou certidão de nascimento e a carteira de vacinação. 

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Nova recomendação

Quem iniciou o esquema vacinal com a dose única da Janssen também deverá reforçar a proteção contra o vírus. A última recomendação era para aplicação de dose de reforço em pessoas a partir dos 18 anos, dois meses após a dose única. Agora, quem tem 18 anos ou mais deverá receber um segundo reforço quatro meses após o primeiro reforço.

Aqueles com idade superior a 40 anos precisam de um terceiro reforço, que deverá ser aplicado após o intervalo de quatro meses do segundo. Nesses casos, a recomendação é que sejam usadas as vacinas AstraZeneca, Pfizer ou Janssen.

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Bolsonaro revoga lei que abriu caminho para compra de vacinas

O presidente Jair Bolsonaro revogou a Lei 14.125, de 2021, que autorizava estados, o Distrito Federal e os municípios a adquirir vacinas contra a covid-19 e assumir a responsabilidade civil em relação a efeitos adversos pós-vacinação. A revogação veio por meio da Medida Provisória (MP) 1.126/2022, publicada na última quarta-feira (15) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

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A Lei 14.125 teve origem em uma proposta do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. O PL 534/2021 foi apresentado em um período em que a Anvisa ainda não havia aprovado registro definitivo de vacinas. A lei permitiu que entes federados constituíssem garantias ou contratassem seguro privado, nacional ou internacional, para a cobertura dos riscos relativos à imunização, uma exigência de fabricantes da Pfizer e Janssen.

Fonte: Agência Senado

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Testes e vacinas para recém-nascidos: quais são e para que servem

Mestre em Saúde explica que testes e vacinas garantem que a criança tenha uma vida saudável. Somente o teste do Pezinho pode detectar até 40 doenças

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A cegonha passou por aí? Se tem bebê prestes a chegar, você precisa conhecer os principais testes e vacinas que todo recém-nascido necessita ser submetido tanto para identificar possíveis doenças quanto para preveni-las. Nós conversamos com a instrutora do curso Técnico em Enfermagem do Senac Goiás, Christina Souto Cavalcante Costa, que é mestre em Ciências Ambientais e Saúde e doutoranda Ciências da Saúde, e ela elencou os principais testes e vacinas para o recém-nascido. Confira:

Teste do Pezinho – Deve ser feito no 3º ao 5º dia de vida do recém-nascido

A finalidade desse período é porque o bebê precisa sugar o leite materno e normalmente o leite materno desce a partir do terceiro dia de vida do bebê. Por meio do leite, o bebê terá algumas alterações no organismo e o exame vai apresentar algumas doenças que ele possa ter. O teste do pezinho avalia 40 doenças, por isso é importantíssimo. Ele é feito sempre nas laterais do calcanhar porque no pé temos uma grande quantidade de vasos sanguíneos, então é mais fácil ter uma quantidade grande de sangue para coleta. É importante destacar que não é um teste dolorido, o bebê às vezes chora porque apertamos o pé para garantir a saída do sangue, então é mais pela manipulação no momento do exame, mas não tem dor exagerada.

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Teste do Coraçãozinho – Deve ser feito entre 24 e 48 horas de vida

Serve para medir a oxigenação e verificar se existe alguma alteração cardíaca. É colocado um oxímetro de pulso no tornozelo do bebê. Caso não esteja chegando a quantidade ideal de oxigênio nessa parte do corpo, o médico certamente irá investigar pedir exames mais detalhados.

Teste da Orelhinha – Deve ser realizado até 30 dias após o nascimento

Se possível é bom quem seja feito ainda na maternidade. É feito pelo pediatra ou fonoaudiólogo. São colocados fones com estímulos sonoros no ouvido do bebê. A cóclea do bebê será estimulada e o resultado disso será medido por um aparelho. Dependendo das alterações cocleares o médico dará um diagnóstico de uma deficiência auditiva ou não. A cada mil recém-nascidos, seis apresentam alterações auditivas. Lembrando que na fase escolar a deficiência auditiva atrapalha a alfabetização e a socialização, daí a importância de descobrir o quanto antes, para tratar e oferecer o melhor para a criança.

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Teste da Linguinha – Deve ser realizado nas primeiras 72 horas de vida

Verifica se a língua sai da boca do bebê, observando se o frênulo, que é essa parte debaixo da língua, é preso. Sendo preso, o bebê terá dificuldades na pega do peito e para sugar o suficiente, o que pode levar à desnutrição por não ter o ganho de peso adequado. Sendo identificado, é possível romper o frênulo.

Teste do Olhinho – Pode ser feito ainda na maternidade

O pediatra verifica, com uma lanterna, se o globo ocular tem alguma deformidade ou se apresenta algum tipo de lesão que possa levar à cegueira ou à baixa visão.

Vacinas

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Sobre as vacinas, a doutora Christina Souto lembra que é preciso dar continuidade ao cartão de vacinação para que a criança tenha uma vida saudável e cresça dentro dos padrões de normalidade.

“Ao ser amamentado pela mãe, o bebê recebe uma carga de anticorpos, mas ao longo do primeiro ano de vida essa carga vai se perdendo, daí a necessidade da vacinação. A vacina é confiável, passa por vários testes que garantem que elas não vão ocasionar danos ao organismo humano, mas sim proteção para vida toda”, orienta a profissional.

Ela explica que algumas vacinas protegem contra as doenças, outras amenizam a infecção dessas doenças (a pessoa pode vir a contrair a doença, porém com gravidade menor e efeitos menos danosos).

BCG – aplicada até 30 dias do nascimento

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Protege contra a tuberculose pulmonar, renal, ganglionar e genital.

Hepatite B – aplicada em 3 doses, a primeira na maternidade e depois de acordo com o Programa Nacional de Imunização

Protege a pessoa contra lesões no fígado.

Hexavalente – aplicada aos 2 meses

Protege contra seis doenças: hepatite B, difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza e a poliomielite.

Rotavírus – aplicada aos 2 meses de vida

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Protege de doenças relacionadas a processos virais.

Meningocócica B e ACWY – aplicada aos 3 meses

Protege contra as meningites.

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77% dos brasileiros defendem a exigência da vacinação em escolas e faculdades

Pesquisa inédita da CNI mostra que população se mantém cautelosa com a Covid-19. Mesmo sem obrigatoriedade, pelo menos 70% continuam a usar máscaras em supermercados e ônibus

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Mesmo com a redução dos casos de Covid-19, o brasileiro defende o “passaporte da vacina” no retorno às aulas presenciais. Segundo pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto FSB Pesquisa, 77% da população é a favor de escolas e faculdades exigirem dos alunos o comprovante de vacinação. O comportamento cauteloso também é observado na adoção das máscaras: independentemente da obrigatoriedade, pelo menos 70% dos entrevistados disseram que continuariam a frequentar supermercados e a viajar de avião ou ônibus com o item de proteção.

“A população reconhece que a vacinação foi um fator determinante para o enfrentamento da crise sanitária e o Brasil é um dos países que se destaca pelo alto índice de cobertura vacinal.  Estamos em um cenário de menor gravidade da pandemia, propício ao retorno das atividades econômicas a um ritmo próximo da normalidade, com retomada do emprego. Manter os cuidados é importante para que evitemos uma nova onda, por todos seus impactos na sociedade”, destaca o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

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Confira aqui entrevista sobre a pesquisa com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Esta é a sexta edição da pesquisa realizada pela CNI em parceria com o Instituto FSB Pesquisa sobre o comportamento da população na pandemia. Entre 1º e 5 de abril de 2022, foram entrevistadas 2.015 pessoas com 16 anos ou mais em todos os estados do país e o Distrito Federal.

Passaporte da vacina

O apoio à exigência do comprovante de vacinação no retorno às aulas presenciais é acompanhado de um percentual alto da população que também é favorável a vacinação infantil (79%). E o índice permanece o mesmo entre quem tem filhos ou não. Entre os pais de crianças entre 5 e 17 anos, 70% já vacinaram todos os seus filhos contra 18% que ainda não vacinaram nenhum deles.

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A maioria da população (61%) também defende a adoção do “passaporte de vacina” em outros estabelecimentos, além de escolas e faculdades. E os próprios estabelecimentos aderiram mais à medida: 27% da população teve de apresentar o comprovante de vacinação para entrar em algum lugar nos últimos três meses. Esse índice foi de 18% em novembro de 2021.

“Esse resultado reflete a confiança da população na vacina. As pessoas se sentem mais seguras em relação à Covid-19 quando estão próximas de quem já se vacinou”, pontua o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

No Brasil, houve uma massiva adesão à vacinação contra Covid-19 – 95% da população acima de 16 anos disse que já tomou pelo menos uma dose – e a maioria (82%) pretende tomar a dose de reforço e completar o esquema vacinal. Ainda assim, de acordo com a pesquisa, para 33% da população o medo de conviver com pessoas não vacinadas é grande ou muito grande.

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Uso de máscaras

Quando questionado sobre o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras, o brasileiro parece ainda não estar preparado para deixar o item de proteção em casa. A maioria dos entrevistados afirmou que manteria o uso de máscaras em supermercados (73%), viagens de ônibus ou avião (70%), no comércio de rua (64%), nos shoppings (61%) e no trabalho (59%). O índice cai, mas fica acima de 40%, em atividades como cinemas, bares, restaurantes, shows e academias.

Mas muitos deixaram de usar máscaras em ambientes abertos ou até mesmo abandonaram o hábito. Nos últimos seis meses, o número de pessoas que usam máscaras em lugares abertos e fechados caiu quase pela metade – passou de 55% em novembro de 2021 para 29% em abril deste ano – enquanto aumentou os adeptos apenas em lugares fechados (de 40% para 53%). Já 17% disseram que não estão usando mais máscaras contra 4% em novembro de 2021.

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“É precoce dizer que o uso das máscaras continuará a ser um padrão entre os brasileiros mesmo com o fim da obrigatoriedade. Os índices de contaminação e óbitos por Covid-19 estão muito presentes na memória da população. Precisamos continuar a avaliar esse comportamento nos próximos meses”, pondera Azevedo.

Gravidade da pandemia

Além do impacto no dia a dia diante das restrições de convívio social, os dados mostram como a pandemia esteve muito próxima. Do total de entrevistados, 61% conhecem alguém que morreu de Covid-19 e 35% afirmaram que já tiveram a doença, sendo que 5% foram contaminados nos últimos três meses.

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Apesar disso, o brasileiro reconhece a melhoria dos índices de Covid-19. O número de pessoas que avaliam a crise sanitária como grave ou muito grave passou de 89% em abril de 2021, quando os casos e óbitos estavam em alta, para 40% em abril deste ano.

As pessoas também estão saindo mais de casa. Quase todo brasileiro (95%) foi ao supermercado nos últimos três meses e 84%, a comércio de ruas. Ir ao shopping (45%) e viajar de avião ou ônibus (36%) também faz parte da rotina de uma parcela relevante da população. 

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Nenhuma criança ou adolescente morreu por efeito da vacina contra Covid no Brasil, aponta boletim do Ministério da Saúde

Ministério investigou 38 óbitos notificados por governos estaduais e municipais.

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O último boletim epidemiológico sobre Covid-19 do Ministério da Saúde, publicado no dia 26 de abril, informou que nenhuma criança ou adolescente (de 5 a 18 anos) morreu em decorrência de efeito adverso da vacina. O ministério investigou 38 óbitos notificados por governos estaduais e municipais.

“Até o momento, não há registros de EAPV [evento adverso pós-vacinação] com desfecho óbito na faixa etária de cinco a menores de 18 anos com relação causal com as vacinas utilizadas confirmada”, diz o documento.

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Em junho de 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a primeira vacina para adolescentes a partir dos 12 anos. Já a vacina para os mais novos, de 5 e 11 anos, foi aprovada em dezembro, mas a aplicação começou apenas em 2022.

O relatório, divulgado inicialmente pelo UOL nesta manhã, aponta que foram registrados 3.463 casos de evento adverso pós-vacinação (EAPV) na faixa etária de 5 a menores de 18 anos. Destes, 3.044 (87,9%) foram eventos adversos não graves (EANG) e 419 (12,1%) foram eventos adversos graves (EAG) – 38 (1,1%) casos resultando em morte.

Dos 38 casos, 36 estão relacionados à vacina da Pfizer e dois estão ligados à CoronaVac. A idade média foi de 13 anos, com mesma proporção entre os sexos. O intervalo de tempo entre vacinação e evento adverso foi de 30 dias. Quatro casos ocorreram após 30 dias, “evidenciando uma relação temporal inconsistente de acordo com a classificação de EAPV”, disse o ministério.

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Após a investigação dos casos, os 38 óbitos notificados foram avaliados e classificados como:

  • Reações coincidentes ou inconsistentes: 23
  • Inclassificáveis devido à necessidade de informações: 13
  • Dados conflitantes em relação à causalidade: 2

No mesmo boletim, o Ministério da Saúde reforça que as vacinas são seguras e apresentam excelente perfil de risco benefício “já tendo gerado um impacto extremamente positivo na saúde da população brasileira, com a redução expressiva dos casos, internações e óbitos pela doença”. (G1)

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Doença pulmonar obstrutiva crônica causa o envelhecimento precoce do sistema imune, sugere estudo

Constatação foi feita por pesquisadores da USP ao comparar células de defesa de pacientes com DPOC, idosos saudáveis, fumantes e adultos jovens. Achado ajuda a explicar por que esses indivíduos são menos responsivos a vacinas e mais suscetíveis a infecções

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Luciana Constantino | Agência FAPESP – Pesquisa desenvolvida na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e publicada na revista Immunity & Ageing coloca a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) entre as que levam a um envelhecimento precoce do sistema imunológico. O achado pode ser um caminho para explicar o motivo de indivíduos com a doença apresentarem menor resposta a vacinas e serem mais suscetíveis a processos infecciosos, por exemplo.

Os pesquisadores concluíram que pacientes com DPOC apresentam um conjunto de alterações ligadas ao envelhecimento celular, processo chamado de imunossenescência, que afeta os linfócitos T CD4+ e CD8+, prejudicando a resposta imunológica.

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Para realizar o estudo, foram recrutadas 92 pessoas, distribuídas em quatro grupos: pacientes com DPOC, fumantes sem evidência de doença pulmonar, idosos saudáveis e adultos jovens. Os cientistas analisaram sete marcadores associados à diferenciação tardia, senescência e exaustão celular para cada um desses grupos.

Concluíram que os pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica têm células que expressam uma gama completa de fenótipos senescentes ou esgotados, consistente com características do envelhecimento prematuro do sistema imunológico.

A DPOC é uma doença inflamatória crônica caracterizada pela obstrução do fluxo aéreo e comumente induzida pela fumaça do cigarro e pela poluição atmosférica. Afeta cerca de 64 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo aproximadamente 6 milhões no Brasil, dos quais 60% dos casos seriam de fumantes ou ex-fumantes.

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“Com o aumento da população idosa, entender os mecanismos envolvidos na imunossenescência é importante em vários aspectos. Compreender como lidar com o organismo dessas pessoas, mais propenso a cânceres, infecções e menos responsivas a vacinas, pode abrir caminhos para buscar um melhor funcionamento do sistema imunológico. Esse trabalho ajuda a entender o que acontece e onde é possível tentar atuar”, explica o professor Gil Benard, do Laboratório de Dermatologia e Imunodeficiências da FM-USP e orientador do estudo, que teve o apoio da FAPESP.

Primeira autora da pesquisa, resultado de seu doutorado, Juliana Ruiz Fernandes explica que, ao comparar dados de pessoas da mesma idade, as com DPOC tiveram envelhecimento das células T acelerado. “O fenótipo dos linfócitos desses indivíduos parece mais velho se comparado aos que não têm o processo inflamatório crônico”, diz Fernandes à Agência FAPESP.

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Já no grupo de fumantes, os resultados sugerem que o tabagismo crônico moderado a intenso não acelerou o ritmo da imunossenescência em comparação com os idosos saudáveis. “A DPOC acabou interferindo mais nos pacientes do que a idade, afetando drasticamente o sistema imune”, completa a doutoranda Thalyta Nery Carvalho Pinto https://bv.fapesp.br/en/pesquisador/708056/thalyta-nery-carvalho-pinto, também autora do artigo.

Em sua tese de mestrado, em 2016, Fernandes havia mostrado o efeito do exercício físico na resposta imune de pacientes com DPOC, concluindo que o programa de reabilitação foi capaz de desacelerar alguns parâmetros da senescência celular, melhorando a resposta imunológica de linfócitos.

À época, os resultados já sugeriam que indivíduos com a doença apresentavam maior proporção de células com perfil de exaustão e menor capacidade funcional. “Agora tentamos entender os tipos celulares envolvidos na DPOC e nos idosos”, diz a pesquisadora.

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Para entender

A imunossenescência é marcada pela diminuição do total de células T jovens (chamadas pelos cientistas de naive) e pelo aumento dos linfócitos de memória, que têm três dinâmicas de fase durante a vida humana.

A primeira é caracterizada por um pool de células jovens, que ao longo do tempo se tornam células de memória em resposta à estimulação com antígenos específicos. A segunda fase (chamada de homeostase de memória) é caracterizada pela circulação de células T de memória, que atingem um platô e são mantidas durante a vida adulta.

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Na terceira etapa, após um longo período de estabilidade, a frequência e a funcionalidade das células T de memória mudam, aumentando a suscetibilidade a infecções causadas por desregulação imunológica como parte do declínio fisiológico.

No trabalho, os pesquisadores detectaram uma “desordem” nesse ciclo do sistema imune em pacientes com DPOC. Eles apresentaram não apenas um pool reduzido de células naive disponíveis para respostas imunes, mas também, paradoxalmente, frações aumentadas dessas células com características de diferenciação, senescência ou exaustão quando comparados aos idosos saudáveis e aos fumantes.

“Vimos também que a imunossenescência e as alterações registradas em indivíduos com DPOC são mais acentuadas nos linfócitos T CD8+, que atuam como uma espécie de ‘soldado’ responsável por executar a resposta imune no organismo humano”, afirma Benard.

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Agora, com uma amostra de indivíduos diferente da anterior, o grupo de cientistas está estudando como é a resposta dos linfócitos do tipo B em pacientes com DPOC. Também busca avaliar como essas pessoas estão respondendo à vacina da COVID-19.

O artigo Age-associated phenotypic imbalance in TCD4 and TCD8 cell subsets: comparison between healthy aged, smokers, COPD patients and young adultspode ser lido em: https://immunityageing.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12979-022-00267-y#Bib1.

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Vacinação de crianças contra sarampo e influenza começa em 4 de abril

Meta é vacinar 12,9 milhões de crianças entre 6 meses e 5 anos

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A partir do dia 4 de abril começa a Campanha Nacional contra o Sarampo de 2022. Segundo o Ministério da Saúde, este ano, a mobilização ocorrerá junto com a Campanha de Vacinação contra a Influenza, que começa no mesmo dia. A campanha será voltada para 12,9 milhões de crianças entre seis meses e menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), além de trabalhadores da saúde que serão convocados para atualizar a situação vacinal.

“A meta é vacinar, no mínimo, 95% (12,3 milhões) dessas crianças de forma indiscriminada, independentemente da situação vacinal. Para os trabalhadores da saúde, não haverá meta de cobertura vacinal. O intuito é atualizar as doses que ainda estejam atrasadas, além de proteger esse público contra a doença, considerando o risco diante da maior exposição nos serviços de saúde”, explicou o Ministério da Saúde em nota.

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Nesta estratégia, as duas vacinas – tríplice viral e influenza – serão ofertadas para administração no mesmo dia. A vacinação simultânea é uma atividade recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações para redução de oportunidades perdidas na imunização.

Calendário

De 4 de abril a 2 de maio: vacinação dos trabalhadores da saúde – juntamente com a primeira etapa da vacinação contra influenza;

De 3 de maio a 3 de junho de 2022: campanha de seguimento contra o sarampo para crianças de 06 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) – juntamente com a segunda etapa da vacinação contra influenza.

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